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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

01
Abr21

Termas Romanas

Concurso de ideias para a cobertura e abertura do novo espaço museu

 

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Concurso de Ideias

 

Com o objetivo de reformular e reforçar a identidade da cobertura do Museu das Termas Romanas, como praça e espaço de estar, lazer e conviver, a autarquia flaviense avança com concurso de ideias para desafiar projetistas a contribuir para a requalificação deste espaço.

 

No seguimento do modelo de governação que o executivo tem implementado, no âmbito de auscultação pública, o projeto em causa pretende reunir propostas de carater estético que conciliem a função de espaço museológico, com a vertente lúdica e turística associada.

 

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Para o Presidente da Câmara, Nuno Vaz “o concurso de ideias pretende dar continuidade à valorização do interesse ativo, participativo e democrático da comunidade. Espera-se criatividade nos projetos apresentados de forma a que os flavienses se identifiquem com a essência do Largo do Arrabalde”.

 

A participação no concurso de ideias deve contemplar uma equipa multidisciplinar, composta por técnicos com as habilitações académicas legalmente exigidas para o efeito, devendo, no mínimo, possuir com uma equipa multidisciplinar composta por um arquiteto, coordenador do projeto, um arquiteto paisagista, um engenheiro civil, um engenheiro eletrotécnico e engenheiro mecânico.

 

Este concurso de ideias terá ainda um prémio de consagração a atribuir no valor de 10 mil euros ao trabalho ordenado em primeiro lugar. Ao segundo trabalho será atribuído o valor de cinco mil euros e ao terceiro trabalho selecionado o valor de dois mil e quinhentos euros.

 

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A apresentação dos trabalhos deverá ser efetuada até às 15h30 do dia 26 de abril de 2021. Os termos de referência e acesso às peças também podem ser consultados no seguinte link:

https://community.vortal.biz/sts/Login?SkinName=Vortalgov  e na Divisão de Gestão Financeira – Unidade de Contratação Pública.

 

Recorde-se que as termas medicinais romanas, um achado ocasional que se revelou singular, são possivelmente uma das principais razões para a fundação de Aquae Flaviae na época romana. Os vestígios arqueológicos encontrados no local, em excelente estado de conservação, atestam precisamente a importância milenária da tradição termal de Chaves e de toda a região do Alto Tâmega.

 

Também pode ver a notícia aqui: https://www.chaves.pt/pages/314?news_id=1558

 

 

Termas Romanas um novo espaço

De História e Lazer

 

O concurso de ideia para a cobertura vem no seguimento das obras que se estão a decorrer no interior das Termas Romanas, inicialmente projetadas apenas como museu mas que agora irá ter também a componente lúdica e recreativa com um misto de história, ficção e realidade, em suma, durante o dia as termas romanas serão um museu normal com visitas abertas ao público e à noite transforma-se numa sala de espetáculos em que o público irá também fazer parte desse mesmo espetáculo, como figurante,  enquanto desfruta de um banho termal, porque a ideia é mesmo que o público assista ao espetáculo que decorrerá fora, dentro e por cima das piscinas das termas romanas e, em simultâneo, seja participante no próprio espetáculo, pelo que também o público e todo o pessoal de apoio (funcionários, técnicos do espetáculo, etc.) utilizarão vestes romanas, sendo as do público de uma só utilização, ou seja, no final do espetáculo pode ficar com as vestes de banho.

 

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A ideia deste aproveitamento noturno das termas romanas partiu de uma companhia galega do Bruxo Queiman e Andrea Pousa, que já atuaram em Chaves e nas Sextas-Feiras 13 de Montalegre por várias vezes, tendo chegado a um acordo com o município de concessionar o espaço das termas romanas para espetáculos noturnos, por um período de 10 anos, a contar já a partir do próximo dia 8 de julho (dia do município) em que será feito o espetáculo inaugural, isto se o estado da pandemia o permitir.

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A ideia é engraçada e espero que funcione, o único problema é que esta abertura noturna do espaço só se destina a público com mais de 18 anos e pelo que pude apurar, o valor do ingresso na brincadeira não é para todas as bolsas, só mesmo para carteiras bem abonadas, mas mesmo bem abonadas, pois ao que parece, o espetáculo termina numa espécie de banquete romano.  

