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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

25
Jan24

Cidade de Chaves - Malha Medieval

Rua Padre Adolfo de Magalhães


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Seguimos nas artérias da malha medieval, hoje com a Rua Padre Adolfo de Magalhães, que a seguir a lógica da toponímia flaviense deveria ser uma travessa, pois é aquilo que é na realidade, mas que seja rua que a nós tanto nos faz.

 

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Rua esta que liga a Rua Direita e Praça da República à Rua de Bispo Idácio.

 

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Como habitualmente fica também a sua localização assinalada na carta da malha medieval de Chaves.

 

Até amanhã!

 

 

29
Dez23

Cidade de Chaves - Rua de Santa Maria

Quem a viu e quem a vê


1600-(60032)

 

Ainda há poucos anos recordo dizer aqui que era embora não fosse das principais ruas da cidade, era uma das ruas mais bonitas e mais interessantes do Centro Histórico de Chaves, hoje já não posso dizer o mesmo, é caso para dizer: Rua de Santa Maria, quem a viu e quem a vê… e apetecia-me dizer mais umas coisinhas, mas não digo!

 

Bom fim de semana.

 

 

23
Nov23

Cidade de Chaves - Outono

Jardim do Tabolado


1600-(59145)

 

Cntinuamos com o Outono flaviense.

 

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Ontem estivemos no Jardim Público, na margem esquerda do Rio Tâmega, hoje vamos andar pela margem direita, mais propriamente pelo Jardim do Tabolado, mas também a lançar vistas para o outro lado e, como a ponte nova estava ao alcance da vista, também lhe lançámos um olhar.

 

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Amanhã há mais, e logo se verá por onde andaremos...

 

Até amanhã.

 

 

25
Set23

De regresso à cidade

Travessa das Caldas


1600-(50297)-1

 

Hoje em vez de fazermos o nosso regresso à cidade pelas vias principais da cidade, vamos fazê-lo pelas travessas do centro histórico, tal como se fosse antigamente quando a cidade (então vila) estava dentro de muralhas, as medievais, entrado no Postigo das Caldas, atravessamos a Rua Direita e na Rua do Bispo Idácio descemos ligeiramente até chegarmos à Ladeira da Brecha pela qual descemos para ir à nossa vida. Ladeira da Brecha que segundo alguns dizem, tem este nome porque antigamente existiria uma brecha na muralha. Não sei se é verdade ou não, pois quando nasci há muito tempo que a muralha já tinha ido à vida, mas a verdade é que nas cartas militares seiscentistas, onde ainda se assinalava a muralha medieval, não existe qualquer brecha assinalada. Pode-se dar o caso de o topónimo só ser surgido muito depois da construção da muralha medieval, aquando a vila antiga começou a sair fora da sua moldura, e aí, talvez dos flavienses de então tivessem feito aí uma abertura, a tal brecha. Mas isto sou eu a supor pois não tenho qualquer documento que possa validar estes meus devaneios. E que esta me bou!

 

Uma boa semana!

 

 

17
Mai23

Um espaço com memórias do antigo "texas"

Cidade de Chaves - Museu do Comboio


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Ao fundo deste pequeno espaço ajardinado, na velha construção, que outrora foi dormitório de pessoal da CP e oficinas, estão algumas memórias do comboio em Chaves, penso que três locomotivas, a carruagem do correio uma motorizada e alguns objetos da vida do comboio. Um espaço interessante que aos mais velhos até pode servir para matar saudades e recordar estórias de viagens,  mas que é ignorado por quase todos, muitos, creio, que nem sabem que este espaço existe…

 

 

 

21
Abr23

Era uma vez um quiosque no Arrabalde...

Cidade de Chaves


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Pois é, a maioria dos velhos comércios e afins a que estávamos habituados desde crianças, que por eles íamos passando, entrando, eramos clientes, conhecíamos os donos e empregados, aos poucos, uns mais cedo, outros mais tarde, vão fechando portas ou dão lugar a novos negócios, mesmo os mais icónicos como era este último que fechou portas a 16 de abril passado, o quiosque do Arrabalde, com a passagem a condição de reformados dos donos, pai e filho que desde sempre me lembro deles atrás do balcão/janela para o Arrabalde.

 

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Ficam duas imagens, fresquinhas, de há dois dias, já de portas fechadas, sem ninguém dentro, nem fora, como sempre era habitual.

 

 

10
Abr23

De regresso à cidade

Com passagem pela Rua de Bispo Idácio


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Mais um regresso à cidade e sempre que podemos, deixamos que os nossos passos nos conduzam aos nossos destinos pelas ruas e ruelas do nosso centro histórico, que de verão, nos protegem do sol e nos disponibilizam a frescura das sombras e de inverno nos protegem dos ventos e até da chuva, principalmente quando vem com vento à mistura. Esta, a rua de Bispo Idácio serve-nos para muitas passagens e travessias.

 

Uma boa semana!

 

 

03
Abr23

De regresso à cidade pelo Jardim do Bacalhau

Cidade de Chaves


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Cá estamos para mais um regresso à cidade, hoje com passagem pelo Jardim do Bacalhau, num dia de primavera, não só porque já estamos na primavera mas também porque os dias têm-se comportado em conformidade com a estação do ano, ou seja, incertos, tanto, que até as previsões se baralham, ou baralham quem as segue. Cá por mim, tanto faz, o que interessa é mesmo regressar à cidade e no fim do dia, ainda com sol, regressar a casa, e não há contradição nos regressos, porque de facto ou na realidade assim é, pois ambos são regressos, um à nossa cidade, a de todos nós, a nossa grande casa,  e o outro à nossa casa de família, e enquanto assim for, lá se vai indo… e com esta, tamém me bou!

 

Uma boa semana !

 

 

30
Mar23

Um olhar, um pormenor, algumas memórias

O 206 da rua Direita


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Ultimamente, há meses, talvez já mais de um ano, passo pela rua Direita a caminho do almoço. Vou sempre com olhos de ver, mas em geral o olhar vê aquilo que quer, penso mesmo que tem vida própria, seletivo e atento a pormenores. Ontem, vá-se lá saber porquê, parou em frente ao 206, espantado como se o visse pela primeira vez, como se não existisse nas passagens diárias anteriores. Fiz-lhe o favor de congelar o momento, também não sei porquê, mas fiz o registo, e agora ao vê-lo, vem-me à memória o tempo em que quando esta porta abria, aparentemente uma porta de garagem, mas depois de toda aberta, era um comércio que tinha sempre o dono à porta. Agora, pensando bem, já lá vão uns anos em que a porta não abre nem o dono atende à porta, penso que nunca lhe soube o nome, embora o conhecesse bem só de passar por lá, o que vendia, também nunca reparei, mas lembro-me, ou penso, que era roupa e não devia ser do meu interesse de vestir, senão teria reparado e teria memória disso, mas o olhar também é enganador, atraiçoa-nos muitas vezes, e com o tempo, já dei conta que em termos de memória, os registos dos olhares não são tão fiéis como os registos dos cheiros e dos sons.  

 

 

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