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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

20
Mar21

Rio Tâmega - Chaves - Portugal

desde que entra até que sai de terras flavienses

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Vila meã – Presa do moinho

 

Ainda sem ideias para a nova ronda a fazer sobre as nossas aldeias, mas também, por causa do bicho,  impedidos de circular livremente pelo nosso mundo rural, vamos lançando mão àquilo que temos em arquivo e que pode ser “tema de conversa” para mais um post neste blog. Assim vamos por este nosso rio Tâmega abaixo, desde que ele entra em Portugal, ainda servir de raia com a Galiza, até que ele abandona terras flavienses.

 

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Açude de Vila Verde da Raia

 

O rio Tâmega nasce na Galiza e por lá anda até entrar em terras portuguesas, mas num troço de 3,4Km, o Tãmega ainda é partilhado com a Galiza, isto entre a nossa aldeia de Vilarinho da Raia e o Açude de Vila Verde da Raia, pois até aqui, na margem esquerda do rio ainda é Galiza e na margem direita, Portugal, troço onde existem duas povoações portuguesas, Vilarinho da Raia e Vila Meã enquanto que da margem esquerda existe a aldeia Galega de Feces de Baixo, que é quase mais portuguesa que galega, sendo mais um dos nossos “supermercados”, desde sempre, pois nem no tempo da outra senhora ou da fronteira, houve força que impedisse tal realidade, aliás até penso que se fazia mais comércio  nesse altura do que hoje em dia.

 

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Um das lagoas do Tâmega resultante da antiga exploração/extração de areia

 

Mas é no Açude de Vila Verde da Raia que o Tâmega adquire a “nacionalidade portuguesa”, começando logo por ser aprisionado para uma boa causa – permitir a rega da imensa veiga de Chaves. Atenção que esta da “imensa” veiga, tem de ser lida dentro do contexto de estarmos entre os montes, pois no contexto de terras planas, seria uma migalha, mas mesmo assim, a grosso modo, tem  11,5Km x 3.5 Km, ou seja 40 250 000 m² que em termos de hectares são 4 025ha de terra plana entre montes.

 

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Rio Tâmega em Chaves com a Madalena de fundo e uma nesga da ponte romana

É precisamente dentro desta veiga, que no troço entre Vila Verde da Raia, Outeiro Seco e Santo Estêvão o rio se vai espraiando em pequenos lagos, hoje aparentemente naturais mas que na realidade resultaram da desenfreada extração de areias que durante pelo menos duas dezenas de anos serviu de alimento ao fabrico de betão para construção das moradias, armazéns e grandes mamarrachos da nova cidade de Chaves, mas que infelizmente, esse b€tão também conseguiu entrar no centro histórico, com mais impacto no antiga Quinta dos Machados e no antigo mercado municipal. Seja como for a extração de areias terminou e hoje são mesmo pequenos lagos que algumas espécies de peixes e aves tomaram como residência habitual ou sazonal.

 

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Presa de um dos moinhos de Curalha

 

Entretanto o rio chega à cidade e numa centena de metros torna-se urbano, onde cinco pontes o atravessam, hoje, três delas pedonais, mas o destaque tem de ir mesmo para a milenar ponte romana, a nossa top model com quase 2 000 anos de existência e que sem qualquer dúvida é e sempre foi o bem mais precioso que a cidade de Chaves tem, daí ter sempre resistido a invasões e destruições da cidade. E o rio, embora tome a sua dose de urbanidade ao atravessar a cidade, a verdade é que depressa mergulha outra vez na sua ruralidade, onde algumas presas assumem por vezes a dupla função de alimentadores de energia para moinhos, mas também como “pontões” por onde se pode atravessar fora do período das chuvas.

 

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Antiga presa de um dos moinhos da proximidade de Moure

 

Moinhos e presas que também já tiveram a sua época e que hoje maioritariamente estão abandonados e em ruinas, salvo raras exceções como é o ou os moinhos de Curalha. Presas que em tempos também proporcionavam pequenas praias fluviais ao longo do rio, algumas até bem concorridas como era o Açude de Vila Verde da Raia ou a Praia de Vidago, mas tudo isso são coisas do passado, em que o rio era saudável e mantinha as suas águas quase cristalinas durante quase todo o ano. Qualidade das águas que o grande boom da construção e o êxodo rural com a sua população a concentrar-se quase toda em Chaves mas também em Verin,a exploração de areias do lado galego e português,  veio ferir quase de morte as águas do rio, e para destruir a sua qualidade bastaram duas dezenas de anos, para recuperar essa qualidade, por mais ETARes  que se construam, a água nos três meses de inferno fica “choca”  e depois só as cheias conseguem limpar alguma coisa, mas falta-lhe a antiga natureza a trabalhar na sua limpeza natural de quando o rio descia livre e em paz até encontrar o rio Douro.  

