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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

16
Jan19

Arte de rua para tapar misérias...

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Todos nós gostamos de ver a nossa cidade limpa e asseada, bonita. Não é que ela esteja suja, desmazelada e feia, não é o caso, mas bem no centro da cidade há tapumes de obras feios, horríveis, sujos, amolachados,  colocados sem qualquer gosto e a provocar sensações desagradáveis em quem passa por eles ou os vê. Eu sei que são necessários, mas deveria ser exigido um pouco de bom gosto, de arte até, em que já por si os desagradáveis barulhos e poeiras das obras fossem minimizados por coisas agradáveis, pelo menos à vista. Tapumes feitos com arte, isso é que era! Inclusive até se poderia juntar o útil ao agradável e colocar tapumes publicitários, que os há bem interessantes.

 

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Mas ainda mais desagradável é existirem alguns recantos da cidade, como este da imagem de hoje, em que o lixo e silvas se acumulam à frente das ruínas das velhas construções. Também aqui, das duas uma, ou se exige ao(s) proprietários que mantenham estes espaços (logradouros) limpos e asseado, ou até ajardinados ou então obriguem-nos a tapar as misérias, igualmente com painéis feitos com arte, publicitários ou mesmo promocionais da nossa cidade. É uma ideia fácil de por em prática, que a nossa cidade e os flavienses merecem para continuarmos a ter orgulho nela e quem nos visita partirem agradados com o que viram em Chaves. Como se costuma dizer, “Os olhos também comem”. Com um pouco de Photoshop e uma imagem roubada que está pintada num muro de acesso ao estádio municipal, dou um pequeno exemplo e contributo para aquilo que se poderia fazer. 

15
Jan19

Sol, chuva, vitamina D e 60 metros de corrente, deu nisto...

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Enquanto a chuva não chega, vamos aproveitando os preciosos raios de sol das tardes flavienses, de pouca dura, mas sabem bem, é a vantagem das geadas, branquinha pelas manhãs, para matar a bicheza, segundo dizem, e de tarde tomamos a nossa dose de vitamina D, para os ossos e músculos, 15 minutos de exposição ao sol, dizem ser o recomendado. Claro que isto é tudo o que dizem e oiço por aí, pois não aprofundei qualquer estudo sobre o assunto.

 

Mas por falar em assuntos, o meu assunto do dia até nem é esse, vai mais para 60 metros de corrente metálica que precisei de urgência para resolver um problema urgente. Ora com tanta superfície comercial e lojas de comércio tradicional que ainda resistem à investida das primeiras, não seria difícil de resolver o problema. Curioso que em todos os estabelecimentos a que fui, começando pelo comércio tradicional, a tal corrente existia, mas em todas elas, para aquilo que precisava, eram apenas amostras. Não pensem que 60 metros da tal corrente é muita coisa, longe disso, a bobine completa deve andar nos 60 a 90 metros e a quantidade que eu queria, cabe num bolso. Depois de fazer uns bons quilómetros de estrada a atravessar a cidade de lés a lés e de ter gasto um tempo que cada vez é mais precioso, cheguei à conclusão que em Chaves temos de tudo, mas quando precisamos de uma coisa mais específica ou de uma quantidade que sai um bocadinho do normal, acabamos por não ter nada e resolver o problema com outras soluções que estão longe de ser o ideal. Aqui vem-me à memória os bons tempos do nosso comércio tradicional, em que estava todo concentrado em duas ou três ruas da cidade e onde havia de tudo, e se a amostra da loja não chegasse, recorria-se ao stock em armazém da traseira da loja, e se não tivessem, saímos com a indicação de onde o havia.

