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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

18
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Júlio Pomar

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Júlio Pomar (1926 - 2018)

Mai 68 (CRS-SS), 1968

Acrílico sobre tela

97 x 130 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Em 1950 Júlio Pomar, faz a sua primeira viagem a Paris, cidade onde se instala a partir de 1963. Na sua vasta obra, em contínua experimentação e reivindicação, trabalha a pintura, a gravura, a cerâmica. Mai 68 faz parte de uma série de pinturas intitulada “CRS-SS”, realizada em Paris por ocasião das manifestações de maio de 1968. As pinturas surgem do confronto, ou do encontro, entre a realidade das ruas parisienses, em ebulição, e a observação de uma pintura do século XV, de Paulo Ucello, representando a Batalha de San Romano. Pomar explica como esta interseção de tempos diferentes o inspirou: “Estava eu a refazer interpretações das batalhas de Paolo Ucello, que, reduzidas aos meus elementos mais simples, são lanças, paus, são escudos, são capacetes, e de repente, dou com isto ao vivo na rua. Então ataquei uma série de quadros, aí uns quinze que nunca foram expostos sobre maio”. É também o início de uma nova técnica, com tinta acrílica, através da qual desenvolve uma pintura de cores lisas, compactas, com formas abstratas em tons fortes e oposições cromáticas marcadas, que se destacam como que recortadas e coladas em fundos monocromáticos densos, de intenso impacto visual.

 

 

 

Para ficar a saber mais sobre Júlio Pomar:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_Pomar

https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/

https://gulbenkian.pt/museu/artist/julio-pomar/

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20j%c3%balio%20pomar

 

 

18
Jul19

Quatro gerações a esticar...

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Entre 1914 e 2014, num século e quatro gerações, mulheres e homens portugueses esticaram em altura.

JN de 26-06-16

 

Ao que parece o esticar ou crescer ao longo dos tempos, é transversal à vida portuguesa. Aconteceu com as pessoas, com o tempo de vida, com a educação, com a qualidade de vida, mas também com o que é mais material, com as casas/construções, por exemplo, que a imagem que vos deixo é bem uma prova disso, onde também se podem ver três ou quatro gerações…

 

No mesmo estudo, sobre o crescimento dos portugueses da primeira citação, a alturas tantas também se diz (o negrito e sublinhado é meu):

 

Mais altos, menos problemas cardíacos. Mais altas, menos complicações para os filhos durante a gravidez e depois do nascimento. Mas quem tem mais centímetros na vertical tem maior probabilidade de desenvolver certos cancros.

JN de 26-06-16

Será que isto também acontece com o resto, além das pessoas!?

 

Uma questão que fica para reflexionar, isto, se lhe apetecer, caso contrário, passe à frente e tenha o resto de um bom dia. Da nossa parte, ao meio dia em ponto estaremos aqui com mais "Arte & Cultura partilham.se...".

 

 

17
Jul19

Chaves, Rua Direita em manhãs de descanso

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Para já, ficamos com mais uma imagem da Rua Direita numa manhã de dia de descanso, quente e calma em que as sombras já são apetecíveis, ou então, para uma voltinha matinal de motorizada, as mesmas que nos finais do século passado eram utilitários de transporte para muitos portugueses e que hoje, são relíquias de coleção para mostrar e desfrutar em momentos como os da imagem.

 

Mas hoje e nos próximos dias, iremos ter ainda “Arte & Cultura partilham-se”, num post extra,  a acontecer todos os dias às 12H00 em ponto. O primeiro já lá está, à espera do meio dia. Até lá!

 

 

 

 

16
Jul19

Cidade de Chaves mais rica em arte e cultura

 

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Arte & Cultura partilham-se! É debaixo deste lema que o Novo Banco tem distribuído o seu depósito de património artístico pelos principais museus nacionais, entre os quais o MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso também se inclui,  e daí ter sido contemplado com 5 obras de arte de outros tantos artistas do séc. XX e XXI,  amplamente reconhecidos nacional e internacionalmente: Maria Helena Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas.

