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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

25
Out20

JOÃO RIBEIRO - EXPOSIÇÃO DE PINTURA

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CHAVES * 24.OUT.2020 a 10-JAN-2021

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Homem Conversando com Cavalo (2001)

 

Abriu ontem, sábado, dia 24 de outubro e prolongar-se-á ate dia 10 de janeiro de 2021, na Biblioteca Municipal de Chaves, exposição de pintura de João Ribeiro – “ UM MUNDO PROVISÓRIO ÀS AVESSAS

 

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A vanguarda apenas interessa a João Ribeiro enquanto conceito. A praxis que hoje lhe é associada, seja a da arte conceptual ou a da arte multimédia, enquanto arte panfletária de uma pretensa vanguarda, anquilosada e cristalizada num conceito secular, interessa-lhe apenas como isso mesmo, como efémero epifenómeno agrilhoado ao decadente esplendor de um conceito.

 

Por outro lado, a João Ribeiro interessa, sim, a pintura, a pintura no sentido clássico, uma pintura que se alicerça ainda, devotamente, no desenho. Isto torna-se evidente quando a liberdade gestual do tratamento de fundo das suas obras cede lugar ao minucioso tratamento das figuras apresentadas em primeiro plano.

 

Para além deste obsessivo culto pelo desenho e de uma inalienável paixão pela pintura, João Ribeiro conjuga ainda uma irreprimível necessidade de constantemente experimentar diferentes suportes com o frenesim de alterar periodicamente as temáticas das suas séries, complementando esta atitude com um acentuado gosto pelos trocadilhos subversivos e pelo ensaio paródico.

 

É a transmutação de tudo isto que a sua exposição agora nos oferece, seja através de séries mais antigas, como Biombos, Homens Conversando com Cavalos e Mapas Alquímicos, seja através de séries mais recentes, como Contos da Chuva Agreste e Tábuas Sírias.

 

Esta exposição, comissariada por António Augusto Joel, assinala e celebra a doação de duas importantes obras do artista, Homem Conversando com Cavalo (2001) e Oklahoma (2009), ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.

 

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JOÃO RIBEIRO (Lisboa, 1955) Licenciatura em Pintura / FBAUL. Mestrado em Artes Visuais / Ensino / ULHT https://www.joaoribeiroartistavisual.com

BIBLIOGRAFIA Alexandre Melo, Amadeu Lopes Sabino, Ana Isabel Ribeiro, António Augusto Joel, Batista-Bastos, Bernardo Pinto de Almeida, Cristina de Azevedo Tavares, Eduardo Paz Barroso, Eurico Gonçalves, Fernando Pamplona, Fernando Pernes, João Pinharanda, Joaquim Saial, José Luís Porfírio, José Manuel Anes, Mário Caeiro, Nuno Crespo, Nuno Rebocho, Rocha de Sousa, Rodrigues Vaz, Sílvia Chicó

 

COLEÇÕES INSTITUCIONAIS

 BIBLIOTECA DE SANTA MARIA DA FEIRA / BIBLIOTECA DA FCT-UNL / CM CHAVES / CM MATOSINHOS / CM PORTALEGRE / CM REGUENGOS MONSARAZ / CM SEIXAL / CM VILA NOVA DE FAMALICÃO / COLEÇÃO DA CGD / COLEÇÃO DO BCP / COLEÇÃO DOS CTT / MINISTÉRIO DA JUSTIÇA / MUSEU DA CIDADE DE VILA FRANCA DE XIRA / MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO, CHAVES / MUSEU DE ARTE E PINTURA DIOGO GONÇALVES, PORTIMÃO / TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE SEIA

 

FILMOGRAFIA

2010 Pássaro Cego, vídeo de João Ribeiro com música de Manuel Paulo e palavras de João Monge

2009 Oklahoma, vídeo de Ricardo Reis sobre a obra homónima, com música de Kalu e Vasco Pinhol

2007 O Artista no seu Atelier, filme de Álvaro Queiroz no acervo da Cinemateca / ANIM

2005 Entre Nós, filme da RTP2 / Universidade Aberta

 

