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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

19
Nov18

De regresso à cidade pela rua...

1600-(41092)

 

De regresso à cidade por aquela que sempre pensei ser a rua principal da cidade, aquela que atrai as pessoas, que mais movimento tem. Penso que um dia foi assim, quando tinha de passar por lá todos os dias para sentir a cidade. Hoje já não tenho essa certeza. Ainda ontem ao fim da tarde, de regresso a casa de popó, passei por lá. Até me fica mais longe, pois obriga-me andar às voltas, mas é vício antigo o passar por lá para ver como vão as modas… e de relance vi haver por lá novas lojas, mas nem sei o que vendem, o problema é que passo na rua e não vejo nada, na rua parece-me nada acontecer, além de ter de ir com atenção para não me espetar contra as malgas ou alguém a desviar-se delas. A caminho de casa vim a pensar que talvez esta cegueira fosse culpa minha, comecei a sentir-me culpado por tal acontecer, mas, agora, a frio, desculpabilizo-me de todo. Mas que raio, afinal se a rua não me atrai é porque não é atraente, de todo, então aquelas malgas com hortências, tiram-me do sério. Pensei que os passeios se faziam para os peões circularem, calmamente e em segurança, com as malgas a ocupar metade do passeio, apenas deixam espaço para passar uma pessoa e a rua parece atravancada, quer para os popós quer para as pessoas. Se os pousaram lá para enfeitarem, vou ali e já venho, para segurança dos peões não levarem com um carro em cima ou para estes não estacionarem por lá, mais vale fecharem a rua ao trânsito, aí é que era, então com umas esplanadas pelo meio...  até eu ia dar por lá umas voltinhas a pé, nem que fosse e só para ver o que os novos comércios vendem, pois quem sabe, se calha até há por lá qualquer coisa que me interesse.   

 

16
Nov18

Momentos de luz (ou sem ela) na cidade de Chaves

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Para não ser todos os dias do mesmo ou do que está a dar (na moda), agora o outono, resolvi dar uma voltinha por coisas diferentes. Encontrei esta primeira imagem, de um momento no mínimo esquisito, mas com um rosado interessante, e registei-o com o que tinha à mão, o telemóvel que, penso eu, ainda lhe acrescentou mais esquisitice ao momento, que apresento sem filtros, tal-qual o telemóvel ma deu. Hoje já não somos nós quem mandamos nas nossas vontades, os eletrodomésticos de casa e que transportamos connosco parece terem também vontade própria e às vezes controlam(-nos) até os nossos olhares e gostos. Mas escolhi a imagem também para dizer uma coisinha que, em especial, me irrita. Admito que haja praí pessoal que não goste de História, eu também não morro de amores por ela, mas vou ao que me interessa, principalmente àquela (História) que nos toca de perto e é também a nossa História. O que me irrita é que passem por esse Senhor da estátua que está no meio da rotunda e muitos flavienses não saibam quem o Homem é, ou foi. E tenho a triste prova disso mesmo, aquando em tempo uma senhora, que por acaso até nem era uma senhora qualquer, pois tratava-se de uma pintora portuguesa mais que consagrada de passagem por Chaves, perguntou à volta da rotunda quem era o Senhor da estátua. Perguntou no quiosque que então existia e onde se sabe sempre de tudo, aos taxistas que igualmente conhecem a vida de toda a gente, aos entrantes e saintes do supermercado lá do sítio, aos passantes etc.  Ninguém lhe soube dizer quem era o Homem da estátua. Isto confessou-mo a própria depois de ter abordado o último passante (que por acaso era eu). Primeiro esbocei um sorriso, relembrando aqui que há sorrisos amargos, não para a senhora, mas para a ignorância, não da senhora que não era de cá, mas para os de cá que não conhecem os seus, e este Homem, nem que fosse pelo seu fim trágico de uma noite sangrenta ao serviço de todos, merecia ter a sua História conhecida por todos os flavienses, que a maioria até lhe conhece o nome, mas não faz a mínima ideia de quem o Homem é. E fico-me por aqui, e de castigo para quem não sabem quem Ele é, também não o vou dizer – informai-vos!

