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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

17
Mar18

Moreiras - Chaves - Portugal

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Nas nossas voltinhas pelas aldeias de Chaves, hoje vamos passar por Moreiras, mais uma das aldeias que é servida pela EN314 ou estrada de Carrazedo, mas só até France, pois logo a seguir a esta vira-se (à direita) para Moreiras.

 

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Com exceção para as aldeias de passagem, isto é, aquelas que ficam junto às estradas principais do concelho e pelas quais fomos sendo obrigados a passar durante os nossos itinerários ou viagens para fora do concelho, Moreiras é das aldeias de Chaves que conheço há mais tempo, tudo graças a uma família amiga que tinha lá o seu berço, mas sinceramente, desse dia, apenas recordo a passagem pelo largo principal da aldeia, a rua casa dos meus amigos e pouco mais. Na altura era ainda um teenager, ainda com a cabeça na lua e sem olhares para lançar a pormenores.

 

1600-moreiras (240)

 

Mas a partir dos anos oitenta, Moreiras calhou no meu destino muitas vezes, inicialmente por por motivos profissionais e nos últimos anos para recolha de imagens, pois é uma das aldeias que tem vários motivos de interesse, mas dos quais destaco cinco.

 

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O primeiro, por ser mais generalista, vai para o conjunto da aldeia, a mais antiga, que ainda mantém a sua integridade de casario tradicional, embora com alguns atentados pelo meio, principalmente um que não passa despercebido a ninguém, onde a modernidade não se concilia em nada com a arte da cantaria nobre, mas do mal o menos, esta última não foi destruída.

 

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O segundo motivo de interesse, também por ser generalista, vai para as vistas que desde lá se podem lançar, principalmente para o mar de montanhas já de terras de Aguiar de Pena.

 

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O Terceiro motivo vai para o conjunto da Igreja Românica, adro e Casa Paroquial, só por este belíssimo conjunto já valia a pena lá irmos, pois é digno de ser apreciado e ainda por cima é um conjunto fotogénico. Já lá fomos algumas vezes de propósito só para o fotografar.

 

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O quarto motivo de interesse é logo a seguir a igreja, ou seja, o largo principal da aldeia onde podemos encontrar uma cruz no meio do largo, e um pouco ao lado em local mais recatado um belíssimo cruzeiro e logo ao lado um conjunto de fonte coberta, bebedouro e tanques de lavar roupa, tudo em perfeita harmonia.  

 

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Por último a casa da chaminé, um belíssimo exemplar de casa típica transmontana mais abastada, com pátio semi-interior rodeado de varandas cobertas que dão acesso à habitação, isto no primeiro andar, pois para o rés-do-chão os habituais compartimentos de arrumações, adega, despensa. Quanto ao pátio, da última vez que lé estive abandonado, tal como o restante, era vulgarmente destinado a animais, como galinhas, perus, porcos, etc. Coisas de outros tempos.   

 

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