PARCERIAS ARTÍSTICAS E PROJETOS

2018 «WRS», exposição e projeto coletivo na Casa da Liberdade / Mário Cesariny, Lisboa

2017 «Além Marchas», exposição e projeto coletivo na Galeria Perve e na Sociedade Boa União em Alfama, Lisboa «Conexões Afro-Ibéricas Americanas», exposição e projeto colectivo, com organização da Galeria Perve, na UCCLA, Lisboa

2012 Com a VOARTE, autor do libreto do bailado no projeto multidisciplinar «O Nada», Guimarães, capital da Cultura «Objet Trouvé», instalação com vídeo e duas pinturas, projeto coletivo com curadoria de Mário Caeiro, na Galeria Plataforma Revolver, Lisboa

2011 «Vicente», instalação com desenho, projeto coletivo na Galeria Ermida de Nossa Senhora de Belém, com curadoria de Mário Caeiro, Lisboa

2010 Com a VOARTE, no projeto multidisciplinar «Depois»

2009 A convite de Joaquim Benite, realiza o espaço cénico da peça Dois Homens, de José Maria Vieira Mendes, e inaugura a exposição «Oklahoma» no Teatro Municipal de Almada A convite do Festival Imaginarius, colabora com Gonçalo M. Tavares, João Gil e Pedro Sena Nunes no projeto de vídeo e instalação «Ladrões de Deus», Mercado de Santa Maria da Feira Com João Monge, Manuel Paulo e Nancy Vieira colabora no projeto musical e vídeo «Pássaro Cego» Com a VOARTE, colabora no projeto multidisciplinar «O Aqui» Realiza a instalação / projeção «Lágrimas de S. Lourenço», com curadoria de Mário Caeiro, Skyway 09, Tórun / Polónia

2003 Realiza um biombo monumental no Museu da Cidade de Vila Franca de Xira, em colaboração com o arquiteto Cândido Chuva Gomes

 

PRÉMIO ESPÍRITO SANTO ESTEVES /II BIENAL DE CHAVES /PORTUGAL /1985

 

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1988, 1986, 1984 BIENAL DE LAGOS / PORTUGAL

1987, 1985 BIENAL DOS AÇORES / PORTUGAL

1987 MARCA / MADEIRA / PORTUGAL

1985 BIENAL DE CHAVES / PORTUGAL

1985 BIENAL DE DESENHO / COOPERATIVA ÁRVORE / PORTO / PORTUGAL

1984 BIENAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA

 

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PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:

2018 3 GERAÇÕES / MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO / CHAVES

2017 MAPAS ALQUÍMICOS / BIBLIOTECA CAMÕES / CÂMARA MUNICIPAL / LISBOA

2016 A SANTIDADE DA ÁGUA / SPGL / LISBOA

2015 WHISPERS / GALERIA PERVE / LISBOA

2009 OKLAHOMA / TEATRO MUNICIPAL DE ALMADA

2007 DEUSES DE JARDIM / BIBLIOTECA UNL / CAMPUS DA CAPARICA

2005 O PARAÍSO PROVÁVEL / GALERIA CUBIC / LISBOA

2003 O PARAÍSO IMPROVÁVEL / GALERIA ENES / LISBOA

1999 VIVA PORTUGAL / CASA DA CULTURA / V.N. FAMALICÃO

1998 VIAGEM / GALERIA ALMADA NEGREIROS DO CGP / TORONTO / CANADÁ A LUA COM A MÃO ESCONDIDA / GALERIA ENES / LISBOA

1993 O PARAÍSO DE ALFREDO / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA

1991 BAPAUMESTRAAT / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA CONTES FANTASTIQUES / GALERIE FAYLA / BRUXELAS / BÉLGICA

1987 NIRVANA URBANA / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA

 

 

 

24
Jul19

Arte & Cultura partilham-se na Sala Multiusos do CC – Joaquim Rodrigues

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"Uma geração, Dois Momentos"

8 de julho a 30 de agosto

Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves

 

com a participação dos artistas flavienses A.Pizarro, António Vilanova,  Carneiro Rodrigues, Joaquim Rodrigues, Mário Lino e Rui Rodrigues.

