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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

04
Dez19

Nadir Afonso

NADIR AFONSO – A Geometria como Universo

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Continuamos com o preto & branco, com uma imagem de um olhar sobre um pormenor do MACNA-Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, uma imagem pensada para aqui podermos cometer uma renúncia ou pecado de colorir um pouco este post, com imagem de cor.

 

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Pecado ou renúncia para anunciar que hoje, precisamente no MACNA, às 18 horas, será lançado mais um livro sobre a obra de Nadir Afonso, neste dia 4 de dezembro, dia do aniversário do nascimento de Nadir que, a ser vivo, faria hoje 99 anos. Um livro/catálogo intitulado “NADIR AFONSO – A Geometria como Universo”, de autoria de António Augusto Joel, com edição do MACNA (Câmara Municipal de Chaves).

 

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Fica também o nome de NADIR, estilizado pelo escultor e designer João Machado, responsável pelo design gráfico do livro (incluindo capa e caixa), aliás imagem que é reproduzida no referido livro. A entrada para o lançamento do livro é livre e gratuita, podendo ainda usufruir de deitar um olho (melhor será os dois) a obras de arte dos nomes mais sonantes da arte portuguesa do Sec.XX e XXI, tais como: Amadeu de Sousa Cardozo; Columbano Bordalo Pinheiro; Armando Basto; Carlos Reis; José Malhoa, Eduardo Viana; Dordio Gomes; Abel Manta; Dominguez Alvarez; Jorge Barradas; Carlos Botelho; Almada Negreiros; Mário Cesariny; Fernando Lemos; António Dacosta; Cândido Costa Pinto; Marcelino Vespeira; Jorge Oliveira; João Hogan; Manuel Filipe; Júlio Pomar; Fernando Lanhas; Arlindo Rocha; Nadir Afonso; Jorge Vieira; Adriano de Sousa Lopes; Carlos Barreira; Carlos Pinheiro; Maria Helena Vieira da Silva; Paulo Quintas; Jorge Pinheiro e Ângelo de Sousa. O negrito e sublinhado é para os artistas flavienses.

 

 

30
Nov19

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO - EXPOSIÇÃO

REGISTOS DE LUZ - PINTURA IMPRESSIONISTA DE SOUSA LOPES - A COLEÇÃO DO MNAC (1900-1950)

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Inaugura hoje, às 17H30 no MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, uma exposição resultante da parceria entre o MACNA e o MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, com obras da coleção do MNAC datadas de 1900 a 1950, onde estão representados os mais sonantes pintores portugueses de arte contemporânea, tais como Amadeu de Souza-Cardoso, António Dacosta, Carlos Reis, José Malhoa, Júlio Pomar, Columbano Bordalo Pinheiro, António Ferro, Eduardo Viana, Jorge Barradas e Almada Negreiros, contando ainda com uma obra de Nadir Afonso, entre outros. Pena mesmo, é não termos também nesta exposição uma representação de João Vieira, natural do Concelho de Chaves (Vidago).    

 

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Uma exposição de visita obrigatória que irá estar patente ao público a partir de hoje, prolongando-se até 29 de março de 2020.

 

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Podemos também adiantar que na próxima quarta-feira, dia 4 de novembro, pelas 18H00, o MACNA fará o lançamento de mais um livro sobre a obra de Nadir Afonso, intitulado “NADIR AFONSO – A Geometria Como Universo”.

 

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Mais logo, para a tarde ou noite de hoje, teremos ainda aqui, no blog, mais uma das nossas aldeias do concelho de Chaves.

 

 

 

 

22
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Jorge Pinheiro

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Jorge Pinheiro (1931)

Sem título, 1969

Óleo sobre tela colado em contraplacado

100 x 100 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Praticamente contemporânea da pintura de Júlio Pomar, mas produzida num contexto muito diferente, a obra “Sem Título”,  de Jorge Pinheiro, é um dos múltiplos estudos realizados por Jorge Pinheiro em finais dos anos 60, com recurso a materiais comuns, como a madeira contraplacada e a tinta industrial. A relação entre a geometria do suporte (um quadrado), e a geometria das linhas de cor, que forma um losango, interage numa modulação rítmica geométrica que levanta a questão de estarmos efetivamente perante um quadrado ou um losango. Em 1966, graças a uma bolsa de estudo, Jorge Pinheiro, viaja pela Europa onde descobre novas correntes de expressão artística e um imaginário urbano, nomeadamente sinalética, praticamente inexistentes em Portugal. Esta experiência leva-o a uma primeira rutura com a figuração e marca o início de um dos seus mais férteis períodos de trabalho em torno da abstração geométrica e da cor, desenvolvendo uma pesquisa rigorosa sobre a forma e as modulações geométricas, as gradações e os ritmos cromáticos.