 

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Entretanto o Bruxo Queiman e Andrea Pousa já vão ensaiando algumas cenas do espetáculo, bem como estão a recrutar alguns atores locais, porque ao fim e ao cabo, neste espetáculo, mesmo o pessoal de serviço, irá ser ator, tipo o que acontece no Teatro do Oprimido em que até os atores pode ser atores, só que neste caso, o teatro é para desoprimidos, pelo menos de bolsa…

 

E só me resta agradecer ao Bruxo Queiman ter permitido fazer algumas fotos dos ensaios. Obrigado!

 

 

Em tempo - 2 de abril de 2021

 

Este blog vai seguindo a tradição de enfiaruma peta no dia 1 de abril, mas passado 1 dia, é tempo de repor a verdade, ou seja, a primeira notícia do post  "Consurso de Ideias" é verdadeira, a segunda é totalmente falsa, quanto às fotos, são verdadeiras, mas de 2015 por altura da feira dos romanos.

 

 

 

27
Fev21

Vidago - Chaves - Portugal

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Dissemos no último sábado que tínhamos acabado a série dos vídeos das nossas aldeias e que não haveria, para já, mais vídeos das aldeias, e era verdade, embora faltasse o vídeo de Vidago, que seguindo a onda das aldeias ia ficado de fora, tudo porque Vidago é uma Vila e como tal, também no meu arquivo, está à parte das aldeias, mas ainda bem que remediamos a tempo, e assim, Vidago também tem hoje aqui o seu vídeo.

 

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E como Vidago para além de vila é e ela que nos proporciona pelo menos uma ida anual até lá para recolher as cores mágicas de outono, já temos muita foto publicada neste blog de Vidago, daí, o vídeo ser um pouco mais longo que o habitual e até a ultrapassar as medidas de conforto para ser visto, mas não quisemos deixar de trazer aqui todas as imagens, mesmo porque Vidago vai para além da sua vila, pois também é uma estância termal, com muita história e onde graças a isso possui um dos mais belos edifícios e parques de estâncias termais, para mim, ainda não vi igual e não duvido em apontá-lo entre os mais interessante de todos, quer em Portugal quer no estrangeiro. Parque e Hotel que tem ainda a mais valia de um campo de golf. Refiro-me ao Vidago Palace Hotel.

 

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Também temos as boas memórias do Comboio com Vidago a possuir um das poucas estações da  antiga Linha do Corgo que embora com um comboio que circulou muito fora da sua época, era uma delícia, lenta para viagens, para preciosa para os turistas que a descobriam ou que vinham até ela propositadamente. Tive a felicidade de fazer ainda muitas viagens nesse saudoso “texas”, quase sempre à varanda, mesmo de inverno… digam lá se não era um luxo fazer uma viagem na varanda tal como se estivéssemos na varanda de nossas casas… No vídeo temos um pouco de tudo.

 

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Vamos então ao vídeo onde reunimos todas as fotografias publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem. Quantos aos posts que já dedicámos ao blog, hoje não deixamos link, pois já foram muitos, mas pode fazer uma pesquisa na caixa de pesquisa do blog, por “Vidago”  que lhe aparecerão todos os posts que lhe dedicámos ou onde Vidago é referido.

 

Aqui fica o vídeo:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

 

 

09
Dez20

Um regresso à cidade com fruta da época e passarinhos

Diospiros, pardais, gralhas e outros passarinhos

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Um bocado confuso e desiludido com esta coisa da pandemia me privar de ir à caça de fotografias aos fins-de semana , feriados e dias de prisão domiciliária sem culpa no cartório, leva-nos a outras aventuras. Já farto de inventar e iluminar pinheirinhos de Natal, aliás já recebi ordens de que já chegam…tive que me virar para outras coisas, e fiz mais uma incursão pelo arquivo de fotografias antigas, para lhes dar alguma ordem e desfazer-me do lixo que por lá reinava. Já estava nisto há umas horas quando a insistência do granar de uma gralha (ou pega, nem sei bem) me fez levantar, pela certa estava a chamar pela companheira habitual para me ir aos diospiros, que têm servido de banquete à passarada, mesmo mirradinhos, que este ano não foi bom para a espécie e verdes por falta de geadas a sério, lá vai havendo um ou outro que vai amadurando, mas é só um ai que lhe dá, pois passado algumas horas só fica o toco que o prendia…

