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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

07
Abr18

Moure - Chaves - Portugal

1600-moure (69)

 

Então cá estamos de novo com as nossas aldeias de Chaves, hoje com a aldeia de Moure, uma velha conhecida, pois desde puto que me fui habituando a ver a sua placa na EN2, mas inteiramente desconhecida até ser já bem adulto, pois embora a placa da estrada a anuncie, é preciso descer até ela para conhecer a sua intimidade.

 

1600-moure (80)

 

Moure que se implanta em plena encosta da montanha e “entalada” entre a EN2 e o Rio Tâmega, mas mais próxima do rio, existindo entre este e a aldeia uma pequena e fértil veiga.

 

1600-moure (76)

 

Era uma das aldeias que assistia diariamente à passagem e paragem de vários comboios, enquanto existiu, tendo uma belíssima estação, como quase todas, que hoje se encontra abandonada e vandalizada.

 

1600-moure 54-56

 

Curiosamente na sua estação, nas paredes dos alçados laterais está inscrito “Vilela do Tâmega”. É, o comboio ou quem decidia, tinha as suas noias. Em Chaves ia-se acontecendo uma “guerra civil” entre os defensores da estação na margem esquerda do Tâmega e os defensores da margem direita. Claro que ganharam os da margem direita, não fosse lá que estava a então Vila de Chaves, um pouco como ainda hoje acontece.

 

1600-moure 40-41

 

Pois em Moure, a estação do comboio ficou com nome do topónimo da aldeia vizinha, que embora próxima, sempre ficava, e fica, a mais de 3km. Mas de maior noia era a estação de Loivos, que ficava no meio do monte, a 5 km de Loivos, onde durante os quase 20 anos que eu utilizei o comboio, ele parava sempre na estação onde nunca vi entrar ou sair um único passageiro que fosse.

 

1600-moure (59)

 

Quanto à aldeia de Moure, é uma pequena aldeia, como quase todas também a sofrer da maleita do despovoamento.

 

1600-moure (37)

 

Uma aldeia onde já fomos algumas vezes mas que sei hoje termos deixado alguns registos fotográficos para trás, aparentemente algumas preciosidades, pelo menos a crer pelo que as fotografias aéreas deixam ver. Razão suficiente para uma futura visita mais atenta e demorada, sem esquecer uma descida até ao Rio Tâmega. Fica prometido para a próxima ronda pelas aldeias de Chaves aqui no blog, pois se pensavam que depois da atual ronda nós deixávamos as aldeias esquecidas, enganaram-se.

 

 

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