 

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Praia de Vidago

 

Finalmente chegamos ao local onde o rio passa para outros concelhos, pois logo a seguir a esta “Praia de Vidago” de onde muitos flavienses guardam boas memórias, começam os concelhos de Vila Pouca de Aguiar (na margem esquerda) e o concelho de Boticas e Ribeira de Pena (ma margem direita) onde o rio passa também a ser barrosão e penato para mais tarde passar a ser minhoto. É assim a vida deste rio, nasce Galego, transforma-se em flaviense/transmontano, para depois passar a transmontano e barrosão e finalmente minhoto, para no seu final engrossar as águas do rio Douro onde, precisamente há 20 anos aconteceu a tragédia da ponte de Entre-os-Rios.

 

 

 

06
Mar21

Quinta do Rebentão - Chaves - Portugal

Mundo Rural Flaviense

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Como já vem acontecendo ao longo dos anos, os sábados deste blog são dedicados ao mundo rural de Chaves. Já fizemos pelo menos 3 rondas por todas as aldeias do concelho e todas elas já têm um vídeo resumo aqui no blog, e também no You Tube e no MeoKanal[i].

 

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Há dias, prevendo já que iria entrar nesta fase em que o tema aldeias de Chaves se estava a esgotar, pedi a quem acompanha ou visita este blog com regularidade, principalmente aos que são naturais das aldeias e estão ausentes, que nos sugerissem temas ou matérias de interesse das nossas aldeias para nós podermos abordar, mas até hoje não recebemos uma única sugestão. Diz o povo que “quem cala consente” e até poderíamos ficar agradados com esse silêncio, mas no momento não o ficamos, porque o vosso silêncio será também o silêncio das vossas aldeias, pelo menos na forma regular e abrangente como o temos feito até aqui.

 

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Mas o blog irá continuar, aos sábados, pelo nosso mundo rural, mas a sair um pouco das nossas aldeias e da paisagem humanizada. Termos mais belezas naturais que as nossas serras e vales nos proporcionam, ou então posts temáticos, que andarão um bocadinho pelo concelho todo, conforme o tema.

 

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Está também previsto, a médio prazo, fazermos mais uma ronda por todas as freguesias, com as novas freguesias que foram criadas na última (2013)  reorganização administrativa do território das freguesias, mas para essa ronda vamos aguardar pelo ano de 2022, isto porque estamos em ano de Censos e queremos o que mudou no território nestes últimos 10 anos.

 

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Assim, e já dentro da nova abordagem do nosso mundo rural, hoje vamos até a Quinta do Rebentão, uma antiga quinta rural que o Município de Chaves adquiriu e converteu num complexo onde convivem a par um parque de campismo, umas piscinas municipais, uma quinta biológica, um circuito de manutenção e um bar/restaurante, tudo em montanha, atravessada por um pequeno riacho, tendo no interior uma pequena albufeira com aves aquáticas residentes e à volta da qual existem um pequeno espaço vedado com outros animais em cativeiro.

 

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O Circuito de manutenção, ao longo do qual existem alguns locais de estar e repouso, envolve grande parte deste complexo, aliás só as piscinas e a restante montanha ficam fora do circuito, ou seja, ao percorrer o circuito, que embora em montanha não é muito acidentado, está a fazer uma visita ao mundo animal em cativeiro, à quinta biológica e ao parque de campismo, pois todos confrontam com o circuito de manutenção. Tudo isto a 4 km da cidade de Chaves.

