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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

26
Abr14

As coisas boas da vida

 

A nossa gastronomia

 

Existem várias formas de conhecer um país. Podemos percorrer as suas agitadas cidades ou as suas pacatas vilas e aldeias, conversar com as suas gentes, conhecer a sua história e as suas lendas, visitar os seus monumentos, compreender as suas tradições… Mas podemos também conhecer um país de uma maneira muito mais interessante (e saborosa!) - através da sua gastronomia.

 

Apesar de ser um país pequeno Portugal possui uma gastronomia extremamente rica e diversificada. Assente numa base mediterrânica (pão, vinho e azeite), mas também atlântica (peixes e mariscos) a gastronomia portuguesa soube incorporar ao longo dos séculos muitos outros produtos, tanto locais como trazidos de outras paragens - os legumes, as carnes e os enchidos, o bacalhau, o feijão, a batata, as especiarias… - daí resultando deliciosos petiscos, entradas, sopas, pratos de carne, caldeiradas de peixe, sobremesas e doces.

 

Fotografia de Luís dos Anjos

 

Percorrendo o país, do Minho ao Algarve, de Trás-os-Montes à Madeira e aos Açores, passando pelas Beiras, temos, sem dúvida, uma infinidade de deliciosas propostas - o Cozido à Portuguesa, o Arroz de Pato, os Rojões à Moda do Minho, a Feijoada à Transmontana, a Posta Mirandesa, as Tripas à Moda do Porto, o Bacalhau à Brás, a Vitela à Dão-Lafões... (e não falámos das sopas nem das entradas…), qualquer uma delas sempre bem acompanhada por um vinho a condizer. Depois, para sobremesa ou para um momento mais doce, temos o Leite-creme, o Toucinho-do-céu, a Aletria, os Ovos-moles, o Pão-de-Ló, o Pastel de Nata… E, finalmente, para terminar da melhor maneira, um café e um cálice de Vinho do Porto.

 

Um dia destes aventure-se numa viagem plena de cores, aromas e sabores.

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa…

 

Luís dos Anjos

 

 

19
Abr14

As coisas boas da vida

 

As prendas... em qualquer altura do ano

 

Quem é que não gosta de receber prendas? Quem é que não gosta da sensação de suspense que percorre o corpo e a alma enquanto se desembrulha um presente recebido? Certamente que todos gostam. No entanto, para a maioria das pessoas a oferta de prendas é um acto esporádico, normalmente associado a determinados períodos do ano. Primeiro, a época das prendas por excelência - o Natal. Nessa altura fazem listas e andam numa verdadeira azáfama, de loja em loja, à procura da prenda ideal para cada pessoa. Depois, passada a euforia do mês de Dezembro, apenas se voltam a lembrar de prendas na véspera das datas importantes, normalmente aniversários, nascimento de um familiar ou amigo, namoro, casamento... E assim passam o restante do ano sem se lembrarem de que as prendas não têm período definido no calendário. Na verdade, a oferta de uma prenda não precisa de qualquer motivo ou data. Uma prenda é um simples sinal de reconhecimento ou agradecimento a alguém por algo que essa pessoa fez por nós. E tanto pode ser por nos ter dado uma grande ajuda numa altura difícil da nossa vida ou nos ter feito um grande favor, como pode ser pelo simples facto de estar connosco, de nos ouvir, de existir e nos dar o privilégio da sua companhia...

 

E se é verdade que as prendas não têm época, também é verdade que não precisam de ser grandes nem dispendiosas para serem especiais. Um simples ramo de flores, comprado na florista da esquina, no regresso a casa, pode significar mais do que um anel de brilhantes comprado na ourivesaria mais chique. O que mais conta é o gesto, a intenção...

 

Aceite o meu conselho... não espere só pelos momentos óbvios para dar prendas. Faça-o em qualquer altura, quando as pessoas menos esperam, e verá que a admiração e alegria de quem recebe serão ainda maiores.

