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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

20
Fev23

De regresso à cidade...com visita a uma exposição

Exposição de Pintura e Fotografia de Luís Batista


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Hoje vamos fazer um regresso à cidade diferente, não vamos andar às voltas pelas ruas, largos, praças ou jardins, vamos diretos à Biblioteca Municipal de Chaves para ver a exposição de Luís Batista, que já está patente ao público desde o dia 3 de fevereiro, embora só inaugurada no dia 6 deste mês, e ao contrário do que é costume com as exposições de “Os nossos artistas”, que trago aqui sempre após a inauguração, esta só hoje cá chegou, não por haver uma razão para tal acontecer, mas, e apenas, pela falta tempo disponível que cada vez tenho menos, mas tal como diz o povo, mais vale tarde do que nunca, e ainda com muito tempo esta exposição de Luís Batista ser visitada, pois só encerra ao público no dia 27 deste mês.

 

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Vamos lá então à exposição, com algumas imagens da inauguração e imagens de algumas das obras expostas, de uma exposição interessante que reúne duas formas de arte e expressão do artista na mesma sala, a pintura e a fotografia.

 

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E agora algumas das obras em exposição, ambas (pintura e fotografia) temáticas, com textos a acompanhar, mas nem há como ir por lá para poder apreciar mais um dos nossos artistas flavienses, da minha parte foi uma agradável descoberta. As imagens que se seguem são de autoria de Luís Batista, incluindo as fotografias, que aqui ficam de forma aleatória, embora em exposição tenham uma ordem definida.

 

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04
Nov22

Os Nossos Artistas - Exposição de Fotografia de Raúl Silva Pereira

Salão Polivalente da Biblioteca Municipal de Chaves


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Mais uma exposição do ciclo " Os nossos artistas" a acontecer no Salão Polivalente da Biblioteca Municipal de Chaves, esta, de Fotografia de rua do fotógrafo flaviense Raúl Silva Pereira.

 

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A inauguração da exposição aconteceu ontem às 17H30 e estará patentes ao público durante todo o mês de novembro no horário da Biblioteca Municipal de Chaves.

 

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Uma exposição a não perder. 

 

Ficam imagens de alguns momentos da inauguração da exposição, intercaladas com algumas fotografias de Raúl Silva Pereira.

 

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 Até dia 29 de novembro na Biblioteca Municipal de Chaves.

 

Até mais logo!

 

 

29
Out22

Olhares Modernos no MACNA - Exposição

Cidade de Chaves


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Hoje prometemos andar pela Feira dos Santos e ainda queremos lá ir, mas para isso, primeiro, tem de começar, isto é, na hora em que publicámos este post a ainda não havia feira, mas quisemos dar aqui conta da exposição que ontem se inaugurou às 17H30 no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves,  intitulada Olhares Modernos – Modern Gazes, Retrato em pintura, escultura, desenho – 1910/1950, resultante da parceria entre a CMC/MACNA e o Ministério da Cultura/ MNAC – Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.

 

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Sem mais palavras, ficam algumas imagens tomadas durante a inauguração.

 

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Até mais logo com a Feira dos Santos 2022.

 

 

05
Out22

Os Nossos Artistas - Exposição de Emanuel Teixeira

Biblioteca Municipal de Chaves


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Como já vem sendo habitual no início de cada mês, a Câmara Municipal de Chaves leva a efeito uma nova exposição de artes plásticas na sala polivalente da biblioteca municipal com um dos nossos artistas locais, no caso deste mês de outubro, é com a arte de Emanuel Teixeira que as paredes da sala polivalente vão ser ocupadas.

 

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A inauguração ocorreu ontem, pelas 17H30, com a presença de familiares e amigos de Emanuel Teixeira, mas também com outros amantes de arte, entidades e com a presença das duas deputadas flavienses com assento na Assembleia da República e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Chaves, Dr. Francisco Melo, que também detém o pelouro da cultura que, em conjunto com o artista proferiram breves discursos de inauguração.

 

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Da nossa parte, que apenas conhecíamos as pinturas de rua do Emanuel Teixeira, foi uma agradável surpresa descobrir e ver estes novos registos com pretos, brancos e cinzas a contrastar com uma “explosão” de cor em degradês e sombras, fazendo com que as suas obras adquiram uma tridimensionalidade, embora falsa, com uso e projeção de figuras e formas geométricas, também elas irregulares, mas com todo o rigor da geometria descritiva como que desafiando-a e invertendo os métodos de monge transformando o bidimensional num ilusão três dimensões,  com algumas obras a saltarem mesmo fora da habitual e convencional moldura, que nem sequer têm… uma  delicia para os olhos que se vê com vontade de voltar para ver novamente e rever todos os pormenores.

