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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

15
Fev19

Alminhas e Cruzeiros

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Pormenor das alminhas em Seara Velha - Chaves

 

Tal como prometido, cá estamos com mais alminhas, e hoje também cruzeiros.

 

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Cruzeiro e alminhas em Sanfins da Castanheira - Chaves

 

Alminhas e cruzeiros que às vezes aparecem no mesmo cruzamento de caminhos, tal como acontece num cruzamento da aldeia de Sanfins da Castanheira, em Chaves.

 

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Cruzeiro e alminhas, numa única peça, em Seara Velha - Chaves

 

Ou então, mais raro, na mesma construção, ou seja, cruzeiro e alminhas juntos, como é o caso desta última imagem num cruzamento de Seara Velha, também no concelho de Chaves.

 

 

05
Fev19

Alminhas, nichos, cruzeiros e afins!

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Alminhas, Nichos, Cruzeiros e Afins

 

O professor de História e investigador António Matias Coelho, afirma que  "As alminhas são uma criação genuinamente portuguesa e não há sinais de haver este tipo de representação das almas do Purgatório, pedindo para os vivos se lembrarem delas para poderem purificar e "subir" até ao Céu, em mais lado nenhum do mundo a não ser em Portugal". Daí, a par do bacalhau ou da sardinha, da Nossa Senhora de Fátima, do fado, do vinho do Porto, da saudade, do galo de Barcelos, do Zé Povinho, entre mais algumas coisas, as alminhas também serem consideradas um traço da cultura portuguesa, isto é, que tem a marca Portugal e que contribui para a definição do ser português, são coisas só nossas, genuinamente portuguesas.

 

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Já há muito que sou um apaixonado pelas alminhas, primeiro, em criança, por uma certa dose de curiosidade, mistério, medo e respeito, talvez por aparecerem em locais onde menos se esperam, alguns mesmo insólitos.

 

Mas também as mensagens que por vezes aparecem ligadas às alminhas e o temor a Deus que nós era incutido desde criança, o ter de se sofrer na vida terrena para merecer o céu, coisas que mesmo não deixando marca, deixam mossa, avivaram ainda mais o meu interesse e curiosidade pelas alminhas, mesmo antes de saber o seu significado.

 

Ó VÓS QUE IDES PASSANDO, LEMBRAI-VOS DE NÓS, QUE ESTAMOS PENANDO.

 

As imagens das alminhas, representam almas de defuntos no purgatório a suplicarem a quem por elas passa, rezas e esmolas para as suas almas poderem chegar ao céu. Com todo o respeito, isto aliado a alguma imaginação e falta de cultura, arrepia e faz pensar quem passa por elas, principalmente quando às vezes, ainda inscrevem nas alminhas:

 

Ó tu mortal que me vês

Repara bem como estou

Eu já fui o que tu és

 E tu serás o que eu sou.

 

Estes pequenos monumentos começaram a ser construídos em Portugal na idade média, na sequência do Consílio de Trento (1545-1563).

 

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Segundo António Matias Coelho:

"No cristianismo primitivo só havia Céu e Inferno, a ideia do Purgatório só surgiu na Idade Média, quando a Igreja, na sequência do Concílio de Trento de 1563, o impõe como dogma, numa lógica de resposta católica à Reforma levada a cabo pelos protestantes. Passava assim a haver um estado intermédio para as almas das pessoas que faleciam. E em vez do dualismo do Céu, para os bons, e do Inferno, para os impuros, criou-se um estado intermédio, um local onde durante algum tempo as almas ficariam a purificar.