 

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Para além da piscina, parque de campismo, restaurante, etc, há o restante espaço da quinta em ambiente de montanha e de vida selvagem, que agora com a primavera à porta se começa a agitar com o renascer da flora e também da fauna, incluindo para estes bichinhos (fotos seguintes), que nesta época é habitual vê-los no chão, deslocando-se todos ligados, em fila, formando uma espécie de cobra ou procissão, daí chamarem-lhe a processionária, que não é mais que a lagarta-do-pinheiro (Thaumetopoea pityocampa Schiff) um inseto desfolhador de pinheiros e cedros em Portugal, atraentes e aparentemente simpáticos, mas que, ATENÇÃO, são perigosos, não lhes toque nem se aproxime muito deles, pois de inofensivos não têm nada, para além de serem uma praga para os pinheiros e cedros, quando os abandonam e os encontramos em terra para se enterrarem e crisalidar (passar de lagarta a borboleta), vão libertando pelos urticantes que, em contacto com a pele, mucosas e olhos são responsáveis por alergias em pessoas e animais, principalmente cães e gatos. Atenção que o efeito tóxico desses pelos urticantes podem ser mesmo graves, que se algum dia vos acontecer terem uma reação severa, não hesitem em recorrer à urgência do hospital, chamar o 112 ou contactar Centro de Informação Antivenenos (CIAV) – 800 250 250. Para cães e gatos, em casos graves, também terão de recorrer a um veterinário.

 

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O ciclo de vida da lagarta do pinheiro tem duas fases: a fase adulta, que é aérea, formada pelos ovos e lagartas e a fase de pupa, que é subterrânea.


Segundo a Deco Proteste  “Dependendo de vários fatores, como as condições climáticas, é geralmente entre janeiro e abril que as lagartas descem dos pinheiros. Nos últimos anos, tem-se verificado um aumento desta praga, sobretudo devido às condições climáticas. Em ambiente urbano, a lagarta-do-pinheiro exige vigilância constante e um combate urgente e atempado para evitar riscos para a saúde pública.

 

A presença da lagarta-do-pinheiro é fácil de ver nas árvores. Entre julho e novembro, observam-se tufos de agulhas avermelhadas, ligadas por fios sedosos, nos ramos expostos ao sol. Os ninhos grandes, em forma de bolsões, constituídos por fios brancos e sedosos, na ponta dos ramos expostos ao sol, aparecem a partir do outono.

 

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Sintomas e formas de tratamento

 

O contacto com os pelos urticantes da lagarta pode originar uma reação alérgica que varia consoante a sensibilidade da pessoa e a intensidade da…

Veja o artigo todo aqui 

 

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Até amanhã, em princípio com mais uma aldeia do Barroso, do concelho de Boticas.

 

 

[i] No MeoKanal ainda não estão a totalidade das nossas aldeias, mas aos poucos estamos a inserir as aldeias que faltam.

 

27
Fev21

Vidago - Chaves - Portugal

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Dissemos no último sábado que tínhamos acabado a série dos vídeos das nossas aldeias e que não haveria, para já, mais vídeos das aldeias, e era verdade, embora faltasse o vídeo de Vidago, que seguindo a onda das aldeias ia ficado de fora, tudo porque Vidago é uma Vila e como tal, também no meu arquivo, está à parte das aldeias, mas ainda bem que remediamos a tempo, e assim, Vidago também tem hoje aqui o seu vídeo.

 

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E como Vidago para além de vila é e ela que nos proporciona pelo menos uma ida anual até lá para recolher as cores mágicas de outono, já temos muita foto publicada neste blog de Vidago, daí, o vídeo ser um pouco mais longo que o habitual e até a ultrapassar as medidas de conforto para ser visto, mas não quisemos deixar de trazer aqui todas as imagens, mesmo porque Vidago vai para além da sua vila, pois também é uma estância termal, com muita história e onde graças a isso possui um dos mais belos edifícios e parques de estâncias termais, para mim, ainda não vi igual e não duvido em apontá-lo entre os mais interessante de todos, quer em Portugal quer no estrangeiro. Parque e Hotel que tem ainda a mais valia de um campo de golf. Refiro-me ao Vidago Palace Hotel.

 

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Também temos as boas memórias do Comboio com Vidago a possuir um das poucas estações da  antiga Linha do Corgo que embora com um comboio que circulou muito fora da sua época, era uma delícia, lenta para viagens, para preciosa para os turistas que a descobriam ou que vinham até ela propositadamente. Tive a felicidade de fazer ainda muitas viagens nesse saudoso “texas”, quase sempre à varanda, mesmo de inverno… digam lá se não era um luxo fazer uma viagem na varanda tal como se estivéssemos na varanda de nossas casas… No vídeo temos um pouco de tudo.

