Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

23
Jul21

O Barroso aqui tão perto - Serraquinhos - C/vídeo

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-serraquinhos (98)-video

montalegre (549)

 

Serraquinhos - Montalegre

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SERRAQUINHOS, concelho de Montalegre.

 

1600-serraquinhos (5)-video

1600-serraquinhos (8)-video

1600-serraquinhos (84)-video

 

E nesta rubrica de o Barroso aqui tão perto, Serraquinhos está mesmo aqui ao lado, entre Chaves e Montalegre, a 25km, 30 minutos de viagem, isto indo pela estrada do S.Caetano e ao chegar a Meixide, virar em direção a Pedrário.

 

1600-serraquinhos (40-41) video

1600-serraquinhos (27)-videos

1600-serraquinhos (76)-video

 

Serraquinhos é uma das aldeias típicas do Alto-Barroso e como fica tão perto, pode aproveitar para ir deitando um olho às aldeias vizinhas, igualmente interessantes – Meixide, Pedrário, Zebral, Cepeda, etc, dependendo da estrada que tomar depois de Serraquinhos.

 

1600-serraquinhos (31)-video

1600-serraquinhos (22)-video

1600-serraquinhos (18)-video

 

Serraquinhos, uma das aldeias por onde Torga tem passou e deixou registos no seu diário, que já transcrevemos no post completo que dedicámos à aldeia. Se for por lá, não deixe de apreciar a aldeia nos seu todo e nos pormenores sem esquecer a igreja que merece uma atenção especial

 

1600-serraquinhos (13-14)-video

1600-serraquinhos (12)-video

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de SERRAQUINHOS que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre SERRAQUINHOS no post completo que lhe dedicámos, fica link no final. Vamos então ao vídeo.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SERRAQUINHOS:

https://chaves.blogs.sapo.pt/tag/sarraquinhos

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de Seara.

 

 

17
Jul21

O Barroso aqui tão perto - Chã e São Vicente da Chã

1600-s-vicente (46)-VIDEO

montalegre (549)

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de CHÃ - S.VICENTE, freguesia da Chã, concelho de Montalegre.

 

1600-s-vicente (47)-video

1600-s-vicente (28)-video

1600-s-vicente (27)-video

 

Embora sede de freguesia, a Chã é uma pequena aldeia implantada à volta da igreja, e que passa despercebida desde a N103, mesmo porque o casario do entroncamento de São Vicente distrai o olhar de quem passa na estrada nacional ou desde a municipal que liga a e103 a Montalegre, e é pena, pois a sua igreja e o pequeno conjunto de casario da Chã e envolvente, são uma preciosidade digna de ser apreciada.

 

1600-s-vicente (25)-video

1600-s-vicente (19)-video

1600-s-vicente (42)-video

 

A Chã está também localizada junto à barragem dos Pisões (Alto Rabagão), na sua margem direita, e em terras chãs, que se prolongam pelas aldeias vizinhas, todas numa cota superior aos 900m.

 

1600-s-vicente (30)-video

1200-s-vicente (38)-video

 

Mas hoje não estamos aqui para falarmos de CHÃ ou de S.VICENTE, isso, já o fomos fazendo ao longo no post que lhe dedicámos (com link no final). Hoje é mesmo pelo vídeo, mas também, aproveitando esta ocasião, para deixarmos aqui mais algumas imagens que escaparam à seleção anterior. Vamos então ao vídeo.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de CHÃ - S.VICENTE:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cha-e-sao-1814952

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de Serraquinhos.

 

 

11
Jul21

O Barroso aqui tão perto - Muro

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

1600-muro (5)

1600-cabecalho-boticas

 

Seguindo a metodologia que adotámos para o Barroso do concelho de Boticas, ou seja, seguir a ordem alfabética das freguesias e as suas aldeias,  já iniciámos as publicações da freguesia de Covas de Barroso, tendo-se iniciado as publicações desta freguesia precisamente com a aldeia de Covas, daí, hoje é a vez da sua segunda de três aldeias, a aldeia do Muro, ficando para a próxima publicação a aldeia de Romaínho.