 

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"É na sequência do Concílio de Trento que são criadas as Confrarias das Almas, como forma de institucionalizar a crença no Purgatório e impor a convicção de que as almas dos mortos sairiam tanto mais cedo do Purgatório quanto mais orações e esmolas fossem feitas pelos vivos. Aliás, tudo dependia dos vivos, unicamente a eles competia sufragar as almas que esperavam pela purificação"

 

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O povo português que até à primeira república viveu maioritariamente na ignorância, onde 76,1% da população era analfabeta sem saber ler ou escrever, orientados pela fé na Igreja Católica, penso eu que interpretou o resultante do Concílio de Trento à sua maneira, e na ânsia de ajudar os seus mortos a sair do purgatório, botou-se a construir estes pequenos monumentos junto aos caminhos rurais, nas encruzilhadas e por onde as pessoas tinham de passar, para as lembrar das almas penantes no purgatório.

 

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Hoje em dia as antigas alminhas vão continuando nos sítios onde as construíram, já raras são, pelo menos as mais isoladas,  as que recebem uma vela acesa, uma lamparina de azeite, umas jarras de flores ou simplesmente flores, um Pai Nosso e uma Ave Maria, o parar, o curvar-se perante elas, o tirar o chapéu, boina ou barrete quando se passa junto a elas, o benzer-se. Este tipo de alminhas, tal como os antigos cruzeiros nas encruzilhadas dos caminhos, há muito que deixaram  de se  construir, no entanto, continuam a erguer-se outro tipo de alminhas ou sinais religiosos, junto às estradas, caminhos ou onde ocorreram mortes vítimas de acidentes de viação, de mortes (homicídios)  por ajustes de contas, por ciúme ou amores mal resolvidos, por desaparecimentos. A par destes sinais, cada vez mais vão sendo mais populares pequenos “santuários” erguidos a Nossa Senhora de Fátima ou outras Santas e Santos da fé de cada um. São as novas alminhas de Portugal, agora não para rezar pelas almas penadas do purgatório, mas por cada um, pelos seus, às vezes pelos outros e por todos. É a fé, o que me traz mais uma vez uma passagem do Diário de Torga:

 

“Que povo este! Fazem-lhe tudo, tiram-lhe tudo, negam-lhe tudo, e continua a ajoelhar-se quando passa a procissão”.

 

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Pois por esta nova rubrica que nasce hoje aqui e que irá ter dia certo todas as sextas-feiras, irão passar os registos que vou fazendo de alminhas, cruzeiros, nichos e afins. Alguns mais interessantes que outros, alguns autênticas obras de arte, mas o contrário também a acontecer, alguns bem curiosos, outros nem tanto, mas apenas em imagem, ou com poucas palavras, será mais uma mostra do que vou encontrando por onde passo para a minha coleção de alminhas. Hoje ficam já alguns exemplos, pois oficialmente esta rúbrica só começará na próxima sexta-feira, talvez a par de um blog com o mesmo nome, só dedicado a alminhas, cruzeiros, nichos e afins.

 

 

04
Out18

Alminhas

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De vez em quando a Soledade Martinho Costa “rouba-me” umas fotografias para ilustrar os seus textos. Eu pago-lhe com a mesma moeda, e de vez em quando “roubo-lhe” os textos para ilustrar as minha fotografias. Claro que são roubos consentidos por ambos. Hoje fica mais um texto da Soledade, sobre alminhas, que tantas vezes me interrompem viagens, fazendo-me parar para as tomar em registo fotográfico. Vamos lá, então, às alminhas. O texto é da Soledade.

 

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«ALMINHAS»



O culto religioso das «Alminhas», designação pela qual são conhecidos piedosa e popularmente estes altares ou nichos propiciatórios em favor e memória dos defuntos, apresentam-se como pequenas construções, construídas em pedra ou cimento, guarnecidas por pequenas imagens religiosas, esculpidas em pedra ou barro, ou pintadas de forma singela em azulejo, alusivas aos santos ou ao Purgatório. É frequente encontrá-las erguidas à beira das estradas, nos caminhos, nas encruzilhadas, ou mesmo no meio dos campos, quer em locais ermos ou habitados. A revelar, quase sempre, o acto de mão piedosa, dado pela deposição de algumas flores, ou pelo acender de uma vela, lamparina ou candeia de azeite, cuja chama, a alumiar a noite, nos faz lembrar os que já não se encontram entre nós.