 

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E já que atrás abordei a ignorância, o segundo momento de hoje vai para o seu contrário, a inteligência e a sabedoria, neste caso da natureza, principalmente quando nos brinda com momentos como os da imagem em que ilumina o nosso olhar para aquilo que verdadeiramente interessa, realçando-a e deixando na penumbra aquilo que na imagem se chama ruído, que só incomoda e distrai. Inteligência, sabedoria mas também amiga e condescendente, dando um pouco de luz a quem dela precisa…

 

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Já sei que prometi que o Outono aqui do blog só vai aparecer no próximo sábado (amanhã),  mas fica um brinde, também ele da natureza do Outono, digamos que é um aperitivo para o que aí vai vir e um pouco da magia da luz e da cor. E com esta me bou!

 

Então, até amanhã!

 

 

14
Nov18

Cidade de Chaves, uma praça e uma árvore

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Cá fica mais uma imagem com as cores de outono, esta bem no coração da cidade, na nossa praça monumental onde os estilos se misturam mas convivem amenamente e onde basta uma árvore (tília) apenas uma para fazer a diferença, pois na praça não há mais, e nem que fosse e só para sentir as estações do ano, esta árvore já cumpria a sua missão, mas tem também a nobre missão de dar sombra nos dias quentes de Verão a quem dela precisa e já andou muito ao sol, pena que as nossas praças em vez de se arborizarem se desarborizem, tal como aconteceu nesta, onde existiam árvores e até um enorme olmo, tão monumental como os edifício da praça.  

 

 

13
Nov18

Momentos da cidade de Chaves com o nosso nevoeiro...

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Ora diz o nosso povo que depois da tempestade, vem a bonança, e se o nosso povo o diz, é porque é verdade, porque ele é sábio, e tudo indica que sim, que depois de um invernoso fim de semana, o sol vem aí, e talvez traga consigo o verão de S. Martinho de que o nosso povo também nos fala, e eu acredito que assim seja, mas diz-me também a experiência de ser flaviense há tantos anos, que o sol virá, mas de mansinho, primeiro o nosso Tâmega e a nossa veiga vão brindar-nos com o seu nevoeiro, para mim é um brinde, eu penso mesmo que nasci numa manhã de nevoeiro e que ele também me corre nas veias, aliás nem imagino esta cidade sem os seus dias de nevoeiro, seria no mínimo esquisito nunca sentir a ponta do nariz frio, e depois ficaria sem a magia de ver o sol a romper por entre o nevoeiro para finalmente se dar em toda a sua resplandecência, com o seu calorzinho a saber tão bem.

 

Mas sobretudo, em imagem, o nevoeiro tem o dom de nos proporcionar, ou deixar ver, a essência das coisas. Vejam lá a imagem que vos deixo! Seria a mesma coisa se não tivesse nevoeiro!?

 

 

 

09
Nov18

Cidade de Chaves e as coisas do tempo!

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Ainda ontem falávamos aqui do tempo das coisas e das coisas do tempo, mas mais em modas de imagem. Hoje vamos ao mesmo, às coisas, e ao tempo, que por um lado está de frio e de chuva com dias acinzentados e por outro é tempo de coisas da época que também vão fazendo parte das iguarias e festas de época, ou seja, do tempo.

 

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Uma das coisas boas do tempo, é a fruta. A castanha é rainha e senhora, já em tempos foi pão nosso de cada dia (enquanto durava), bastava um golpe macio em cada uma, despejá-las num pote com água ao lume (lareira), esperar que cozessem e depois era só descascar e comer, quentes ou frias. Para prato mais rico, acrescentava-se batata cortada a meio, com casca, a cozer juntamente com as castanhas, no final a mesma receita para as castanhas, já as batatas eram temperadas com um bocadinho de alho e um fio de azeite, uns copitos de vinho por cima para abafar e ajudar a digestão e bota regaladinhos para o quentinho da cama, sem televisão. A exceção era para o dia de S. Martinho, tradição que felizmente ainda se vai mantendo por cá, com os magustos, agora com uns acrescentos, mas onde o obrigatório é a castanha assada, a prova do vinho novo e a jeropiga. Atualmente a festa é mais rica e acrescenta-se-lhes umas fevras, a sardinha assada, pão centeio, às vezes umas saladas e pimentos assados, muito vinho branco e tinto, finalizado com a jeropiga para a assossega e mais tarde um caldinho verde para formatar os estômagos.

