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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Jan20

De regresso à cidade...

Cidade de Chaves - Madalena

1600-(51521)

 

De regresso à cidade e não, não é de bicicleta, quem me dera que assim fosse, pois era no tempo em que ainda tinha todo o tempo do mundo, há uns bons quilos atrás. Hoje, a vida apressada, mesmo nesta cidade pacata, obriga-nos a outras velocidades... mas isso pouco interessa, o que interessa mesmo é estarmos cá para todas as segundas-feiras regressar à cidade. 

 

06
Jan20

Cidade de Chaves

de regresso à cidade

1600-(51556)

 

De regresso à cidade com mais uma imagem do Largo do Arrabalde, ainda no último dia do ano que passou, tendo como fundo um dos quarteirões mais interessantes que o largo tem e que nos últimos anos foi sujeito a felizes reconstruções. Esperemos que a onda das reconstruções continue este ano no Centro Histórico de Chaves e que a antiga cidade retome o movimento dos bons velhos tempos.

 

16
Dez19

Cidade de Chaves

de regresso à cidade

1600-(51147)

 

De regresso à cidade, com ar de passeio em companhia dos amigos, pelos passeios do espaço Polis, gozando dos raios de sol e do que resta da magia das cores de outono…

 

1600-(51140)

 

... era tão bom que assim fosse, mas não, prevejo antes ser um regresso apressado num dia cinzentão de chuva e frio, um daqueles dias em que apetece ficar no aconchego de casa, mas enfim, se tem de ser que seja e sonhar não custa nada, e já que o dia vai ser cinzentão, pelos menos, aqui, que tenha alguma cor e o brilho do sol.

 

Uma boa semana!

 

09
Dez19

De regresso à cidade...

Chaves - Portugal

1600-(17897)

 

Um regresso à cidade, mas, também, um regresso ao passado recente, de há 10 anos, com três olhares sobres coisas que já não existem, ou coisas, que embora ainda existam, já não se usam.

 

1600-(17906)

 

Com uma caixa de escadas em caracol, de madeira, a terminar numa claraboia, uma das formas de melhor gerir e distribuir os espaços interiores e construções de vários pisos, garantindo iluminação para os subires e desceres de acesso aos pisos. Claraboia que tinha quase sempre a dupla função de iluminar e servir de suporte a um catavento de ferro forjado.

 

1600-(17833)

 

Também os marcos do correio são coisas do passado, mas ainda vão fazendo parte do mobiliário urbano. Em Chaves, se a memória não me atraiçoa, existiam 4 destes marcos. Este da foto no Largo do Anjo, um outro na travessa das Caldas, outro no Arrabalde e um mais um na Madalena. À exceção do marco do Arrabalde, os restantes ainda existem.  

 

 

 

 

09
Set19

De regresso à cidade... pela Rua do Correio Velho

1600-(37135)

 

Hoje faço o regresso à cidade pela Rua do Correio Velho, por sinal uma das ruas que me ligam a ela por recordações de 3 décadas, a primeira, a de sessenta com as visitas regulares a uma família que viveu na primeira casa que aparece na imagem do lado esquerdo, era a família Carunho  (com o Sr. Carunho, a a D.Carmen, e os filhos Chico, Mimi e Dalila) que ali abriu uma casa de pasto depois de terem sido nossos vizinhos no bairro da Casa Azul.  Estas visitas regulares a acompanhar a minha mãe, eram para mim uma aventura, primeiro pelos meus 5,6,7 anos de idade, segundo porque era das poucas vezes que abandonava a paz da veiga, atravessava a Ponte Romana e entrava na vida movimentada da cidade de então. Já na década de setenta, pós 25 de abril, os Canários levam-me até à rua com frequência. Era uma casa de cultura que tinha sempre as portas abertas para as iniciativas juvenis e culturais, primeiro, foi lá que um pequeno grupo que se intitulou GIEC – Grupo de Interverção Estudantil e Cultural,  composto por uma dúzia de estudantes de liceu, teve a sua casa. Num dia ensaiavam-se uma dúzia de canções de intervenção que estavam na berra (Zeca Afonso, a Gaivota que voava, voava, as quadras de António Aleixo) e no dia seguinte estávamos em cima de um palco qualquer a fazer um espetáculo. O grupo não durou muito, mas foi bom enquanto durou. Quanto à qualidade musical era duvidosa, mas na altura pouco interessava, o que interessava mesmo era intervir…  Mais tarde, ainda nos anos setenta, um grupo folclórico leva-nos de novo até aos Canários, para ensaios das nossas danças, e este, sim, com bastantes atuações, embora não para grandes públicos, mas para públicos necessitados ou carenciados de espetáculos (asilos, cadeias,  escolas, militares, etc.) e chegamos mesmo a internacionalização, pois recordo que um dia fomos dançar a uma escola de Verin. Já nos anos 80, lá mais para o fundo desta rua, a casa de um amigo, era sempre o último pouso da noite, aqui já com colegas de trabalho que depois de uma noitada de convívio lhe invadia-mos a casa (a seu convite) para mostrar os seus dotes culinários e não irmos para a cama com a barriga a dar horas. Como sabiam bem aqueles caldos de cebola…

 

 

 

19
Ago19

Como um tolo no meio da ponte...

1600-(47616)

 

Não sei se hei de ou não regressar à cidade, estou como um tolo no meio da ponte, tudo porque durante uns dias fui obrigado a sair da rotina dos dias e nem sequer pude ir, como é habitual aos fins de semana, até mais uma das nossas aldeias, então do Barroso, nem se fala, e agora estou perante este dilema de regressar ou não à cidade, porque pensando bem, se não saí dela, não posso regressar…

 

1600-(47835)

 

Mas também, para ser sincero, estes regressos à cidade são pura ficção, ou, se quiser ser romântico, são pura poesia, pois na realidade eu nunca saio da cidade, como também é verdade que nunca estou nela. Coisa complicada de explicar por isso passo à frente, agora a verdade-verdadinha é que encalhei na escolha da foto a trazer aqui hoje, ou melhor, fiquei indeciso se havia de trazer aqui o Arrabalde povoado de gente ou o diálogo da música com o gato. Para resolver a coisa, trouxe as duas e assunto resolvido.

 

Boa semana!

 

 

 

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