 

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Ora graças à insistência do granar da gralha fiz um intervalo e fui ver, lá estava ela no diospireiro. Aproveitei, peguei na máquina fotográfica, mais para desenferrujar as lentes do que propriamente pelas fotos, que aliás já pouca luz tinha para tal, mas mesmo assim, dei ao gosto ao dedo e lá fiquei uns minutos a contemplar tao lauto banquete, e sem convite, só algumas regras, pois enquanto há gralhas não há pardais e enquanto há pardais, estes em bando, não há passarecos mais pequenos, alguns que nunca tinha visto nem sei o nome.

 

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Os pardais demoram-se mais, mas como são poucos os diospiros maduros, vão-se engaliando por uma posição, quase parece a dança da vassoura, ora está um ora está outro com o diospiro, e tal como chegam em bando, assim partem.

 

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Já os melros que às vezes também vêm aos pares, ou então sozinhos, são mais cuidadosos, primeiro pousam, analisam o ambiente, e só quando tudo parece estar calmo e seguro é que atacam o diospiro, eles sabem que há gato por perto, escondido num qualquer lugar e que estão debaixo de mira, talvez por isso, o único melro que poisou enquanto estive de serviço ao diospireiro, poisou mas por pouco tempo, e ainda por cima não se pós a jeito de uma fotografia… fica para a próxima prisão domiciliária…

 

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E é tudo, pois hoje embora já a meio da semana lá temos que fazer outro regresso à cidade, ainda não sei por qual caminho, ou ponte, mas a caminho decidirei, dependerá do trânsito da manhã, que isto é uma cidade pequena mas nas horas de ponta só há popós na estrada, tomarei a alternativa mais calma, pois não gosto muito de confusões… desfrutem dos passarinhos, dos diospiros não, pois embora com boa cor ainda não estão maduros, estão naquele ponto em que deixam a língua grossa.

 

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Esté último foi o diospiro que me permitiu alguns cliques, um dos dois que estavam prontinhos a comer...

 

 

 

01
Dez20

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

Cidade de Chaves

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Já há muito que não vínhamos aqui com esta rubrica, mas com esta coisa da pandemia e de começar a ter saudades do passado, mesmo que recente, ressuscitou-nos a vontade de trazer aqui mais um bocadinho do Chaves de ontem e o Chaves de hoje, um pouco inspirado, ou em tudo, por uma passagem do diário de Miguel Torga, a respeito da nossa cidade no ano de 1960, quando este senhor que está para aqui a teclar esta escrita, tinha visto a luz pela primeira vez há 5 meses e 4 dias.

 

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Eu que até gosto de Torga e que até o considero o maior escritor e poeta a cantar Portugal, que conheceu e calcorreou o seu território e conheceu a sua gente, principalmente do nosso Portugal interior e mais profundo. Eu que como flaviense me senti sempre muito honrado por Miguel Torga nos incluir (Chaves e a região) tantas vezes no seu diário e que até nos descreve e inclui no Reino Maravilhoso que ele criou para nós. Eu um Torgónamo assumido, quando li uma das passagens que escreve no seu diário em 26 de setembro de 1960, que até elogia a gente de Chaves, não gostei mesmo nada daquilo que ele escreveu sobre a cidade de Chaves. Fica já a seguir, com o que não gostei a negrito e sublinhado.

 

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Chaves, 26 de Setembro de 1960

 

Há terras, como Aveiro, por exemplo, impregnadas de não sei que dignidade específica. É uma espécie de irradiação ética, que compensa largamente o forasteiro de todos os desconfortos e desilusões urbanas que nelas sinta. Chaves pertence a essa família. Apesar de feia, suja e desfigurada, o espírito sente-se aconchegado dentro dos seus muros. O prazer que os sentidos não gozam na pureza dos monumentos, na grandeza das praças e no desaforo das avenidas, encontra-o a alma na atmosfera de sanidade humana que respira na mais abafada e miserável ruela.