 

Pois é, numa cidade com grandes superfícies comerciais, espalhadas por toda a periferia da cidade, com chineses a dar com um pau, com marroquinos pelas ruas fora e ainda com algum comércio tradicional, penso que só faltam mesmo os indianos do qué flô-qué flô, quando precisamos daquela coisa, não encontramos, mas a técnica das grandes superfícies nos  impingir a merdas de que não precisamos, continua a encher carrinhos de compra. Para aquilo que hoje precisava, antigamente ia aos ferreiros ou ao misérias e saía de lá com o assunto resolvido, naquelas coisas mais raras, anilinas e outros pós de tingimentos, por exemplo, ia ao Soares&Coelho, para umas meias-solas caseiras e uns protetores para as botas aletejanas, couros, cordões e afins para outras bricolages, ia aos “sete anões”  (desculpem a alcunha, mas não me lembro mesmo do nome da loja), tudo a granel por uns tostões, subia a rua, via que tinha morrido no Esteves e no Medeiros, olhava para trás para um andar mais torneado, passava pela farmácia e comprava comprimidos para as dores de cabeça, deitava o olho aos sapatos da Bota Grande, comprava umas flores para os anos da minha mãe no Andorinha e abastecia do material da especialidade necessário para os meus desenhos técnicos na Papelaria Juvenil, comprava umas alheiras ao Milo do talho, uns grelos e um pouco de fruta em frente ou desviava um bocadinho e ia à Amélia e tinha a refeição da noite resolvida e comprava os tais 60 metros de corrente no Coutinho, hoje do Gonçalves, metia as compras na mala do carro estacionado de borla no Anjo, ia tomar um café e cigarros ao Chico, entrava no Novo Sol e comprava o que faltava no nécessaire,   atravessava a rua e comprava uma dúzia de pastéis na Princesa e uma bola para mamar pelo caminho, e numa meia hora ou três quartos de hora no máximo tinha as compras feitas, numa rua apenas (ou meia rua, pois nesse dia não precisava de papel selado), um pedacinho de outra rua e um largo pequeno. Tenho saudades desses tempos do nosso comércio tradicional.

 

 

 

14
Jan19

De regresso à cidade...

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Cá estamos de novo de regresso à cidade, depois de mais um fim de semana frio e geadas branquinhas, daquelas que curam as carnes, mas com a chuva a caminho. Lá terá de ser, é chata e molha, mas com o frio a manter-se, há sempre a esperança de que caia um bocadinho de neve, como antigamente, porque antigamente é que era, pelo menos há quem acredite nisso… e a prova disso mesmo é a foto que fica a seguir, uma foto de arquivo do antigo ano de 2018, mais precisamente de 28 de fevereiro.

 

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Na realidade as memórias curtas são um problema que abundam mais por aí do que aquilo que parece, estas do tempo até são inocentes, mas outras há que não são tão inocentes assim, são convenientes, ou pior ainda, digamos, sei lá… doentias, para ser simpático. Pois! Mas o que interessa é que vem aí a chuva, que é chata e molha, mas que dizem fazer falta, daí perdoar-se e sempre pode ser que dê em neve para podermos dar um pouco de liberdade à criança que temos sempre amordaçada dentro de nós.

 

Uma boa semana!

 

 

11
Jan19

Cidade de Chaves - Casario da Rua dos Dragões

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Ao ver a fotografia que hoje vos deixo, veio-me à memória uma passagem que li há tempos no VOL. XXII de “O Archeologo Português” se 1917, volume dedicado a Trás-os-Montes, com uma passagem por Chaves, onde o cronista percorrendo as ruas da então Vila de Chaves, faz o seguinte apontamento:

 

“Visto que me estou referindo a construções, notarei que das duas únicas sacadas de taboinhas que, ao que dizem, existem em Chaves, cabe á Rua Direita a posse de uma (no caso presente a palavra taboinhas quer dizer rótula),  Ha na rua outras sacadas e varandas de pau, porém de sistema de balaústres, que ora são esvaziados no interior, ora torneados, mas sempre simetricamente talhados. Por toda a Chaves se encontram numerosas varandas (rara até será a casa que não possua uma!): torna-se necessario, por causa dos rigores do inverno, aproveitar o mais possível o sol.”[i]

 

De facto assim era e ainda vai sendo no Centro Histórico de Chaves, rara será a casa que não tem varandas, como estas que hoje vos deixo da Rua dos Dragões, daí haver muitas vezes a referência a Chaves, a cidade das varandas.

