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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

17
Jan20

O Barroso aqui tão perto - Carvalho

Carvalho - Montalegre - Barroso (Com vídeo)

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CARVALHO

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia de Carvalho, freguesia de Salto, Concelho de Montalegre.

 

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de Carvalho:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-carvalho-1623928

 

 

 

 

 

 

13
Jan20

De regresso à cidade...

Cidade de Chaves - Madalena

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De regresso à cidade e não, não é de bicicleta, quem me dera que assim fosse, pois era no tempo em que ainda tinha todo o tempo do mundo, há uns bons quilos atrás. Hoje, a vida apressada, mesmo nesta cidade pacata, obriga-nos a outras velocidades... mas isso pouco interessa, o que interessa mesmo é estarmos cá para todas as segundas-feiras regressar à cidade. 

 

07
Jan20

Cidade de Chaves

Centro Histórico - Travessa das Caldas

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Esta vida flaviense é feita de regresso e saídas do seu centro histórico, e hoje em dia muito mais, pois se os comércios tradicionais, embora em crise ou em plena adaptação a novos tempos em que as grandes superfícies dominam o grosso do comércio flaviense, vão resistindo mantendo as suas portas abertas, já as habitações dos pisos superiores do casario está maioritariamente abandonado, talvez seja tempo e solução os pisos superiores, como aliás já vai acontecendo, ceder ou adaptar-se também ao uso de comércio e escritórios. Penso eu, pois essa também não é a minha praia e gente mais habilitada, pela certa que o poderá dizer, e quando digo habilitada, refiro-me, não só às académicas (de gente que estudou e tem prática nestas coisas) mas também gente bem habilitada em “ouros”, tal como diz o nosso povo… Pois pode haver boas ideias, mas sem pilim, não se vai a lado nenhum.  Mas com isto tudo ia perdendo o fio à meada, pois o que eu queria dizer, é que esta Travessa das Caldas é uma das artérias do Centro Histórico (das ruelas, como os putos lhes chamam) que mais movimento pedonal tem, e a deduzir pela história medieval da cidade, sempre teria tido ao longo dos tempos, pois era, e ainda vai sendo, uma das poucas saídas pedonais que o velho casco medieval tem para a parte sul da cidade e (também) para o rio e, ainda, para a zona termal da cidade. Pois é por aí que hoje saímos da cidade, como quem diz, é por aí que regressamos a casa…

 

 

 

06
Jan20

Cidade de Chaves

de regresso à cidade

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De regresso à cidade com mais uma imagem do Largo do Arrabalde, ainda no último dia do ano que passou, tendo como fundo um dos quarteirões mais interessantes que o largo tem e que nos últimos anos foi sujeito a felizes reconstruções. Esperemos que a onda das reconstruções continue este ano no Centro Histórico de Chaves e que a antiga cidade retome o movimento dos bons velhos tempos.

 

05
Jan20

O Barroso aqui tão perto - Salto

Montalegre - Barroso (com vídeo)

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Vila de Salto 

 

Sinceramente que já estávamos com saudades de ir por terras do Barroso, embora hoje o façamos apenas virtualmente, mas é o suficiente para recordar alguns momentos que por lá fomos passando.

 

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Pois estamos de regresso aos post completos sobre as localidades do Barroso, ainda no Barroso de Montalegre e no caso de hoje, no Barroso verde de Salto.

 

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Já que estamos em maré de ser sinceros, posso dizer sem qualquer dúvida, que Salto e toda a sua freguesia, foi o que mais me surpreendeu no que me faltava por descobrir do Barroso, e a surpresa chama-se “verde exuberante” cor com que toda a freguesia é vestida. Basta ver as fotografias de todas as aldeias da freguesia de Salto que passaram por aqui para confirmar como é verdade, e não é apenas na primavera ou verão, é todo o ano. Só por isso, já valeu a pena a descoberta. Mas há muito mais, mas hoje, ficamos só por Salto, sede de freguesia.