 

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Vamos então ao vídeo onde reunimos todas as fotografias publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem. Quantos aos posts que já dedicámos ao blog, hoje não deixamos link, pois já foram muitos, mas pode fazer uma pesquisa na caixa de pesquisa do blog, por “Vidago”  que lhe aparecerão todos os posts que lhe dedicámos ou onde Vidago é referido.

 

Aqui fica o vídeo:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

 

 

14
Fev21

São Pedro de Agostém - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves - C/Vídeo

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São Pedro de Agostém

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SÃO PEDRO DE AGOSTÉM.

 

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São Pedro de Agostém aldeia e sede de freguesia mas também o Santuário da Nossa Senhora da Saúde, um dos locais de culto do concelho de Chaves com mais tradição e que mais peregrinos chama até si, a par do São Caetano, mas com características um pouco diferentes, mesmo pela condição de o São Caetano ser um santuário isolado e este, da N.Srª da Saúde estar dentro do perímetro da aldeia de São Pedro de Agostém.

 

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Como pontos de interesse esta aldeia possui a sua Igreja Matriz (no centro da aldeia), no mesmo largo um interessante chafariz com bebedouro e lavadouro, de 1932, com a inscrição “Construído durante a ditadura nacional”, o conjunto do seu casario e o Santuária de Nossa Senhora da Saúde. Na freguesia destaca-se ainda outro santuário, de menores dimensões e afluência de peregrinos, mas bem interessante quanto à sua localização, sendo um autêntico miradouro natural com vistas para grande parte do concelho de Chaves, mas desde onde se avistam também os concelhos vizinhos de Vila Pouca de Aguiar, Boticas, Montalegre e Galiza, trata-se do Santuário de Santa Bárbara, junto à aldeia de Ventuzelos.

 

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São Pedro de Agostém aldeia mas também sede de freguesia, a par da freguesia de Nogueira da Montanha, são as que possuem mais aldeias na freguesia, 11 cada, esta de S.Pedro é composta pelas povoações de Agostém, Bóbeda, Escariz, Lagarelhos, Paradela de Veiga, Pereira de Veiga, São Pedro de Agostém, Sesmil, Ventuzelos, Vila Nova de Veiga e Peto de Lagarelhos, mas também a par da freguesia de Nogueira, não escapam ao despovoamento rural, embora até bem próximas da cidade de Chaves. No último CENSOS a freguesia contava com uma população residente de 1419 pessoas.

 

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Como sobre a aldeia já fomos dizendo o que tínhamos a dizer nos posts que lhe dedicámos ao longo da existência deste blog (com link no final), vamos até o vídeo que a aldeia ainda não teve, com todas as imagens da aldeia de São Pedro de Agostém e da Nossa Senhora da Saúde que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SÃO PEDRO DE AGOSTÉM:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-pedro-de-agostem-chaves-1834717

https://chaves.blogs.sapo.pt/s-pedro-de-agostem-chaves-portugal-1233918

https://chaves.blogs.sapo.pt/s-pedro-de-agostem-chaves-portugal-1156824

https://chaves.blogs.sapo.pt/nossa-senhora-da-saude-s-pedro-de-1230929

https://chaves.blogs.sapo.pt/s-pedro-de-agostem-chaves-portugal-1156824

https://chaves.blogs.sapo.pt/junta-de-freguesia-de-s-pedro-de-1118077

https://chaves.blogs.sapo.pt/955369.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/817368.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/546480.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/392144.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/178968.html

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Vicente da Raia, por sinal a última aldeia a passar por aqui nesta ronda dos vídeos, um para cada aldeia de Chaves, todos já neste blog e em breve, também estarão todos no MeoKanal.

 

 

 

 

 

30
Jan21

São Julião de Montenegro - Chaves - Portugal

Aldeias do Concelho de Chaves

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SÃO JULIÃO DE MONTENEGRO

 

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de São Julião de Montenegro.

 

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Aldeia de visita obrigatória, não só pela aldeia em si, com alguns pormenores de interesse entre o casario, o cruzeiro da entrada da aldeia, o tanque comunitário com uma curiosa estátua a servir de coluna (pilar) de suporte do telhado e por último, sem dúvida o que de mais importante tem São Julião de Montenegro, mas também o concelho de Chaves e a região, a sua igreja românica, construída no Séc. XIII e considerada Monumento de Interesse Público desde 2012.