 

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Ficam algumas imagens de algumas obras expostas e de alguns momentos da inauguração da exposição que poderá ver até dia 29 de outubro, no horário normal da biblioteca municipal, incluindo as manhãs de sábado.

 

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Até amanhã!

01
Ago22

De regresso à cidade...

Cidade de Chaves - Centro Cultural e uma exposição


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 Já lá vai o tempo em que poderíamos regressar à cidade de comboio e aí, teríamos de fazer a passagem obrigatória pelo edifício que deixamos atrás, pelo edifício da estação de Chaves. Hoje, após a sua adaptação conjuntamente com outras construções então existentes na antiga estação e a construção de um novo edifício, fazem o conjunto do Centro Cultural de Chaves, com um auditório, uma academia de música e uma sala multiusos. É por causa desta última que hoje fazemos o regresso à cidade, por uma razão em especial.  

 

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Pois a razão especial do nosso regresso à cidade de hoje passar por este espaço, tem a ver com a exposição que inaugurou na passada sexta-feira, na sala multiusos do Centro Cultural. Uma exposição coletiva que tem origem no projeto “Cultura para Todos” e que resulta dos trabalhos que tiveram origem nos vários ateliers desenvolvidos durante o projeto, nomeadamente nos ateliers Arte floral, Tecelagem, Arte e Reciclagem, Olaria, Cestaria, Kokedama, onde a música, o teatro, a dança, e a escrita criativa também tiveram os seus ateliers.

 

A exposição estará patente ao público até 31 de agosto.

Para saber mais sobre este projeto de “Cultura para todos” nem há como passar pelo seu sítio na internet, aqui

 

Uma boa semana!

 

 

25
Jul22

De regresso à cidade... Com música e artes plásticas


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Hoje fazemos um regresso à cidade de uma forma diferente, fazemo-lo com eventos culturais que aconteceram na última semana, o primeiro na noite de 21 de julho, no auditório do Centro Cultural de Chaves, com um concerto da Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves, concerto que nos levou numa viagem pela EN2. Orquestra que está de partida para a Holanda para mais uma competição internacional.

 

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O segundo momento cultural aconteceu ontem, dia 24, com a inauguração e reabertura do MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, com a inauguração da exposição “Um certo não sei quê” onde estão expostas 100 obras de pintura e escultura de 44 autores, entre os quais Nadir Afonso e João Vieira (autores flavienses), obras da coleção particular de Rui Victorino. Gostei do que vi e recomendo.

 

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Este “Um certo não sei quê” estará patente ao público até 16 de outubro de 2022.

 

 

04
Jun22

Alminhas, nichos, cruzeiros e afins...

Aldeias de Chaves - Adães


Para blog Chaves em https://chaves.blogs.sapo.pt

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Como habitualmente, aos sábados, vamos até as aldeias do nosso concelho de Chaves, mas ultimamente com um tema que faz parte da cultura portuguesa, o da religião católica/cristã e dos seus símbolos que se vão manifestando das mais variadas formas, nas quais as capelas e igrejas também se incluem, mas que nesta fase ficam de fora, porque em geral, são propriedade da Igreja Católica e/ou da Santa Casa da Misericórdia, e nesta fase, interessam-nos mais os símbolos mais simples e populares, às vezes de propriedade particular ou então comunitários, propriedade de todos ou de um bairro, aldeia, rua, etc. Símbolos como cruzes, alminhas, nichos, capelinhas ou pequenas capelas, etc.

 

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Hoje vamos até alguns desses símbolos que encontrámos na aldeia de Adães, todos eles privados, sendo três de entradas carrais em pátios de casas, em geral de antigas casas agrícolas mais ou menos abastadas, como no caso de hoje, embora uma delas fosse entrada carral de uma casa de padre, o Padre Candeias que hoje um dos seus descendentes transformou em Casa Museu e ponto de encontro turístico e gastronómico, aberta à realização de eventos, tendo também, anexa à casa, uma pequena capela, com ligação interior à casa, mas dentro dos muros da propriedade.

