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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

16
Mai22

De regresso à cidade...

Braguinhas - S.Bento - Chaves

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O regresso à cidade de hoje faço um regresso ao passado dos meus regressos à cidade e a casa, que fui fazendo até ao início da minha adolescência, com a passagem obrigatória pelos “braguinhas”, onde ainda sem perceber nada de arquiteturas, passava encantado pelo conjunto de casario, de ambos os lados da estrada, onde as artes da arte de bem construir, desde a arte de pedreiro e canteiro, à de carpinteiro e marceneiro até à de serralheiro, uniram todos os mestres para fazerem uma verdadeira obra de arte da arquitetura que ainda hoje encanta no seu todo e em todos os pormenores.  Hoje, fica apenas o pormenor da entrada no Casal de Santo António, também ele cheio de pormenores.

 

Uma boa semana!

 

02
Mai22

De regresso à cidade...

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Hoje fazemos o regresso à cidade pela zona termal, com uma passagem entre a buvete das caldas e a velha ponte sobre o Rivelas, hoje sem rio, não por ter secado mas porque foi desviado, e continuamos sem entrar nos balneários das caldas, mas passamos-lhes ao lado e ao fundo, o Castelo como se de um farol se tratasse para nos orientar no regresso ao centro do centro histórico da cidade de Chaves.

 

Uma boa semana!

 

 

26
Abr22

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

Forte de S.Neutel - N.Srª das Brotas

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N.Srª das Brotas - Inícios dos anos 60 do Sec.XX

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N.Srª das Brotas - Ontem, dia 25 de abril de 2022, a meio da tarde.

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Quase parece que por um ato de magia ou de outra coisa qualquer, o pessoal que há 60 anos povoava o recinto da N.Srª das Brotas, foi transformado em casario, betão e afins, para ocupar os espaços vazios entre o Forte de S. Neutel e a Serra do Brunheiro.

 

 

 

19
Abr22

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

Largo da Lapa - Cidade de Chaves

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Neste Chaves de ontem e de hoje, vamos até à Lapa, do ontem de 1959, onde o chão de terra e as fragas eram campo de brincadeiras das crianças, às dezenas a correr atrás de uma bola, a jogar ao pião, ao já-estás, aos polícias e ladrões, à pedrada ou à bulha, brincadeiras apenas interrompidas pelas noites e pelos acampamentos dos circos. A capela existia desemparada e adossado à muralha do Forte de São Francisco existia todo um bairro com habitações e edifícios militares.

 

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A contrastar com o ano de 1959 uma imagem atual, do dia de ontem, mesmo de ontem, dia 18 de abril de 2022, sessenta e três anos depois, onde as casas adossadas à muralha deram lugar a um espaço ajardinado., o campo de brincadeiras das crianças deu lugar a um parque de estacionamento e a capela que, na ausência de uma casa mortuária na cidade, assume a função de receber os mortos para o seu velório, o possível… apenas a alta noite das noites se poderá assemelhar as noites de sempre da lapa.

 

 

16
Abr22

Boa Páscoa!

desde a cidade de Chaves - Portugal

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Já dizia o poeta popular algarvio, pensador ou filosofo popular António Aleixo: Não sou esperto nem bruto/nem bem nem mal educado/sou simplesmente o produto/do meio em que fui criado”. Inicio assim para vos dizer que fui criado num ambiente de anos 60 em que associava à Páscoa a cor roxa, a música da rádio era a clássica, os jejuns se cumpriam com rigor e moralmente era quase proibido sorrir ou estar/andar alegre, enfim, a Páscoa era feita de uma triste tristeza, pelo menos aos meus olhos, e como tal, confesso-o hoje, não gostava da Páscoa…

 

Hoje tudo é diferente, e no pós 25 de abril os interesses económicos do consumismo depressa associaram a esta quadra um coelho que põe ovos de chocolate, amêndoas para adoçar a quadra, e as televisões e rádios continuam a bombar como todos os dias, para as discotecas e afins são dias de festa e tudo é diferente,  os restaurantes servem normalmente carne para quem a queira comer e por mim, está bem assim, a quadra pascal não tem de ser triste.

 

Mas claro, tal como as doenças mais graves que deixam sequelas, o meio em que fomos criados também as deixam, ou seja, já o disse que aceito todas estas alterações associadas à Páscoa, mas não me consigo libertar da cor roxa, para mim roxo continua a ser sinónimo de Páscoa.

 

Uma boa Páscoa para todos!

 

 

 

 

14
Abr22

Cidade de Chaves - Um olhar

Rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura e Rua do Aljube

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Hoje ficamos com um olhar sobre a rua Padre Joaquim Marcelino Fontoura (à esquerda) e a rua do Aljube (à direita). Esta última mantém o seu topónimo já muito antigo. Segundo a Toponímia Flaviense este topónimo já existe há séculos e deve-se ao aí ter existido um aljube, ou cárcere, que teria existido, pelo menos, até princípios do séc. XVIII.

 

 

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