 

 

Para ficar a saber mais sobre Jorge Pinheiro:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Pinheiro_(pintor)

https://ionline.sapo.pt/artigo/593660/jorge-pinheiro-o-que-me-inspira-a-vida-la-fora-a-dar-murros-na-porta?seccao=Mais

https://www.dn.pt/artes/interior/a-geometria-limpida-de-jorge-pinheiro-8810247.html

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20jorge%20pinheiro

 

 

 

18
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Júlio Pomar

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Júlio Pomar (1926 - 2018)

Mai 68 (CRS-SS), 1968

Acrílico sobre tela

97 x 130 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Em 1950 Júlio Pomar, faz a sua primeira viagem a Paris, cidade onde se instala a partir de 1963. Na sua vasta obra, em contínua experimentação e reivindicação, trabalha a pintura, a gravura, a cerâmica. Mai 68 faz parte de uma série de pinturas intitulada “CRS-SS”, realizada em Paris por ocasião das manifestações de maio de 1968. As pinturas surgem do confronto, ou do encontro, entre a realidade das ruas parisienses, em ebulição, e a observação de uma pintura do século XV, de Paulo Ucello, representando a Batalha de San Romano. Pomar explica como esta interseção de tempos diferentes o inspirou: “Estava eu a refazer interpretações das batalhas de Paolo Ucello, que, reduzidas aos meus elementos mais simples, são lanças, paus, são escudos, são capacetes, e de repente, dou com isto ao vivo na rua. Então ataquei uma série de quadros, aí uns quinze que nunca foram expostos sobre maio”. É também o início de uma nova técnica, com tinta acrílica, através da qual desenvolve uma pintura de cores lisas, compactas, com formas abstratas em tons fortes e oposições cromáticas marcadas, que se destacam como que recortadas e coladas em fundos monocromáticos densos, de intenso impacto visual.

 

 

 

Para ficar a saber mais sobre Júlio Pomar:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_Pomar

https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/

https://gulbenkian.pt/museu/artist/julio-pomar/

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20j%c3%balio%20pomar

 

 

21
Jan19

De regresso à cidade...

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Cá estamos de novo a regressar à cidade, desta vez, mais uma vez, através da mui nobre e antiquíssima ponte romana, a nossa Top Model por excelência e a servir e servir-nos História há quase dois mil anos. Por ela já passaram imperadores, reis, rainhas, príncipes e princesas, santos e ateus, padres, bispos e cardeais, povos amigos, povos bárbaros, invasores e fugitivos, revoluções e conspirações, ministros, presidentes e candidatos… e muitos, muitos outros, não tivesse ela nascido para servir que nela passe, sempre na companhia do seu rio, o Tâmega e os seus nevoeiros e neblinas matinais.

 

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Mas neste regresso à cidade fazemo-lo também com uma proposta cultural, mais propriamente uma proposta de arte que o Espaço Quadras Soltas do Porto nos traz até Chaves na forma de Arte Solta #5, com uma exposição de mais de uma dezena de artistas e “artes”, com as artes plásticas e visuais em quase todos os seus suportes: pintura, escultura, desenho, gravura, recorrendo a técnicas simples ou mistas, mas também espaço para a fotografia e a cerâmica. Digamos que há arte, técnicas e estilos para todos os gostos.

 

Esta exposição foi inaugurada na passada sexta-feira com abertura ao som da música de um quarteto de flautas transversais da Academia de música flaviense e estará patente ao público até ao próximo dia 8 de fevereiro, na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves.

 

03
Jan19

Arte de Rua

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Cá estamos de novo no regresso à normalidade dos dias, ou quase, faltam os reis que em algumas povoações ainda se vai cumprindo a tradição,  quando a tradição é mesmo da povoação, mas que nos pequenos grupos de putos e adolescentes que iam de porta em porta com os seus cânticos aprendidos à pressa com algumas quadras que os mais velhos lhes transmitiam, essa tradição, já está quase ou de todo perdida.

