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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

04
Dez19

Nadir Afonso

NADIR AFONSO – A Geometria como Universo

1600-macna (868)

 

Continuamos com o preto & branco, com uma imagem de um olhar sobre um pormenor do MACNA-Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, uma imagem pensada para aqui podermos cometer uma renúncia ou pecado de colorir um pouco este post, com imagem de cor.

 

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Pecado ou renúncia para anunciar que hoje, precisamente no MACNA, às 18 horas, será lançado mais um livro sobre a obra de Nadir Afonso, neste dia 4 de dezembro, dia do aniversário do nascimento de Nadir que, a ser vivo, faria hoje 99 anos. Um livro/catálogo intitulado “NADIR AFONSO – A Geometria como Universo”, de autoria de António Augusto Joel, com edição do MACNA (Câmara Municipal de Chaves).

 

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Fica também o nome de NADIR, estilizado pelo escultor e designer João Machado, responsável pelo design gráfico do livro (incluindo capa e caixa), aliás imagem que é reproduzida no referido livro. A entrada para o lançamento do livro é livre e gratuita, podendo ainda usufruir de deitar um olho (melhor será os dois) a obras de arte dos nomes mais sonantes da arte portuguesa do Sec.XX e XXI, tais como: Amadeu de Sousa Cardozo; Columbano Bordalo Pinheiro; Armando Basto; Carlos Reis; José Malhoa, Eduardo Viana; Dordio Gomes; Abel Manta; Dominguez Alvarez; Jorge Barradas; Carlos Botelho; Almada Negreiros; Mário Cesariny; Fernando Lemos; António Dacosta; Cândido Costa Pinto; Marcelino Vespeira; Jorge Oliveira; João Hogan; Manuel Filipe; Júlio Pomar; Fernando Lanhas; Arlindo Rocha; Nadir Afonso; Jorge Vieira; Adriano de Sousa Lopes; Carlos Barreira; Carlos Pinheiro; Maria Helena Vieira da Silva; Paulo Quintas; Jorge Pinheiro e Ângelo de Sousa. O negrito e sublinhado é para os artistas flavienses.

 

 

30
Nov19

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO - EXPOSIÇÃO

REGISTOS DE LUZ - PINTURA IMPRESSIONISTA DE SOUSA LOPES - A COLEÇÃO DO MNAC (1900-1950)

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Inaugura hoje, às 17H30 no MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, uma exposição resultante da parceria entre o MACNA e o MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, com obras da coleção do MNAC datadas de 1900 a 1950, onde estão representados os mais sonantes pintores portugueses de arte contemporânea, tais como Amadeu de Souza-Cardoso, António Dacosta, Carlos Reis, José Malhoa, Júlio Pomar, Columbano Bordalo Pinheiro, António Ferro, Eduardo Viana, Jorge Barradas e Almada Negreiros, contando ainda com uma obra de Nadir Afonso, entre outros. Pena mesmo, é não termos também nesta exposição uma representação de João Vieira, natural do Concelho de Chaves (Vidago).    

 

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Uma exposição de visita obrigatória que irá estar patente ao público a partir de hoje, prolongando-se até 29 de março de 2020.

 

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Podemos também adiantar que na próxima quarta-feira, dia 4 de novembro, pelas 18H00, o MACNA fará o lançamento de mais um livro sobre a obra de Nadir Afonso, intitulado “NADIR AFONSO – A Geometria Como Universo”.

 

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Mais logo, para a tarde ou noite de hoje, teremos ainda aqui, no blog, mais uma das nossas aldeias do concelho de Chaves.

 

 

 

 

25
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Paulo Quintas

1600-Paulo Quintas (1)

 

Paulo Quintas (1966 - )

Abstrato 2, 2003

Óleo sobre tela

180 x 120 cm

Da coleção do Novo Banco em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Paulo Quintas o mais jovem destes pintores(*), tem uma formação artística e uma experiência cultural diferentes, embora não indiferente à obra dos seus predecessores,  trabalhando possibilidades estéticas e técnicas, em registos experimentais com referenciais ao expressionismo abstrato, à abstração, ou à geometria e sinalética. "Abstrato 2" é essencialmente experimental, em torno do exercício da matéria e das inúmeras possibilidades técnicas da pintura e da sua relação com o espaço da tela. O próprio pintor afirma: “As minhas pinturas são sempre objetos inacabados. Prefiro uma arte que me ponha a divagar do que a representar.”

