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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

12
Fev20

Cando - Chaves - Portugal

aldeias de chaves

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CANDO

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo,  da aldeia do Cando, freguesia de Valdanta, concelho de Chaves.

 

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A par do vídeo temos também algumas imagens que escaparam às nossas anteriores seleções de imagens sobre a aldeia do Cando.

 

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Aldeia do Cando que é mais uma que já pertence à cidade grande de Chaves, isto é, uma aldeia na periferia da cidade, que hoje em dia funciona mais como um dos seus bairros mais distantes, pois na prática já não há separação física entre Chaves e o Cando, o casario encarregou-se de fazer essa ligação.

 

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Imagens de arquivo, já com alguns anos de pelo menos três passagens que fizemos pela aldeia, uma em 2007, outra em 2008 e a última em 2012. Imagens que, como em todas as aldeias, mostram um pouco da aldeia mais antiga, com características mais rurais.

 

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E agora, sim, o vídeo:

 

 

 

Posts anteriores, do blog Chaves,  dedicados à aldeia do Cando:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/cando-chaves-portugal-1555583

https://chaves.blogs.sapo.pt/385837.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/239179.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/18658.html

 

25
Dez19

Bom Natal

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A consoada já lá vai, o bacalhau e o polvo também, abertas as prendas, para hoje temos a roupa velha, o piru e o cabrito e o resto dos pertences, já sabem, as rabanadas, a aletria, as filhoses de jerimum, bolo rei e o resto da doçaria. Vinhos de Valpaços, do Douro, Alentejo… tanto faz, o que interessa é que seja bom e não falte na mesa… bem, quero eu dizer um resto de

FESTAS FELIZES!

 

27
Set19

Por não saber inglês, o Sequeira secou…

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Ao que tudo indica o Sequeira secou e com ele lá se foi a Rua das Longras das tascas. Mais um estabelecimento que não resistiu à concorrência da modernidade e à concorrência do comer moderno que se escreve em língua estrangeira -  McDonalds´, Pizza Hut, Vegan, Burger King, Wok to Walk, Pans & Company, etc,etc,etc o moderno do fast food para take away, ou restaurantes em que os bons cozinheiros, em vez de um avental doirado recebem estrelas Michelin, dando em troca amostras de comida onde até o antigo peixinho do rio de escabeche agora se serve cru em forma de sushi… e com estas merdas todas, cada vez há menos onde se possa comer,  decentemente.

17
Jun19

De regresso à cidade...

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Cá estamos de novo de regresso à cidade, hoje com uma passagem pelo Forte de São Francisco. Desta vez fazemos o regresso ainda de noite… e podia continuar com esta escrita páginas e páginas,  seguidas,  a mentir-vos com verdades. É assim um pouco parecido com o que se faz na política, na história e até na poesia e literatura em geral. Para ser sincero, estou irritado. Esta imagem que vos deixo irritou-me, aliás a irritação já aconteceu  no momento em que a tomei, tudo porque não era este o seu melhor enquadramento, mas fui obrigado a desviar um bocadinho a objetiva para não apanhar um coisa que não queria apanhar…vai daí,  no momento de escrever estas linhas, pus-me a meditar sobre coisas que me irritam, o porquê de esta imagem me irritar se até gosto dela? ou, por exemplo o Camões, ou melhor, o Camões em nada me irrita, embora não seja um autor que eu leve de férias para ler ou que aprecie a sua obra, contudo há até alguns momentos dos quais gosto. O que me irrita em Camões não é o Camões, mas o culto que se faz à sua volta. Tal como acontece, por exemplo,  com o 10 de Junho,  Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. O que faz o Camões no meio de Portugal e das Comunidades Portuguesas!? Porquê raio temos de estar sempre a evocar e a regressar a época dos descobrimentos!? Porquê raio se está sempre a falar de “Os Lusíadas”  e ninguém refere e poucos são os que conhecem a “Peregrinação” e Fernão Mendes Pinto!?. É, desde que descobri que a primeira História que aprendi estava manipulada e que havia outra História para além dela, nunca mais fui o mesmo e de vez em quando, quando penso nisso, irrito-me, tal como me irrita esta adoração de mitos e as mentiras da nossa história feitas apenas com as verdades que convêm, deixando de fora as verdades que a questionam ou desacreditam.