 

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Antes ainda de passarmos ao que encontrámos nas nossas pesquisas sobre a Vila de Salto, e para rematar, ficam as restantes impressões pessoais nesta descoberta. Já sabíamos que a seguir a Montalegre, sede de Concelho, Salto seria a segunda localidade mais importante, pois não seria por mero acaso que passou a ser classificada como vila desde 1995. Uma vila relativamente recente que está bem plasmada naquilo que hoje é, notoriamente com um pequeno núcleo antigo que seria a antiga aldeia de Salto, mas hoje com a maioria do aglomerado da vila ocupada por construções muito mais modernas e recentes, com alguns edifícios públicos e/ou associativos e de habitação coletivas a destacarem-se das restantes construções, maioritariamente constituídas por moradias.

 

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Pena que a nossa praia sejam mais os núcleos antigos, os centros históricos, centenários, aqueles que estão carregadinhos de história e estórias para contar. Núcleos históricos qua acabaram por ser vítimas da modernidade, muito mais apetecível pelas melhores condições de uso e habitabilidade que oferecem.

 

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Para finalizar da nossa parte, fica o nosso mapa com o itinerário que recomendamos, com partida da Nacional 103 até Sapiãos, onde abandonamos a 103 e rumamos em direção a Boticas, aí apanhamos a Nacional 311 e se não saímos dela, a 54,3 km (desde Chaves), estamos em Salto.  Atenção à estrada, com bom pavimento e largura aceitável, mas com muita curva e algumas delas meias traiçoeiras. De vagar, pois assim também pode ir apreciando a paisagem e fazer algumas paragens, uma delas, recomendo, é junto à aldeia de Cerdedo, ainda no Concelho de Boticas, aldeia também barrosã que um destes dias também passará por aqui.

 

Fica o nosso mapa:

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Agora sim, vamos passar ao que os documentos e demais literaturas dizem sobre Salto. Iniciemos pela página oficial da Junta de Freguesia, que tem alguma informação preciosa, aliás se todas fossem como esta, tínhamos metade do nosso trabalho feito (o Link fica no final do post, nas nossas consultas):

 

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História da Freguesia de Salto

A freguesia de Salto é, quer em área, quer em população, a maior freguesia do concelho. Como espaço habitado e evangelizado, Salto é já referido no Paroquial Suévico como uma das trinta paróquias já existentes, no último terço do século VI e pertencentes à catedral de Braga. Ao longo da sua vida teve muitos momentos de glória, daí a riquíssima história desta freguesia. Enquanto os cruzados do norte da Europa atravessavam o Atlântico e o Mediterrâneo, para combater nos lugares santos, o povo portugalense trepava descalço os caminhos das suas peregrinações que atravessavam a freguesia. De tal modo que D. Afonso Henriques autorizou e apoiou a construção da Albergaria de São Bento das Gavieiras, ao monge Benedito, em 1136. Alguns nobres olharam com cobiça para esse território onde adquiriram casais ou mesmo povoações como Carvalho, Póvoa e Revoreda que eram do fidalgo-trovador D. João Soares Coelho e de suas irmãs. D. Pedro I, o tal que arrancou o coração pelo peito a Pero Coelho (bisneto do referido João Soares Coelho) e pelas costas a Álvaro Gonçalves por terem morto Inês de Castro, também cobiçou Salto. Por isso, depois de uma visita a Santa Senhorinha de Basto, de quem era devoto, cedeu-lhe fartos rendimentos da Igreja de Santa Maria de Salto.

 

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E continua a pág. da Junta de Freguesia:

O território da freguesia actual 78,6 km2 era ocupado também pela freguesia de Novaíças que incluía vários casais e herdades em diferentes povoações entre- tanto desaparecidas: Pontido, Curros de Mouro, Ulveira, Gulpilheiras, etc. Os grandes mosteiros do norte Refojos, Pombeiro e Bouro – todos levantavam daí grossas rendas. A história desta freguesia dava matéria para dez livros como este. Aqui poderá visitar a antiga casa do Capitão, agora pólo do Ecomuseu de Barroso, onde encontrará uma apresentação dos ofícios tradicionais, do Pisão de Tabuadela e das Minas do Volfrâmio da Borralha.

 

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Ainda na pág. da Junta de Freguesia:

A Freguesia de Salto com uma área de 78,54 km2 e com uma população presente a rondar as mil e quinhentas almas nas vinte povoações existentes, continua com dinamismo!

(…)

O comércio, sobretudo a restauração, está ativo e a feira semanal ao Domingo, contribui para o desenvolvimento da economia local.