 

Experimente... e depois diga-me qualquer coisa.

 

Luís dos Anjos

 

 

29
Mar14

As coisas boas da vida

 

 

Uma caminhada ao São Caetano

 

Ainda estamos a alguns meses de distância, mas quero falar-vos hoje de uma das coisas boas que recordo dos meus tempos de juventude, em Chaves.

 

As caminhadas ao São Caetano, no primeiro fim de semana de agosto, eram um momento de encontro e de convívio com muitos outros jovens da cidade, e numa altura em que ainda não havia telemóveis, e-mail nem Facebook, tudo se conseguia combinar sem grandes dificuldades (hoje, olhando para trás, parece-nos difícil de acreditar como é que era possível…). A caminhada começava normalmente com uma concentração nas “Freiras” ou nas “Caldas” e depois, lá pela uma ou duas da manhã, a malta arrancava em grupo para fazer os cerca de quinze quilómetros. O percurso demorava mais ou menos três horas, dependendo do número de paragens e da maior ou menor animação no grupo. Por vezes alguém levava uma viola e cantavam-se músicas dos grupos de jovens e, então, a caminhada parecia mais curta. No final da reta do Seara, mesmo antes do início da subida da serra, era quase sempre obrigatória uma paragem no “Rali”, onde se podiam retemperar as forças com um caldo verde ou beber alguma coisa, pois era a partir dali que começava a parte mais difícil do percurso.

 

 

Fazendo a caminhada de noite, por causa do calor, esta era uma das poucas alturas do ano em que tínhamos a oportunidade de ver o nascer do sol, o que normalmente acontecia quando já estávamos no santuário. Aí visitávamos a capela para um momento de oração, bebíamos água das três bicas, repousávamos, e pouco depois apanhávamos um dos primeiros autocarros e voltávamos para casa. Alguns mais corajosos (poucos) aventuravam-se a fazer o caminho de volta também a pé. Pela minha parte apenas por uma vez tive essa ousadia.

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa…

Luís dos Anjos

 

15
Mar14

As coisas boas da vida

 

Um passeio pelo campo... sem pressas

 

Numa altura em que o cimento e o alcatrão dominam o nosso horizonte sabe bem um pequeno passeio pelo campo ou pela floresta.

 

Sabe bem caminhar devagar pelos trilhos de terra batida, ou até fora deles, em vez de andar apressado pelos passeios da cidade.

 

Sabe bem olhar em volta e ter a sombra das árvores, em vez das fachadas dos edifícios.

 

Sabe bem parar por um instante e ouvir o bater do nosso coração, em vez do barulho dos automóveis percorrendo as ruas e avenidas.

 

Sabe bem sentir a brisa suave e perfumada de aromas silvestres entrar-nos pelas narinas, em vez do cheiro urbano e poluído da cidade.

 

Sabe bem ver as flores desabrochar na mais profunda quietude, em vez de comprar plantas artificiais para casa.

 

Sabe bem fechar os olhos e ouvir o chilrear dos pássaros voando por entre as árvores, em vez dos sons desconexos das conversas das mesas do lado no café.

 

Sabe bem mostrar tudo isto aos nossos filhos e ensiná-los a respeitar a natureza, em vez de ficar com eles fechados em casa uma tarde inteira a ver televisão ou a jogar um novo jogo.

 

Sabe bem ter o verde e o silêncio por companhia, para variar do cinzento e do burburinho...

 

Um dia destes experimente e depois diga-me qualquer coisa...