 

1600-cb e mesa (1)

 

Com Paulo Quintas e o “Abstrato 2”, 2003,  concluímos o conjunto de obras de arte da coleção do Novo Banco expostas no foyer do MACNA, em zona de acesso gratuito, onde para além do conjunto de 5 obras do Novo Banco (Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas), poderá ainda apreciar 3 esculturas do artista flaviense Carlos Barreira, uma escultura de Carlos Pinheiro (Escultores que nos próximos dias passarão por aqui),  e ainda, claro, alguns estudos, óleos e documentos de Nadir Afonso. Estando no MACNA, aqui já com opção a pagar, poderá visitar os 4 salões de exposições, 2 com obras de Nadir Afonso – “Arquitetura sobre tela”, e outros 2 com uma exposição de Helena Almeida – “Habitar a obra”, esta resultante da parceria entre o MACNA e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves.

 

Para saber mais sobre Paulo Quintas:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Quintas_(pintor_portugu%C3%AAs)

https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/paulo-quintas-pintar-para-dentro

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/paulo-quintas/

 

 

(*) - Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas

 

22
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Jorge Pinheiro

1600-jorge pinheiro (3).jpg

 

Jorge Pinheiro (1931)

Sem título, 1969

Óleo sobre tela colado em contraplacado

100 x 100 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Praticamente contemporânea da pintura de Júlio Pomar, mas produzida num contexto muito diferente, a obra “Sem Título”,  de Jorge Pinheiro, é um dos múltiplos estudos realizados por Jorge Pinheiro em finais dos anos 60, com recurso a materiais comuns, como a madeira contraplacada e a tinta industrial. A relação entre a geometria do suporte (um quadrado), e a geometria das linhas de cor, que forma um losango, interage numa modulação rítmica geométrica que levanta a questão de estarmos efetivamente perante um quadrado ou um losango. Em 1966, graças a uma bolsa de estudo, Jorge Pinheiro, viaja pela Europa onde descobre novas correntes de expressão artística e um imaginário urbano, nomeadamente sinalética, praticamente inexistentes em Portugal. Esta experiência leva-o a uma primeira rutura com a figuração e marca o início de um dos seus mais férteis períodos de trabalho em torno da abstração geométrica e da cor, desenvolvendo uma pesquisa rigorosa sobre a forma e as modulações geométricas, as gradações e os ritmos cromáticos.

 

 

Para ficar a saber mais sobre Jorge Pinheiro:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Pinheiro_(pintor)

https://ionline.sapo.pt/artigo/593660/jorge-pinheiro-o-que-me-inspira-a-vida-la-fora-a-dar-murros-na-porta?seccao=Mais

https://www.dn.pt/artes/interior/a-geometria-limpida-de-jorge-pinheiro-8810247.html

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20jorge%20pinheiro

 

 

 

19
Jul19

Arte & Cultura partilham-se na Sala Multiusos do CC - António Vilanova

1600-1ger-2mom (2)

Exposição  “Uma Geração – Dois Momentos”

 

"Uma geração, Dois Momentos"

8 de julho a 30 de agosto

Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves

com a participação dos artistas flavienses A.Pizarro, António Vilanova,  Carneiro Rodrigues, Joaquim Rodrigues, Mário Lino e Rui Rodrigues.