 

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E continua:

As Associações da terra criam dinâmica e movimento.:

 

O Grupo Desportivo com cinco equipas a competir nos Campeonatos Distritais, movimenta dezenas de atletas.

 

O Lar de Salto acolhe dezenas de idosos e leva o comer a muitos outros. Sendo o maior empregador local.

 

As Associações ligadas à lavoura: Centro de Gestão, Agro-Florestal e de Criadores, apoiam os agricultores e promovem cursos de formação para os mesmos.

 

Os Bombeiros fazem o apoio aos doentes e mantem a floresta protegida.

 

A Banda Filarmónica continua com dinamismo e tem em funcionamento uma Escola de Música.

 

As Associativas da Caça vão trazendo até Salto gente ou para caçar ou para os torneios que promovem.

 

Os Ecomuseus de Salto e das Minas da Borralha, acolhendo visitas e promovendo iniciativas de interesse para os visitantes.

 

A Junta de Freguesia, agora, instalada na Rua Central atende todo o povo da freguesia, com serviços próprios e dos correios.

 

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E sobre a Igreja Matriz de Salto diz o seguinte:

 

Quem entra em Salto e segue até à zona central da vila, não fica indiferente à imponente imagem eclesial situada no topo da Rua Padre Manuel José Jorge, em paralelo granítico. Trata-se da antiga igreja matriz de salto, talvez o principal ícone desta vila. É um edifício de traça romântica, que foi sofrendo algumas remodelações estruturais ao longo do tempo. Nas paredes Norte e Sul da nave é possível ver troços da perfeição com que pedras foram sobrepostas na construção do edifício. Deslocados para a traseira da igreja, alinhados na bordadura do adro ajardinado e bem tratado, observam-se quatro arcas tumulares cobertas com tampas, presentando todas elas decoração e inscrições. Estes são importantes vestígios da necrópole dos tempos medievais, testemunhadores da antiga pratica de enterrar os paroquianos no adro envolvente da igreja. No interior, as estatuas de Nossa Senhora do Pranto (santa padroeira) e do Beato D. Nuno, o Condestável, que por estas terras terá treinado o seu exercito aquando das batalhas com reino de Castela.

 

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E sobre o Ecomuseu:

 

Ecomuseu de Barroso - Casa do Capitão

 

Instalado numa antiga casa senhorial, que pertenceu ao Capitão da aldeia, representante da autoridade e do poder, a nível local, este polo do Ecomuseu de Barroso, em Salto, representa algumas das atividades tradicionais mais emblemáticas.

 

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E continua sobre o Ecomuseu:

Neste espaço foram recolhidas, tratadas e inventariadas mais de mil peças. Estas, doadas pelos habitantes da freguesia, deram origem a um polo etnográfico, que permite uma visita ao que seria uma casa típica barrosã. Os temas tratados são muito variados: a raça barrosã, que é autóctone, as alfaias agrícolas manuais e de tração animal, o ciclo do pão, a cozinha de Barroso, o ciclo da lã e do linho, as minas de volfrâmio da Borralha e D. Nuno Álvares Pereira, Senhor das terras de Barroso. Este local disponibiliza uma ludoteca, uma biblioteca e uma loja de produtos locais.

 

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Uma vista de olhos pela wikipedia para as festas populares:

 

FESTAS POPULARES

 

A festa Senhora do Pranto

O pároco da freguesia de santa Maria de salto em 1758, o reitor António Alves de Sousa, fornece a sua versão para a origem do nome de salto:” Este dito lugar é assim chamado para a tradição de uma imagem com o titulo Senhora do Pranto, padroeira desta freguesia chamada a “Senhora de Salto” pela dita tradução de que de distancia de quase meio quarto de légua saltara para um sítio em que hoje está, para a lagoa e carvalheira que esta se extingui e é o sítio deste lugar.  A carvalheira secou e a lagoa enxugou de sorte de que no tempo do Estilo e parte do Outono faz a aprazível e de limitável a circunspecto deste lugar de salto”

 

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E continua:

Perante o fenómeno milagroso persistentemente repetido, da misteriosa mudança de imagem de Senhora, do lugar de Oliveira para o sítio onde seria construída, há mais de mil anos, a igreja velha, o povo devoto achou que se a Senhora dava o “salto” para este lugar era porque desejava que lhe construíssem um espaço de culto ali e por isso foi decidido construir uma capela para acolher a Senhora, nascendo a nova aldeia em seu redor, a qual recebeu o nome de Nossa Senhora de Salto ou Santa Maria de Salto, em honra do “salto da Senhora” de Terras de Oliveira para este novo lugar.