 

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Joaquim Rodrigues (Porto, 1957 – Chaves,2008)

 

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Cabeça ao vento 2003

54 x 73 cm Óleo / tela

Em exposição até 30 de agosto na Sala Polivalente do Centro Cultural de Chaves

 

Joaquim Rodrigues

Natural da Foz da Douro, Porto, onde nasceu a 27 de agosto de 1957. Passou a residir em Chaves a partir de 1975, onde viria a falecer em 31 de maio de 2008. Autodidata. Iniciou o seu percurso artístico no ano de 1985, participando em diversas exposições individuais e coletivas.

 

-- 1985 II Bienal Jovem Arte Portuguesa, Chaves.

- 1985/86 Galeria do Posto de Turismo, Chaves.

- 1986 Panaceia Bar, Leiria.

- 1997 Teatro Experimental Flaviense (TEF), Chaves.

- 1997/98/99 Pórtico Bar, Chaves.

- 2000 Festa do 75º Aniversário da Vila de Vidago.

- 2000/01/03/04 “Arte Nossa” ADRAT, Chaves.

- 2001 “O Regimento e a Cidade”, Chaves.

- 2001 “O Fruto das Mãos” Forte de S. Francisco Hotel, Chaves.

- 2002 Mostra Luso-Galaica D´Arte Contemporânea, Chaves.

- 2003 Adega Regional do Faustino, Chaves.

- 2003 AMARTE Centro Cultural de Chaves

- 2004 “Sonhos de Abril” Centro Cultural de Chaves.

- 2004 “Imagens e Artistas” Associação “Chaves Viva”.

 

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Sem título

32 x 45 cm Técnica mista / papel

Em exposição até 30 de agosto na Sala Polivalente do Centro Cultural de Chaves

 

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Sem titulo 1998

54 x 65 Óleo / tela

Em exposição até 30 de agosto na Sala Polivalente do Centro Cultural de Chaves

07
Mar19

Fernando Peneiras “100peneiras” fotografia, em Chaves

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Mais uma vez o Blog Chaves deixa este espaço virtual para sair à rua, entrar na Adega do Faustino e num cantinho de três paredes mostrar a arte da fotografia, mas desta vez, é também a fotografia que nos mostra outras artes, como a arte que a natureza nos oferece num majestoso rio a desenhar uma linha curva por entre encostas feitas de um puzzle de peças de linhas retas paralelas, às vezes curvas, mas sempre geometricamente traçadas com todo o rigor, que ora se traçam de tons verdes, ora de tons amarelos, ora de tons sépias, ora de tons vermelhos,  para por fim se despojar de todas as cores e ficarem simplesmente nuas sem qualquer pudor.  São pérolas daquele, ou deste colar de pérolas que Miguel Torga apelidou de Reino Maravilhoso. É um bocadinho de tudo isto que o olhar de Fernando Peneiras registou e congelou para,  em fotografia, partilhar connosco neste mês de março e também abril, na galeria da Adega do Faustino, em Chaves.  

 

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Fernando Peneiras “100peneiras” fotografia

“O Meu Majestoso Douro”

 

Fernando Augusto Paiva Peneiras nasceu em S. João da Pesqueira e reside na cidade do Peso da Régua, onde exerce a sua actividade profissional e o seu hobby de “fotógrafo amador” que pratica com imensa paixão, sendo um grande entusiasta e um grande amante da Região Demarcada do Douro, Alto Douro Vinhateiro.

 

 É no seu site:

 http://fernandopeneirasfotografia.weebly.com/,

 

na sua página do Facebook:

 https://www.facebook.com/fernando.peneiras.7

 

e no seu blog http://fotografiafernandopeneiras.blogspot.pt/,

 

entre outros, que expõe, aos visitantes cibernautas e seus amigos, toda a beleza que o rodeia, os seus olhos observaram e as suas objectivas capturaram.