 

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Esta igreja, embora sujeita a algumas intervenções e alterações desde o início da sua construção, sendo a mais notória a alteração que sofreu na sua fachada principal, tendo sido completamente alterada em 1855, mantém, no entanto, em tudo o restante o seu cariz românico original, nomeadamente as suas fachadas norte e sul, com a cachorrada lavrada com elementos zoomórficos, antropomórficos ou com decoração em rolos e cornija em laços e/ou bolas.

 

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No interior, a igreja é composta de uma única nave, pavimentada com lajes de granito e a capela-mor, separada do restante corpo por arco quebrado com banda externa de enxaquetado apoiado em meias-colunas com capitéis decorados com motivos zoomórficos, ostentando pinturas a fresco nos dois lados da parede. A capela acolhe grande retábulo de talha dourada profusamente decorado.  Mais informações sobre esta igreja, poderá ser consultada aqui: Monumentos.pt ou nos posts que anteriormente dedicámos à aldeia, com link no final deste post, pois hoje a razão de estarmos aqui é outra.

 

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Hoje estamos aqui pelo seu vídeo, com todas as imagens publicadas até à presente data neste blog, incluindo as deste post que escaparam às anteriores seleções, mas que merecem estar aqui. Vamos então ao vídeo, que espero que gostem.

 

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de São Julião de Montenegro:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-juliao-de-montenegro-e-31-kmos-zero-1829228

https://chaves.blogs.sapo.pt/991092.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/389562.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/374521.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/44207.html

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Lourenço.

 

14
Jan21

São Caetano - Chaves - Portugal

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Santuário de São Caetano

 

Hoje estava previsto irmos até a aldeia de São Cornélio, pois assim o ditava a ordem alfabética que temos seguido nesta rubrica, no entanto no meu arquivo, antes de São Cornélio, aparece o São Caetano, que embora seja um santuário e não uma aldeia, de vez em quando, temos-lhe disponibilizado este espaço das aldeia de Chaves, daí, penso que também merece ter aqui o seu vídeo resumo com todas as fotografias publicadas até hoje neste blog.

 

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São Caetano que, como santuário, é um lugar de culto e de fé, mas também de reflexão e de estar, independentemente da fé de cada um.

 

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É um lugar onde vou com alguma frequência, precisamente pelo bem estar que o local proporciona, quer de verão onde a abundância de sombras nos refresca o corpo e a alma, quer de inverno onde se sente a natureza semisselvagem a invadir-nos todos os momentos, e já deixo de parte a arte da natureza a pintar com todos os matizes de do verde todo aquele espaço nas primaveras, ou a magia de todas as cores de outono, e sim, com todo este ambiente e bem estar, mesmo sem fé, a reflexão acaba sempre por acontecer.

 

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Mas o São Caetano para a cidade de Chaves e região, é muito mais que tudo isto, que vai além da fé, do culto e do cumprir promessas, é um lugar de peregrinação com a tradição de a viagem se cumprir a pé, iniciando-se essas caminhadas a partir do dia 7 de agosto, no dia da morte do Santo e se prolonga até ao domingo mais próximo deste dia, o dia grande das caminhadas que durante toda a tarde de sábado e madrugada de domingo da celebração a estrada de acesso ao santuário é invadida por peregrinos, geralmente em pequenos grupos. Caminhadas que por promessa ou puro entretenimento ou lazer,  se vão repetindo um pouco ao longo de todo o ano.

 

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Um lugar que era também de visitas habituais de Miguel Torga, não só pelo santuário e pelo hábito de Torga gostar de beber água de todas as fontes, principalmente às quais são atribuídas características milagrosas, mas também pelo cemitério visigótico que existe junto ao santuário, momentos que foi registando por várias vezes no seu diário: “(…) Peregrino anual e céptico, não peço ao orago graças que sei que não pode conceder a um mau romeiro. Bebo-lhe a água gelada da fonte de três bicas, regalo os olhos na paisagem aberta e larga, espreito o cemitério visigótico (…)”.

 

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Por uma ou por outra razão ou até sem razão nenhuma, o São Caetano é de visita obrigatória, mas hoje não estamos aqui para falar do Santuário, pois isso já o fomos fazendo nos vários posts que lhe dedicámos ao longo da existência deste blog, posts para os quais fica link no final desta abordagem de hoje, cuja intenção é mesmo deixar aqui o vídeo com todas as imagens aqui publicadas até à presente data.

