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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Nov25

Cidade de Chaves...

com chuva


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Estava prometida e veio, para ficar por uns dias, ao que parece, com chuva, às vezes muita outras vezes nem tanto, algum vento e algumas pausas, mas não tão brava como se fez pensar, a depressão Cláudia não passou de chuva de outono, ou seja, da época ou quase, pois por tradição deveríamos ter por cá o verão de São Martinho para alegrar os magustos, como se o alegrar da jeropiga não chegasse.

 

Até amanhã e convém não se esquecer do guarda-chuva, isto se já tem uma certa idade, pois ao que parece os jovens de hoje não o usam… enfim, modas que molham.

 

12
Abr24

Cidade de Chaves - Um olhar

Encontro de Ruas


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Hoje fica um olhar sobre a confluência de duas ruas, a rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura e a rua do Aljube. Ruas que se encontram novamente na outra extremidade, já em pleno Largo do Anjo como todos conhecemos, mas que até é o Largo 8 de Julho. Também a rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura é conhecida por muitos como sendo a rua do Anjo, topónimo antigo que segundo Firmino Aires afirma na Toponímia Flaviense “assim se chamou durante séculos, pois esta era a rua que mais depressa conduzia à Capela do Anjo Custódio (…) impropriamente foi dado o nome deste ilustre pedagogo a esta rua, pois já o tinha, bem justificativo, de longa data. Outras havia sem nome!...” E com esta me bou, a caminho do fim-de-semana.

 

 

03
Abr24

Cidade de Chaves - Um olhar sobre a praça principal


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Um olhar sobre a antiga praça principal, topónimo antigo por aqui se concentrar o poder político e religioso, por aqui residirem as principais instituições da cidade e, por ela mesma ser a praça principal graças a sua monumentalidade, à nossa escala de cidade pequena, onde o duque teve direito a estátua e pedestal, por direito próprio por nesta praça ter vivido e sepultado (Igreja Matriz), transladado posteriormente para o Forte de S. Francisco onde estiveram os seus restos mortais quase durante V Séculos, mais precisamente até ao dia 26 de setembro de 1942, dia em que “pela calada da noite”  nos foram roubados e levados para a Igreja de S. Agostinho em Vila Viçosa… Enfim, coisas e roubos que se vão fazenmdo alheios à nossa vontade, mas que com a conformidade do costume as nossas vidas lá vão continuando por cá. Talvez por reconhecimento a estas coisas a praça hoje tenha o nome de Camões…

 

Até amanhã!

 

 

29
Mar23

Cidade de Chaves

Rua Dr. Júlio Martins


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Hoje deixamos uma imagem da Rua Dr. Júlio Martins, o nome de um médico e político ligado à 1ª República que foi adotado para patrono da Escola Secundária Dr. Júlio Martins que teve as suas primeira instalações precisamente no edifícios desta rua (na parte esquerda da foto). Edifício que ao longo do século passado sempre esteve ligado ao ensino, primeiro como escola industrial e comercial, depois como escola primária (escola da Lapa), depois passou a magistério primário e posteriormente a um polo da UTAD com um curso de educadores de infância. Depois de fechar portas ao ensino, foi fechado e passados anos reconstruído, hoje funciona lá qualquer coisa, mas sinceramente não vos sei dizer o que...

 

Até amanhã!

 

 

06
Jun22

De regresso à cidade...

Pelas escadinhas de D. Dinis


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Para variar, hoje fazemos o regresso à cidade pelas escadinhas de D. Diniz que a par das escadinhas das manas foi a forma de resolver os desníveis mais acentuados dentro do do centro histórico, mais propriamente dentro e de acesso às antigas muralhas medievais, pois as escadas da travessa do Faustino, essas são resultado da elevação que parte da então vila teve de fazer para suporte das muralhas seiscentistas.

 

Uma boa semana!

 

 

 

 

14
Abr22

Cidade de Chaves - Um olhar

Rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura e Rua do Aljube


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Hoje ficamos com um olhar sobre a rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura (à esquerda) e a rua do Aljube (à direita). Esta última mantém o seu topónimo já muito antigo. Segundo a Toponímia Flaviense este topónimo já existe há séculos e deve-se ao aí ter existido um aljube, ou cárcere, que teria existido, pelo menos, até princípios do séc. XVIII.

 

 

13
Jul21

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

Jardim do Bacalhau


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Jardim do Bacalhau - Postal ilustrado dos anos 80 do Séc. XX

Neste Chaves de ontem, Chaves de hoje, trazemos três momentos do Jardim do Bacalhau, uma que ainda era possível de ver até finais dos anos 70 do século passado, outra do pós anos 80 até há coisa de um ano atrás e uma imagem recente. Não ficam por esta ordem, mas as datas são perfeitamente identificáveis.

 

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Imagem atual do Jardim do Bacalhau

Pessoalmente penso que o grande pecado cometido nesta praça, foi a demolição do edifício militar que existiu até finais dos anos setenta. A desculpa da sua demolição até poderia ser aceitável, pois tanto quanto me contaram, a ideia (desculpa) era que a largura da praça após demolição do edifício militar seria prolongada em jardim/praça até ao monumento dos mortos da I grande guerra, que na altura seria bem possível, pois nesse enquadramento apena existia uma vivenda (que ainda hoje existe) junto ao monumento. Mas logo se deu conta que a ideia era outra, bem menos nobre, embora para disfarçar, se tivesse começado pela construção do edifício do GATAT, mas não demorou muito que o espaço publico/militar do antigo picadeiro troço da muralha ainda aí existente, passa-se para a mão de privados e no espaço fosse construído um edifício de habitação e comércio, não sei como, pois tanto quanto sei os espaços públicos não são alienáveis, mas já não era a primeira vez que tal acontecia em Chaves, pois o antigo mercado municipal também passou para mãos de privados, mesmo com pareceres negativos das entidades envolvidas, no entanto, quem mandava era o “Homem da Regisconta”…

 

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Jardim do Bacalhau (ainda em forma de bacalhau) até finais dos anos 70 do Sec. XX

 

Mas do mal o menos, e não fossem os dois mamarrachos da praça (um pelo seu volume, outro pelo seu volume/altura e arquitetura, e recorde-se que estamos a falar do Centro Histórico), e ainda, mesmo o jardim perdendo a sua figura de um bacalhau, que sempre deu e prevaleceu como topónimo popular de Jardim do Bacalhau,  em detrimento do topónimo oficial de Terreiro de Cavalaria, ficou o jardim onde se podia estar, e que, este sim, foi reconstruído  recentemente, com um ar e abertura bem mais interessante que a versão anterior, salientando-se a demolição do antigo posto de turismo que desfigurava o anterior jardim, e recuperou-se a antiga pérgula, na forma e localização, com novos materiais, assumindo-se como uma nova pérgula. Seja como for, após a demolição do edifício militar, do bacalhau só existe a memória, tal como aconteceu com a rua dos Dragões, embora esta tivesse mantido o seu casario num dos lados da rua, que esse, a par do casario do outro lado do jardim, ainda são agradáveis de ser vistos e até apreciados.    

 

 

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