 

No entrudo de 2012 e a convite da direcção da Casa do Careto de Podence, realizou uma exposição fotográfica com o título "Figuras Míticas de um Povo", alusiva a essas figuras misteriosas e diabólicas, “os Caretos de Podence”.

 

Cedeu fotografias para diversas obras, tais como o “Guia Turística da Natureza do Douro”, o “Guia das Aldeias Vinhateiras”, as ilustrações de capa do livro "A NINFA DO DOURO" de Manuel Araújo da Cunha, foto de capa do livro “Palavras d’Alma” de Rui Mendes e, regularmente, trabalhos seus são vistos noutras publicações, cartazes, outdoors e paredes de vários negócios.

 

Trabalha regularmente com a AETUR (Associação dos Empresários Turísticos do Douro e Trás-os-Montes) onde tem fotografias suas expostas na Fundação Rei Afonso Henriques – Zamora/Espanha, participou numa exposição na casa de S. Paulo - S. Paulo, Brasil. Participou igualmente noutra em Buenos Aires e Montevidéu.

 

Publicou o livro de fotografias do Douro com o título “O Meu Majestoso Douro” das quais algumas neste espaço expostas. É coautor do livro de fotografias “Paisagem Natural” col. Fotógrafos da Nossa Terra.

 

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O ALTO DOURO VINHATEIRO, paisagens e histórias…

 

A paisagem da região do Alto Douro Vinhateiro é determinada pelo curso natural do rio e pelo esforço sobre-humano de gerações passadas. A sua beleza é fruto em iguais porções da generosidade divina e do suor humano, resultante do trabalho árduo e continuado de uma paisagem natural, bela por natureza, mas que se tornou única no mundo pela mão do Homem. As encostas que ladeiam o rio foram trabalhadas ao longo de séculos, partindo-se o xisto, construindo-se terraços e muros, e cultivando a vinha em socalcos. O resultado é assombroso, uma paisagem única no mundo. Nas palavras do poeta Miguel Torga: “é um excesso de natureza. […] Um poema geológico. A beleza absoluta.”.

 

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Região Vinhateira do Alto Douro ou Alto Douro Vinhateiro é uma área do nordeste de Portugal com mais de 26 mil hectares, classificada pela UNESCO, em 14 de Dezembro de 2001, como Património da Humanidade, na categoria de paisagem cultural e rodeada de montanhas que lhe dão características mesológicas e climáticas particulares.

 

S. João da Pesqueira é o Concelho que detém a maior área classificada como património mundial pela Unesco. (cerca de 20%.).

 

Esta região, que é banhada pelo Rio Douro e faz parte do chamado Douro Vinhateiro, produz vinho há mais de 2000 anos, entre os quais, o mundialmente célebre vinho do Porto.

 

As suas origens remontam à segunda metade do século XVII, altura em que o Vinho do Porto começa a ser produzido e exportado em quantidade, especialmente para a Inglaterra.

 

Contudo, os elevados lucros obtidos com as exportações para a Inglaterra viriam a gerar situações de fraude, de abuso e de adulteração da qualidade do vinho generoso. Os principais produtores de vinho durienses exigem então a intervenção do governo e a 10 de Setembro de 1756, é finalmente criada a "Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro".

 

Para demarcar o espaço físico da região foram então mandados implantar 201 marcos de granito. No ano de 1761 são colocados mais 134 marcos pombalinos, perfazendo então um total de 335.

 

Já em 10 de Maio de 1907, ao abrigo do decreto assinado por João Franco, a região demarcada é novamente delimitada, estendendo-se para o Douro Superior.

 

A longa tradição de viticultura produziu uma paisagem cultural de beleza excepcional que reflecte a sua evolução tecnológica, social e económica.

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

fernando peneiras

 

Ficam aqui algumas das imagens que estão em exposição, as restantes, terá que ir à adega do Faustino para as ver ou então, para ver outras imagens de Fernando Peneiras, aceder a um dos sítios (página, Facebook ou blog) que o autor partilha na WEB.