 

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Quanto às portas carrais encimadas por uma cruz e outros ornamentos em granito, funcionavam em geral como um portal de entrada para um pátio não coberto que para além de servir para entrada e guarda de carros de bois e carroças, serviam também para abrigo ou estar de animais, incluindo porcos, galinhas, perus, etc. alguns também com eira ou mesmo canastros e forno,  mas também servia para acesso à habitação dos seus proprietários que se desenvolvia num piso superior (2ºpiso), sendo  os compartimentos do piso térreo destinado a para vários fins, como abrigo noturno de animais, despensas de sementes e outros produtos agrícolas, adega, arrumos de alfais agrícolas, etc.   

 

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Casa dos Candeias

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Capela da Casa dos Candeias

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Interior da Capela da Casa dos Candeias

A cruz a encimar estas portas carrais, para além de demonstrarem de forma inequívoca a fé cristã e católica dos seus proprietários, na sua fé também podia servir para pedir a proteção divina da sua casa agrícola, mas também a ostentação da riqueza dessa casa agrícola, mesmo que não fossem portadores de grande riqueza, pelo menos pobres não eram… claro que tudo isto nos remete para um passado não muito distante, é certo, mas que em geral já lá vai, e muitas destas casas, hoje estão abandonadas ou foram reconvertidas, mantendo-se no entanto a porta carral, não para entrada de carros de bois ou carroças, mas para entrada de automóveis, quando muito, ainda poderão entrar tratores, carrinhas e veículos de todo o terreno.

 

Para blog Chaves em https://chaves.blogs.sapo.pt

Capela da Casa dos Candeias

Para blog Chaves em https://chaves.blogs.sapo.pt

Casa dos Candeias

Na Casa dos Candeias, o ser casa de padre, dava-lhe outro estatuto, pelo menos cultural, mas também podia ser em simultâneo uma casa agrícola. Hoje é casa museu, que tal como dizia eu atrás, às vezes se abria para a realização de alguns eventos, e a prova disso é que hoje mesmo, neste dia 4 de junho de 2022, inaugura uma exposição de 59 obras entre estudos, desenhos, óleos, aguarelas e pastel de Alfredo Morais e Narciso Morais que, estarão expostas até dia 27 de novembro, mas com visitas sujeitas a marcação. Passe pela página na WEB da Casa dos Candeias   ou  fecebook e terá todas as informações e contactos que necessita.

 

Para blog Chaves em https://chaves.blogs.sapo.pt 

Entrada carral da Casa dos Candeias

E por hoje é tudo, continuação de um bom fim-de-semana.

 

 

 

03
Jun22

Os Nossos Artistas - Carneiro Rodrigues

Sala Multiusos da Biblioteca Municipal


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Depois dos artistas flavienses André Graça e Paulo Fontinha que durante os meses de abril e maio tiveram as suas obras de arte patentes ao público, foi ontem inaugurada a exposição do mês de junho do ciclo “Os Nossos Artistas” que o Município de Chaves está a levar a efeito na sala multiusos da Biblioteca Municipal, com mais um artista flaviense, desta vez  com as obras do artista Carneiro Rodrigues, com uma série de obras cuja temática vai do sagrado ao profano e que o artista intitula como “Imagens e Ideias”.

 

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Carneiro Rodrigues

Nasceu em Chaves em 1958.

Nesta cidade estudou até ao ensino secundário.

Fez depois o Magistério primário e foi trabalhar para França, como professor de português. Foi lá que a sua “vocação“ se manifestou de forma mais decisiva. A este facto, não foi alheio o contacto mais fácil e próximo com a arte dos museus e a sua inclusão num grupo de artistas da cidade onde vivia, com quem fez algumas exposições.

De regresso ao país ingressou na Escola de Belas Artes do Porto.

É atualmente professor do ensino secundário e mantém uma atividade artística regular.

Realizou mais de três dezenas de exposições individuais e participou em diversas exposições coletivas dentro e fora do país.

 

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Alguns momentos da inauguração da exposição:

 

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A exposição estará patente ao público até o dia 29 de junho de 2022 no horário da Biblioteca Municipal, estando assim aberta de segunda a sexta-feira e sábados de manhã.

 

17
Dez21

Cidade de Chaves em dia de névoa

Percursos artísticos pela natureza


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Para esta pequena volta à volta da névoa que pelas manhãs invade o vale de chaves, pedimos emprestado o título da exposição que inaugura hoje no MACNA, e no nosso percurso fomos desde o global até ao pormenor de ponte em ponte e de jardim em jardim, bastando dois de cada. É isso que vos deixo para já, não para hoje, pois ainda teremos, quase pela certa, mais duas publicações, uma à volta dos verdadeiros “Percursos artísticos pela natureza” e outra com mais um vídeo de uma aldeia do Barroso, mas para já fica um pouco da manhã de névoa de ontem.

