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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

29
Nov18

Ocasionais

ocasionais

 

“Jogadas!”

 

 

Acabei de ouvir que  «inBejosos» das façanhas de «outros», que deram cabo da nossa «cidade», «estes» se desdunham raivosamente para estourar uma “pipa de massa” ao «dar cabo» do “Jardim do Bacalhau”!

 

Como se CHAVES, o Concelho, não tivesse muitas mais prioridades a justificarem a parangona da «requalificação»: as estradas e caminhos municipais estão desgraçadamente  desconsiderados com a falta de manutenção e de adequada sinalização vertical e horizontal; o Ribelas, onde outrora  brincavam escalos e bogas,  continua a ser um nojento e fedorento canal de esgoto, a contribuir para as náuseas que a fonte pública das “CALDAS” provoca logo à mais pequena cheia do Tâmega; o Castro de Curalha a reclamar a dignidade a que tem direito, com acessos, cuidados, adornos e protecção que a História e o orgulho da ALDEIA, da FREGUESIA, da Região merecem; o acesso, cómodo e seguro, à SRª DO ENGARANHO; a celebração tradicional e prestigiada da Srª das BROTAS; a restauração, o asseio e a protecção de “OUTEIRO MACHADO; o respeito pelo Solar dos Montalvões; o fim das vergonhosas lixeiras e poluição de OUTEIRO SECO; e a «requalificação» (como me delicio quando valdevinos se saem com esta para encobrir certas «jogadas»!) desta RIBEIRA de SAMPAIO, e de todas as Ribeiras de CHAVES!

 

CHAVES só tem tido homens pequeninos e superficiais a administrá-la! Cuidaram e realizaram (e continuam a cuidar e a realizar) somente simples fantasias, e descuidaram (e continam a descuidar), e, ou, foram (e são) incapazes de realizar aquilo que era, e é, mais adequado e correspondente com as necessidades da época!

 

Tal como os anteriores, os administradores de hoje demitiram-se de lutar pela instalação, aumento e melhoramento de Instituições de ingente importância para os Flavienses.

 

OS de agora enchem a boca com as «requalificações».

 

E sublinham essa nova cruzada de obras pantomineiras, salientando a «Requalificação» do “Jardim do Bacalhau”!

 

Os marmanjolas da politiquice de CHAVES preparam-se para as Eleições autárquicas distribuindo uns panfletos com arrumadinhos itens, a que chamam Programa eleitoral.

 

Apanhados lá no lugarzito da sua suprema e besuntada vaidade, apressam-se, mesmo aos tropeções, a adaptar as suas «promessas eleiçoeiras» a poucos legítimos proveitos  e a demasiados e incontáveis interesses íntimos, secretos, inconfessados e, ou, inconfessáveis.

 

E, com essa jogada magistral, conseguem manter a lorpice dos sempiternamente distraídos e convencidos flavienses.

 

Esses políticos «da Veiga e da Montanha ….  e do rai’que os parta», que têm andado por aí a estragar a “cidade”, entendem o mundo flaviense como um mecanismo.

 

Contesto-os porque entendo esse mundo   -   e todo o mundo de homens   -   como um organismo.

 

Diferencia-me dessa gente a sensibilidade e a contemplação, e o esforço de compreensão.

 

Àbaris nos acuda, e, tal como o fez com Esparta, nos liberte da peste política que tomou conta de CHAVES!

 

A vitória numas eleições autárquicas está longe de se assemelhar a uma vitótia nas Batalhas de Cannas ou de Zama; de Alesia ou de Farsalia; de  Austerlitz ou de Waterloo; de Berlim; de Ðiện Biên Phủ;  de Ourique, de Aljubarrota, de Alcácer-Quibir, ou de Montes Claros.

 

Porém, a exclamação que ficaria bem, e realmente honraria esses cabotinos polichinelos políticos, de CHAVES, e se com ela significassem um juramento sagrado, bem poderia ser, inspirada em Goethe, na Batalha de Valmy:

- “Aqui e hoje, inicia-se uma nova época  da História de CHAVES, e vós, FLAVIENSES, podereis dizer que estivestes presentes”!!!

 

Os novos gurus da política flaviense tomaram assento no Paço do Duque por terem peregrinado por todos os lugares santos da NOSSA TERRA, proclamando decretos do novo destino Flaviense com mais santidade e muito mais certeza do que os proclamados» pelas pitonisas de Pito.

 

A sua eleição depressa a comemoraram bebendo àgua do Rio do Esquecimento!

 

Os «Heróis de CHAVES” estão, ora, a ser substituídos por «heróis de penacho»!

 

E se a essa gentinha, disposta a estourar com uma pipa de massa em caprichozinhos de quem faz de umas «merdices» o ponto «h» (ou ponto «g») dos seus orgasmos políticos ou bestiais, nada lhes fizer arrepiar caminho, o responso pode prolongar-se por tanto tempo quanto o necessário para lhes dar na tromba com um «gato morto até este miar»!

 

M., três de Novembro de 2018

Luís Henrique Fernandes, da Granginha

 

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