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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

08
Nov18

Ocasionais

ocasionais

 

 Aí por CHAVES 

 

É com trovões e com relâmpagos

que se tem de falar aos

 espíritos frouxos e adormecidos.

Fried. Nietzsche

 

Aí por CHAVES, onde bons cidadãos se derretem converter-se em moinantes políticos, considerando ser essa a condição e a oportunidade de «dar a volta à vida», e para as trupes ambiciosas de «dar a volta» à vida, em poleiros políticos, “o esforço mínimo e a asneira máxima”   é o lema e o brasão da sua conduta como agentes autárquicos   -  Assembleias, Juntas, Executivo camarário.  

 

Estou em crer que esses tabarins andaram e andam por aí danados em “vender a alma   -   ou, sabe-se lá, também o corpo”!  Só que já não haverá diabo que lhos queira comprar!

 

‘Inda por cima, falta-lhes conhecimento histórico que lhes permita uma compreensão e explicação do Passado para suporte de cumprimento da missão, que cabe a administradores autárquicos, com consolidadas vantagens na construção do Futuro da NOSSA TERRA!

 

Sobra-lhes, e de que maneira, o psitacismo!

 

CHAVES está inçada de farsantes empenhadíssimos em tomar assento nos escanos, e mesmo nas escadas, do Paço do Duque.

 

Aí por CHAVES, até o «joio quer chamar-se trigo”!

 

Os Flavienses (ai se fossem só eles!...) deixaram-se hipotecar por bucelários.

 

Deixaram-se convencer a negar o Presente ... e a renegar o Passado, e aceitaram o Futuro como uma condição secreta.

 

Infelizmente, aí por CHAVES, a hostilidade para com o progresso, e muito particularmente para com o progresso cultural e intelectual, é um dos modos de vida  dos flavienses, gravemente incentivado e (patrocinado) por grande número dos principais responsáveis pelos desígnios da Autarquia!

 

Infelizmente, aí por CHAVES, os flavieneses, de alma e coração, que se manifestem defensores da «Cidade» logo são sujeitos a constrangimentos e cercados pela hipocrisia.

 

Alguém disse (e escreveu): «quando um ambiente é estúpido, cheio de preconceitos e cruel, é sinal de mérito não estar de acordo com ele».

 

As afirmações, as negações, as decisões, as omisões de presidentes da Câmara Municipal de CHAVES (e aqui «presidentes» vale por aqueles que «estão presentes» nos cargos com ou sem pelouros) seriam coisa divertida (mesmo até de rir à gargalhada) se não fossem tão prejudiciais e catastróficas para o Município!

 

Apropriam-se do nome de «políticos» sem cuidar em aprender e cumprir os verdadeiros métodos ou princípios da Política!  Não têm méritos, somente influências!

 

À maioria dos flavieneses é-lhes bem-feita: contentam-se com «soluções de treta» e com respostas superficiais aos múltiplos e graves problemas com que se depara a sua «Cidade»!!!

 

Os flavienses têm-se deixado comandar por quem não tendo as suas virtudes simula tê-las! Têm feito convosco o jogo da política com dados viciados!

 

O (inesquecível) «ataque» feito ao “Jardim das Freiras”, foi determinado pelo «ódio» que esse lugar provocou no coração dos seus autores, ódio esse nascido de frustrações, amargos e amarguras, e derrotas que esses fracassados não foram capazes de  superar, e para os quais o “Jardim das Freiras” era a representação desses diabos que os atormentavam.

 

Esses parvalhões, formatados em preceitos de pedantice bacoca, estúpida e daninha, e auto-promovidos a «políticos», nunca entenderam a importância e o significado de um «Jardim» para os Portugueses, para os Flavienses, em especial: O “Jardim das Freiras”, tal como o “Jardim Público”, o “Jardim do Tabulado””; o “Jardim do Bacalhau”, presta-se,  tal e qual a «plaza» espanhola e a «plazza» italiana, aos contactos  e à aproximação das nossas relações com os outros, tornando possível o sentimento de pertença a uma comunidade em que todos se sintam responsáveis uns  pelos outros.