 

Quanto às sacadas das taboinhas atrás referidas, ainda existem, um destes dias também ficarão por aqui.

 

Até amanhã com mais uma das nossas aldeias do concelho de Chaves.

 

 

 

 

[i]  In “O ARCHEOLOGO PORTUGUÊS”, Edição e Propriedade do Museu Ethnologico Português, VOL. XXII Janeiro a Dezembro de 1917 – N.ºs 1 A 12

 

08
Jan19

Momentos do Tabolado (Uma Espécie de Canção)

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Acompanhe-se a leitura do texto e imagem com a música de Pedro Abrunhosa, da canção “ Momento (Uma Espécie de Céu)".

 

 

Momentos do Tabolado (Uma Espécie de Canção)

 

Um cão que se vai

Um homem que vem

A folha que cai

À beira do rio

O chapéu que sustém

Na cabeça com frio

Cachecol ao pescoço

A olhar para o lado

Num andar de moço

O Tâmega segue o seu fado

Num passear discreto

A rapariga debita

Sentimentos com os dedos

Quiçá de um amor secreto

Que nela habita

Ou serão outros enredos

Mais uma árvore despida

Dois bancos que esperam alguém

Com o azul do céu ainda acordado

A caminho da despedida

Com um sol já do dia cansado

E umas escadas que não sobem ninguém

Mais ao lado dois corações

Se as crianças atinarem no feitio

Em vez de dois serão três

E a mãe a fotografar as emoções

Da inocência a caminhar para o Estio

E assim foi um momento, uma vez

Ao fim da tarde, no Tabolado

De um domingo qualquer

Onde entram um Homem e um cão

Uma rapariga, duas crianças e uma mulher

Onde nem sequer falta o amor amarrado

Num cadeado e um

E com esta me bou

Tal como o cão, logo no início se foi

Nesta espécie de poema ou canção

Ou…

 

Até amanhã!

 

Mas antes, fiquem com o “Momento” de Pedro Abrunhosa

 

 

 

07
Jan19

De regresso à cidade...

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De regresso à cidade por onde os meus passos me levarem...

 

Era bonito...ah pois era, se assim pudesse ser!

 

Ou então poder dizer como Régio:

Não sei para onde vou
— Sei que não vou por aí!

 

Olha, vamos pelo mesmo caminho de sempre, e prontos!

O que interessa é ... bem, não tenho bem a certeza de se é...

 

Até amanha!

 

 

 

 

 

04
Jan19

Lagoas do Rio Tâmega - Chaves

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Hoje era para ir por este nosso rio acima, à descoberta, assim tipo Fernão Mendes Pinto o fez e Fausto o cantou. Eu sei que não seria tão rica em descobertas como as do Fernão, mas iria ser igualmente rica, pelo menos em descobertas de fauna e flora.

 

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Era para o fazer mas tal não pode ser feito com a leviandade de uns poucos minutos disponíveis, mas fica em aberto para um verdadeiro post sobre o nosso Rio Tâmega.

 

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Hoje ficamos apenas pelas lagoas,  a montante de Chaves, que embora não tivessem nascido naturalmente, mas sim pela mão do homem na exploração de areias, que acabaram por cair nas mãos da natureza.

 

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Ficam apenas 4 olhares da imensidão de olhares possíveis e de outras tantas descobertas da natureza mas também do desprezo do homem.

 

 

 

03
Jan19

Arte de Rua

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Cá estamos de novo no regresso à normalidade dos dias, ou quase, faltam os reis que em algumas povoações ainda se vai cumprindo a tradição,  quando a tradição é mesmo da povoação, mas que nos pequenos grupos de putos e adolescentes que iam de porta em porta com os seus cânticos aprendidos à pressa com algumas quadras que os mais velhos lhes transmitiam, essa tradição, já está quase ou de todo perdida.