 

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Localidades há onde são entregues aos habitantes «correndo a roda às casa», a fim de que todos possam contribuir para a sua preservação, limpeza e alindamento. Aquele que a tiver a seu cargo deverá alumiá-la todas as noites até findar o seu mandato. Daí, o uso, mantido em certos lugares, de se realizarem «peditórios de azeite para as alminhas», ou proceder-se à entrega dele em cumprimento de promessa. É também usual efectuar-se uma novena, em que durante esses nove dias a pessoa que fez a promessa vai alumiar as «alminhas» e fazer orações.

 

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Símbolos da religiosidade e do sentido piedoso do povo, deve-se às confrarias das almas, no século XVII, a sua contribuição para a divulgação das pinturas do Purgatório nelas representadas. No século XVIII as irmandades e confrarias das almas espalham-se de norte a sul do País.

 

Nas suas inscrições, pedem apenas a quem por elas passar, uma breve oração em seu favor, ou tão-só, um pensamento piedoso por sua intenção.

 

«Irmão, lembrai-vos das Almas que estão no Purgatório com um Pai-Nosso e uma Ave-Maria», ou «Ó vós que ides passando/Lembrai-vos das almas que estão penando», ou ainda «Ó vós que aqui vindes tão descuidados de nós/Lembrai-vos das almas/Que nós nos lembramos de vós», são alguns dos dizeres afixados nesses altares.

 

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Em Sesimbra, por tempos idos, as «alminhas» eram lembradas naquela vila (devido às terríveis epidemias de cólera e de febre-amarela que dizimaram a população em 1856 e 1857), praticando-se o piedoso culto de se subir ao Calvário, local situado no Forte de Santa Cruz, onde as vítimas foram enterradas por não haver espaço nos cemitérios, para colocar junto à cruz ali existente lanternas com azeite para «alumiar as almas».


Soledade Martinho Costa

Do livro “Festas e Tradições Portuguesas”, Vol. VIII
Ed. Círculo de Leitores

 

 

 

 

31
Jul16

O Barroso aqui tão perto... Travassos da Chã

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montalegre (549)

 

Desde o alto das serras e das montanhas o nosso olhar vai mais além, vemos outras montanhas e serras, alguns planaltos , e plantadas entre ela(e)s, pequenos aglomerados de casas, aparentemente todas juntinhas, como se estivessem coladas umas às outras. São aldeias que, vistas lá do alto,  parecem todas iguais apenas se distinguindo pelo tamanho do espaço que ocupam.  Ao longe todas iguais mas na sua intimidade todas diferentes, todas com uma identidade própria. Na primeira imagem de hoje,  tomada desde o alto de S.Domingos sobre a barragem dos pisões, da outra margem da barragem conseguimos distinguir algumas aldeias, uma delas é Travassos da Chã. E para lá que vamos hoje. 

 

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Travassos da Chã localiza-se entre a estrada nacional 103 (Braga -  Chaves – Bragança) e a Barragem dos Pisões, não tão próxima da barragem como as aldeias da outra margem, nomeadamente Criande, Negrões e Vilarinho de Negrões, mas igualmente próxima, a partir dos 300 a 400 metros de distância e com estrada até à barragem, com o asfalto a terminar mesmo dentro de água quando a barragem está no topo da sua cota.

 

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Quanto ao topónimo é normalmente grafado como Travassos da Chã, no entanto também aparece como Travaços da Chã, incluindo na página oficial do Município de Montalegre aparece, dependendo do documento,  grafada de ambas as maneiras.  Quanto à origem ou significado do topónimo nas nossas pesquisas nada apurámos.