 

1600-santos-2018 (113)-cut

 

Voltemos à cidade e à primeira imagem que agora é a terceira, ou seja, a primeira foi para demostrar o tempo de chuva, frio e cinzento, daí ficar a p&b. Mas agora fica a versão do P&B com os vermelhos a escapar à seleção, e porquê!? — Ora para realçar algumas coisas boas do tempo, desde logo a fruta à porta da loja , mas em especial aquela varanda vermelha que é um encanto para o olhar. A única com estas características em Chaves, que resistiu a modernidade e vai continuar a resistir, pois o prédio está a ser reconstruído e a varanda vai manter-se. Mas agrada também ver que aos poucos o casario das ruas principais da cidade histórica está a ser reconstruído, mantendo-se a traça inicial (ou próxima), o que abre a esperança de que nos próximos anos, o Centro Histórico volte a ter vida, com gente dentro das casas e a dar movimento às ruas, com momentos como os que se veem na imagem, com os vizinhos a conversar de um para o outro lado da rua equanto os passantes passam. 

 

1600-santos-2018 (563)

 

Por último o resto da fruta e coisas da época. Coisas boas, não só para quem as consome, mas também para quem as produz, e principalmente estas duas que deixo em imagem, acrescentando um pouco de azeitona e o vinho, que ainda vão mantendo algumas famílias no mundo rural, principalmente a castanha, isto onde a há, pois é fruta de terras altas. A acrescentar à fruta, temos agora o que nos vem da horta – nabiças, grelos e as couves,  que fazem o acompanhamento de qualquer prato, só falta mesmo o fumeiro que está quase a chegar, depois sim, com estas coisas do tempo (época) que deixo aqui descritas, cozinhadas com os saberes e sabores aprendidos com as nossas avós, é também tempo de dizer – E TÃO BOM VIVER EM CHAVES!

 

 

 

 

 

08
Nov18

Ocasionais

ocasionais

 

 Aí por CHAVES 

 

É com trovões e com relâmpagos

que se tem de falar aos

 espíritos frouxos e adormecidos.

Fried. Nietzsche

 

Aí por CHAVES, onde bons cidadãos se derretem converter-se em moinantes políticos, considerando ser essa a condição e a oportunidade de «dar a volta à vida», e para as trupes ambiciosas de «dar a volta» à vida, em poleiros políticos, “o esforço mínimo e a asneira máxima”   é o lema e o brasão da sua conduta como agentes autárquicos   -  Assembleias, Juntas, Executivo camarário.  

 

Estou em crer que esses tabarins andaram e andam por aí danados em “vender a alma   -   ou, sabe-se lá, também o corpo”!  Só que já não haverá diabo que lhos queira comprar!

 

‘Inda por cima, falta-lhes conhecimento histórico que lhes permita uma compreensão e explicação do Passado para suporte de cumprimento da missão, que cabe a administradores autárquicos, com consolidadas vantagens na construção do Futuro da NOSSA TERRA!

 

Sobra-lhes, e de que maneira, o psitacismo!

 

CHAVES está inçada de farsantes empenhadíssimos em tomar assento nos escanos, e mesmo nas escadas, do Paço do Duque.

 

Aí por CHAVES, até o «joio quer chamar-se trigo”!

 

Os Flavienses (ai se fossem só eles!...) deixaram-se hipotecar por bucelários.

 

Deixaram-se convencer a negar o Presente ... e a renegar o Passado, e aceitaram o Futuro como uma condição secreta.

