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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

22
Jun20

De regresso à cidade...

O Castelo de Chaves visto da Lapa

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Hoje no nosso regresso à cidade, subimos até à Lapa e lançamos um olhar sobre a cidade, que desde o local onde estava, só era possível em jeito de quem espreita, mas o suficiente para ver aquilo que de melhor vamos tendo, um bocadinho do nosso Centro Histórico com a imponência do castelo a elevar-se acimo dos telhados do casario.

 

 

 

25
Mar20

Castelo - Chaves - Portugal

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Castelo

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia de Castelo, freguesia das Eiras, em Chaves

 

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E se havia dúvidas que na aldeia do Castelo existiu um castelo, hoje não há dúvidas nenhumas, ele está lá, bem visível e tão novo,  tão novo que ainda nem sequer foi estreado ou terminado. As imagens são como o algodão, não enganam.

 

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Castelo que não existia aquando fomos por lá na recolha de imagens para trazer a este blog, daí, esta rubrica dedicada às nossas aldeias continuar a ter sentido, e não só, a pedir uma futura ronda por todas elas. Claro que antes, ainda temos muito caminho para trilhar, mas se nos for possível lá chegaremos.

 

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Mas hoje é mesmo para cumprir com a aldeia do Castelo, trazendo aqui o seu vídeo com todas as imagens publicadas até hoje neste blog, tal qual o temos vindo a fazer com as restantes aldeias, às quartas-feiras e aos sábados. Assim, até ao próximo sábado, com outra aldeia, quase a terminar a ronda anterior, pois esta das terças-feiras é apenas para as aldeia que não tiveram vídeo aquando do seu anterior post. Fica o vídeo:

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia do Castelo:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-chaves-portugal-1573870

https://chaves.blogs.sapo.pt/543315.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/281954.html

 

 

 

14
Out19

Cidade de Chaves - A semana do Turista - 1

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A semana do turista – 1

 

Quando vou de passeio (turista) visitar uma localidade, tento saber previamente o que há de interessante para visitar, mas nem sempre é fácil encontrar essa informação ou informação de interesse, pois em geral o que aparece é comercial com toda uma máquina a promover esses espaços, ficando alguns bem interessantes de fora. Pois esta semana de modo a permitir quem nos visita a ver aquilo que de mais importante temos, vou deixar aqui a minha proposta daquilo que é obrigatório visitar, nem que para isso tenha apenas um único dia. Claro que com mais dias, poderá dedicar ao desfrutar e estar mais tempo nestes lugares, para além de nas refeições, poder-se demorar quanto baste para apreciar as nossas iguarias, mas essas vão ficar de fora desta proposta, pois já é garantido que em Chaves vão comer bem.

 

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Tenho vindo a reparar que dos pontos de interesse e monumentos que Chaves tem, o castelo é o que atrai mais gente. Embora para mim não seja o que de mais importante temos, é natural que caia na primeira escolha de quem nos visita por causa da sua visibilidade, que é convidativa. Pois assim seja e podemos perfeitamente começar uma visita turística a Chaves iniciando pelo castelo, ou torre de menagem do que resta do antigo castelo medieval.

 

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É sim senhor uma visita obrigatória para quem vem a Chaves. Primeiro proponho que faça uma visita pelo jardim do castelo, que se aproxime da muralha e que lance um olhar sobre um pouco do casario do nosso centro histórico, sobre a nossa zona termal e Jardim do Tabolado, sobre a ponte nova e também sobre a nova cidade que se vai espraiando para lá das costuras da velha cidade.

 

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Por último uma visita ao interior da torre de menagem onde se encontra um Museu Militar dividido pelos vários pisos interiores da torre, terminado no topo da mesma, no exterior, um excelente miradouro sobre toda a cidade e veiga de Chaves, podendo mesmo pormenores mais íntimos (pátios, mansardas e terraços) do nosso centro histórico. A subida da torre não é difícil, mas também não é complicada e sempre se têm os pisos intermédios onde se pode dosear a subida e dar algum descanso às pernas, mas quando chegar lá cima, vai ver que valeu a pena.

 

 

 

20
Ago19

Cada coisa no seu lugar!

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Tal como às vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro, também a gurita de espreitar pode ser apanhada numa espreitadela… Pois é, embora correto, a coisa assim não me soa bem, isto tendo em conta que a palavra espreitadela é composta por espreita+dela, como quem diz que se espreita dela. Assim sendo, vamos começar de novo:

 

Tal como às vezes o feitiço se vira contra o feiticeiro, também a gurita de espreitar pode ser espreitada… assim a coisa já me parece melhor.

 

O curioso nisto tudo é que espreitadela e espreitada têm o mesmo significado, é por isso que o nosso português é complexo, embora não seja complicado, chega mesmo a ser porreiro e divertido, pois temos sempre uma forma diferente de compor uma frase para dizer a mesma coisa, e então esta última, a “coisa” é das palavras mais maravilhosas que conheço no português, tem quase tantos significados quantos lhes queiramos dar e então para desconversar, ou para dizer coisa nenhuma, não há melhor coisa, assim como quem não quer a coisa, e mesmo não dizendo coisa com coisa ou coisa que o valha,  e sem estar com coisas ou fazer as coisas por metade, mais coisa menos coisa, para não ver as coisas malparadas, agarramo-nos a qualquer coisa, ou seja, pomo-nos com coisas só para empatar a coisa, disfarçar a coisa, isto para não nos acontecer como à coisa que foi apanhada com o coiso na mão. Uhhhhh! Quê coiso? Aqui há coisa! Mas não, não há coisa alguma, são antes coisas da breca, quando muito são coisas do arco-da-velha, coisas e loisas de entreter. A verdade é que a coisa que hoje vos deixo em imagem não me convenceu, isto por não estar lá grande coisa, daí, pus-me pra`qui com coisas para ver se a coisa passa. Bem , e como já são duas e qualquer coisa, ficamos por aqui e desculpem qualquer coisinha, tá!?