Miguel Torga, in Diário IX

 

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Fiquei com esse nó atravessado na garganta até ao dia de hoje, em que fui vasculhar e procurar no arquivo fotográfico do blog Chaves Antiga imagens de Chaves do ano de 1960, onde por sinal até encontrei bastantes imagens, onde depois de as ver e analisar muito bem, despido de sentimentalismos e bairrismos, com o olhar neutro e virgem, tal como Torga viu Chaves na época, só tenho que pedir desculpas, talvez perdão a Miguel Torga. Ele tinha toda a razão, Chaves era feia, suja e desfigurada, ou melhor, a cidade estava  feia, suja e desfigurada, embora fosse a cidade que sempre tinha sido até aí e que ainda hoje é (refiro-me apenas ao Centro Histórico), aliás hoje, o nosso centro histórico até está bem mais desfigurado que nos anos 60 do século passado, só com uma diferença, passou a ser uma cidade mais limpa, asseada e embelezada, principalmente no que diz respeito ao seu património histórico e monumental (fortes, castelo, jardins e espaços verdes, rio, ponte romana e edifícios públicos, igrejas e capelas) e felizmente, a grande maioria dos edifícios privados, pelo menos os mais emblemáticos, têm e estão a ser reconstruídos.

 

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Penso que o próprio Miguel Torga, que nos últimos 20 anos da sua vida passou a vir a Chaves frequentemente, pelo menos uma vez por ano, se apercebeu dessa alteração na cidade de Chaves e que se viesse hoje pela primeira vez a Chaves, com o seu olhar sem que os olhos perdessem a virgindade original diante da realidade e o coração, não diria que Chaves hoje é feia, suja e desfigurada, antes pelo contrário, mas sem esquecer os pecados nela cometidos e alguns que estão por resolver, refiro-me aos mamarrachos de betão e a algum casario que há anos estão em ruinas ou completamente degradados, como o que fica a seguir, que por sinal são as vistas principais que se podem ver desde o Hotel de Chaves recentemente, e que não devem ser nada agradáveis de ver para o turista que pela manhã se aborda da janela para ver como está o dia… Ficam duas imagens para contraste, com pecados de hoje, mas também belezas dos anos 60, bem mais bonito que o atual espaço, pois nem tudo era feio, sujo e desfigurado, talvez exceções, mesmo ao que aqui se disse.

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Pelas imagens que foram ficando de Chaves no ano de 1960 e Chaves dos últimos anos dá para ver que a cidade foi melhorando o seu visual sem se alterar, bem mais limpa, bem mais bonita, uma cidade que hoje se recomenda e que para mim, como flaviense e sem qualquer bairrismo, não há cidade igual à nossa e é a cidade mais bonita do mundo, só o raio do bicho corona é que está cá a mais…

 

 

 

29
Set20

Será que a Gioconda tem alma?

Cidade de Chaves - Rotunda da Praça do Brasil

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Será que a Gioconda tem alma?

 

Uma pergunta cada vez mais pertinente, que logo desde início o era, pelo menos intrigante, que implicava connosco… a arte é assim, uma peça conseguida, esta conseguida a partir do granito bruto,  que Susana Piteira idealizou e moldou para uma rotunda jardim de Chaves, na Praça do Brasil, integrada no Simpósio do Granito, 1993, do Encontro de Arte Jovem, de onde resultou esta escultura e mais meia dúzia delas espalhadas pela cidade, que infelizmente, duas delas não sobreviveram até aos nossos dias, ou então, estão em paradeiro desconhecido, pelo menos para mim que não sei onde elas poisaram…

 

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Mas voltemos à pertinência da questão – “Será que a Gioconda tem alma?”, uma questão que nos abria o caminho para a discussão, nem que fosse apenas interior, e talvez naquele sítio da então rotunda-jardim “ela” ganhasse alguma alma, mesmo que fosse num breve olhar do atravessar de um peão pelo local. Com o tempo a rotunda perdeu os seus caminhos de passagem, passou simplesmente a rotunda ajardinada e a “alma da Gioconda” sucumbiu, perdeu-se nas passagens apressadas sem olhares, continua lá, mas ninguém dá por ela, em que os líquenes, o musgo e o envelhecimento do granito ajudam, por um lado à sua camuflagem, mas também por outro, a sua integração como um elemento natural, o que levanta de novo a questão: Será que a Gioconda tem alma?