 

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O protocolo de cedência destas obras para exposição permanente no MACNA, foi assinado ontem entre o Presidente da Câmara Nuno Vaz e uma administradora do Novo Banco, Luísa Soares da Silva.

 

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Após a assinatura do protocolo, inaugurou-se oficialmente a exposição das 5 obras de arte que passam a estar patentes ao público, por tempo indeterminado, no foyer do MACNA, com acesso gratuito.

 

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No mesmo espaço, passaram também a estar patentes ao público 3 esculturas do escultor flavienses Carlos Barreira e uma escultura de Carlos Pinheiro, obras que estes artistas têm em depósito no acervo do MACNA.

 

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Nos próximos dias, abusando do lema “Arte & cultura partilham-se”, iremos deixar aqui no blog pormenores de cada uma das obras e do respetivo autor. E porque a cultura e a arte não se esgotam no MACNA, aproveitaremos esta ocasião para dar também a conhecer obras e respetivos autores atualmente na exposição “Uma geração, Dois momentos”, de artistas flavienses, patentes ao público na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves.   

 

 

15
Jul19

De regresso à cidade...

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Cá estamos de novo de regresso à cidade, depois de um sábado que prometia, mas que a trovoada estragou, regressamos hoje com uma imagem de marca da cidade de Chaves, a casa do coreto que não é coreto mas sim um terraço coberto. Curiosamente durante alguns anos fiz as minhas entradas na cidade com o dobrar dessa esquina, ainda na altura em que no rés-do-chão do coreto existia uma loja/oficina de produtos elétricos, penso eu, pois nunca reparei em pormenor o que continha no seu interior. Eram outros tempos em que os meus olhares andavam entretidos com outras coisas, mas lembro-me, isso sim, da pessoa que ocupava o espaço e que, penso,  só há poucos anos o deixou de ocupar.

 

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Mas hoje fazemos um regresso à cidade também com uma imagem onde há flavienses dentro. Um, dois, três…conto no total dez flavienses e sei que o são, porque os conheço a todos, alguns amigos, outros apenas conhecidos, ex-vizinhos também e até o “canário” que desceu de terras de Agrações para alegrar os nossos dias. Pela certa que alguns não serão flavienses de nascença, não o sei, pois nisto de nos conhecermos a todos não se entra em alguns pormenores, mas são flavienses porque nasceram cá ou por que o destino os trouxe até cá para aqui viverem as suas vidas e habitarem os dias flavienses, daí, serem flavienses também. O “Canário” fica a cores, com o seu chapéu amarelo,  que é mesmo do “Augusto Canário & Amigos” (o chapéu).

 

 

12
Jul19

Cidade de Chaves - ai quem me dera...

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Todos os dias entro no meu arquivo fotográfico à procura de uma ou mais imagens para publicar neste blog. Às vezes procuro imagens para ilustrar um assunto que abordo, outras vezes, é a própria imagem que sugere um assunto a abordar, outras é para ir de encontro a um acontecimento, a uma notícia, a um evento do dia. Há sempre um motivo que em geral me facilita a procura. Hoje, sem nada em especial para abordar, parei nesta imagem e pus-me a pensar o que me fez parar nela,  e a resposta foi imediata – apetecia-me estar dentro dela, gozar do prazer da frescura de uma sombra à beira rio, simplesmente estar lá – coisas destes dias quentes de verão, para mim, um tormento, dou-me melhor com as primaveras, os outonos e até os invernos em que mais um agasalho, menos agasalho, e o problema fica resolvido, tal como resolvido está o post de hoje.

 

Até amanhã!

 

10
Jul19

Cidade de Chaves, cada vez mais interessante...