 

 

01
Out18

De regresso à cidade com uma exposição

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Lembram-se de eu ter andado pr´aqui durante 100 dias com uma coisa chamada “Cem Brincadeira ComSiso”, pois 20 delas passaram a papel e estão em exposição, a partir de hoje, na Adega do Faustino, em Chaves, e irão estar por lá durante os próximos dois meses.

 

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Tal como desvendei na última publicação, o que até nem era necessário, todas essas “brincadeiras”, sem exceção tiveram como base uma ou mais fotografias tomadas no MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso ao longo destes últimos dois anos, e mais que uma  “brincadeira”, foi o meu tributo à casa da arte contemporânea de Chaves, reunindo fotografias que só por si não eram nada, mas que por qualquer motivo despertaram o clique, quer pelas sombras, quer pelas formas ou por outra qualquer coisa…, longe de terem sido pensadas para a finalidade que tiveram. Deu-me gozo fazer essas brincadeiras, deu-me gozo partilhá-las durante 100 dias,  e agora penso que é tempo de uma seleção sair do mundo virtual dos computadores, do blog, do facebook, da internet, para em papel poderem estar penduradas numa parede durante uns tempos outubro e novembro), à disposição de quem as queira ver.

 

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E por nós só nos resta agradecer aos nossos parceiros por tornarem possíveis mais uma exposição de fotografia, esta com arte digital à mistura. Assim agradecemos à Adega do Faustino, à Sinal TV e à Associação de Fotografia LUMBUDUS pelo apoio,  e a nós próprios (Blog Chaves) pela organização.

 

Guardar

Para quem não acompanhou a publicação das 100 brincadeiras, fica um vídeo com todas, das quais estão agora vinte em papel em exposição.

 

 

 

É tudo. Acabou-se a brincadeira. Toca a trabalhar!

 

 

 

02
Ago18

A Pateira em exposição, pelo olhar de Horácio Graça

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Os olhares de Horácio Graça sobre a Pateira (de Fermentelos) estão desde ontem, 1 de agosto, patentes ao público em exposição, na Adega do Faustino, em Chaves. Uma exposição a não perder — “o melhor que há sobre a pateira”, disseram-nos e comprovamo-lo quando recebemos a exposição. Tal como Horácio Graça nos disse: “A Pateira é um mundo. O Mundo do Maravilhoso e do Fantástico”. É este Mundo Maravilhoso e Fantástico registado pelo olhar sensível e aprimorado de Horácio Graça que agora está disponível para o nosso olhar, flaviense e de quem nos visita, na Adega do Faustino,  durante todo o mês de agosto e setembro. Quando puder, passe por lá, não se vai arrepender.

 

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29
Out17

MACNA - EXPOSIÇÃO DE JOÃO MACHADO

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Depois da Exposição “Corpo, Abstração e Linguagem na Arte Portuguesa”, com um conjunto de obras provenientes da Secretaria de Estado da Cultura (SEC) em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde estavam representados mais de duas dezenas de artistas portugueses, ter estado patente ao público no MACNA desde abril até 15 de outubro passado, é a vez de o Museu flaviense da arte contemporânea receber mais um grande artista português, o Escultor e Designer João Machado.

 

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Nascido em Coimbra, João Machado  é formado em Escultura pela Escola Superior de Belas‑Artes do Porto, mas é no Design Gráfico que se revê e posteriormente é reconhecido e se internacionaliza.

 

Foi docente na ESBAP (1976-1981), tendo decidido dedicar-se em  exclusivo ao design gráfico e abrir atelier próprio em 1981.

 

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João Machado participa desde 1983 em inúmeras exposições coletivas e individuais que lhe trouxeram vários prémios nacionais e internacionais, destacando-se o Prémio de Excelência Icograda em 1999 bem como a sua nomeação de Graphis Design Master.

 

Autor de uma obra vastíssima, a sua paixão pelo cartaz é notória, sua peça de eleição. Revela-se e igualmente no design editorial, nas áreas da ilustração e da filatelia, sempre marcados por uma identidade que tem vindo a ser persistentemente construída.

