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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

23
Mai19

Simplemente Madalena!?

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Não acreditem naquilo que veem na imagem, ou melhor, acreditem porque é real, mas a ilusão de ótica leva-nos a crer que todos aqueles telhados do casario estão juntinhos quando na realidade há um rio a separá-los e uma ponte a uni-los. De facto assim é, mas as diferenças são algumas, pois o casario mais distante está em Santa Maria Maior, o mais próximo está na madalena, ou seja lá para o fundo é a cidade, mais próximo é a Madalena, lá para o fundo é Santa Maria Maior, mais cá é simplesmente Madalena, mas pouca gente sabe que esta Madalena é a Santa Maria Madalena. E qual o porquê da Santa Maria de cá ser só Madalena!? Só Freguesia da Madalena!? O porquê de lá ser cidade, cá não!? O porquê de a Santa Maria de lá ter uma igreja e a de cá apenas ter tido uma capela!? Capela essa que hoje é habitação e casa de móveis. Pois não sei responder a todas essas questões, embora desconfie qual seja a razão. Ainda dizem que o Sol ou a Lua quando nasce é para todos! Mentira, ainda há três dias estava eu na cidade a ver nascer a Lua, grande e luminosa, fui para casa a correr para lhe tirar uma fotografia e quando lá cheguei tive de esperar meia hora para que ela nascesse, e já não era tão grande assim!

 

Para que conste, neste blog, a partir de hoje a Madalena passa oficialmente a ser tratada por Santa Maria Madalena, e mais nada!

 

20
Mai19

De regresso à cidade...

Para blog Chaves em https://chaves.blogs.sapo.pt

 

Pois é, cá estou de novo a regressar à cidade, hoje com uma passagem pela praça do Duque, que, faltou só um bocadinho e nem na foto ficava, mas ficou a “mariana” do Sr. Lameirão… é assim, o raio de sermos de uma cidade pequena faz com que se conheça toda a gente, saber quem morava nas casas, de quem era mãe e avó, há quantos anos morreu, tantos quantos a casa está fechada, claro  que me refiro à casa em frente da qual a  “mariana” do Sr. Lameirão está estacionada, e estacionou lá, porque ele, que também é desta cidade pequena,  também sabia que nela não morava gente. Sei, ou sabemos, porque uma das almofadas da porta da capela da Santa Cabeça é de formato e cor diferente, e há quantos anos aquela porta e janela por cima da cabeça do duque não abrem, mas tudo isso é porque somos de cá, estamos cá e convivemos dia a dia, com o dia a dia que cada dia passa por nós. Mas isso, hoje, pouco interessa, pois o tema de conversa vai ser outro, feito de outro regresso, o do Desportivo de Chaves, que também regressou à cidade com o penoso fardo de também regressar à segunda divisão, ou segunda liga ou lá o que é…sei que, tudo isto foi depois de Portugal nem sequer ter ido à final do festival da eurovisão,  do Benfica ser campeão, do Porto ficar de beiça e do Sporting ver mais uma vez o campeonato passar-lhe ao lado, e ainda, tudo isto, quando estamos em campanha eleitoral daquelas eleições que tanto faz, para nós e para eles, a não ser para ver como andam as intenções de voto para as outras eleições que vêm aí. Por cá não há campanha, talvez por isso ainda nenhum dos candidatos tenha aparecido por cá, aliás nem fazem cá falta nenhuma…

 

Boa semana!

 

06
Mai19

De regresso à cidade... pela Madalena

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Cá estamos com um novo regresso à cidade, via Madalena, aliás é um dos meus regressos preferidos, o de ser pela Madalena, claro, pois é sempre com gosto que por lá debito os meus passos, com gosto mas também com alguns lamentos, de ser o que é e estar como está, pois tem todas as condições para ser um dos espaços mais nobres e interessantes da cidade, embora do outro lado do rio, é igualmente centro histórico desta antiga urbe que hoje dá pelo nome de Cidade de Chaves.

 

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Esperemos que outro Sotto Mayor descubra as potencialidades deste espaço, e nem precisa de ser banqueiro, mas também outros com poder podiam olhar para ele com outros olhos, basta ter ideias, e isto antes que uma (outra) grande superfície comercial descubra a Madalena e venha a estragar tudo…

 

Até amanhã e Boa semana!  