 

 

Há dois dias prometemos que durante uns dias iriamos por aqui partilhar a arte & cultura que no momento temos ao dispor dos flavienses, mais precisamente as artes plásticas. Como a arte não se esgota no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, hoje vamos até um dos nossos pintores flavienses que está a participar na coletiva de artes plásticas "Uma geração, Dois momentos", um dos pintores mais promissores que tivemos no final do século passado, que infelizmente a morte, não deixou mostrar toda a sua grandeza, refiro-me ao António Vilanova (1958-1997) que com apenas 39 anos nos abandonou, mas mesmo assim, deixou um vasta obra para poder ser apreciada e mesmo estudada, hoje e sempre. O curriculum da sua curta carreira artística, demonstra bem a têmpera deste artista flaviense.

 

1600-vilanova autoretrato

Autorretrato

 António Vilanova - Autorretrato - Técnica mista

 

 

 

António Vilanova (Chaves - 1958 – 1997)

 

Todas as palavras que tivéssemos para dizer sobre o António Vilanova seriam poucas e cairíamos pela certa no lamento da arte que ficou por fazer, assim, ficamos por aquilo que fez, e, tendo em conta o seu curto período artístico, não foi pouco. Assim, fica apenas o registo dos prémios que recebeu, das performances e vídeos que realizou, das exposições individuais e coletivas em que participou e ainda de um livro com 40 desenhos do agreste transmontano que teve ainda tempo de publicar.

 

 

1958/1997 Natural de Chaves

1989 Curso Superior de Pintura da ESAP

1994 Livro “40 Paisagens do Agreste Transmontano”

 

PRÉMIOS

 

1986 2ª Bienal Jovem Arte Portuguesa,

           Prémio de Aquisição – Pintura

1986 Casa de Trás-os-Montes, Porto

           Menção Honrosa

1996 1º Concurso de fotografia “Se a minha terra falasse”

           1º Prémio

 

PERFORMANCES

 

1986 “Perfil”, Vídeo acção, Porto.

1987 “Nada… Direcção Infinito”

           Vídeo acção, Porto.

1987 “Ub-Ga, Follie”

           Acção Multimédia, Porto.

1987 “Demolir, construir”

          Fanzine

          Juntamente com o pintor Abel Silva.

1988 “… Via Absinto”

          Performance

          Juntamente com o pintor Abel Silva.

          Ruas do Porto.

 

VÍDEOS

 

1993 “País Real”

           Acção vídeo. Festival escolar de vídeo.

1993 “Festa no Barroso”

Acção vídeo. Festival escolar de vídeo.

1996 “Água”

Acção vídeo

 

1600-vilanova

Sem limite aparente - 1994

85x40 cm

Técnica mista sobre tela

 

 

 EXPOSIÇÕES COLECTIVAS

 

1984 Mercado Ferreira Borges, Porto.

1985 Colectiva Internacional de Cartazes, Bagdad, Iraque.

1985 2ª Bienal Jovem Arte Portuguesa, Chaves.

1986 Obras do Acervo do Museu da Região Flaviense.

1989 Português Suave, Porto.

1989 “24 Novos Artistas” Cooperativa Árvore, Porto.

1989 Fora D’Horas, S. João da Madeira.

1990 Museu da Região Flaviense, Chaves.

1991 “Intertâmega 91”, Espanha.

1991 Colectiva Internacional de Pintura, Pontevedra, Espanha.

1991 Galaécia 91, Orense, Espanha.

1991 Celanova, Espanha.

1991 “9 Pintores”, Sint-Niklaas, Bélgica.

1992 Colectiva Internacional de Pintura, “A Musaraña”, Arousa, Espanha.

1993 Galeria Galeão, Paredes.

 

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

 

1984 Galeria do Posto de Turismo, Chaves.

1985 Galeria da Secretaria de Estado da Comunicação Social, Porto

1985 Galeria da Casa de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Porto.

1985 Biblioteca Municipal de Montalegre.

1985 Galeria do Posto de Turismo, Chaves.

1986 Casa de Trás-os-Montes e Alto-Douro, Porto.

1988 Galeria do Posto de Turismo, Chaves.

1990 “Ver a Branco e Preto”, Bragança.

1991 “Da cor”, Fin de Siglo, Espanha.