 

O que vale é que embora estas coisas me irritem, em nada perturbam o meu sono! Cada um acredita naquilo que quer!

 

 

 

07
Jun19

Uma Proposta para Sábado, em Santa Maria Madalena

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Foto de arquivo - 2015

 

Hoje ficamos na margem esquerda do Rio Tâmega, em São Roque junto ou de fronte à sua capela, pois é para aí que vai a nossa proposta para amanhã, sábado, com o “Mercado da Madalena”

 

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Foto de arquivo – 2011

Ficam estas duas fotos daquele que suponho vai ser o espaço do mercado. Embora as fotografias tentem apanhar todo o espaço e fossem tiradas em ambas as direções do largo, guiem-se mais pela primeira foto, pois é a mais atual. Não pelo espaço ser diferente, mas sim pelo arvoredo que entretanto cresceu e que nos dias quentes de sol intenso faz a diferença. Tempo que está meio chocho mas que promete melhorar para sábado.

 

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Há dias disse por aqui que a freguesia de Santa Maria Madalena[1] tinha excelentes condições para receber eventos de vária natureza. Desconhecia este “Mercado da Madalena” que já estava na calha, por pura distração minha, pois quando afirmei o que afirmei já este mercado estava anunciado, aliás, logo a seguir, realizou-se o primeiro mercado. Claro que só me posso congratular com a (dupla) ideia, feliz, de levar a efeito este mercado, e o “dupla” que atrás deixei, vai para o local escolhido e para os produtos que são anunciados em cartaz “produtos da região a preservar tradições do nosso povo!”. Sim senhor, aplaudo e só espero que assim seja. Sábado (amanhã) vou lá ver e depois conto como foi, fica combinado. É esta a nossa proposta para sábado.

 

 

 

 

[1] A respeito de Santa Maria Madalena, ver post https://chaves.blogs.sapo.pt/simplemente-madalena-1863826

 

 

 

23
Mai19

Simplemente Madalena!?

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Não acreditem naquilo que veem na imagem, ou melhor, acreditem porque é real, mas a ilusão de ótica leva-nos a crer que todos aqueles telhados do casario estão juntinhos quando na realidade há um rio a separá-los e uma ponte a uni-los. De facto assim é, mas as diferenças são algumas, pois o casario mais distante está em Santa Maria Maior, o mais próximo está na madalena, ou seja lá para o fundo é a cidade, mais próximo é a Madalena, lá para o fundo é Santa Maria Maior, mais cá é simplesmente Madalena, mas pouca gente sabe que esta Madalena é a Santa Maria Madalena. E qual o porquê da Santa Maria de cá ser só Madalena!? Só Freguesia da Madalena!? O porquê de lá ser cidade, cá não!? O porquê de a Santa Maria de lá ter uma igreja e a de cá apenas ter tido uma capela!? Capela essa que hoje é habitação e casa de móveis. Pois não sei responder a todas essas questões, embora desconfie qual seja a razão. Ainda dizem que o Sol ou a Lua quando nasce é para todos! Mentira, ainda há três dias estava eu na cidade a ver nascer a Lua, grande e luminosa, fui para casa a correr para lhe tirar uma fotografia e quando lá cheguei tive de esperar meia hora para que ela nascesse, e já não era tão grande assim!

 

Para que conste, neste blog, a partir de hoje a Madalena passa oficialmente a ser tratada por Santa Maria Madalena, e mais nada!

 

18
Abr19

A criatura e um pouco de tudo!