 

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Exposições Individuais


1982 - Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto/Portugal - Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisbon/Portugal
1985 - Richmond Art Gallery, Montreal, Canadá
1986 - Art Poster Gallery, Lambsheim/Alemanha - Museu Nacional de Soares dos Reis, Porto/Portugal
1987 - Annecy/Bonlieu - Centre d’Action Culturelle, Annecy/França
1989 - Lincoln Center, Colorado/EUA
1991 - Dias da Cultura Portuguesa, Frankfurt/Alemanha
1996 - Galeria Casa del Poeta, Cidade do México/México
1997 - DDD Gallery, Osaka/Japão - Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro/Brasil - Memorial da Cidade, Curitiba/Brasil - Museu Brasileiro da Escultura, S. Paulo/Brasil

 

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1998 - Casa Garden, Macau/China
2001 - ESADE, Escuela Superior de Administración e Dirección de Empresas, Barcelona/Espanha - Casa da Cerca, Almada/Portugal - Pécsi Galéria, Pécs/Hungria
2002 - Dansk Plakatmuseum, Aarhus/Dinamarca
2006 - Ginza Graphic Gallery, 20th Anniversary GGG / DDD Project, Japão
2007 - International Triennial of Stage Poster, Bulgária.
2012 - Espaço Quadra, Matosinhos/Portugal
2014 - Galeria Artis, Cidade do México/México

2017 – MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso

 

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Prémios


1983 - 1.º Prémio Nacional Gulbenkian para a melhor Ilustração de Livros para a Infância, Lisboa, Portugal - 1.º Prémio Grafiporto (Ilustração)
1985 - 1.º Prémio Nacional de Design, Lisboa, Portugal
1989 - Prémio Especial da “Die Erste Internationale Litfass Kunst Biennale”, Munique, Alemanha Medalha de Bronze da Bienal do Livro de Leipzig, Alemanha
1997 - 1.º Prémio Mikulás Galanda, Bienal do livro de Martin, Bratislava, Eslováquia - 1º Prémio “First International Fair Poster Competition”, Plovdid, Bulgária
1998 - 1.º Prémio para Logo Film Commission, Association of film Commissioners International, Denver, EUA

 

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1999 - 1º Prémio Best of Show, European Design Annual, Grã-Bretanha Prémio Zgraf 8 Icograda Excellence, Zagreb, Croácia
2004 - 2.º Prémio, “4th International Triennial of Stage Poster”, Sofia, Bulgária
2005 - 1.º Prémio Internacional de Arte Filatélica de Asiago (Itália) 2005, categoria – “Turismo” – Asiago, Itália
2007 - 1.º Prémio Internacional de Arte Filatélica de Asiago (Itália) 2007, categoria – “Protecção do Ambiente” – Asiago, Itália
2008 - Menção honrosa EKOPLAGÁT’08 para a colecção de cartazes Ano Internacional Planeta Terra 2007 e Dia Nacional da Água 2007, Zilina, Eslováquia

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2010 - 1.º Prémio Internacional de Arte Filatélica de Asiago (Itália) 2010, para “Prémio, Especial Turismo”, edição “Os Selos e os Sentidos” – Asiago, Itália
2012 - Prémio Seiva 2012, categoria Artes, Porto, Portugal
2013 - 12ª Bienal Internacional do Cartaz, México. Prémio Especial para o cartaz Pasta Medicinal Couto.
2014 - 1.º Prémio Internacional de Arte Filatélica de Asiago (Itália) 2007, categoria – “Turismo” – Asiago, Itália

 

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Esta exposição de João Machado que se inaugurou ontem no MACNA, denominada “Arte da Cor”,  conta com algumas esculturas do artista, bem como com mais de uma centena de cartazes representativos da sua arte como designer gráfico, entre os quais alguns dos quais têm feito a imagem gráfica do Cinanima, dos quais é autor desde o ano de 1977 até a presente ano.

 

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Ainda em exposição, está o próprio cartaz da exposição e um cartaz dedicado ao nosso MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, ambos à venda no MACNA.  Para além das esculturas e cartazes, estão também em exposição diversos desenhos do autor, dos anos 70 e 80 do século passado, originalmente executados a tinta da china.