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Travessa das Caldas, há dois dias

Temos vindo a constatar e vamos dando aqui conta disso, que a cidade de Chaves (centro histórico) nos últimos anos está a ficar com nova cara, muito mais atraente e interessante, tudo graças às reconstruções do velho casario mais deteriorado. Com as reconstruções têm aparecido também novas lojas comerciais,  que não podendo concorrer com as grandes superfícies comerciais, que também abundam em Chaves, opta, pelo comércio de especialidade e de marca, e em boa hora tudo isto está a acontecer, transformando uma cidade que estava a ficar moribunda numa nova cidade (centro histórico) com vida. Penso que todos queremos que tal aconteça.

 

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Travessa das Caldas, em 2017

Pois neste último feriado municipal dei uma pequena volta pelo nosso centro histórico e sou surpreendido com aquele velho prédio, que há mais de 20 ou 30 anos estava a pedir obras, na fase final da sua reconstrução.

 

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Um comércio castiço, em 2007

Ao longo dos tempos fui monitorizando esta construção, aliás até lhe dediquei um post, penso que em 2007 não ao prédio em si mas ao velho comércio (centenário) que lá existia e que era conhecido de todos os flavienses, um comércio castiço com muitas estórias para contar e que ao longo dos tempos foi resistindo contra todas as investidas da modernidade. Infelizmente esse comércio, com os seus velhos armários cheios de tudo que precisávamos para o calçado, perdeu-se, esperemos que em sua substituição apareça outro com a importância que aquele teve.

 

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em 2008

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Travessa das caldas em 2005

Iremos continuar atentos ao que se vai passando de bom nesta cidade, aliás estas atuações de reconstruções até deveriam ser premiadas para ver se incentivavam outras também bem carentes de obras. Um prémio anual para a melhor recuperação efetuada no nosso centro histórico, prémio que fosse significativo em termos de prestígio e, claro, monetário, com isenção de IMI durante uma porrada de anos, por exemplo, e um prémio monetário também para o gabinete ou arquiteto que projetaram a reconstrução, e empreiteiro da obras, com regras bem claras que primassem pela qualidade da reconstrução, de modo a que todos os intervenientes na reconstrução fossem premiados pelo seu empenho. é apenas uma ideia que penso que nem é original, mas já que se copia tanta porcaria, porque não copiar uma coisa interessante para o bem de Chaves.  

 

 

09
Jul19

De regresso à cidade...

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Como ontem foi feriado municipal, só fazemos o regresso à cidade hoje, terça-feira, mas com imagens de ontem, da Praça do Duque, já depois da cerimónia do içar da bandeira e da cerimónia das condecorações municipais.

 

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O tempo, nosso, e outras contrariedades, não nos deu para estar em todas as cerimónias, mas às que fomos fizemos o nosso registo, tal como aconteceu na inauguração da exposição de artes plásticas “Uma geração, dois Momentos” enquanto a chuva caía a bom cair lá fora, tal como "previa" um dos artistas falecidos numa das suas obras em exposição – “Nem que chova pá!” - A inauguração aconteceu.

 

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E é tudo por hoje, amanhã há mais!

 

 

 

08
Jul19

Chaves em festa - os meus destaques

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No programa de hoje de Chaves em Festa o meu destaque vai para a inauguração da exposição coletiva de artes plásticas,  “Uma geração, Dois momentos”,  a acontecer às 16H00 na Sala Multiusos do Centro Cultural. Uma exposição em jeito de homenagem a três dos nossos artistas flavienses falecidos – António Vilanova (1958-1997), Joaquim Rodrigues (1957-2008) e Rui Rodrigues (1953-2016), que não podendo estar presentes em corpo, estão-no em alma com as suas obras. Esta homenagem conta com a participação de três artistas flavienses da mesma geração – A.Pizarro, Carneiro Rodrigues e Mário Lino. Ao todo, seis artistas flavienses e a sua arte.

 

Uma boa oportunidade para os amigos e apreciadores da arte dos três pintores que já não estão entre nós se juntarem a esta homenagem estando presentes na inauguração da exposição, aberta ao público.

 

O segundo destaque, fica para a noite de hoje, com os concertos musicais à beira rio no jardim exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso a rematar com um espetáculo de pirotecnia.  

 

 

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