 

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E se pensais que só vós é que apreciais a natureza,  como diria Álvaro de Campos ­— “Ó sombra fútil chamada gente! — há outras vidas para além das nossas que também a apreciam, se calha até com mais atenção e a sentir o mesmo frio nos ossos…

 

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Por último faço meu o convite da Câmara Municipal de Chaves para assistir hoje, às 17 horas, a um concerto do Quarteto Euterpe — Desvendando um Norte Erudito” — seguido da abertura ao público da exposição “LINHAS DE VENTO – Percursos Artísticos pela Natureza”, que a Casa de Serralves traz até ao MACNA-Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.

 

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Atenção que as estradas no MACNA, vão estar limitadas à lotação do auditório e, embora a entrada seja gratuita, vai ser necessário bilhete de entrada, que poderá levantar previamente na Biblioteca Municipal de Chaves, nos postos de Turismo de Chaves e do Alto Tâmega e no MACNA.

 

Até mais logo.

 

P.S. - E mais uma vez, um obrigado à SAPOBLOGS pelo destaque do nosso blog.

 

 

 

 

25
Out20

JOÃO RIBEIRO - EXPOSIÇÃO DE PINTURA

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE CHAVES * 24.OUT.2020 a 10-JAN-2021


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Homem Conversando com Cavalo (2001)

 

Abriu ontem, sábado, dia 24 de outubro e prolongar-se-á ate dia 10 de janeiro de 2021, na Biblioteca Municipal de Chaves, exposição de pintura de João Ribeiro – “ UM MUNDO PROVISÓRIO ÀS AVESSAS

 

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A vanguarda apenas interessa a João Ribeiro enquanto conceito. A praxis que hoje lhe é associada, seja a da arte conceptual ou a da arte multimédia, enquanto arte panfletária de uma pretensa vanguarda, anquilosada e cristalizada num conceito secular, interessa-lhe apenas como isso mesmo, como efémero epifenómeno agrilhoado ao decadente esplendor de um conceito.

 

Por outro lado, a João Ribeiro interessa, sim, a pintura, a pintura no sentido clássico, uma pintura que se alicerça ainda, devotamente, no desenho. Isto torna-se evidente quando a liberdade gestual do tratamento de fundo das suas obras cede lugar ao minucioso tratamento das figuras apresentadas em primeiro plano.

 

Para além deste obsessivo culto pelo desenho e de uma inalienável paixão pela pintura, João Ribeiro conjuga ainda uma irreprimível necessidade de constantemente experimentar diferentes suportes com o frenesim de alterar periodicamente as temáticas das suas séries, complementando esta atitude com um acentuado gosto pelos trocadilhos subversivos e pelo ensaio paródico.

 

É a transmutação de tudo isto que a sua exposição agora nos oferece, seja através de séries mais antigas, como Biombos, Homens Conversando com Cavalos e Mapas Alquímicos, seja através de séries mais recentes, como Contos da Chuva Agreste e Tábuas Sírias.

 

Esta exposição, comissariada por António Augusto Joel, assinala e celebra a doação de duas importantes obras do artista, Homem Conversando com Cavalo (2001) e Oklahoma (2009), ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso.

 

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JOÃO RIBEIRO (Lisboa, 1955) Licenciatura em Pintura / FBAUL. Mestrado em Artes Visuais / Ensino / ULHT https://www.joaoribeiroartistavisual.com

BIBLIOGRAFIA Alexandre Melo, Amadeu Lopes Sabino, Ana Isabel Ribeiro, António Augusto Joel, Batista-Bastos, Bernardo Pinto de Almeida, Cristina de Azevedo Tavares, Eduardo Paz Barroso, Eurico Gonçalves, Fernando Pamplona, Fernando Pernes, João Pinharanda, Joaquim Saial, José Luís Porfírio, José Manuel Anes, Mário Caeiro, Nuno Crespo, Nuno Rebocho, Rocha de Sousa, Rodrigues Vaz, Sílvia Chicó

 

COLEÇÕES INSTITUCIONAIS

 BIBLIOTECA DE SANTA MARIA DA FEIRA / BIBLIOTECA DA FCT-UNL / CM CHAVES / CM MATOSINHOS / CM PORTALEGRE / CM REGUENGOS MONSARAZ / CM SEIXAL / CM VILA NOVA DE FAMALICÃO / COLEÇÃO DA CGD / COLEÇÃO DO BCP / COLEÇÃO DOS CTT / MINISTÉRIO DA JUSTIÇA / MUSEU DA CIDADE DE VILA FRANCA DE XIRA / MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO, CHAVES / MUSEU DE ARTE E PINTURA DIOGO GONÇALVES, PORTIMÃO / TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE SEIA