 

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Esta exposição,  a não perder, é comissariada por um flaviense, António Augusto Joel, e irá estar patente ao público até 8 de abril de 2018.

 

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Em http://www.joaomachado.com/ há mais informações sobre o artista João Machado, sítio onde também fomos recolher alguma informação para este post.

 

 

 

 

01
Jun17

Fotografia de Cláudia Carneiro em exposição no Faustino

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A partir de hoje a Adega do Faustino recebe mais uma exposição de fotografia, esta da fotógrafa Cláudia Carneiro, intitulada “Almas e Horizontes”, encontrando nas pessoas e paisagens a sua inspiração.

 

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“Pessoas, através de auto-retratos e também do retrato de outras almas, outros olhares e sorrisos, eternizando momentos ou por vezes recriando-os, segundo a minha imaginação.” – Confessa a autora.

 

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Paisagens, porque além da fotografia tenho uma paixão por montanhas. Considero-me uma colecionadora de horizontes, sempre em busca de uma nova montanha, de um novo horizonte, e a fotografia permite-me regressar, vezes sem conta, a sítios maravilhosos.” , que a fotógrafa agora partilha connosco nesta exposição.

 

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Cláudia Carneiro, nasceu no ano de 1988, em Zurique, Suíça, mas vive presentemente  em Chaves. Apaixonada pela fotografia desde sempre, só recentemente se tornou fotógrafa amadora.

 

Atualmente desenvolve um projeto com a designer de moda Liliana Batista, no âmbito de fotografia de moda artística.

 

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Embora o cartaz anuncie que esta exposição está patente ao público no presente mês de junho, por motivo de férias da Adega do Faustino , encerrará de dia 4 a 15 de junho, reabrindo dia 16 de junho, e contrariamente ao que estava previsto,  prolongar-se-á  até aos finais de julho.

 

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Ficam aqui algumas imagens que estão nesta exposição, que conta com a organização do Blog Chaves,  tendo como media partner a Sinal TV e  o apoio da Adega do Faustino e da Associação de Fotografia a Lumbudus.

 

 

13
Abr17

Vidas em Tela - Rui Rodrigues na Biblioteca Municipal de Chaves

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A Rui Rodrigues, que nasceu no Lubango, Angola em 1953 e faleceu com 63 anos, no passado Julho de 2016, em Chaves,  vítima de um acidente de viação, tinhamos dedicado um post neste blog em fevereiro de 2009 que hoje reproduzimos aqui na íntegra:

 

"Mesmo longe dos grandes centros, dos grandes interesses e influências, Chaves tem tido sempre uma palavra a dizer no campo das letras e das artes, quase sempre por conta própria, sem ajudas e sem mercado, é certo, mas é nesta aventura constante que a arte e as letras se fazem por cá, por amor, e sempre com arte e a mestria da resistência.

 

Falar de arte em Chaves é falar também de Rui Rodrigues, um dos pintores de referência da cidade. É ele o nosso convidado de hoje.

 

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RUI RODRIGUES nasceu no Lubango, Angola em 1953.

 

Em 1976 viaja para o Brasil onde trabalhou em desenho gráfico e publicitário. Vive em Chaves desde 1980 onde conheceu o Mestre Nadir Afonso, do qual foi colaborador até 1982. Curso de Pintura do Instituto Parramon.

 

Expôs individualmente pela primeira vez em 1978, tendo realizado até ao presente mais de duas dezenas de exposições individuais no Continente, Madeira e Espanha.

 

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Marlene Obesa

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Participou em mais de uma centena de mostras colectivas.

 

Em 1993, nas comemorações do dia da cidade de Chaves, participou numa exposição conjunta com o artista galego Manolo Busto, organizada pela Câmara Municipal de Chaves.

 

Em 1997, realizou uma retrospectiva de 20 anos de actividade, na Galeria Faustino, em Chaves.

 

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Pintura Matérica

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Sócio fundador da “Tamagani” – Associação dos Artistas Alto Tâmega e Vale de Monterrei.

 

É membro da Sociedade Nacional de Belas Artes desde 1985.