 

 

03
Mai19

Cidade de Chaves e a praça do homem de bronze

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Gosto daquele homem de bronze, impávido e sereno, duvido que conformado, mas aceitou, sempre aceitou o destino a que foi destinado, sempre, sempre assim foi. Um flaviense, em tudo improvável,  alentejano de nascimento, teve Chaves como dote, nobre desta praça, foi duque e conde de outras, mas aqui foi pai e amante, aqui morreu e foi sepultado, em vão, até nisso, lhe foi destinado outro destino. Ficou apenas o homem de bronze para quem passa na sua praça pergunta que é, olha! está lá escrito, de Bragança e Barcelos, mas que raio faz nesta praça que é do Camões!?, mas contra mitos não vale a pena, nunca vale a pena fazer-lhes guerra, pois perdem-se sempre, e assim,  lá continua, ele,  impávido e sereno, sem desviar o olhar, de dia e de noite, à chuva, ao vento, ao sol, frio ou calor, tanto se lhe dá, destinado que está a ser assim, assim será enquanto quiserem. De entretém só tem a gente que passa, já há muito lá vai o tempo em que por lá pernoitavam, mesmo quando a sua praça que é de outro se enche de gente, embora pareça que todos o olham de frente, embora pareça que é ele que na primeira linha comanda todo um exército atrás dele, embora uma primeira vez se tivesse animado ao ver o seu povo, depressa caiu no seu destino da realidade de ser o homem de bronze, de ser apenas um incómodo a quem parece lançar-lhe os olhares, quando afinal de contas, todo o poder e todos os interesses ficam nas suas costas, nas costas de quem numa vida foi o dono disto tudo…

 

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Mas o que mais custa são as noites, principalmente as longas noites de inverno, sem vivalma que o console ou mesmo atormente, que já era alguma coisinha para companhia, até as pombas que tanta vez lhe poisaram na cabeça, agora andam por outros destinos e deixaram o homem de bronze, ali sozinho, impávido e sereno de olhar fixo sabe-se lá onde…

 

 

17
Abr19

Centro Histórico de Chaves - Mais um LIKE!

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Ainda recordo este edifício que temos em primeiro plano com as suas portas abertas, isto já no século passado, nunca lá entrei mas recordo ainda, se a memória não me atraiçoa, que diziam ser o “Grémio do Comércio de Chaves” (*), penso que uma associação de comerciantes, mas não tenho a certeza. Já a tenho quanto aos anos em que aquele edifício manteve as suas portas fechadas,  vindo a degradar-se ao longo dos anos. Assistimos agora com agrado que, pelo menos, lavaram-lhe a cara e recuperaram as caixilharias, passando a mostrar um ar sua graça. A cidade agradece e o velho casarão também!

 

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Agora até os pormenores se tornam mais visíveis e interessantes, tais como a imponência da chaminé e o chafariz. Por dentro, não imagino como esteja, mas ouro sobre azul era que o edifício ganhasse de novo vida. Vamos acreditar que sim.

 

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Fica uma imagem já com alguns anos, não muitos, pois foi tomada em fevereiro de 2012, mas dá para ver como estava e como está. Da minha parte, deixo um LIKE ao novo visual e acrescentar-lhe-ia aquelas cenas tipo   se a recuperação tivesse sido total e fosse habitado/utilizado.

 

(*) Em tempo: Bem dizia eu que não tinha a certeza deste edifício ter sido o Grémio do Comércio e de facto não foi. Grémio sim, mas da Lavoura. Fica a correção.

 

 

13
Mar19

Rua Luís de Viacos - Chaves - Portugal

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Nunca resisto em realçar o colorido de uma roupinha pendurada numa corda a secar, principalmente nos tempos de hoje em que as casas das nossas aldeias e do centro histórico da cidade estão cada vez mais despovoadas de pessoas. Roupinha pendurada na corda significa que há pessoas dentro das casas para a utilizar. Há quem ache uma parolice, pois eu acho castiço, dá colorido às fachadas das casas, vida, movimento. Gosto! E o resto são tretas…

 

 

26
Dez18

De regresso à cidade...

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De regresso à cidade, esta semana mais tarde, já em dia de feira semanal, quarta-feira, foi Natal, voltamos à normalidade dos dias, ou quase, pois agora temos de terminar o ano. Como é dia de feira e gostamos de fazer os nossos regressos à cidade calmamente, hoje fazemo-lo pela Rua Bispo Idácio, a subir, a desaguar no Largo do Anjo, e daí, vamos à nossa vida.

 

Até amanhã, com mais um flaviense por outras terras.

 

 

12
Dez18

Janelas, janelinhas e outros que tais, tudo flaviense!

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- Haverá melhor que uma janela portuguesa florida!?

- Há sim senhor! Uma janela portuguesa, flaviense, florida. Isso é que é isso!

 

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- E se forem duas janelas floridas, flavienses!?

- Ui! Então essa é que é! Essa é mesmo do arco da velha!

 

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- E se forem janelas floridas, janelinhas, varandas, varandinhas, placas, plaquinhas, caixas e caixinhas,  candeeiros, telhados e telhadinhos, ruas, ruelas e travessas, calçadas e calçadinhas - tudo flaviense!?

- Ah essa...

- Mas espera, ainda não terminei, é isso tudo, flaviense, com um aroma a pairar no ar de pastéizinhos de Chaves a sair do forno...

- Essa, falando bem e depressa, nem o caralhinho mais velho a fode... cala-te… não digas mais…..

 

 

 

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