 

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Desde início que de entre as peças do Simpósio do Granito de 1993, foi uma das que mais me intrigou e implicou comigo, uma delas, é(ra) uma das desaparecidas, colocada na rua Direita e que pouco tempo esteve de pé. Quanto a esta, intitulada “Será que a Gioconda tem alma?”, agora que a rotunda é só rotunda, merecia um local mais nobre, onde as pessoas olhassem para ela não como uma pedra natural “nascida” no meio de um relvado, mas como uma obra de arte onde as pessoas que costumam interrogar-se, pudessem levar para casa a questão - Será que a Gioconda tem alma?

 

 

P.S. – Para saber mais sobre a artista: http://www.susanapiteira.com/

 

 

30
Ago20

Rali do Alto Tâmega 2020

Imagens e vídeos do PEC 2 - Aldeia do Seixo - Chaves

 

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O vencedor do Rali no Seixo

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O vencedor do Rali em Arcossó

 

Ficam duas imagens do carro da dupla Bruno Magalhães e Carlos Magalhães, vencedores da edição deste ano do Rali do Alto Tâmega. A primeira tomada no Seixo, no sábado dia 29 e a segunda em Arcossó, hoje, domingo, à tarde. Já a seguir fica o vídeo com a imagens (fotografia e vídeos) de todos os participantes na PEC 2 ( na aldeia do Seixo)  até ao acidente do Peto de Lagarelhos, que interrompeu a prova (o PEC 2).

 

 

 

Veja aqui o acidente do Peto de Lagarelhos no Vídeo da Sinal TV ( Atenção ás pessoas mais sensiveis, as imagens impressionam)

 

 

E com esta do rali, é a segunda semana consecutiva que falhamos a publicação de uma aldeia de Barroso do concelho de Boticas, pois das duas uma, ou vamos para o terreno recolher imagens ou ficamos em casa a trabalhar os posts, e estes fim de semana, como havia rali, optei por ele. Bem queria fazer as duas coisas, mas o tempo não estica… no entanto, nem que chovam canivetes, para o próximo domingo teremos cá a aldeia de Virtelo, fica prometido, e aqui as promessas cumprem-se…

 

11
Ago20

10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro em Chaves

EXPOSIÇÃO

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Abriu ontem, dia 10 de agosto, e prolonga-se até dia 31 de outubro,  a 10ª Bienal Internacional de Gravura do Douro 2020.

A entrada é gratuíta, com uso de máscara obrigatório, afastamento social de 2m e permanência no recinto limitada as 15 pessoas em simultâneo.

 

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Nesta bienal participam 1300 obras de 625 artistas, de 64 países e repartem-se por 12 exposições em 10 localidades do norte de Portugal, desde Alijó, a Bragança, Celeirós, Chaves, Favaios, Foz Côa, Peso da Régua, S. Martinho de Anta, Vila Nova de Gaia e Vila Real. Silvestre Pestana é o artista homenageado nesta edição da bienal. 

 

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Em Chaves, a Bienal Internacional de Gravura tem lugar no Pavilhão EXPOFLÁVIA (Junto à PSP) e abre de segunda a sexta, das 10H00 às 12H30 e das 14H30 às 19H00.

 

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Para além dos municípios e outras entidades envolvidas nesta Bienal Internacional de Gravura, tem como:

 

Curador e Diretor:

Nuno Canelas

 

Comissários:

Nuno Canelas (comissário geral/general commissioner)

António Canau (comissário-Portugal/portugal commissioner)

Fernando Santiago (comissário-américa/america commissioner)

Manfred Egger (comissário-Áustria/austria commissioner)

Claudia Sperb (comissária-Brasil/brazil commissioner)

Michael Derek Besant (comissário-Canadá/canada commissioner)

Chen Chuan (comissário-China/china commissioner)

Sheila Goloborotko (comissária-EUA/usa commissioner)

Valeria Bertesina (comissária-Itália/italy commissioner)

Alina Jackiewicz-Kaczmarek (comissária-Polónia/poland commissioner)

Ovidiu Petca (comissário-Roménia/romania commissioner)

Ann-Kristin Kallstrom (comissária-Suécia/sweden commissioner)

 

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Mais informações e dados sobre esta bienal em:

www.bienaldouro.com

 

 

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