 

Luís dos Anjos

 

 

01
Mar14

As coisas boas da vida

 

Tomar um café

 

“Um café, se faz favor!” É normalmente assim que o pedimos, mas, na verdade, pode ser pedido de outras maneiras, dependendo do local onde estamos: uma bica, em Lisboa, ou um cimbalino, no Porto… Pode ainda ser curto ou cheio… Mas, seja com que designação for, o ato de tomar um café é muito mais do que o simples ato de tomar um café – é um verdadeiro ritual e uma vivência social…

 

O ritual começa com a espera, que normalmente não é notada porque a conversa preenche esse tempo. O café moído é colocado no manípulo e este é inserido na máquina, a água quente atravessa lentamente a camada de café prensado e o resultado é uma chávena de café com um suave creme em tons de avelã, que ao chegar à nossa mesa vai despertar todos os nossos sentidos. Depois, e enquanto a conversa prossegue, pegamos no pacote de açúcar, abrimo-lo e despejamo-lo na chávena, observando a forma lenta como se afunda. Finalmente, pegamos na colher e mexemos para a sua completa dissolução e deliciamo-nos.

 

A todo este ritual acresce a dimensão social que o café proporciona. Tomar um café é desde sempre um ato de convivência, de sociabilidade, associado a pessoas, conversas, lugares… Quando, por exemplo, encontramos alguém que já não víamos há algum tempo e o convidamos para “tomar um café”, o que realmente queremos dizer é “por que não nos sentamos um pouco e conversamos?”. E que melhor forma de conversar senão enquanto se degusta um saboroso café? Falamos um pouco de nós, trocamos ideias, opiniões… mas, acima de tudo, desfrutamos do momento. É por isso que um café sabe sempre melhor quando tomado em boa companhia…

 

Aceite o meu conselho. Se nenhuma razão de saúde o impedir não deixe de tomar um café com as pessoas de quem mais gosta. Faça-o com frequência, como forma também de cultivar as suas amizades… e aprecie cada momento…

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa…

 

Luís dos Anjos

 

15
Fev14

As coisas boas da vida

 

Uma viagem por uma estrada nacional

 

“De Bragança a Lisboa são 9 horas de distância”. Era assim que cantavam os Xutos & Pontapés, em 1988. De Chaves a Lisboa a viagem durava um pouco menos, mas mesmo assim eram várias horas. Recordo-me de algumas viagens no meu velhinho Opel Corsa, nos anos em que lecionei, nos finais da década de 90. A primeira hora levava-me invariavelmente até Vila Real. Seguia-se a descida até à Régua, em curvas e contracurvas, por entre vinhas em socalcos, o rio Douro, a subida até Lamego e o atravessar da cidade, cruzando a escadaria da Nossa Senhora dos Remédios, a passagem em frente às caves da Raposeira, o alto de Bigorne, Castro Daire, Viseu… e ainda não estava a meio caminho, o que só aconteceria mais adiante, na zona de Penacova.

 

                                 

Vinte anos depois as distâncias continuam as mesmas, mas as modernas vias de comunicação encurtaram significativamente o tempo de viagem para qualquer local do país. Mas se é verdade que as auto-estradas nos permitem ganhar em tempo e comodidade, também é verdade que quando queremos fazer um verdadeiro passeio para conhecer o nosso país elas não têm o mesmo encanto que uma estrada nacional. Recordo-me que numa recente deslocação ao Porto (pela auto-estrada) a minha filha me perguntava por que cidades íamos passar. Depois de lhe ter respondido ela ficou à espera de ver as ditas cidades, as quais nunca mais apareciam. Foi então que tive de lhe explicar que íamos passar ao lado… É esta a verdade, numa auto-estrada, com as suas enormes pontes e viadutos, passamos literalmente ao lado de tudo, desde a mais pequena aldeia até à grande cidade e as únicas paragens que acabamos por fazer são nas incaracterísticas áreas de serviço… onde não há nada para ver.

