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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

16
Ago19

Cidade de Chaves - Rua da Misericórdia

1600-(48810)-1

 

Hoje ficamos com a Rua da Misericórdia, em pleno centro histórico da cidade e que felizmente se tem mantido mais ou menos conservada ao longo dos tempos. Uma rua muito utilizada como atalho para quem vem (a pé) da praça do Duque e do Castelo para sair da antiga zona amuralhada, pelo postigo, e o contrário também é verdade. Pessoalmente, gosto de a ver tal qual está na foto, não só pelo colorido mas também por não nos deixar ver o fundo da rua, dando asas à imaginação, tentando adivinhar o que está para além do que se vê.  Mesmo eu que sei o que lá está, ao ver assim a imagem, também fico curioso…

 

 

14
Ago19

Cidade de Chaves - Santa Maria Maior

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Ontem deixei aqui no blog imagens de um dos nossos tesouros flavienses, a Igreja Matriz ou de Santa Maria Maior, é precisamente nas traseiras desta igreja que num pequeno nicho da fachada está uma imagem esculpida em granito de Santa Maria Maior, o Orago da cidade de Chaves, imagem essa que lança olhares para a rua com seu nome, uma das mais interessantes do Centro Histórico de Chaves. Este cantinho que hoje vos deixo, é precisamente de onde nasce a Rua de Santa Maria e na parede ao fundo, pode-se ver o referido nicho com a imagem da Santa.

 

07
Ago19

Chaves - Praça do Município

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Hoje ficamos com um dos cantinhos mais pitorescos da cidade de Chaves, este da Praça do Município, com um dos lados ocupado por toda a fachada das traseiras do edifício da Câmara Municipal de Chaves e do outro (o da foto) com o casario antigo. É um dos cantinhos mais fotografado em Chaves, principalmente por turistas que à saída das visitas ao Castelo dão com este cenário pela frente. Um cantinho, também, que cheira sempre a pastél de Chaves e muito colorido, não só pelas petúnias e outras flores que fazem pender das  janelas, portas e varandas, mas também pela fruta do “Pomar do Helder” que costuma estar exposta ao ar livre nas estantes por baixo do tolde, não está na foto porque aos domingos e dias feriado a fruta descansa, como era o caso.   

01
Ago19

Cidade de Chaves, pormenores

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Sempre que passo na Rua do Tabolado entretenho-me a apreciar os pormenores deste prédio, pormenores daqueles que hoje já não se usam, dos mestres canteiros e carpinteiros, mesmo o pormenor da varanda amarquizada, nada habitual nas construções de Chaves antiga, foi feito com mestria. E terminaria só com elogios se não fosse o estado de conservação, a pedir, pelo menos, uns reparos, principalmente nas madeiras,  e uma pintura também lhe caía bem.

 

22
Jul19

De regresso à cidade... pela Rua do Correio Velho

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Hoje fazemos o nosso regresso à cidade por uma rua do nosso centro histórico, pelas ruelas como agora lhe chamam, mas que eu ainda conheci como uma das principais ruas da cidade, cheias de vida, de história e estórias para contar. Rua do Correio Velho, o próprio topónimo diz-nos qual foi a sua origem, mas também poderia ser a rua dos Canários e os próprios Canários ainda poderiam hoje existir, como uma sala polivalente, intimista, virada para o teatro, para a música, para a arte. O seu encerramento era já um prenúncio do que viria acontecer até chegar ao estado atual. Uma rua sem vida em pleno coração da cidade. Esperemos que esta nova vaga de reconstruções chegue até ela também e que não aconteça o que aconteceu com um dos prédios que se vê na foto, que há uns bons anos iniciou obras, ou aliás, demolição do seu interior, deixando apenas as paredes exteriores que, para não caírem, lançaram escoras provisórias para os prédios do outro lado da rua, e por lá continuam num provisório cada vez mais definitivo, e que, dado que o prédio confronta com três ruas (Rua do Correio Velho, Travessa Gen. Sousa Machado e Rua de Stª Maria),  põe em perigo a circulação nessas três ruas. Não tenho a certeza, mas o abandono da obra e o perigo de derrocada as fachadas sem travamentos, penso que seriam motivos suficientes para, com caracter de urgência,  se poder tomar posse administrativa do prédio.

 

 

 

17
Jul19

Chaves, Rua Direita em manhãs de descanso

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Para já, ficamos com mais uma imagem da Rua Direita numa manhã de dia de descanso, quente e calma em que as sombras já são apetecíveis, ou então, para uma voltinha matinal de motorizada, as mesmas que nos finais do século passado eram utilitários de transporte para muitos portugueses e que hoje, são relíquias de coleção para mostrar e desfrutar em momentos como os da imagem.

 

Mas hoje e nos próximos dias, iremos ter ainda “Arte & Cultura partilham-se”, num post extra,  a acontecer todos os dias às 12H00 em ponto. O primeiro já lá está, à espera do meio dia. Até lá!

 

 

 

 

10
Jul19

Cidade de Chaves, cada vez mais interessante...

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Travessa das Caldas, há dois dias

Temos vindo a constatar e vamos dando aqui conta disso, que a cidade de Chaves (centro histórico) nos últimos anos está a ficar com nova cara, muito mais atraente e interessante, tudo graças às reconstruções do velho casario mais deteriorado. Com as reconstruções têm aparecido também novas lojas comerciais,  que não podendo concorrer com as grandes superfícies comerciais, que também abundam em Chaves, opta, pelo comércio de especialidade e de marca, e em boa hora tudo isto está a acontecer, transformando uma cidade que estava a ficar moribunda numa nova cidade (centro histórico) com vida. Penso que todos queremos que tal aconteça.