 

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Como pontos de interesse da aldeia são apresentados pelo Município de Montalegre, o Forno do Povo e um Marco Miliário. No sítio da web do Ecomuseu do Barroso faz-se ainda alusão à Casa do Alto como uma casa de férias. Na nossa visita à aldeia localizámos o Forno e o Marco Miliário, a Casa do Alto passou-nos ao lado, pois aquando da nossa visita não tínhamos ainda conhecimento dela e na aldeia, não encontrámos ninguém que nos pudesse informar. Fomos descobrindo o que descobrimos por conta própria, tal como vai acontecendo na maioria das aldeias.

 

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Estas descobertas por conta própria têm o seu lado positivo, pois não somos influenciados por aquilo que está pré-determinado como sendo de interesse, às vezes, até de interesse duvidoso.  Mas claro que se agradece sempre a referência. No entanto há interesses e interesses. Geralmente aquilo que se aponta como de interesse está diretamente ligado à História, que sem deixar de ter interesse, não se apresenta lá muito interessante para o turista comum, ou para os apaixonados pela fotografia, ou pela antropologia, ou pela sociologia, quer sejam ou não profissionais.

 

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A população das aldeias e os seus usos, costumes e saberes, as característica do falar local, por um lado, a arquitetura típica e tradicional, o enquadramento e a forma das aldeias se aconchegarem ao relevo natural dos locais local  e as paisagens por outro, são bem mais interessantes que uma “pedra” carregada de história, sobretudo se está desenquadrada da sua origem e se a ela não está apensa toda a sua história. Uma conversa com a gente local, ou, por exemplo assistir à amassadura do pão, à entrada do pão no forno, às rezas associadas ao ato de fazer o pão ou esperar pelos aromas à saída do pão cozido são sensações únicas que só à porta do forno se podem viver. Assistir à chegada de uma vezeira à aldeia é uma delícia que não tem palavras para a descrever.

 

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São estas coisas simples e banais do dia-a-dia para os naturais dos lugares que tornam interessantes as aldeias e as caracterizam como únicas e singulares, que embora semelhante à aldeia vizinha, as torna tão diferentes umas das outras. Daí às vezes sairmos tão agradados de algumas aldeias que oficialmente nada têm de interesse,  e de outras, que às vezes até são apontadas como as aldeias mais interessante para visitar, saímos de lá desiludidos pelas expectativas que levávamos antes da visita.

 

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Mas deixemos a divagação sobre as aldeias em geral e vamos ao que nos apontam como de interesse em Travassos da Chã

 

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O Forno do Povo

 

Quanto ao Forno do Povo trata-se de um pequeno forno comunitário. Não pudemos visitar o seu interior mas pelo exterior deu para apreciar a cobertura em lajes de granito, tal como acontece noutros fornos comunitários, de arquitetura mais ou menos idêntica, pelo menos nas aldeias das proximidades da Serra do Larouco. Este forno de Travassos da Chã apresenta-se mais pequeno e de arquitetura mais simples.

 

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O Marco Miliário

 

Marco miliário anepígrafo (sem inscrições)  que, a ser marco miliário,  tudo indica pertencer à Via Augusta XVII do itinerário de Antonino, uma das principais vias romanas que ligava Bracara Augusta (Braga) a Astúrica Augusta (Astorga) passando por Aquae Flaviae (Chaves). Marco miliário que hoje não está no seu lugar de origem, pois segundo reza a história procede das imediações de Travassos da Chã, tendo sido trasladado para esta aldeia mais tarde. Trata-se de um marco semicilíndrico, de granito de grão grosseiro. As suas linhas são toscas e de diâmetro inferior aos restantes marcos miliários conhecidos. Hoje em dia parece estar convertido em “cruzeiro” com o acrescento que recebeu para ter a forma final de cruz. Está localizado fora da aldeia no caminho que nos leva até à margem da barragem.

 

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Casa do Alto

 

Quanto a esta, transcrevemos o que consta no site do Ecomuseu do Barroso:

 

“No ponto mais alto da pequena aldeia de Travassos da Chã, concelho de Montalegre, foi remodelada a Casa do Alto. Orientada a sul, enquadra a paisagem da aldeia, o lago da albufeira do Alto Rabagão com a moldura das Alturas do Barroso.