 

Um dia destes, se tiver tempo, escolha um destino e planeie uma viagem diferente, à moda antiga, por uma estrada nacional. Aprecie a paisagem, as casas, as gentes, a vida no campo… Vai ver que se surpreende com os pormenores que vai descobrir…

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa…

 

Luís dos Anjos 

 

01
Fev14

As Coisas Boas da Vida

 

 

Uma tertúlia

 

As tertúlias, ou as cavaqueiras, numa versão mais popular, são um valiosíssimo património cultural das nossas gentes. É nestes círculos informais que se partilham informações, trocam ideias, esgrimem argumentos, despertam consciências e até mobilizam pessoas e recursos para uma determinada causa. Quem teve a oportunidade de crescer na aldeia lembrar-se-á com certeza das conversas dos homens, no adro da igreja, ao domingo de manhã, antes do início da missa, enquanto as mulheres, já no interior, iam ensaiando os cânticos... Era um verdadeiro momento de cavaqueira onde se falava de tudo, desde o estado do tempo até aos problemas com o sistema de regadio da aldeia...

 

Hoje em dia, porém, numa sociedade que julgamos cada vez mais informada (mas, eventualmente, menos formada), com a rádio e a televisão, e mais recentemente a Internet, a invadir literalmente as nossas casas, começam a perder-se estes salutares hábitos de conversa. Preferimos assistir impávidos e serenos a pseudo-debates televisivos, ou então percorrer páginas e mais páginas da Internet, a maioria das vezes ricas em palavras mas parcas em conteúdos, do que discutir os nossos problemas e as nossas inquietações com os que estão mais próximos de nós. Provavelmente, também aqui se nota o reflexo de uma sociedade cada vez mais fechada em si mesma e nos seus exíguos apartamentos, onde o único contacto possível com o vizinho do lado é pela porta da entrada que, obviamente, está sempre fechada.

 

Aceite o meu conselho. Comece a reservar mais tempo para si e, sobretudo, mais tempo para estar com os outros. Reúna os seus amigos e atreva-se a falar mais, mas também a escutar e a compreender outros pontos de vista e outras ideias. Vai ver que a experiência é verdadeiramente enriquecedora e em pouco tempo estará a desfrutar do inigualável prazer de uma verdadeira cavaqueira.

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa...

 

Luís dos Anjos

 

 

18
Jan14

As Coisas Boas da Vida

 

Os pequenos momentos

 

Nos dias que correm a vida do dia a dia é extremamente preenchida, agitada, stressante, repetitiva... Os dias sucedem-se a um ritmo implacável e nós ficamos sem tempo para a família, para os amigos, e até sem tempo para nós próprios... Ficamos igualmente sem tempo para saborear os pequenos momentos e prazeres da vida... Aquele preciso instante em que, no mais profundo silêncio do bosque, uma pequena flor desabrochou para a Primavera; aquele preciso momento em que um arco-íris decidiu colorir o azul do céu; aquele momento em que os nossos olhos encontram no meio da multidão os da pessoa amada; aquele momento em que uma mão se nos estende ou um sorriso se abre para nós, encurtando distâncias; aquele momento em que uns lábios nos murmuram tremulamente um desejo ao ouvido; aquele momento em que chegamos a casa e o nosso filho vem a correr para nós e nos salta para o colo para nos beijar efusivamente; aquele fim de tarde em que caminhamos descalços por uma praia deserta, sentindo o toque rugoso da areia sob os nossos pés, e vemos o sol, lá longe, a espraiar-se no horizonte; aquele momento em que vamos a conduzir calmamente por uma estrada com uma paisagem magnífica; aquela manhã de sábado em que ficamos na cama até mais tarde só para ouvir a chuva que cai lá fora; aquele instante em que desembrulhamos um presente de alguém especial... Todos estes pequenos momentos mágicos que tantas vezes nos escapam porque não estamos alerta para os saborear intensamente. Todos estes pequenos momentos que somados podem tornar a nossa vida realmente grande, mais bela e mais intensa.

 

Aceite o meu conselho. Doravante passe a concentrar-se mais no que é realmente belo e único para nós.

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa.