 

FILMOGRAFIA

2010 Pássaro Cego, vídeo de João Ribeiro com música de Manuel Paulo e palavras de João Monge

2009 Oklahoma, vídeo de Ricardo Reis sobre a obra homónima, com música de Kalu e Vasco Pinhol

2007 O Artista no seu Atelier, filme de Álvaro Queiroz no acervo da Cinemateca / ANIM

2005 Entre Nós, filme da RTP2 / Universidade Aberta

 

PARCERIAS ARTÍSTICAS E PROJETOS

2018 «WRS», exposição e projeto coletivo na Casa da Liberdade / Mário Cesariny, Lisboa

2017 «Além Marchas», exposição e projeto coletivo na Galeria Perve e na Sociedade Boa União em Alfama, Lisboa «Conexões Afro-Ibéricas Americanas», exposição e projeto colectivo, com organização da Galeria Perve, na UCCLA, Lisboa

2012 Com a VOARTE, autor do libreto do bailado no projeto multidisciplinar «O Nada», Guimarães, capital da Cultura «Objet Trouvé», instalação com vídeo e duas pinturas, projeto coletivo com curadoria de Mário Caeiro, na Galeria Plataforma Revolver, Lisboa

2011 «Vicente», instalação com desenho, projeto coletivo na Galeria Ermida de Nossa Senhora de Belém, com curadoria de Mário Caeiro, Lisboa

2010 Com a VOARTE, no projeto multidisciplinar «Depois»

2009 A convite de Joaquim Benite, realiza o espaço cénico da peça Dois Homens, de José Maria Vieira Mendes, e inaugura a exposição «Oklahoma» no Teatro Municipal de Almada A convite do Festival Imaginarius, colabora com Gonçalo M. Tavares, João Gil e Pedro Sena Nunes no projeto de vídeo e instalação «Ladrões de Deus», Mercado de Santa Maria da Feira Com João Monge, Manuel Paulo e Nancy Vieira colabora no projeto musical e vídeo «Pássaro Cego» Com a VOARTE, colabora no projeto multidisciplinar «O Aqui» Realiza a instalação / projeção «Lágrimas de S. Lourenço», com curadoria de Mário Caeiro, Skyway 09, Tórun / Polónia

2003 Realiza um biombo monumental no Museu da Cidade de Vila Franca de Xira, em colaboração com o arquiteto Cândido Chuva Gomes

 

PRÉMIO ESPÍRITO SANTO ESTEVES /II BIENAL DE CHAVES /PORTUGAL /1985

 

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLETIVAS

1988, 1986, 1984 BIENAL DE LAGOS / PORTUGAL

1987, 1985 BIENAL DOS AÇORES / PORTUGAL

1987 MARCA / MADEIRA / PORTUGAL

1985 BIENAL DE CHAVES / PORTUGAL

1985 BIENAL DE DESENHO / COOPERATIVA ÁRVORE / PORTO / PORTUGAL

1984 BIENAL DE VILA NOVA DE CERVEIRA

 

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PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:

2018 3 GERAÇÕES / MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA NADIR AFONSO / CHAVES

2017 MAPAS ALQUÍMICOS / BIBLIOTECA CAMÕES / CÂMARA MUNICIPAL / LISBOA

2016 A SANTIDADE DA ÁGUA / SPGL / LISBOA

2015 WHISPERS / GALERIA PERVE / LISBOA

2009 OKLAHOMA / TEATRO MUNICIPAL DE ALMADA

2007 DEUSES DE JARDIM / BIBLIOTECA UNL / CAMPUS DA CAPARICA

2005 O PARAÍSO PROVÁVEL / GALERIA CUBIC / LISBOA

2003 O PARAÍSO IMPROVÁVEL / GALERIA ENES / LISBOA

1999 VIVA PORTUGAL / CASA DA CULTURA / V.N. FAMALICÃO

1998 VIAGEM / GALERIA ALMADA NEGREIROS DO CGP / TORONTO / CANADÁ A LUA COM A MÃO ESCONDIDA / GALERIA ENES / LISBOA

1993 O PARAÍSO DE ALFREDO / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA

1991 BAPAUMESTRAAT / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA CONTES FANTASTIQUES / GALERIE FAYLA / BRUXELAS / BÉLGICA

1987 NIRVANA URBANA / GALERIA DE S. BENTO / LISBOA

 

 

 

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