 

Está representado no Museu da Região Flaviense.

 

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Vénus Adormecida

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Principais colectivas:

 

1982 – Certame de Pintura e escultura, Chaves.

1983 – I Bienal “Jovem arte”, Chaves.

1984 – V Salão de Outono, Estoril.

1985 – II Bienal “Jovem arte”, Chaves. - II Bienal Nacional de Desenho, Porto e Lisboa. - V Bienal da Festa do Avante, Lisboa. - Expo Internacional de cartazes, Bagdad – Iraque.

1986 – Galeria AS , Porto. - Salão SNBA, Lisboa. - I Festival do mar, Sesimbra. 1987 – II Festival do mar, Sesimbra.

1990 – Gallaecia 90, Chaves.

1991 – “Nove artistas flavienses”, Sint Niklaas, – Bélgica. - “A Musaraña”, Pontevedra – Galiza.

2003 – IV Arte Nossa, ADRAT – Chaves.

2005 – Centenário da Casa de Trás-os-Montes, Chaves e Lisboa.

2006 – Expo Tamagani – Chaves.

2007 - II Encontro Luso-Galaico "Aromar" - Galiza.

 

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Zódes Voadores

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Prémios:

 

1º Prémio e Menção Honrosa no “Certame de Pintura e escultura” – Chaves, 1982.

Prémio “Nadir Afonso” – I Bienal Jovem Arte -Chaves, 1983.

Prémio aquisição – II Bienal jovem Arte – Chaves, 1985.

2º Prémio – IV Concurso de Pintura do Inatel, 1994.

Menção Honrosa, Salpodium, 2006.

 

 

Embora a pintura seja a sua principal actividade artística, também lhe conhecemos a arte que tem para a escultura e a fotografia. Pena que por cá não sejam modos de vida, pois é a arte quem fica a perder.

 

E se por aqui apenas deixo quatro reproduções de obras suas que marcam diferentes períodos da sua vida artística, no seu espaço da NET poderá apreciar cerca de uma centena de outras obras e que poderá visitar seguindo este link:

 

Gindungo no Matako "

 

 

 

29
Ago16

De regresso à cidade com gravuras...

1600-8-bienal-gravura (1)

 

De regresso à cidade com uma sugestão – Visitar a 8ª Bienal Internacional de Gravura do Douro,  que nesta edição também tem sala em Chaves, mais propriamente no Sala Multiusos do Centro Cultural e uma pequena mostra na Biblioteca Municipal.

 

1600-8-bienal-gravura (11)

 

Se não puder nos próximos dias, não há problema, pois a exposição estará patente ao público até 31 de outubro deste ano.

 

1600-cartaz.jpg

 

 

07
Abr16

Exposição de Fotografia

cartaz-web.jpg

 

Inaugura hoje, dia 7 de abril, às 18 horas, na Adega do Faustino em Chaves, mais uma exposição de fotografia da Associação Lumbudus.

 

“Domingo Corredoiro” é o título desta coletiva de fotografia em que participam três fotógrafos Lumbudus portugueses (António Souza e Silva,  Fábio Cunha e Paula Dias) e três fotógrafos espanhóis (Pablo Serrano, Sergio Crespo  e Xosé Fernández Serrano) onde está representado o olhar destes fotógrafos do dia em que se inicia o Entroido de Verín, na Galiza.

 

"O Domingo Corredoiro”  é o primeiro dia do Entroido de Verín em que os Cigarróns saem a correr pelas ruas com o chicote na mão em perseguição dos vizinhos. É por isso que se chama “corredoiro”, porque os vizinhos correm tratando de escapar dos Cigarróns. A saída da Igreja, numa mistura pagã e religiosa, os Cigarróns aguardam pelos devotos para lhe anunciar a chegada do Carnaval.



Vestir o traje de Cigarrón para além de implicar carregar com o peso dos sete quilos de fios e os cinco quilos das “chocas”, implica também vestir o peso da história, por isso, o traje de Cigarrón, é carregado com orgulho, emoção e quase devoção.

 

 

 

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