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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

22
Set18

Pedra de Toque

pedra de toque copy.jpg

 

Tenho períodos na minha vida em que escrevo quase diariamente. Outros, como no presente, leio bastante. É um prazer enorme para mim ler e reler Gabriel Garcia Marquez. Por isso esta crónica já escrita há uns anos para vocês, na espectativa que saboreiem este extraordinário autor, talvez o maior romancista do século passado.

 

 

GABRIEL GARCIA MARQUEZ

 

Um dos maiores romancistas, dos mais notáveis escritores do século XX.

 

Nascido na Colômbia em 1927, foi agraciado com o prémio Nobel em 1982.

 

A sua vasta obra está traduzida em variadíssimas línguas e publicada em inúmeros países.

 

Li alguns dos seus romances.

 

Desde logo o celebre Cem Anos de Solidão, considerado até hoje a sua obra prima.

 

Quando o li, pela primeira vez, tive uma sensação de fascínio, de encantamento difícil de descrever.

 

No imediato, apreciei o seu absoluto e impressionante domínio da forma narrativa.

 

Pretendia há muito ler também o Amor nos Tempos de Cólera, obra que segundo a crítica, constitui um marco equiparável aos Cem Anos de solidão.

 

Tive oportunidade de adquirir o romance que devorei em poucos dias, dada a prosa brilhante, onde se conjugam e se fundem a beleza das imagens, o triunfo tão difícil do amor e o percurso tortuoso das aventuras e desventuras da felicidade humana.

 

Nas quatrocentas páginas estão presentes a todo o instante o humor, a poesia, as imagens em vertigem, plasmadas numa escrita encantatória que os imitadores não conseguem atingir.

 

A velhice, a decrepitude, a ruína do corpo, tudo suportado pelo sentimento do amor perene, visível lenitivo para a alma e para os sonhos.

 

Como ressuma da estória, contra a solidão dolorosa só o amor total alivia.

 

O romance é um hino que louva a resistência ao decurso dos anos pela força do amor que permanece no vai-e-vem da vida, no vai-e-vem num rio até ao último dos portos, a morte.

 

Por favor, na primeira oportunidade, leiam o Amor nos Tempos de Cólera.

 

Imperdível.

 

António Roque

 

 

 

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