Sendo pacificamente aceite que a etimologia de Salto remete para a designação latina as saltum com o significado “caminho entre os bosques”.

Nossa Senhora do Pranto é comemorado a 15 de Agosto, dia em que a “Senhora” sai em longa e florida procissão.  A 13 de Agosto existe uma outra procissão a Nossa Senhora de Fátima.

Remetendo para 3 dias de grande euforia em Salto.

 

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Agora quanto à Festa de São Sebastião na wikipedia encontrámos o seguinte:

 

A festa de São Sebastião

No dia 20 de Janeiro, a meio do Inverno, tem lugar a Festa de São Sebastião, numa época considerada como não coincidente com o tempo festivo.

Vinha o Santo em procissão dum único andor presidir à bênção do pão e do vinho que ficava assim diferente do pão normal. Tinha mezinha, podia-se guardar de um ano para o outro que não ganhava bolor.

O bobo comunitário de São Sebastião reconhece as graças concedidas, através do esconjuro de afastamento dos cavaleiros do Apocalipse, sendo as capelas de São Sebastião situadas na entrada dos povos donde sopram os maus ventos ou donde vêm as pragas às culturas. Sabemos que a origem desta fé é muitas vezes secular, atribuída por Leite Vasconcelos a uma grande peste que assolou o país em 1505.

 

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E continua sobre o São Sebastião:

O medo da fome, da peste e da guerra de que o santo é advogado foi sempre uma espada de Damocles sobre a cabeça do povo, daí a devoção a este servo de Deus.

Em Salto, na “roda” de distribuição gratuita, são ofertados os “mordomos” benzidos, uma porção de pão e um copo de vinho. Os que assistem ao ritual levam para casa um “mordomo” a mais para cada filho, e muitas vezes outro por cada género de animais. A este pão ou carolo atribui-se poder curativo, não ganhando bolor ao longo do ano.

 

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Festa de São Sebastião que é muito popular em todo o Barroso e que todos os anos leva milhares de pessoas até elas, pois além de Salto, na atrás referida aldeia de Cerdedo também é celebrado e logo ao lado, na aldeia de Couto de Dornelas, talvez a maior de todas a par da de Alturas de Barroso onde também se festeja. Vale a pena ir a todas elas, pois embora sejam no mesmo dia, ficam a uns quilómetros umas das outras e em timings diferentes, todas elas no Barroso, embora as três últimas sejam no concelho de Boticas.

 

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Ainda na wikipedia:

 

O tempo da quaresma

A quaresma que se seguia este longo período festivo que abarca Dezembro, Janeiro e Fevereiro, impõe silêncio e jejum, com interdição do toque dos sinos, das festas, jogos ou espectáculos. É um período sagrado, centrado nos sermões e preces, cujos 40 dias culminaram na Semana Santa, e em particular na Sexta-Feira e no Domingo de Páscoa- o primeiro Domingo após a primeira Lua Cheia da Primavera.

 

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O sexto domingo, que dá inicio a semana santa, é chamado “Domingo de Ramos”.

 

Os dois grandes períodos opostos do Inverno e do Verão são assinalados pela matança do porco, a qual se apresenta como uma inauguração caléndarica ritual e psicológica, uma espécie de antecipação do Carnaval. O porco é a despensa do ano, que permite uma grande variedade de preparações

 

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Passemos agora à Monografia de Montalegre, onde há bastantes referências à Vila de Salto, mas a maior parte já foi abordada, mas há esta primeira que transcrevo que é curiosa e há ainda quem a defenda:

 

“A Questão de Salto” - anos de 1914 a 1916 Entre 1914 e 1916 ocorreu a Célebre Questão de Salto. Foi o caso de um algarvio, eleito pelos eleitores do Minho, chamado Augusto José Vieira decidir agitar os ânimos da boa gente nortenha. Assim, propôs (após a necessária campanha Caciquista no Minho) a anexação da freguesia de Salto ao concelho de Cabeceiras de Basto. A batalha durou três anos mas no fim tudo correu como devia: Salto foi, é e será de Montalegre.