1991 Galeria A Musaraña, Vila Garcia de Arousa, Espanha.

1991 Galeria do Posto de Turismo, Chaves

1992 “Retalhos de um Solo Luso”, Pórticos de Noche, Pontevedra, Espanha.

1993 Galeria do Posto de Turismo, Póvoa de Varzim.

1993 “Grafites a Branco e Preto”, Galeria Galeão, Paredes.

1993 Galeria Labirinto, Porto.

1994 Exposição Retrospectiva- 10 anos, Centro de Conferências e Exposições do Alto- Tâmega, Chaves.

1995 Faustino, Chaves.

1995 Escultura em granito para a Escola C+S de Vidago.

1996 Casa do Curro, Monção.

1997 Auditório Municipal, Vila do Conde.

1997 Casa da Cultura, Valença.

1997 Galeria O Átrio, Vila Real.

 

 

E por hoje é tudo, amanhã estaremos cá de novo para partilhar a “Arte & cultura” que está a acontecer em Chaves, com mais um artista em exposição, ao meio dia em ponto, mas antes disso, haverá ainda mais um post.

 

 

17
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Vieira da Silva

1600-vieira-da-silva (6)

 

Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992)

Le Pianiste (ou La Musique), 1950

Técnica mista sobre cartão

50 x 37,5 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

 

Maria Helena Vieira da Silva, cujo percurso artístico é incontornável na história da pintura europeia do século XX, integra na sua obra as mais marcantes experiências artísticas da primeira metade do século. Na pintura Le Pianiste, realizada em 1950, o espaço interior, compacto, compartimentado em múltiplas estruturas intimamente ligadas à cor, em tons castanhos, pretos, cinzentos, beges e brancos, com pequenos apontamentos a azul, remete para a atmosfera intimista de concentração entre o pianista e o seu piano. O pianista, o piano, o teclado, a pauta musical, são representados através de uma linguagem pictórica que explora e reinterpreta as formas essenciais da realidade, oscilando entre a figuração e a abstração. A representação do espaço na sua complexidade estrutural e as inúmeras possibilidades de expressão plástica que este permite, são tema de constantes pesquisas em toda a obra de Vieira da Silva.

 

 

Para ficar a saber mais sobre Maria Helena Vieira da Silva:

 

http://fasvs.pt/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Helena_Vieira_da_Silva

https://gulbenkian.pt/museu/artist/maria-helena-vieira-da-silva/

https://www.escritoriodearte.com/artista/maria-helena-vieira-da-silva

http://ensina.rtp.pt/artigo/helena-vieira-da-silva/

 

 

 

21
Jan19

De regresso à cidade...

1600-(47015)

 

Cá estamos de novo a regressar à cidade, desta vez, mais uma vez, através da mui nobre e antiquíssima ponte romana, a nossa Top Model por excelência e a servir e servir-nos História há quase dois mil anos. Por ela já passaram imperadores, reis, rainhas, príncipes e princesas, santos e ateus, padres, bispos e cardeais, povos amigos, povos bárbaros, invasores e fugitivos, revoluções e conspirações, ministros, presidentes e candidatos… e muitos, muitos outros, não tivesse ela nascido para servir que nela passe, sempre na companhia do seu rio, o Tâmega e os seus nevoeiros e neblinas matinais.

 

1600-quadras soltas (41)

 

Mas neste regresso à cidade fazemo-lo também com uma proposta cultural, mais propriamente uma proposta de arte que o Espaço Quadras Soltas do Porto nos traz até Chaves na forma de Arte Solta #5, com uma exposição de mais de uma dezena de artistas e “artes”, com as artes plásticas e visuais em quase todos os seus suportes: pintura, escultura, desenho, gravura, recorrendo a técnicas simples ou mistas, mas também espaço para a fotografia e a cerâmica. Digamos que há arte, técnicas e estilos para todos os gostos.

 

Esta exposição foi inaugurada na passada sexta-feira com abertura ao som da música de um quarteto de flautas transversais da Academia de música flaviense e estará patente ao público até ao próximo dia 8 de fevereiro, na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves.

 

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