 

1600-muro (1)

1600-muro (3)

1600-muro (40)

 

Para irmos até ao muro, teremos que passar por Covas do Barroso e pelo Romaínho, só depois teremos a aldeia do Muro. Vamos então ao nosso itinerário completo e respetivos mapas, para chegarmos à aldeia do Muro. Como sempre o ponto de partida é na cidade de Chaves.

 

1600-muro (37)

mapa muro 1.jpg

 

Então vamos lá, como ponto de partida podemos ter a praça do Brasil em  Chaves, seguindo pelo caminho mais habitual para ir até terras de Boticas, ou seja via N103 (estrada de Braga) até Sapiãos, onde, devemos deixar a N103 e tomamos à esquerda a M312 em direção a Boticas, onde devemos apanhar a R311. Basta seguir as indicações das placas em direção a Ribeira de Pena e Cabeceiras de Basto, principalmente na rotunda de saída da vila, junto ao Centro de Artes Nadir Afonso. Depois subimos até a Carreira da Lebre, o grande entroncamento de Boticas, e desta vez, na rotunda da Carreira da Lebre, seguimos em frente, mas apenas durante cerca de 5Km logo a seguir à última entrada para aldeia de Vilar (à esquerda) e saída para a aldeia de Carvalho (à direita), ou seja, devemos sair da R311, à esquerda, em direção à aldeia Campos, aldeia pela qual teremos de passar para ir até Covas do Barroso. E Covas, temos que atravessar a aldeia toda, sempre pela rua principal em direção à igreja paroquial e cemitério, mas sem chegar lá, pois antes terá de virar à esquerda. Já não recordo se há placas a indicar Romaínho e Muro, mas o melhor, em caso de dúvida, é perguntar a alguém no final da aldeia, que, felizmente, em Covas do Barroso há sempre gente na rua.

 

maspasda muro 2.jpg

1600-muro (50)

 

O Muro é uma das aldeias que fica no limite do concelho de Boticas confrontante com o concelho de Ribeira de Pena. O limite do concelho fica a apenas 1Km e as primeiras aldeias do concelho de Ribeira de Pena (Alijó e Lamalonga) ficam a menos de 2Km, com ligação por estrada municipal (M1047). Curiosamente, estas duas aldeias e mais meia-dúzia do concelho de Ribeira de Pena, estão ainda dentro do território do Barroso, mais precisamente a freguesia de Canedo, que outrora, há cerca de 100 anos, pertencia ao Concelho de Boticas. É por estas e por outras que o território do Barroso não se fica apenas pelos concelhos de Montalegre e Boticas, pois os concelhos de Ribeira de Pena, Vieira do Minho e também o de Chaves, se considerarmos o limite natural do rio Tâmega como um dos limites do Barroso.

 

1600-muro (31)

1600-muro (27)

1600-muro (23)

 

O Muro é uma pequena aldeia com pouco mais de 20 construções e metade são anexos e armazéns, mas como na prática está já unida à aldeia de Romaínho, as duas, já fazem uma aldeia jeitosa. Aqui sim, nesta e outras aldeias que com o seu crescimento se uniram, poderia haver uma reforma administrativa e ficar só uma aldeia, do tipo Romaínho do Muro ou Muro do Romaínho, isto se entre ambas não houver quezílias antigas, que aí não há nada a fazer, mais vale respeitar as quezílias do que unir para desunir à batatada. São as tais questões de honra que no Barroso e em geral em todo Trás-os-Montes fazem lei, mesmo que não esteja escrita. Bem, mas isto da união das duas aldeias são coisas minhas, da minha imaginação, e até pode ser que entre estas duas aldeias nem haja quezílias antigas ou recentes, e se as houver, é natural, como natural também é acontecerem ou não dentro da própria aldeia.