 

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As características da freguesia:

Salto

Área: 78.6 km³

Densidade Populacional: 23.8 hab/ km²

População Presente: 1853

Orago: Nossa Senhora do Pranto

Pontos Turísticos: Casa da Fonte (Corva); Sepulturas Antrmpomórficas (Seara) Igreja Velha e Arcas Tumulares (Salto); Monte da Maçã; Casas Diversas.

Lugares da Freguesia: Ameal, Amiar, Bagulhão, Beçós, Minas da Borralha, Caniçó, Carvalho, Cerdeira, Corva, Linharelhos, Lodeiro d’Arque, Paredes , Pereira, Pomar de Rainha, Póvoa, Reboreda, Salto, Seara e Tabuadela.

 

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E agora é tempo da “Toponímia de Barroso”

 

Salto

Notável e antiquíssimo arcaísmo fonético: do latino Saltu > Salto!

A manutenção do L confirma a velhíssima constituição daquele topónimo que é referido como sede de paróquia suévica no Paroquial de 570. A Diocese Bracarense que se estendia desde Vila do Conde a Bragança e ao Minho tinha apenas trinta paróquias e entre elas Ad Saltum. Chegou a distribuir o seu território por três concelhos conquanto pertencesse sempre à Borba de Barroso. Apesar de regularmente desmembrada ainda atinge um domínio da origem dos oitenta quilómetros quadrados de área onde vigoram vinte agregados populacionais.

 

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E na Toponímia Alegre, vamos lá aos Escorricha-odres de Salto:

 

(…)

Boa terra era Salto

Se não fora geadeiro

Vem a geada leva tudo:

Não colhe nem um graeiro.

 

Não vou mais ao São Miguel

De dia ou de madrugada

Por mor da ronda de Salto

Apanhamos a traulitada (1)

 

  • (1)– Alude-se às cenas de pancadaria entre trauliteiros e republicanos na monarquia do Norte – 1919.

 

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E continua:

 

Ó moças da Venda Nova

Apertai esses coletes:

Olhai as moças de Salto,

Parecem uns ramalhetes.

(…)

Venho do Senhor São Bento,

Vou prá Senhora de Salto,

O que eu quero é dinheiro

Raparigas não me falto!

(…)

 

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E para finalizar o vídeo com todas as imagens aqui publicadas:

 

 

Para ver o vídeo diretamente no YouTube ou partilhar, sirva-se deste link:

 

https://youtu.be/BIf4TEDCBPA

 

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BIBLIOGRAFIA

BAPTISTA, José Dias, (2006), Montalegre. Montalegre: Município de Montalegre.

BAPTISTA, José Dias, (2014), Toponímia de Barroso. Montalegre: Ecomuseu – Associação de Barroso.

 

WEBGRAFIA

http://www.cm-montalegre.pt/

http://toponimialusitana.blogspot.pt

https://jf-salto.pt/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Salto_(Montalegre)

 

Links de interesse

https://www.facebook.com/pages/category/Public-Figure/Vila-de-Salto-10150135785210313/?redirect=false

 

 

 

04
Jan20

Tresmundes - Chaves - Portugal

ALDEIAS DE CHAVES (COM VÍDEO)

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Hoje retomamos a nossa ronda pelas aldeias da forma que o vínhamos fazendo até que introduzimos aqui os vídeos das aldeias. Retomamos a forma antiga, mas as aldeias que já tiveram o seu post sem vídeo, também o vão ter, mas esse, passará a ser publicado às quartas-feiras.

 

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Pois nesta ronda, se bem se recordam, a ordem alfabética era que nos vinha ditando qual a aldeia a vir aqui. E assim vai continuar a ser. Tínhamos então ficado em Travancas, pelo que, logo a seguir seria Tresmundes, e cá está ela.

 

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Tresmundes que muito gostaria de saber qual a origem do seu topónimo. Aparentemente tudo nos leva a crer que seja uma variante de três mundos, não os da aldeia, mas talvez os que desde ela se avistam, dos quais um seria a Galiza, outro o Barroso e o outro, tudo o restante.