 

Infelizmente, aí por CHAVES, a hostilidade para com o progresso, e muito particularmente para com o progresso cultural e intelectual, é um dos modos de vida  dos flavienses, gravemente incentivado e (patrocinado) por grande número dos principais responsáveis pelos desígnios da Autarquia!

 

Infelizmente, aí por CHAVES, os flavieneses, de alma e coração, que se manifestem defensores da «Cidade» logo são sujeitos a constrangimentos e cercados pela hipocrisia.

 

Alguém disse (e escreveu): «quando um ambiente é estúpido, cheio de preconceitos e cruel, é sinal de mérito não estar de acordo com ele».

 

As afirmações, as negações, as decisões, as omisões de presidentes da Câmara Municipal de CHAVES (e aqui «presidentes» vale por aqueles que «estão presentes» nos cargos com ou sem pelouros) seriam coisa divertida (mesmo até de rir à gargalhada) se não fossem tão prejudiciais e catastróficas para o Município!

 

Apropriam-se do nome de «políticos» sem cuidar em aprender e cumprir os verdadeiros métodos ou princípios da Política!  Não têm méritos, somente influências!

 

À maioria dos flavieneses é-lhes bem-feita: contentam-se com «soluções de treta» e com respostas superficiais aos múltiplos e graves problemas com que se depara a sua «Cidade»!!!

 

Os flavienses têm-se deixado comandar por quem não tendo as suas virtudes simula tê-las! Têm feito convosco o jogo da política com dados viciados!

 

O (inesquecível) «ataque» feito ao “Jardim das Freiras”, foi determinado pelo «ódio» que esse lugar provocou no coração dos seus autores, ódio esse nascido de frustrações, amargos e amarguras, e derrotas que esses fracassados não foram capazes de  superar, e para os quais o “Jardim das Freiras” era a representação desses diabos que os atormentavam.

 

Esses parvalhões, formatados em preceitos de pedantice bacoca, estúpida e daninha, e auto-promovidos a «políticos», nunca entenderam a importância e o significado de um «Jardim» para os Portugueses, para os Flavienses, em especial: O “Jardim das Freiras”, tal como o “Jardim Público”, o “Jardim do Tabulado””; o “Jardim do Bacalhau”, presta-se,  tal e qual a «plaza» espanhola e a «plazza» italiana, aos contactos  e à aproximação das nossas relações com os outros, tornando possível o sentimento de pertença a uma comunidade em que todos se sintam responsáveis uns  pelos outros.

 

Esses beleguins não destruíram para construir: a aberração que deixaram ficar foi apenas o testemunho do seu «ódio» à «Cidade» e, em particular, ao que mais de representativo a «Cidade» tem.

 

Esses farsolas, reles e frustrados, com o ataque ao “Jardim das Freiras” (e não só) apenas conseguiram para si aumentar as perdas do respeito que pretendiam ganhar!

 

A paciente indolência dos  flavienses tem contribuído para  a decadência do Concelho: - Sofrer com resignação é mais fácil do que reagir com energia”.

 

Os de CHAVES” não têm sido mais do que degraus para que tantos impostores e medíocres atinjam uma «certa» altura!

 

Por aí, pela Câmara Municipal e pelas Juntas de Freguesia, vê-se muita gentinha a receber a mesada mais pelo tempo gasto do que pelo trabalho feito, mais pelas horas de folga e de preguiça do que pelas horas de trabalho!

 

CHAVES tem sido administrada por «oleiros que não tinham acabado de aprender o seu ofício».

 

CHAVES, em vez de adesivos, o que precisa é que não lhe apliquem lenimentos paleativos  e lhe (com licença de Manuel Cunha [Pité]) cauterizem as feridas!

 

Na época do Estado Novo, apesar da miséria «salazarenta», CHAVES deu dois passos em frente: Um (o) Monumento; o 3º Ciclo Liceal; a Escola Normal; o novo edifício da Escola Comercial e Industrial; Escolas Primárias; o Palácio da Justiça; Avenidas Novas, a Ponte Nova; e os Jardins sempre bem cuidados!