 

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De regresso à rotina dos dias, também o blog volta à sua rotina, hoje com duas imagens de street art (ou arte de rua se preferirem), com uma pintura oficial, quero eu dizer, permitida e consentida, a da fachada da Junta de Freguesia da Madalena e Samaiões e a outra, não oficial, não permitida, talvez consentida por quem a vê, contudo, igualmente arte de rua, a mais genuína até, por ser arte clandestina, como se a arte pudesse ser clandestina. Por mim, quando embeleza e esconde misérias, é sempre bem-vinda, e no caso, talvez o crime esteja mesmo no mamarrachito, esse sim permitido e consentido sem qualquer preocupação estética em si e de enquadramento. Nestas coisas também se exigia a mão dos arquitetos, dos bons, pois há por aí alguns que mais valia estarem a cavar poulas …

 

15
Mai18

Passar ao lado de uma grande carreira...

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Nestes momentos de introspeção que às vezes nos invadem, dou comigo a pensar como deixei que grandes carreiras me passassem  ao lado, mesmo ali ao alcance da mão. Hoje arrependo-me de não ter lançado mão a algumas delas, de ter desprezado outras, de minimizar algumas… Hoje já é um pouco tarde para algumas, teria gostado de ser, por exemplo, músico, um bom músico de jazz, dominar a música e alguns instrumentos. Mas enfim, no tempo em que me devia ter dedicado a ela, dediquei-me a outras coisas e hoje tenho de me conformar apenas a ouvir música, o que até nem é mau de todo, mas ser músico, isso é que era… outra coisa para a qual penso que teria jeito era ser artista plástico. Sou bom a imaginar e ver coisas, arte, a vê-la onde ninguém a vê, a senti-la, enfim. Deixo-vos o exemplo daquilo que poderia ser uma tela (ver a foto por cima destas palavras), cujo título seria “o homem que estava a coisar, a fugir de uma onda do mar”. Sim, poderia ser, aparentemente um pouco naif, mas com pormenores de elevado recorte, e haveria de enveredar sempre por títulos que rimassem, transformando-se em poesia pintada, sendo cada tela um ou dois versos, para que os títulos das restantes telas,  encadeados uns nos outros,  pudessem dar  num sublime momento de poesia.  Isso sim, é que seria arte. Não sei, a esta carreira de ser pintor poeta, talvez um dia, se conseguir chegar à reforma, ainda me possa dedicar a ela… penso que ainda poderei ser bom nela! Pelo menos bem melhor que muitos que conheço e que presumem… bem, é melhor ficar-me por aqui que a prosa já vai longa.

 

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Entretanto há também que cair na realidade,  e a minha obra de arte, afinal, não é mais que o nº5 de uma porta qualquer, com um buraco para meter cartas e uma campainha que se calha já não toca para ninguém…  É isso que acontece quando se passa ao lado de uma grande carreira, ou serão puros devaneios!? O melhor é ir-me deitar. Boa noite e até amanhã!

 

 

 

19
Abr18

Mesa dos Sonhos - Inaugura hoje no MACNA

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Inaugura hoje às 18 horas mais uma exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves, com produção da Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea, Porto e Curadoria de João Silvério.

 

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MESA DOS SONHOS: DUAS COLEÇÕES DE ARTE CONTEMPORÂNEA

DE 19 ABR 2018 A 14 OUT 2018

 

Alberto Carneiro, Alicia Framis, Ana Jotta, Blinky Palermo, Dimitrije Basicevic Mangelos, Gabriel Orozco, Gabriela Albergaria, Giovanni Anselmo, Helena Almeida, James Lee Byars, Joaquim Bravo, Joel Fisher, José Pedro Croft, Julião Sarmento, Leonor Antunes, Luísa Correia Pereira, Marcelo Cidade, Pedro Cabrita Reis, Pedro Portugal, Silvia Bächli

 

"Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” reúne cerca de 30 obras da Coleção de Serralves e da Coleção da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), em depósito na Fundação de Serralves. A exposição resgata para o seu título um poema de Alexandre O’Neill, reconhecido poeta e artista visual, e parte da mesa enquanto metáfora e realidade vivida — um lugar de encontro, de confronto, de comunhão, de deriva, e um espaço social, seja na intimidade da casa ou num espaço aberto e partilhado como o espaço público.