 

Luís dos Anjos

 

 

04
Jan14

As Coisas Boas da Vida

 

Os amigos

 

Um dia nascemos e, sem quaisquer formalismos, temos de imediato direito a uma família. Pai, mãe, irmãos mais velhos, avós, tios... passam a ser as pessoas do nosso círculo mais próximo e as mais importantes para nós... porque dependemos delas. Entretanto, vamos crescendo e descobrimos que afinal também podemos ter outras pessoas importantes na nossa vida e (veja-se só a nossa sorte...) até podemos escolhê-las. É verdade... são os amigos. Primeiro, os amigos de infância, com quem partilhamos as primeiras experiências e descobrimos que o mundo não acaba ao fundo da rua; depois, na escola, o colega de carteira; mais tarde, os amigos na universidade com quem partilhamos a vida académica, e mais tarde ainda, os amigos no emprego e no nosso meio social. A vida, nas suas diversas etapas, vai-nos proporcionando sempre inúmeras oportunidades para alargarmos o nosso círculo de amigos.

 

Ainda bem que assim é, porque ter amigos (amigos verdadeiros) é realmente fantástico.

 

Com os amigos sentimo-nos bem. Em cada reencontro há sempre um sorriso autêntico, uma mão que se estende ou um caloroso abraço com uma palmada nas costas. Depois, perguntamos como têm passado e alegramo-nos ao saber que estão realmente bem. Com os amigos conversamos sobre algo mais do que o tempo, falamos abertamente sobre tudo, partilhamos alegrias e tristezas, e sabemos que mesmo nos momentos mais complicados podemos contar com a sua ajuda e compreensão.

 

Aceite o meu conselho. Apesar da eterna falta de tempo de que todos nos queixamos e da distância física que possa separar as pessoas, reserve algum tempo para “cultivar” as suas amizades. É importante que o faça e não é difícil: um telefonema, um SMS, um e-mail... ou então, melhor ainda, uma visita surpresa...

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa...

 

Luís dos Anjos

 

21
Dez13

As Coisas Boas da Vida

 

Uma tarde de chuva para ficar em casa

 

Fim-de-semana. Passámos a semana inteira a pensar nele e, apesar de ser Inverno, tínhamos feito planos para sair, mas à última da hora o São Pedro intrometeu-se e trocou-nos as voltas. Olhamos pela janela, mas não há espaço para ilusões. O céu apresenta-se carregado de nuvens plúmbeas e a chuva, que começou a cair copiosamente manhã cedo, não parece disposta a ir-se embora. Cá dentro, no aconchego do lar, a lenha crepita na lareira emanando um agradável calor, ouvimos a chuva e o vento a fustigarem o telhado e… sentimo-nos bem. Percebemos que não vamos fazer nada do que tínhamos pensado. Vamos ficar em casa… precisamente sem fazer nada. A verdade, porém, é que ficar sem fazer nada, pelo menos de vez em quando, também não é mau, e na realidade nunca ficamos rigorosamente sem fazer nada, pois acabamos sempre por encontrar uma forma de ocupar o tempo: entregamo-nos à leitura de um novo livro ou continuamos a leitura daquele que interrompemos há várias semanas e que desde então repousa na mesa-de-cabeceira; reunimos a família e dispomo-nos a ver um bom filme, quem sabe, com direito a pipocas e tudo; organizamos as fotografias e relembramos as peripécias das últimas férias; ouvimos aquele CD que já não ouvíamos há anos; ou fazemos aquela arrumação ao escritório ou à garagem, já prevista há meses mas sempre adiada por falta de tempo… Como vemos, há sempre uma forma alternativa e interessante de ocupar o tempo. Certamente mais interessante até do que, por exemplo, ir para um centro comercial dar voltas e mais voltas para estacionar o carro três pisos abaixo do chão e passar a tarde inteira a ver montras por entre estranhos, sem trocar uma única palavra…

 

Da próxima vez que um fim-de-semana traga chuva e não convide a sair, então, não saia mesmo. Fique por casa e aprecie outras formas de ocupar o tempo.

 

Experimente e depois diga-me qualquer coisa…

 

 

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