 

Na «jovem democracia» (que treta tão risoteira!), tão lampeira a prometer,  com os seus corneteiros e trombeteiros «abrileiros», mundos e fundos de melhoras e melhorias que cobririam de vergonha os tempos da «outra senhora»,  CHAVES  só tem andado para trás: - mamarrachos; festas sem «Graças» nenhumas; fuga,  deserção e, ou, despromoção de «milhentas» instituições; e teimando em empontar tantos dos seus filhos!

 

Afinal, o que é que foi feito pelos assenhoreados «abrileiros» do Paço do Duque que aumentasse os méritos, a honra e a glória do nosso Município, que dignificasse CHAVES?!

 

Oh! Flavienses! Seus camelos zaratustrianos! Que vos deixais atraiçoar pelas crendices politiconeiras   -   por estardes habituados às cristovânias   -  e, assim, ajoelhais-vos a consentir, como camelos, ser carregados com desdém e prejuízos, pelos tabaréus e medíocres que tendes posto no poleiro, para administração do vosso território!

 

Afinal, em nome de quem, ou de quê, sacrificais e escarneceis a vossa sabedoria?!

 

Por esse andar, não tarda muito que, de candeias às avessas, alumiareis as ruas da cidade com cromadas lamparinas feitas com gordura de cevados políticos dos vossos currais partidários!

 

CHAVES continua sem Catedral, e sem !

 

E sem Universidade!...

 

Pelo caminho que os fazem seguir, nem admira que, «rápido e depressa», os chavinenses passsem a vassalos da «Bila» e, de imediato, dos «capitalistas (os donos da capital) do norte.

 

Ai! Os flavienses estão a precisar que lhe cortem as orelhas «para aprender a ouvir música com os olhos”!

 

O que vai, de política, antes, politiquice, aí por CHAVES, é mesmo como dizia o meu amigo Zaratustra: os mascarados com cores político-partidárias refilam uns com os outros, de vez em quando, «mas não demoram a reconciliar-se   -  a dar razão cada qual a cada qual. O contrário estargar-lhes-ia a digestão» das mordomias e vaidades que a politiquice lhes serviu à mesa da sua ganância e ambição!

 

M., quatro de Novembro  de 2018

Luís Henrique Fernandes, da Granginha

 

 

07
Nov18

Mais uma do outono flaviense

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Isto da fotografia é como a fruta do pomar, quando começa a dar cereja, há cereja por todo o lado, quando estão a dar os figos, marcham a qualquer hora. Pois na fotografia, também é assim, quando nasce a primavera, não faltam por aí fotos floridas, quando chegam os nevoeiros, começam a aparecer os p&b com gente encolhida dentro das fotos, se cai uma nevada, as fotos inundam-se de branco, como estamos no outono, há que trazer aqui a melodia das suas cores. Pois eu também não sou exceção e tal como em tempo de cerejas me boto a elas e em tempo de figos procuro pelo pão, agora também ando à caça dos amarelos e vermelhos do outono, mas, pois há sempre um mas, como não tenho tido tempo para sair de caçada e o tempo também não tem ajudado, há que lançar mão do que temos em arquivo, e aqui também é como as cerejas, sejam de que ano forem, são sempre redondinhas e vermelhinhas, e fico por aqui, pois já chega de paleio…

 

Até amanhã.

 

06
Nov18

Cidade de Chaves, um momento de Outono

1600-(49962)

 

No regresso à cidade de ontem, vim aqui com fotos de outono de arquivo, mas prometi que, quando tivesse algumas do presente outono, eu partilhava aqui. Pois tal como dizia ontem, as cores de outono ainda não estão no ponto do rebuçado, mas para lá caminham, mesmo assim já têm algum ar da sua graça. Fica então uma fresquinha, da tarde de segunda-feira, com um pouquinho de outono, outro tanto da nossa Ponte Romana, mas com os padrões ou colunas por inteiro, e também uma jovem família na sua travessia.

 

Até amanhã!

 

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