 

Esses beleguins não destruíram para construir: a aberração que deixaram ficar foi apenas o testemunho do seu «ódio» à «Cidade» e, em particular, ao que mais de representativo a «Cidade» tem.

 

Esses farsolas, reles e frustrados, com o ataque ao “Jardim das Freiras” (e não só) apenas conseguiram para si aumentar as perdas do respeito que pretendiam ganhar!

 

A paciente indolência dos  flavienses tem contribuído para  a decadência do Concelho: - Sofrer com resignação é mais fácil do que reagir com energia”.

 

Os de CHAVES” não têm sido mais do que degraus para que tantos impostores e medíocres atinjam uma «certa» altura!

 

Por aí, pela Câmara Municipal e pelas Juntas de Freguesia, vê-se muita gentinha a receber a mesada mais pelo tempo gasto do que pelo trabalho feito, mais pelas horas de folga e de preguiça do que pelas horas de trabalho!

 

CHAVES tem sido administrada por «oleiros que não tinham acabado de aprender o seu ofício».

 

CHAVES, em vez de adesivos, o que precisa é que não lhe apliquem lenimentos paleativos  e lhe (com licença de Manuel Cunha [Pité]) cauterizem as feridas!

 

Na época do Estado Novo, apesar da miséria «salazarenta», CHAVES deu dois passos em frente: Um (o) Monumento; o 3º Ciclo Liceal; a Escola Normal; o novo edifício da Escola Comercial e Industrial; Escolas Primárias; o Palácio da Justiça; Avenidas Novas, a Ponte Nova; e os Jardins sempre bem cuidados!

 

Na «jovem democracia» (que treta tão risoteira!), tão lampeira a prometer,  com os seus corneteiros e trombeteiros «abrileiros», mundos e fundos de melhoras e melhorias que cobririam de vergonha os tempos da «outra senhora»,  CHAVES  só tem andado para trás: - mamarrachos; festas sem «Graças» nenhumas; fuga,  deserção e, ou, despromoção de «milhentas» instituições; e teimando em empontar tantos dos seus filhos!

 

Afinal, o que é que foi feito pelos assenhoreados «abrileiros» do Paço do Duque que aumentasse os méritos, a honra e a glória do nosso Município, que dignificasse CHAVES?!

 

Oh! Flavienses! Seus camelos zaratustrianos! Que vos deixais atraiçoar pelas crendices politiconeiras   -   por estardes habituados às cristovânias   -  e, assim, ajoelhais-vos a consentir, como camelos, ser carregados com desdém e prejuízos, pelos tabaréus e medíocres que tendes posto no poleiro, para administração do vosso território!

 

Afinal, em nome de quem, ou de quê, sacrificais e escarneceis a vossa sabedoria?!

 

Por esse andar, não tarda muito que, de candeias às avessas, alumiareis as ruas da cidade com cromadas lamparinas feitas com gordura de cevados políticos dos vossos currais partidários!

 

CHAVES continua sem Catedral, e sem !

 

E sem Universidade!...

 

Pelo caminho que os fazem seguir, nem admira que, «rápido e depressa», os chavinenses passsem a vassalos da «Bila» e, de imediato, dos «capitalistas (os donos da capital) do norte.

 

Ai! Os flavienses estão a precisar que lhe cortem as orelhas «para aprender a ouvir música com os olhos”!

 

O que vai, de política, antes, politiquice, aí por CHAVES, é mesmo como dizia o meu amigo Zaratustra: os mascarados com cores político-partidárias refilam uns com os outros, de vez em quando, «mas não demoram a reconciliar-se   -  a dar razão cada qual a cada qual. O contrário estargar-lhes-ia a digestão» das mordomias e vaidades que a politiquice lhes serviu à mesa da sua ganância e ambição!

 

M., quatro de Novembro  de 2018

Luís Henrique Fernandes, da Granginha

 

 

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