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CHAVES

Olhares sobre a cidade de Chaves

Ocasionais

23.01.18 | Fer.Ribeiro

ocasionais

 

“Três milhões de visitações

 

Poucos, raros, como FERNANDO DC RIBEIRO têm feito tão dedicado e notável esforço em servir os Flavienses, CHAVES, a NOSSA TERRA!

 

Este flaviense de excepção é merecedor de agradecimento, de reconhecimento, não só pelo carinho que tem dado às Gentes da NOSSA TERRA, mas também pela desinteressada generosidade com que tem relevado cada particularidade dos nossos costumes, das nossas tradições, e a atenção que merece o nosso património histórico, artístico, cultural, bem como o respeito e os cuidados  de qualquer outro aspecto do nosso Território.

 

O Blogue “CHAVES” foi, e tem sido, o maior embaixador da nossa «Cidade»!

 

Ele foi inspirador e apoiante de muitos outros Blogues, que, caprichando encantadoramente, revelaram por esse mundo fora aprazíveis recantinhos  e deliciosos segredinhos de tantos rincões flavienses e normando-tameganos.

 

De FERNANDO DC RIBEIRO partiu a ideia da criação da Associação de fotógrafos “LUMBUDUS”.

 

E em torno de ambos, Blogue “CHAVES” e Associação “LUMBUDUS”, cresceu uma pequena, mas dinâmica e valiosa, tertúlia de apaixonados por CHAVES  e pelo que ela representa no contexto regional.

 

Graças a estas  duas instituições, CHAVES apreceu com um significado bem ecuménico. E os laços com os territórios vizinhos mais se estreitaram: Convívios cheios de afecto e de interesse cultural foram sendo realizados por VALPAÇOS, BOTICAS, MONTALEGRE e OURENSE, e, mesmo até, por outras «Unidades Territoriais”!

 

À frente de todos esses pioneiros acontecimentos esteve sempre  FERNANDO DC RIBEIRO.

 

Neles têm participado não só os «residentes –resistentes» como também «resistentes –ausentes» e outras personalidades, de lugares distantes, mas entusiasmadas com as descobertas, as tentações  e a informação que o Blogue “CHAVES” e  a Associação “LUMBUDUS” iam oferecendo.

 

FERNANDO DC RIBEIRO é um homem, um Flaviense de enorme generosidade!

 

Agradecer-lhe o bem que tem feito por CHAVES, pelo Concelho, pela REGIÃO NORMANDO – TAMEGANA (Chaves, Valpaços, Montalegre, Boticas, Ourense) não  é o pagamento de uma dívida, mas, sim, reconhecer a generosidade com que tem abençoada a NOSSA TERRA!

 

Só os invejosos é que sentem insuportável o reconhecimento que devem a alguém!

 

Se as almas dos mortos se regozijam com as missas, os enfeites das suas campas e as homenagens públicas ou circulares, também os corações dos vivos se consolam quando se lhes toca com o reconhecimento, com a gratidão.

 

E por que não havemos de pôr uma gota de alegria num copo que verteu sobre nós flocos de ânimo, de estima, de orgulho, e de vaidade, até?

 

Na realidade, praticar o bem para com o próximo é correr o risco de se oferecer mais do que aquilo que o OUTRO merece, e, como a gratidão e o reconhecimento vão sendo das mais ignoradas virtudes do nosso tempo, a inveja refloresce e o sentimento de justiça mais arrumado é na sombra do esquecimento: “Os homens costumam, se recebem um mal, escrevê-lo no mármore; se um bem, no pó” – lembra-nos Thomas Moore.

 

Poetas e escritores, como, entre outros, Isabel Seixas, António Roque, Gil dos Santos e Carlos Barros, recebem mais, e justos, aplausos sempre e quando na companhia de FERNANDO DC RIBEIRO.

 

Nas galerias do palácio das suas iniciativas   -   Blogues, Associações, Convívios, Exposições, etc.   -   a Crónica, a História, a Geografia (natural e humana), a Fotografia, as Artes são divulgadas com brilho.

 

A amizade, a gratidão, o respeito são, hoje, avaliados por equações cujo resultado seja ZERO no DEVER e infinito no HAVER!

 

 

O NANDO realiza sua tarefa e não pede gratidão, e é «precisamente porque não se apega que o mérito jamais o abandona e suas obras meritórias subsistem».

 

O NANDO é demasiado grande numa Cidade que está a ser tornada tão pequena.

 

“A todos os meus amigos desejo a recompensa das suas virtudes; e a todos os meus inimigos, a taça da expiação” – falou Rei LEAR.

Não venho aqui pela minha gratidão pessoal.

 

Venho aqui, para dar público testemunho da existência de um FLAVIENSE, de um Normando-Tamegano, de um trans-visimontano, de um TRANSMONTANO com uma invulgar dedicação à sua terra natal, aos seus conterrâneos e comprovincianos   -   à NOSSA TERRA   -    de sua graça FERNANDO DORES COUTO RIBEIRO!

 

O reconhecimento do valor não desejo vê-lo, nem deve ficar, dependente do talento de oratória  de admiradores de História do Passado.

 

Às Gentes da NOSSA TERRA e aos meus amigos empenhados, sérios e patriotas não desejo êxitos póstumos!

 

Temos de reconhecer: o trabalho de FERNANDO RIBEIRO tornou mais significativa a condição dos homens e das mulheres, da Natureza e da História da sua identidade flaviense e Normando-Tamegana e, ou,  Trans-Visimontana.

 

Estou com Péricles quando diz, no seu “Discurso”:

 

- “A mim, parece-me que quem com obras demonstrou o seu valor, também com obras deve receber as honras  daqueles que lhe reconhecem os méritos!”.

 

M., vinte e dois de Janeiro de 2018

Luís da Tia São, da Granginha