 

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De regresso à rotina dos dias, também o blog volta à sua rotina, hoje com duas imagens de street art (ou arte de rua se preferirem), com uma pintura oficial, quero eu dizer, permitida e consentida, a da fachada da Junta de Freguesia da Madalena e Samaiões e a outra, não oficial, não permitida, talvez consentida por quem a vê, contudo, igualmente arte de rua, a mais genuína até, por ser arte clandestina, como se a arte pudesse ser clandestina. Por mim, quando embeleza e esconde misérias, é sempre bem-vinda, e no caso, talvez o crime esteja mesmo no mamarrachito, esse sim permitido e consentido sem qualquer preocupação estética em si e de enquadramento. Nestas coisas também se exigia a mão dos arquitetos, dos bons, pois há por aí alguns que mais valia estarem a cavar poulas …

 

02
Jan19

14º Aniversário do Blog Chaves

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Hoje o blog Chaves faz 14 anos. 

 

Pois é, quando começámos este blog nunca pensámos que viria a ser aquilo que é. Nasceu no dia primeiro do ano, há 14 anos, numa tarde sem nada para fazer, serviu de entretém para essa tarde, mas no dia seguinte voltámos a ele, e tornamos a voltar depois, dia a dia, primeiro com uma fotografia, depois começámos a escrever umas coisas e a partir de certo momento o blog já fazia parte da nossa vida diária. Começou a crescer e quase a ter vida própria, exigindo novos conteúdos, colaboradores, ir além da cidade de Chaves e foi, primeiro até às nossas aldeias e, parecendo-lhe que Chaves não é feito só pelo seu território, começou a fazer incursões nos territórios vizinhos, onde o Barroso foi o primeiro a exigir entrar e entrou.

 

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Aquilo que começou por ser um blog pessoal, depressa se tornou um blog de família, com dezenas de colaboradores que já passaram por aqui, com as suas crónicas e rubricas, outras tantas de nossa autoria, estamos a caminhos dos Três milhões e duzentas mil visitas (3.194.424 no momento em que estamos a fazer este post). Já aqui publicámos mais de 15.000 fotografias da cidade de Chaves, das nossas aldeias e da região, principalmente do Barroso, aqui tão perto.

 

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Quando atingimos o milhão de visitas, numa entrevista a um jornal local, perguntavam-me quanto tempo mais iria durar o blog? Talvez se adivinhasse que os conteúdos para um blog sobre a cidade de Chaves se esgotariam em pouco tempo. Não recordo bem o que respondi, mas foi uma coisa do género: “Para já continua…”. Continuo a dizer o mesmo e Chaves só se esgota se nós quisermos que esgote. Pois vamos continuar por tempo indeterminado e enquanto pudermos  continuar, pois os conteúdos sobre Chaves não se esgotarão, mas de nós, já não podemos dizer, e hoje dei-me conta que o tempo passa mais depressa do que aquilo que pensamos, pois parece-me que ainda foi ontem que comecei o blog e já lá vão 14 anos, mas deixemos as pieguices para quanto for o tempo delas. Para já, continuamos por cá e isso é o que interessa.

 

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Só a título de curiosidade, ficam alguns dados que nos são disponibilizados pela estatística da sapo, em relação a quem e desde onde nos visita:

 

Pois em Portugal, por ordem decrescente de nº de visitantes, as nossas visitas vêm desde:

 

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Em Portugal

  • não definido
  • Porto
  • Lisboa
  • Braga
  • Vila Nova de Gaia
  • Coimbra
  • Matosinhos
  • Amadora
  • Guimarães
  • Alverca do Ribatejo
  • Maia
  • Sintra
  • Povoa de Varzim
  • Almada
  • Viseu
  • Bragança
  • Leiria
  • Viana do Castelo
  • São João da Madeira
  • Aveiro

 

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Além de Portugal

 

  • Estados Unidos
  • França
  • Brasil
  • Suíça
  • Espanha
  • Alemanha
  • Luxemburgo
  • Reino Unido
  • Peru
  • Austrália
  • Bélgica
  • Canada
  • Andorra
  • Macau
  • India
  • Filipinas
  • Itália
  • não definido
  • Angola
  • Macedónia (FYROM)