 

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Claro que aproveitamos esta oportunidade para deixar mais algumas imagens do São Caetano, imagens que escaparam às anteriores seleções ou que entretanto fomos tomando nas nossas passagens por lá, por sinal com alguma frequência, pois fica num dos nossos itinerários preferidos para entrar no Barroso do concelho de Montalegre.

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados ao Santuário do São Caetano:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-caetano-chaves-portugal-1811957

https://chaves.blogs.sapo.pt/660003.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/414108.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/414108.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/199847.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/186179.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/63542.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Cornélio.

 

 

 

06
Jan21

Santo Estêvão - Chaves - Portugal

Vilas de Chaves

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SANTO ESTÊVÃO

 

Em geral, nesta rubrica, vimos aqui cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, mas hoje, embora com o mesmo objetivo, não é uma aldeia, mas sim uma vila, a vila de Stº Estêvão.

 

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Outrora Vila Medieval com a importância que a História lhe confere, perdeu esse estatuto com o passar do tempo, mas graças à sua história, Lei nº 28/2005,  atribui-lhe de novo o estatuto de Vila – a Vila de Stº Estêvão, ficando assim o concelho de Chaves, com uma (1) cidade, duas (2) vilas e cento e trinta e duas (132) aldeias.  

 

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É também uma vila com castelo, um pequeno castelo mesmo no centro da vila, com uma localização muito singular, pois ao contrário da grande maioria dos castelos que se localizam em pontos altos, em geral nos cumes de pequenos montes ou elevações, este está implantado em pleno vale de Chaves, mas pela certa que tinha a proteção dos dois ou três castelos próximos, o de Chaves e Monforte, e às vezes, o de Monterrei, pois este último, no decorrer da sua existência, tanto foi castelo amigo como inimigo, que embora próximo, já pertence à Galiza e como tal ao Reino de Espanha. Mas isto são coisas do passado, pois hoje os castelos, embora mantenham a sua importância na História, militarmente falando, não têm qualquer importância, daí, hoje em dia, ou estão abandonados, esquecidos e degradados ou foram convertidos em pousadas, museus e outros fins.

 

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Mas hoje não estamos aqui para falarmos de Santo Estêvão, isso, já o fomos fazendo ao longos dos vários posts que lhe dedicamos onde houve até lugar para a poesia. Fica link no final deste post para essas abordagens à Vila de Santo Estêvão.

 

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Vamos então ao vídeo com todas as imagens da vila, uma vila do vale de Chaves, a caminho da Galiza, ali quase ao lado. Aqui fica, espero que gostem:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à vila de Santo Estêvão:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/da-nascente-do-rio-tamega-ate-aos-lagos-1867408

https://chaves.blogs.sapo.pt/sto-estevao-chaves-portugal-1826169

https://chaves.blogs.sapo.pt/550617.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/439822.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/304765.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/43927.html

 

 

E quanto a aldeias e vilas de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Cornélio.

 

19
Dez20

Santa Leocádia - Chaves - Portugal

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SANTA LEOCÁDIA

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Santa Leocádia.

 

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Santa Leocádia é mais uma das nossas aldeias que fica no limite do concelho confrontante com o concelho de Valpaços, ali onde a serra da Padrela Termina para começar a serra do Brunheiro, uma das aldeias também servida pela R314 que nos leva até Carrazedo de Montenegro.

 

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Santa Leocádia é uma pequena aldeia de montanha  que se divide em dois núcleos bem definidos, um junto a igreja românica, a imagem de marca da aldeia mas também da região, e outro núcleo, aparentemente mais antigo, um pouco abaixo da igreja, mas quase à mesma distância da aldeia vizinha de Adães, ou seja entre os núcleos de Santa Leocádia há cerca de 250m de distância e entre o núcleo mais baixo da aldeia e a aldeia de Adães são pouco mais de 350m. Um bocadinho, mais distante fica a aldeia de Fornelos, em plena R314, a pouco mais que 900m, os mesmos que dista do limite do concelho.