 

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Também, pela localização da aldeia, haveria outra forma de dividir esses três mundos, um o da Terra Fria (Barroso), outro o da Terra Quente e outro o da Galiza. Bem, mas isto sou apenas eu a supor, mas, seja ela qual for, o certo é que haverá uma razão para a aldeia se chamar Tresmundes, que é um topónimo pouco vulgar ou mesmo único, pois não tenho conhecimento de outra localidade com este topónimo.

 

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Localizada bem no alto da Serra do Brunheiro, mas já na vertente da serra que descai para a Veiga de Chaves, tendo a aldeia de Nantes nas faldas da serra. Tudo leva a crer que eram esses os caminhos que desde Tresmundes se tomavam antigamente para vir à cidade, via a aldeia de Nantes, mas também via as três Ribeiras (de Sampaio, do Pinheiro e das Avelãs, talvez um fosse o trajeto de verão (via Nantes) e de inverno (vias Ribeiras), e digo isto apenas pelas pontes que então haveria para atravessar a Ribeira do Caneiro. Aliás, deduzo isto, porque eu próprio, em criança, testemunhava a passagem das pessoas da serra (São Lourenço, Cela e Tresmundes) à porta de minha casa, quando então vivia na Casa Azul.

 

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Mas também sei que passavam por Nantes. Aliás havia a rota das tabernas que as pessoas da serra costumavam fazer, porque as antigas tabernas eram também pontos de apoio às pessoas das próprias aldeias onde elas existiam, mas estrategicamente localizadas e pontos de passagem de pessoas de outras aldeias. Em Nantes tenho conhecimento da existência de uma taberna que apenas fechou quando morreu o seu último proprietário, isto já em finais do século passado. Por sua vez. Na rota do caminho da Casa Azul, havia três tabernas, uma na Casa Azul, outra no cruzamento do Sr. da Boa Morte e outra, pouco mais à frente, na bifurcação da estrada para a Quinta da Condeixa e para o Prado. Repare-se que todas estas tabernas ficavam nas ruas principais e em cruzamentos/bifurcações de caminhos e estradas.

 

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E eram sim ponto de apoio às populações, pois além de terem os produtos de primeira necessidade à venda, não só para o lar como também para a agricultura, em geral serviam de comer e de beber, para além de darem algum descanso e abrigo aos caminhantes, nas torreiras do sol ou nas intempéries, nevadas, frio intensos, etc. Recorde-se que em geral eram também postos público de correios e telefones, locais de encontro e negócios, para além de terem sido também as primeiras casas das aldeias a terem televisão, que também se tornava pública nos festivais da canção, jogos de futebol, etc.

 

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Mas regressemos a Tresmundes, aldeia por onde vou passando com alguma frequência graças ao estradão que liga esta aldeia a Carvela, ou seja, ao planalto da Serra do Brunheiro, estradão que em alguns afazeres dá para poupar uns bons quilómetros de estrada, pena o seu piso nem sempre estar em boas condições para nele se poder transitar com alguma comodidade e segurança, principalmente em tempo de chuva, já nem falo em neve…

 

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E claro que nesta ronda pelas aldeias, a meio, introduzimos o vídeo com todas as imagens que já passaram aqui pelo blog, as de hoje, 9 novas imagens, mas também as de alguns posts anteriores. Talvez nem todas, pois nestes 15 anos de existência do blog, além de lhe perdermos a conta, tivemos alguns acidentes com o arquivo das fotos e também, às vezes, falta de referências ou tags para as encontrar. Tudo isto pode fazer com que algumas dessas fotografias não estejam no vídeo, mas fica o possível:

 

 

 

Para partilhar ou ver diretamente no YouTube, siga este link:

 

https://youtu.be/qkppMIeMis0

 

Para terminar, fica também o link para alguns posts que ao longo destes 15 anos a aldeia de Tresmundes teve neste blog:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/186059.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/354674.html

 https://chaves.blogs.sapo.pt/um-passeio-pelo-sol-e-pelas-serras-e-1303272

https://chaves.blogs.sapo.pt/meia-duzia-de-olhares-sobre-a-nevoa-do-1472093

https://chaves.blogs.sapo.pt/368728.html

03
Jan20

A arte sai à rua...