 

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Travessa das Caldas, em 2017

Pois neste último feriado municipal dei uma pequena volta pelo nosso centro histórico e sou surpreendido com aquele velho prédio, que há mais de 20 ou 30 anos estava a pedir obras, na fase final da sua reconstrução.

 

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Um comércio castiço, em 2007

Ao longo dos tempos fui monitorizando esta construção, aliás até lhe dediquei um post, penso que em 2007 não ao prédio em si mas ao velho comércio (centenário) que lá existia e que era conhecido de todos os flavienses, um comércio castiço com muitas estórias para contar e que ao longo dos tempos foi resistindo contra todas as investidas da modernidade. Infelizmente esse comércio, com os seus velhos armários cheios de tudo que precisávamos para o calçado, perdeu-se, esperemos que em sua substituição apareça outro com a importância que aquele teve.

 

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em 2008

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Travessa das caldas em 2005

Iremos continuar atentos ao que se vai passando de bom nesta cidade, aliás estas atuações de reconstruções até deveriam ser premiadas para ver se incentivavam outras também bem carentes de obras. Um prémio anual para a melhor recuperação efetuada no nosso centro histórico, prémio que fosse significativo em termos de prestígio e, claro, monetário, com isenção de IMI durante uma porrada de anos, por exemplo, e um prémio monetário também para o gabinete ou arquiteto que projetaram a reconstrução, e empreiteiro da obras, com regras bem claras que primassem pela qualidade da reconstrução, de modo a que todos os intervenientes na reconstrução fossem premiados pelo seu empenho. é apenas uma ideia que penso que nem é original, mas já que se copia tanta porcaria, porque não copiar uma coisa interessante para o bem de Chaves.  

 

 

03
Jul19

Lugares e pormenores da cidade de Chaves

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Pois esta semana penso que vamos andar pela outra cidade de Chaves que existe dentro da cidade, ou seja, aquela que é mais castiça e que escapa aos nossos habituais olhares, lugares pela certa centenários que às vezes chamam a atenção da nossa objetiva.

 

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Não vos vou dizer de onde são, tem mais piada assim, mas pela certa que serão conhecidos por alguns, pelo menos pelos que são mais habituais nesses mesmos lugares, quanto aos restantes, deixo-vos entregues ao prazer da descoberta.

 

 

 

25
Jun19

Um monólogo da Torre de Menagem, ou uma coisa parecida...

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Olá, sou eu que chamo, aqui atrás, por cima desses telhados todos, costumam chamar-me castelo mas sou apenas a sua torre de menagem, ou fui,  daquele que outrora foi um castelo, já não sei bem há quantos anos, pois a memória já me vai atraiçoando, penso que foi por alturas do nosso Rei D.Dinis que nasci, mais ano menos ano, já devo ultrapassar os 700 anos de idade, e já vi muita coisa acontecer nesta terra, muitas batalhas, destruições, não sei como, mas lá me fui safando com vida, embora do meu castelo quase só eu ainda resisto, e já tive muitos donos, quase todos Reis e quase todos me estimaram e em mim se recolhiam para se defenderem. Agora não sei bem quem é o meu dono, os Reis, já lá vão mais de cem anos que nenhum aparece por cá, às vezes oiço dizer que pertenço ao Estado e à República, não sei bem quem esses são, mas sei que nunca cá vieram, vêm às vezes uns que lhe chamam presidentes, devem ser importantes, pois vêm sempre muita gente atrás deles, todos bem vestidos, mas sinceramente, pouco me ligam e demoram cá pouco tempo, tão depressa entram como saem, mas também isso, pouco me interessa, o que sei, é que durante longos anos fui o maior aqui das redondezas, agora não, apareceram para aí uns putos que já me ultrapassam em altura, putos modernos, esquisitos, nem pedra têm como eu e os meus parentes, aqui próximos ainda tenho um em Montalegre, outro no Pontido alí pros lados de Vila Pouca, outro em Monterrei, mas os mais próximos, são  o meu primo de Stº Estêvão e o de Monforte com os quais sempre tive contacto, vejo-os todos os dias, menos nos dias de nevoeiro, o de Stº Estêvão ainda está bem conservado, agora o meu primo de Monforte, coitado, está pra lá abandonado sem ninguém que lhe dê uma mãozinha. Eu não me queixo, é certo que os anos já pesam, mas têm-me tratado bem e dizem que até sou Monumento Nacional, penso que é uma coisa importante, também não me queixo por falta de visitas, recebo-as todos os dias e dentro de mim instalaram umas coisas, armas, fardas, etc,  e dizem que sou  Museu Militar,  que as pessoas vão vendo e apreciando, também deve ser coisa importante, senão não vinham cá, mas há muito que vêm mais pelas vistas que desde mim alcançam quando sobem até à minha cabeça, e agora todo arranjadinho que estou por fora, com um jardim sempre tratadinho, às vezes até me sinto um pouco vaidoso, confesso, embora já nem tenha idade para essas coisas, mas quem é que não gosta de ser bem tratado!? Tchiu! Vem aí alguém, o melhor é calar-me pois se me ouvem a falar convosco ainda vão pensar que estou maluco e ainda me internam num lar, coitados, presumem sempre ser jovens, mas duram cá pouco, a maioria nem aos cem anos chega, isto agora, pois antes, chegavam aos cinquenta os que chegavam e eu, com os meus setecentos aninhos, cá continuo e se me deixarem, continuarei por muitos mais, olhai para a minha amiga Ponte Romana que quando eu nasci já ela tinha 1300 anos e continua lá como uma rapariga nova que deixa as outras todas invejosas. Agora é que vou mesmo…tchiu! já me estão a subir as escadas… ah!, e não digam a ninguém que estiveram a conversar comigo, senão também vos vão chamar malucos...

 

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