 

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Continuando ainda nas estatísticas, agora as do FLICKR, local onde alojamos as fotografias para serem aqui publicadas, no qual já temos alojadas até este momento 15.033 e já atingimos os 3.305.573 visualizações, deixamos a titulo de curiosidade as 3 fotografias mais vistas nestes últimos 14 anos, curiosamente, as 3 fotos foram publicadas no ano de 2018:

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Ainda ao nível da fotografia, relembramos que blog foi além deste mundo digital e saiu à rua com a organização de exposições de fotografia, que temos levado a efeito na Adega do Faustino, felizmente para nós,  o único espaço que temos em Chaves para podermos levar a efeito regularmente exposições de fotografia, pelo que, temos que agradecer à adega do Faustino ,as também agradecer o apoio dos nossos parceiros, como a Associação de Fotografia LUMBUDUS e a Sinal TV. Da nossa parte um muito obrigado a todos.

 

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Pois neste campo das exposições no Faustino, já trouxemos a Chaves alguns dos melhores fotógrafos portugueses, premiados nacional e internacionalmente, mas também estrangeiros, para além de termos levado a efeito algumas com fotógrafos locais. Também aqui, contra tudo e contra todos, vamos continuar a levar a efeito as nossas exposições.  

 

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E voltemos ao blog, que para já vai continuar com as crónicas e rubricas habituais, vai manter os seus colaboradores, mas que a qualquer momento poderá ter novas rubricas e novos colaboradores, aliás o blog continua aberto a quem queira com ele colaborar. Novidades para breve vai ser a entrada do concelho de Boticas na rubrica “O Barroso aqui tão perto”, pois estamos a concluir o concelho de Montalegre, embora no terreno já andarmos por terras de Vila Pouca de Aguiar. Mantemos assim o objetivo inicial de trazer aqui todos os concelhos vizinhos de Chaves, todos os domingos, a saber: Montalegre; Boticas; Vila Pouca de Aguiar; Valpaços, Ribeira de Pena; Vinhais e localidades da raia galegas confrontantes com o concelho de Chaves. Trabalho para mais alguns anos.

 

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E vamos ficando por aqui, relembrado que também estamos, como sempre estivemos abertos a sugestões de quem nos acompanha, pois este blog se ainda continua a existir é por causa de Vós que estais aí desse lado. Contactem-nos por mail (ribeiro.dc@gmail.com ) ou deixem a vossa opinião e sugestões na caixa de cometários, pois termos todo o gosto em atender os vossos desejos, desde que da nossa parte sejam possíveis de realizar.

 

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Também e por último, um apelo a todos os flavienses que estão fora de Chaves. Um apelo à participação na rubrica “Flavienses por outra terras” de autoria e coordenação do nosso colaborador Luís dos Anjos. Nós e Chaves gosta de saber por onde andam os filhos flavienses e sei que quanto mais longe se está da terrinha mais ela se sente. Partilhem connosco as vossas saudades. Temos nessa rubrica um mapa-múndi onde vamos assinalando os flavienses espalhados pelo mundo. Queremos encher esse mapa de referências, pois sabemos que há flavienses nos quatro cantos do mundo. Fica o mail para informações:  flavienses@outlook.pt

 

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As fotos de hoje, com seleção um pouco ao acaso, são fotos que foram publicadas durante o ano de 2018. Também aqui, se alguém por aí quiser uma foto em especial, digam-me qual é que eu vou à procura dela.

 

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O meu agradecimento especial para todos os colaboradores deste blog, quer os que estão no ativo,  quer a todos que já por aqui passaram por aqui. Um agradecimento também aos meus companheiros de fotografia que têm andado connosco na descoberta do Barroso e agora de terras de Vila Pouca de Aguiar.

Um agradecimento especial também para o SAPO por continuar a disponibilizar-nos este espaço sem o qual o blog não seria possível.

 

Um bom ano de 2019 para todos

 

 

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