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Com a imagem que vos deixo, queria iniciar hoje, aqui e agora, uma nova rubrica no blog que se intitularia “Estórias da Criatura”, em que a criatura, a personagem principal dessas estórias, seria a gata preta que aparece na imagem. No entanto, pensei melhor e para já, não o vou fazer. Acontece que a criatura não é lá muito certa das puxadas, aliás é uma das características da raça, e sei isto por experiência que tenho dos gatos que passaram por casa, que,  quando nós adotamos um e o trazemos para casa para viver connosco, ele pensa que é ao contrário e mal entre em casa, pensa que a casa é dele e nós é que vivemos com ele. A psiconlinews que estuda a psicologia dos gatos diz isso mesmo quando afirma: “Ele acha-se o dono da casa no momento em que pisa nela pela primeira vez: já toma conta da cozinha, do sofá e até arranja o seu próprio cantinho. Os objetos, em hipótese alguma, devem ser substituídos ou trocados de lugar:  a sua casa torna-se o centro do universo para ele. Se você mudar alguma coisa dele de lugar, fará com que ele suba pelas paredes com tanto stress. Gostam de dominar e se ele não gostar das condições que você lhe oferecer, ele vai tentar fugir.” . Ora esta criatura nem sequer é de casa, é meia vadia,  e daí não me dar garantias de que irei ter matéria para alimentar a rubrica pensada de “Estórias da Criatura”. Assim sendo, o projeto vai ficar em banho maria a aguardar pelo desenrolar das estórias, e se elas continuarem, aí sim, faremos a complicação de tudo e até talvez dê para um romance ou, quem sabe, um filme…  

 

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Sem criatura, lá teremos que continuar com o dia-a-dia daquilo que vai acontecendo à nossa volta. Felizmente não faltam acontecimentos, o problema está mesmo em decidirmo-nos por um. Geralmente vamos indo ao sabor dos dias e do tempo, ou seja, se está a nevar trazemos aqui a neve, se está calor falamos do seu exagero, da seca, dos incêndios, etc. Ora tem estado a chover, estamos na Primavera e vem aí a Páscoa, não faltam temas para abordar e até podemos jogar com eles, por exemplo com o brilho da chuva, as cores da primavera, o florir dos campos, onde está também a cor púrpura da Páscoa ou mesmo inspirarmo-nos na geometria da pinga, da gota, da água…eu sei lá!

 

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Pois são essas (estas) as imagens que hoje vos deixo, apenas para variar um pouco.  

 

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Até amanhã!

 

 

07
Mar19

Fernando Peneiras “100peneiras” fotografia, em Chaves

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Mais uma vez o Blog Chaves deixa este espaço virtual para sair à rua, entrar na Adega do Faustino e num cantinho de três paredes mostrar a arte da fotografia, mas desta vez, é também a fotografia que nos mostra outras artes, como a arte que a natureza nos oferece num majestoso rio a desenhar uma linha curva por entre encostas feitas de um puzzle de peças de linhas retas paralelas, às vezes curvas, mas sempre geometricamente traçadas com todo o rigor, que ora se traçam de tons verdes, ora de tons amarelos, ora de tons sépias, ora de tons vermelhos,  para por fim se despojar de todas as cores e ficarem simplesmente nuas sem qualquer pudor.  São pérolas daquele, ou deste colar de pérolas que Miguel Torga apelidou de Reino Maravilhoso. É um bocadinho de tudo isto que o olhar de Fernando Peneiras registou e congelou para,  em fotografia, partilhar connosco neste mês de março e também abril, na galeria da Adega do Faustino, em Chaves.  

 

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Fernando Peneiras “100peneiras” fotografia

“O Meu Majestoso Douro”

 

Fernando Augusto Paiva Peneiras nasceu em S. João da Pesqueira e reside na cidade do Peso da Régua, onde exerce a sua actividade profissional e o seu hobby de “fotógrafo amador” que pratica com imensa paixão, sendo um grande entusiasta e um grande amante da Região Demarcada do Douro, Alto Douro Vinhateiro.

 

 É no seu site:

 http://fernandopeneirasfotografia.weebly.com/,

 

na sua página do Facebook:

 https://www.facebook.com/fernando.peneiras.7

 

e no seu blog http://fotografiafernandopeneiras.blogspot.pt/,

 

entre outros, que expõe, aos visitantes cibernautas e seus amigos, toda a beleza que o rodeia, os seus olhos observaram e as suas objectivas capturaram.