 

"Mesa dos sonhos” não pretende fixar-se num único meio de expressão artística, mas estabelecer diálogos e confrontos entre diferentes modos de produção e de pensamento. Através do diálogo entre as duas coleções, o espectador é convocado para uma pluralidade de universos e de questões estéticas, políticas e poéticas. 

 

Embora as duas coleções tenham perfis e dimensões diferentes, aproximam-se e complementam-se exemplarmente: a Coleção da FLAD tem um acervo de desenho considerável de artistas portugueses, que a Coleção de Serralves, muito rica no mesmo período (anos 1960–2000), vem contextualizar internacionalmente. 

 

"Mesa dos sonhos: Duas coleções de arte contemporânea” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da Coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país. 

 

Fonte: Casa de Serralves

 

 

03
Abr18

Exposição de João Machado – Últimos dias em Chaves

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Se ainda não viu a exposição do escultor e designer João Machado, aproveite os próximos dias, pois dia 8 de abril será o último dia em que ela estará patente ao público em Chaves,  no MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.

 

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“O designer português, já distinguido pela publicação Graphis ao longo dos últimos 20 anos, voltou a ter o seu nome referido e galardoado com as distinções Poster Gold Award e Poster Merit Award. Além desses títulos, João Machado teve ainda o privilégio de ver o seu nome a figurar entre os Graphis Design Masters[i], ao lado de cinco outros designers internacionais.”

 

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“João Machado, natural de Coimbra, nasceu em 1942 e formou-se em Escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, escola na qual também deu aulas. No seu trabalho constam vários cartazes, livros, selos e obras publicadas. O designer já recebeu também inúmeros prémios entre os quais o do Melhor Selo do Mundo. A Graphis também já tinha condecorado João com o Platinum Award, na categoria Poster Annual 2014.”

Sara Sampaio in p3.publico.pt

 

Sobre João Machado:

http://www.joaomachado.com/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Machado

http://macna.chaves.pt/frontoffice/pages/562

 

 

 

 

[i]Graphis – The International Journal of Visual Communication, é considerada como sendo o “oscar” da excelência no design e artes gráficas. Esta publicação, criada por Walter Amstutz e Walter Herdeg em Zurique, Suíça, reúne e compila anualmente os trabalhos mais relevantes produzidos pela indústria da comunicação visual desde 1944.

 

 

 

30
Jun17

Mais uma de Nadir Afonso

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Depois da grande exposição que esteve patente ao público desde a inauguração do MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, que ocorreu em julho do passado ano, depois de o MACNA ter aberto as portas a uma exposição itinerante da Fundação de Serralves é tempo de Nadir Afonso ocupar as salas de exposição permanente com uma nova exposição, a inaugurar hoje mesmo às 18 horas. Esta, em que a geometria marca uma forte presença namoro das telas do Nadir Afonso Pintor com os estudos e projetos do Nadir Afonso Arquiteto.  

 

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E se nas salas de exposição permanente, Nadir Afonso inaugura hoje mais uma exposição, nas sala de exposições temporárias continuam patente ao público a exposição “Corpo   Abstração e Linguagem” com as obras em depósito da Secretaria de Estado da Cultura na Coleção Serralves, com pinturas e esculturas de grandes nomes da arte feita em Portugal entre os anos 60 e 80 do século passado, ao todo 27 artistas, a saber: Lourdes Castro, Joaquim Rodrigo, René Bertholo, Álvaro Lapa, João Vieira, Manuel Baptista, Fernando Lanhas, Paula Rego, António Palolo, António Sena, Ângelo de Sousa, Júlio Pomar, Pedro Cabrita Reis, Jorge Martins, António Dacosta, Eduardo Betarda, José Pedro Croft, António Campos Rosado, Alberto Carneiro, José de Guimarães, Julião Sarmento, Nikias Skapinakis, Manuel Rosa, Graça Morais, José de Carvalho, Pedro Calapez e José Loureiro.

 

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Duas exposições a não perder, hoje com entrada gratuita após a inauguração e com festa nos jardins do Museu, um sunset  a partir das 18 horas, ou seja, uma festa ao pôr do sol, com música e copos.

 

 

 

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