 

 

 

 

12
Fev18

De regresso à cidade

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De regresso à cidade com passagem noturna pela torre de menagem, com uma amoreira e a lua por companhia.

 

E agora um pequeno esclarecimento para aqueles que ontem contribuíram para por um pontinho no mapa-múndi que colocámos na barra lateral e que hoje já não existe. Foi de pouca dura, não por nossa vontade, mas a conselho da equipa de blogs da SAPO, que nós aceitámos, pois o widget (era assim que a coisa se chamava) não era fidedigno, além de também eu ter dado conta que atrasava consideravelmente a abertura de páginas no blog. É, tal como se diz por aí “não há almoços grátis” e mais dia-menos-dia o widget  (gratuito) que tinha instalado,  começaria a abrir publicidade indesejada quando vós acedêsseis ao blog. No passado já tivemos uma experiência dessas que não queremos repetida, mas a todos que contribuíram com um pontinho, o nosso obrigado, pois foi bonito de ver enquanto durou.

 

Uma boa semana, com o dia de amanhã de muita folia.  

 

 

 

04
Nov17

Eiras - Chaves - Portugal

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E nesta nova ronda pelas nossas aldeias de Chaves, hoje toca a vez às Eiras, uma das aldeias da periferia da cidade de Chaves, instalada à beirinha da veiga mas já nas faldas da Serra do Brunheiro, como quem sobre para S.Lourenço.

 

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Embora as Eiras tenham alguns, até bastantes,  pontos de interesse que merecem uma visita, principalmente para quem gosta da nossa História, eu destacava quatro deles. Um bem visível para quem entra nas Eiras, pois está mesmo ao centro do seu principal largo/cruzamento. Claro que me refiro ao seu cruzeiro, pela sua singularidade e beleza, bem diferente dos habituais cruzeiros.

 

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Os outros pontos de interesse não estão assim tão ao dispor das nossas vistas, é necessário ir até eles. Um é a sua igreja, numa localização recatada de enquadramento bem interessante. Outro é a calçada romana onde ainda se podem apreciar alguns troços em bom estado de conservação e que tão esquecidos têm sido nos nossos roteiros turísticos, a par do miradouro que fica ao lado. Por último, destacam-se as vistas que se alcançam desde alguns pontos das Eiras, principalmente se entrarmos um bocadinho pela serra adentro,

 

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Estes pontos de interesse mencionados são para o turista comum, mas para nós, e este nós sou eu e outros como eu, há outros interesses, principalmente o das recordações de infância e primeiras adolescências, do tempo em que as Eiras pertenciam aos nossos domínios ou limites das nossas brincadeiras e outros afazeres, sobretudo a ver a imagem seguinte que penso ter sido tomada desde o Alto da Forca, já não recordo, mas recordo bem todos os cantinhos visíveis na imagem.

 

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Pois na imagem que fica atrás faz-me regressar uns bons anos ao passado. Logo na base da foto, ao centro, está a casa onde nasci e a nova casa azul, construída no lugar da antiga que sempre se supôs dar nome ao bairro. à Direita, ainda na base da foto, está a torre sineira da igreja dos maristas, onde tinham uma quinta e onde ia ao leite que me ajudou a criar e que a Srª Emília mugia na hora, quase diretamente das tetas da vaca para a leiteira. Isto quando o fornecedor de leite na era da quinta dos Caetanos, do Sr. Manuel, este mesmo ao lado da casa azul, do outro lado da estrada. E do leite passamos para o vinho, pois na base da foto, pode-se ver ainda um bocadinho da Adega Cooperativa, que em tempo de vindimas fazia a delicia das crianças do bairro com o assalto que se faziam às dornas cheias de uvas carregadas ainda (muitas delas) em cima de carros de bois. Logo a seguir à base da foto vê-se o   verde dos campos cultivado do Prado, verde que se prolonga depois pela restante veiga. O casario que aprece em segundo plano são as Eiras, onde se ia fazer a aguardente com o bagaço, após as vindimas. Logo a seguir, o casario em terceiro plano que hoje em dia está ligado à Eira, é a aldeia do Castelo que se foi prolongando e entrando pela serra adentro, coisa dos últimos trinta anos, pois antes existiam os núcleos bem definidos.

 

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Ainda na mesma foto das vistas gerais tomadas sobre a Casa Azul até ao Castelo, pode-se ver à direita das Eiras uma elevação com pinhal, que separava as Eiras da Quinta da Condeixa. Era então o meu monte preferido para ir “roubar” o pinheirinho de Natal e onde às vezes fazíamos incursões de descoberta da serra, isto logo a partir dos 6 anos de idade. Liberdades que nos tempos de hoje são impossíveis de, os putos de agora, gozarem, onde as suas liberdades de descobertas estão “limitadas” aos écrans dos computadores ou de um tablet/ipad, sem os sons, cheiros, calor ou frio da natureza, que,  diga-se a verdade, em muito contribuíram para a nossa formação, com a tal aprendizagem informal.  

 

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Claro que muita mais coisa haveria para contar, mas além de não termos espaço para tantas estórias vividas, também não é aqui, num post dedicado às Eiras, que as podemos contar. Vão se contando ao longo da vida quando vêm a propósito de qualquer coisa e depois, são omentos nossos que vivemos sempre com uma emoção impossível de a transmitir aqui, reservados só a alguns que connosco os viveram.

 

E daqui, assim o espero, vamos até ao Barroso que amanhã estará cá com mais uma aldeia.

 

 

 

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