Na Casa do Alto encontrará a serenidade e paz de um ambiente rural onde a tradição permanece viva e a natureza se mantem intocável, em toda a sua pureza e esplendor

Ideal para passar umas férias longe da cidade ou para uma escapadela de fim-de-semana, a Casa do Alto presenteia os seus visitantes com um magnífico nascer do dia sobre a albufeira e com o despertar da aldeia, com um por do sol deslumbrante e com um céu tão estrelado como hoje é difícil encontrar.

A casa, com capacidade até 10 pessoas, está totalmente equipada, permitindo disfrutar com todo o conforto do tanto que esta região tem para oferecer (…)”

 

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Quanto às nossas impressões pessoais sobre Travassos da Chã são confusas. Por uma lado a aldeia apresenta-se interessante tendo como mais valia as vistas que lança sobre a barragem e os terrenos da proximidade desta, verdejantes, murados com arvoredo nos limites dos terrenos, dando-lhe um ar bucólico, pacato e sereno, que se invejam nos dias quente de inferno como os que estamos a atravessar . O aglomerado da aldeia também é interessante, com um largo igualmente interessante, igreja e casario também de apreciar, mesmo as novas intervenções no casario mais antigo, em geral, embora com alguns pecados não destoam do conjunto. As alminhas tradicionais, talhadas em pedra de granito, também marcam presença na aldeia marcando também assim um traço da cultura portuguesa, pois Portugal é o único país do mundo que possui no seu património cultural, habitualmente à beira dos caminhos, estradas e encruzilhadas, as alminhas, representações populares das almas do purgatório a suplicar rezas e esmolas.

 

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As impressões menos positivas sobre Travassos da Chã estão ligadas ao habitual despovoamento e adivinha-se o envelhecimento da população. Dizemos adivinha-se porque durante a nossa estadia na aldeia só vimos uma pessoa que por sinal era idosa. A maioria das habitações parecem estar desabitadas e muitas estão em mau estado de conservação ou mesmo em ruínas. E vai daí que ver uma aldeia sem crianças, pessoas e animais na rua com as casas de portas e janelas fechadas  e muitas delas em mau estado de conservação ou ruinas não é lá muito agradável de ver, tanto mais  que o enquadramento da aldeia e a proximidade da barragem quase exigem que a aldeia tenha vida e haja alegria nas ruas, mas infelizmente já nos vamos habituando a estes abandonos como um mal geral das nossas aldeias do interior transmontano.

 

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Para finalizar ficam as habituais referências à bibliografia consultada , ou aliás aos sítios da internet, pois na bibliografia consultada apenas encontrámos simples referências à aldeia como pertencendo ao concelho de Montalegre e à freguesia da Chã, não merecendo por isso aqui constar:

 

http://www.ecomuseu.org/index/pt-pt/visite/freguesias/cha/onde-ficar/casa-alto

www.snpcultura.org/

http://www.cm-montalegre.pt/

 

Ficam também os links para as anterior abordagens deste blog ao Barroso e suas aldeias:

 

A Água - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-a-agua-1371257

Amiar - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-amiar-1395724

Cepeda - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cepeda-1406958

Gralhas - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gralhas-1374100

Meixedo - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-meixedo-1377262

O colorido selvagem da primavera http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-o-colorido-1390557

Padornelos - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

Padroso - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padroso-1384428

Pedrário - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pedrario-1398344

Pomar da Rainha - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pomar-da-1415405

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

Telhado - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-telhado-1403979

Um olhar sobre o Larouco - http://chaves.blogs.sapo.pt/2016/06/19/

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

São Pedro - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

Sendim -  http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sendim-1387765

Solveira - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-solveira-1364977

Stº André - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sto-andre-1368302

Vilar de Perdizes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1360900

Vilar de Perdizes /Padre Fontes - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilar-de-1358489

Vilarinho de Negrões - http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

 

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