 

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Esta proximidade de aldeias é comum em quase todo o concelho, mas principalmente a Sul da cidade de Chaves onde há mais aldeias e menos território, mesmo assim, em todo o concelho, entre aldeias, todas as distâncias são inferiores a 10Km, o que faz uma grande rede de aldeias a rodear a cidade de Chaves, que fica mesmo no centro do concelho.

 

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Apenas algumas curiosidades. Mas hoje estamos aqui pelo vídeo que Santa Leocádia ainda não teve, onde vamos deixar todas as imagens da aldeia publicadas até hoje neste blog, incluindo as do post de hoje que escaparam às anteriores seleções. Quanto à aldeia, se quiser saber mais um pouco sobre ela, ficam no final os links para os posts que lhe dedicámos. Mas vamos então ao vídeo, que espero que gostem:

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Santa Leocádia:

https://chaves.blogs.sapo.pt/santa-leocadia-chaves-portugal-1843843

https://chaves.blogs.sapo.pt/924679.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/795857.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/339379.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/305473.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/36692.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Santa Marinha, aliás, até chegarmos à aldeia de São Vicente, vamos andar pelas terras das santas e dos santos, 14 aldeias no total têm como topónimo o nome de santa ou santo.

 

 

16
Dez20

Santa Cruz da Castanheira - Chaves - Portugal

Aldeias do Concelho de Chaves

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Santa Cruz da Castanheira

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Stª Cruz da Castanheira.

 

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Ainda há dias tivemos aqui a aldeia de Sanfins da Castanheira, uma das aldeias mais próximas de Santa Cruz, que abas têm em comum além da vizinhança o facto de terem Castanheira por apelido, não só por estarem em terras da castanheira mas também para se diferenciarem de outras aldeias com o mesmo topónimo, que no caso de Santa Cruz, são duas as aldeias com este topónimo no concelho de Chaves.

 

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Aquilo que dissemos em Sanfins aplica-se quase na integra a esta aldeia de Santa Cruz, a proximidade entre quase todas as aldeias da freguesia de Sanfins e de Cimo de Vila e a sua localização no limite do concelho de Chaves, embora Santa Cruz até nem seja a mais próxima desse limite, pois para além desta aldeia ainda há a aldeia de Parada, também da mesma freguesia.

 

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Mas hoje também não estamos aqui para falar sobre esta aldeia, pois isso já o fizemos nos posts que lhe dedicámos anteriormente e para o quais fica link no final deste post. Hoje estamos aqui mesmo pelo vídeo que até hoje não teve.

 

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Vamos então ao vídeo com todas as imagens da aldeia de Stª Cruz da Castanheira que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Stª Cruz da Castanheira:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/santa-cruz-da-castanheira-chaves-1841408

https://chaves.blogs.sapo.pt/321093.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Santa Leocádia.

 

02
Dez20

Sandamil - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves

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Sandamil

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Sandamil.

 

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Sandamil é uma das aldeias do planalto do Brunheiro, da freguesia de Nogueira da Montanha, uma das maiores freguesias do concelho de Chaves, com 11 aldeias, mas também das que sofre mais com o despovoamento.

 

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Sandamil é assim uma das aldeias de terras altas, a rondar os 830m de altitude, com invernos rigorosos, frios e húmidos, que por cá, principalmente àquela altitude, são de 9 meses, mas pelo menos vai escapando aos 3 meses de inferno que se sentem na veiga, com verões mais suaves.

 

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Para ir até lá, não há nada que enganar, basta apanhar a E314 em direção a Carrazedo de Montenegro, subir toda a Serra do Brunheiro e logo a seguir às bombas de gasolina de France, há um cruzamento, onde deve tomar o desvio da esquerda, logo de seguida apanha uma longa reta no final da qual há outro cruzamento, neste deve desviar à direita. Está tudo bem sinalizado.

 

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Sobre Sandamil já fomos dizendo aquilo que havia a dizer nos posts que lhe dedicámos anteriormente, para os quais fica link no final deste post, hoje estamos aqui pelo seu vídeo que ainda não teve, mas como sempre aproveitámos para deixar mais algumas imagens que escaparam às anteriores seleções. Vamos então ao vídeo, que fica já de seguida. Espero que gostem.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Sandamil:

https://chaves.blogs.sapo.pt/sandamil-chaves-portugal-1801042

https://chaves.blogs.sapo.pt/350080.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/18883.html

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Sanfins da Castanheira.

 

 

 

 

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