 

No entrudo de 2012 e a convite da direcção da Casa do Careto de Podence, realizou uma exposição fotográfica com o título "Figuras Míticas de um Povo", alusiva a essas figuras misteriosas e diabólicas, “os Caretos de Podence”.

 

Cedeu fotografias para diversas obras, tais como o “Guia Turística da Natureza do Douro”, o “Guia das Aldeias Vinhateiras”, as ilustrações de capa do livro "A NINFA DO DOURO" de Manuel Araújo da Cunha, foto de capa do livro “Palavras d’Alma” de Rui Mendes e, regularmente, trabalhos seus são vistos noutras publicações, cartazes, outdoors e paredes de vários negócios.

 

Trabalha regularmente com a AETUR (Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes) onde tem fotografias suas expostas na Fundação Rei Afonso Henriques – Zamora/Espanha, participou numa exposição na casa de S. Paulo - S. Paulo, Brasil. Participou igualmente noutra em Buenos Aires e Montevidéu.

 

Publicou o livro de fotografias do Douro com o título “O Meu Majestoso Douro” das quais algumas neste espaço expostas. É coautor do livro de fotografias “Paisagem Natural” col. Fotógrafos da Nossa Terra.

 

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O ALTO DOURO VINHATEIRO, paisagens e histórias…

 

A paisagem da região do Alto Douro Vinhateiro é determinada pelo curso natural do rio e pelo esforço sobre-humano de gerações passadas. A sua beleza é fruto em iguais porções da generosidade divina e do suor humano, resultante do trabalho árduo e continuado de uma paisagem natural, bela por natureza, mas que se tornou única no mundo pela mão do Homem. As encostas que ladeiam o rio foram trabalhadas ao longo de séculos, partindo-se o xisto, construindo-se terraços e muros, e cultivando a vinha em socalcos. O resultado é assombroso, uma paisagem única no mundo. Nas palavras do poeta Miguel Torga: “é um excesso de natureza. […] Um poema geológico. A beleza absoluta.”.

 

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Região Vinhateira do Alto Douro ou Alto Douro Vinhateiro é uma área do nordeste de Portugal com mais de 26 mil hectares, classificada pela UNESCO, em 14 de Dezembro de 2001, como Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural e rodeada de montanhas que lhe dão características mesológicas e climáticas particulares.

 

S. João da Pesqueira é o Concelho que detém a maior área classificada como património mundial pela Unesco. (cerca de 20%.).

 

Esta região, que é banhada pelo Rio Douro e faz parte do chamado Douro Vinhateiro, produz vinho há mais de 2000 anos, entre os quais, o mundialmente célebre vinho do Porto.

 

As suas origens remontam à segunda metade do século XVII, altura em que o Vinho do Porto começa a ser produzido e exportado em quantidade, especialmente para a Inglaterra.

 

Contudo, os elevados lucros obtidos com as exportações para a Inglaterra viriam a gerar situações de fraude, de abuso e de adulteração da qualidade do vinho generoso. Os principais produtores de vinho durienses exigem então a intervenção do governo e a 10 de Setembro de 1756, é finalmente criada a "Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro".

 

Para demarcar o espaço físico da região foram então mandados implantar 201 marcos de granito. No ano de 1761 são colocados mais 134 marcos pombalinos, perfazendo então um total de 335.

 

Já em 10 de Maio de 1907, ao abrigo do decreto assinado por João Franco, a região demarcada é novamente delimitada, estendendo-se para o Douro Superior.

 

A longa tradição de viticultura produziu uma paisagem cultural de beleza excepcional que reflecte a sua evolução tecnológica, social e económica.

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

fernando peneiras

 

Ficam aqui algumas das imagens que estão em exposição, as restantes, terá que ir à adega do Faustino para as ver ou então, para ver outras imagens de Fernando Peneiras, aceder a um dos sítios (página, Facebook ou blog) que o autor partilha na WEB.

 

 

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