Madalena - Chaves

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Os nossos artistas estão na rua. Na Madalena, o Pintor Mário Lino, vai dando as suas pinceladas reproduzindo nas paredes os trabalhos de construção da Ponte Romana. Como há 2000 anos não havia fotografia, nem pintores que se tivessem dedicado a esta construção, com um pouco de imaginação, o pintor de hoje, faz-nos essa representação. Gosto!

 

 

02
Jan20

15º Aniversário do Blog Chaves - Olhares sobre o Reino Maravilhoso

blog chaves - 15 anos

1600-aniversario-15

 

Foi há 15 anos que este blog publicou o seu primeiro post, e tal como todos os anos neste dia de aniversário, deixamos aqui algumas imagens e umas palavrinhas sobre esta data, sobre o ano de 2019 que já lá vai, mas também um pouco do que prevemos para o ano de 2020.

 

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Cidade de Chaves com gente dentro

Quanto às imagens de hoje, são repetentes, uma pequena seleção (a possível e a monte) de algumas fotos que mais gostámos de ter publicado no último ano, para além de alguns gráficos com os números disponíveis sobre o Blog.

 

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Imagens ou devaneios que gostamos de fazer, talvez design mas tendo o olhar e a fotografia como base

 

Iniciemos então pelos números, sim, pelos números porque eles são importantes para sabermos quem nos visita e desde onde. Ora analisando-os, facilmente se entende que são os flavienses ausentes e outros ausentes não flavienses, mas ligados ou amigos de Chaves, que nos visitam. E, aí, atingimos o nosso objetivo, pois este blog nasceu para isso mesmo e nunca pretendeu levar Chaves aos seus residentes, esses, nós que cá estamos, podemos desfrutar da cidade todos os dias, não temos saudades de Chaves. Quando iniciei o blog, foi a pensar no tempo em que vivi fora de Chaves, em que devorava tudo que fossem notícias ou imagens da terrinha, chegando então à conclusão de que quanto mais longe estamos da nossa terra, mais ela nos pertence.

 

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Ficaram os números de Portugal que são 70% dos nossos visitantes. Se repararem Chaves não aparece, tal como Vila Real que não quer saber de nós, embora possam estar alguns incluídos nos “locais não definidos”, mas penso que esses, são de aldeias e vilas que as estatistas não sabem em que cidade as incluir, suponho eu. Já agora, os dados destes gráficos são os que as estatísticas do portal SAPO me disponibiliza no blog, portal onde este blog está alojado. Desde já fica um agradecimento ao SAPO pela sua disponibilidade e apoio ao blog nos momentos mais complicados e também pelos destaques que vai fazendo do Blog Chaves.

 

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E este ano estamos também gratos por termos chegado a dois novos continentes, refiro-me à Ásia e à Oceânia, pelo menos com força (números) para aparecerem nas estatísticas e ficarem de fora dos locais não definidos. Um agradecimento especial para quem nos visita desde a India e a Austrália que permitiram a entrada dos seus continentes. Já agora a título de curiosidade, mas também com o nosso agradecimento fica o grosso dos nossos visitantes, que são quase 60% dos que estão no estrangeiro, refiro-me aos flavienses (e outros) que estão em França e nos Estados Unidos da América. Depois temos os visitantes do Brasil e Suíça com valores acima dos 10%, logo seguido de Espanha e Reino Unido, neste último além de visitantes temos lá um colaborador do Blog que de vez em quando nos deixa por aqui uma “Crónica Estrambólica”, o Luís do Boticas.

 

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E já que estamos em maré de agradecimentos, não podemos esquecer os nossos colaboradores que tanta ajuda têm dado a este blog, ficam por ordem alfabética e espero não esquecer nenhum. Como a lista já é longa e pela certa que me iria esquecer de alguns colaboradores antigos, vou só referir os que colaboraram no passado ano de 2019 e continuarão a colaborar neste ano de 2020:

 

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Imagens da descoberta do Barroso, dos seus contrastes, desde o mais agreste que se possa imaginar a exuberância do verde mais verde

 

 

Atuais colaboradores do blog

António de Souza e Silva – Com “Discursos Sobre a Cidade”

António Roque – O nosso poeta com “ Pedra de Toque”

Cristina Pizarro – Com “ Crónicas de Assim dizer”

Gil Santos – Com “Discursos Sobre a Cidade”

Humberto Ferreira – Sem crónica, mas de colaboração preciosa nos seus avisos, alertas, correções e outras ajudas.

João Madureira – Com “Quem conta um ponto…”

Lúcia Cunha – com “A pertinácia da informação”

Luís de Boticas – Com “Crónicas Estrambólicas”

Luís dos Anjos – Com “Flavienses por outras terras” e "Vivências"

Luís Henrique Fernandes (Luís da Ganginha) – Com crónicas “Ocasionais”

Manuel Cunha (Pité) – Com “O Factor Humano”

Raimundo Alberto – Com o seu romance “Chaves D’Aurora”

 

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Imagens da descoberta de terras de Ribeira de Pena e Alto Douro vinhateiro, terras do Reino Maravilhoso

 

Ainda um agradecimento especial para aqueles que além de colaboradores, em geral,  me acompanham na descoberta do Barroso, do Alto Tâmega e Reino Maravilhoso:

 

António de Souza e Silva

João Madureira

Humberto Ferreira

 

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Um olhar sempre atento ao que devemos celebrar, a quem passa por cá e às nossas festas

 

Por último fica também um agradecimento à Associação de Fotografia e Gravura Lumbudus, à Adega do Faustino, à Sinal TV e ao António Tedim, pela colaboração e apoios às exposições de fotografia que o Blog Chaves tem realizado. Agradecimento que se estendem a todos os fotógrafos que até hoje disponibilizaram os seus trabalhos para que essas exposições fossem possíveis.

 

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Imagens de pessoas, artistas, que gostámos de fotografar: Carlos Barreira (Escultor flaviense); Cristina Valadas (Pintora); Ema Berta (pintora), João Machado (Designer e Escultor) e João Ribeiro (Pintor)

 

Por último um agradecimento especial a todos quantos nos visitam e estão aí desse lado a espera das nossas imagens e textos, e às vezes até dos nossos desabafos, devaneios e disparates, que felizmente mais que infelizmente, também fazem parte da vida. Agradecimento especial duplo para aqueles que além de nos visitarem também comentam os nossos posts. Agradecimento triplo para aqueles que nos visitam e comentam com alguma frequência, por último um agradecimento para aqueles que nos visitam, comentam, incentivam e são há muito tempo nossos amigos e amigos do blog, mesmo sem os conhecermos pessoalmente…e esta faz-me lembrar o poema:

 

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De vez em quando gostamos de regressar às origens, à Portela da minha Mãe, ao meu Liceu

Há homens que lutam um dia, e são bons;
Há outros que lutam um ano, e são melhores;
Há aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há os que lutam toda a vida
Estes são os imprescindíveis.

Bertolt Brecht

 

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E sempre a nossa cidade, de noite ou de dia, com sol ou chuva, nevoeiro ou geadas e nevadas das boas...

 

Por último reforçamos um aviso que já aqui deixamos e que se prende com algumas alterações que nos próximos dias irão acontecendo no blog e também um aviso aos mais atentos – Perdemos o contador de visitas do nosso blog – Pois segundo o SAPO era uma componente que poderia ter conteúdo malicioso e poder-vos-ia desviar para outras páginas e conteúdos não desejados. Como não queremos que o nosso blog seja de navegação insegura, desinstalamos essa componente. Temos pena de não poder partilhar esses números convosco, que no dia em que foi desativado já íamos nos 3.389.843 visitantes, mas nós, sem ser visível publicamente no blog, continuamos a ter acesso ao número de visitas e visualizações do blog que o SAPO nos disponibiliza nas estatísticas do blog, daí o contador continuar a contar rumo aos 5.000.000 de visitantes, número para o qual pensamos fazer a grande festa do blog, na rua, mas isso ainda vai demorar  uns aninhos a alcançar, seja como for, no final do ano darei aqui conta da contagem do contador.

 

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E sempre a nossa Top Model como modelo para fotografar, de mil e uma maneiras

 

E agora mesmo para finalizar fica um apelo: façam comentários, peçam-me coisas, puxem-me as orelhas por não trazer aqui coisas que gostariam de ter e ver, eu estou por aqui de boa vontade para vos satisfazer, mas para isso, necessito de saber o que é que querem, necessito do vosso feedback.

 

Agora sim, um bom ano de 2020 !

 

 

 

 

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