 

1600-muro (42)

1600-muro (47)

1600-muro (28)

 

Continuando ainda com o tema das questões de honra, moral, quezílias e afins, introduzamos outro, o do Comunitarismo do Barroso, que é uma das singularidades deste povo, ou era, pois com os tempos modernos, cada vez mais o comunitarismo vai caindo em desuso, tal como os fornos do povo que hoje em dia, em grande parte das aldeias, apenas são utilizados como um ponto de atração turística ou mesmo convertidos em “postos” de turismo barrosão.

 

1600-muro (16)

1600-muro (24)

1600-muro (17)

 

Mas ia dizendo que o povo barrosão tem (ou tinha) como um dos elementos da sua identidade o comunitarismo, que é (era) uma forma de se entreajudarem, mas que, para funcionar, tinham regras apertadas para serem cumpridas. Desde o forno do povo, à água, aos caminhos, as vezeiras, a igreja, as festas, o boi do povo, etc. havia regras a cumprir.

 

1600-muro (26)

1600-muro (21)

1600-muro (33)

 

O Padre António Lourenço Fontes, hoje sobejamente conhecido pelos congressos de bruxaria e sextas-feiras 13 de Montalegre, é um dos conhecedores profundos do Barroso, dos seus usos e costumes, não só por também ele ser barrosão, mas também por ter dedicado toda a sua vida ao estudo e divulgação do Barroso. As suas primeiras publicações sobre os usos e costumes do Barroso e sobre o comunitarismo de Barroso remontam aos anos 70 do século passado, onde se revela o grande etnógrafo do Barroso, passando tintim por tintim todos os usos, costumes e comunitarismo do Barroso à escrita e publicação de dois volumes de Etnografia Transmontana, sendo o II Volume dedicado exclusivamente ao comunitarismo de Barroso.

 

1600-muro (18)

1600-muro (53)

1600-muro (15)

 

Por exemplo quanto ao boi do povo, que tinha duas funções, a primeira a de cobrir as vacas da aldeia e a segunda era o representante da aldeia no desporto do povo barrosão, o das chegas de bois. Lourenço Fonte diz ao respeito, no II volume de Etnografia Transmontana – O Comunitarismo de Barroso:

 

“ O boi do povo, um dos maiores proprietários da aldeia, é de todos os que têm vacas. Todos colaboram na sua manutenção e pastoria. Todos têm de lhe ir segar e recolher o feno, semear as batatas do boi, recolhe-las, pedir pão ou milho, ou mesmo roubá-lo, quando os mais velhos o não querem dar às boas. Em Cambezes quando é tempo das ferranhas tenras, o boi anda à roda, pelos vizinhos; cada um tem de dar ferranha ao boi ou bois, tantos dias, como de vacas tem para cobrir. Todos pagam ao pastor do boi, conforme o número de vacas. Em Pitões pagam em alqueires de centeio ao que guarda o rego da rega, no tempo respetivo. O tratador é gratuito, trata do boi para vender ou chegar com outro.”

 

1600-muro (13)

1600-muro (12)

1600-muro (10)

 

Já quanto ao boi do povo representar a aldeia no desporto barrosão - as chegas, diz Lourenço Fontes:

 

“Nas chegas, o desporto usual das aldeias de Barroso, todos vão acompanhar o seu boi, de pau na mão, e rogar aos santos da igreja que ele seja campeão. Se não for campeão, ou o vendem, ou o tratam para vir a sê-lo. Por isso, nem sempre o ser bom reprodutor é o motivo de conservar um boi, mas o ser o melhor lutador. Está aqui uma das razões da degenerescência da raça Barrosã, além de outras.”

 

1600-muro (9)

1600-muro (34)

1600-muro (8)

 

Voltando às quezílias das aldeias e afins, escreve Lourenço Fontes:

 

“Nos barulhos ou contendas, entre pessoas de aldeias diferentes, também a coesão e unidade se manifesta. Um por todos e todos por um, gritam logo. E toca de esgalhar paulada ou estadulhada nos inimigos do nosso vizinho. Há aldeias que não se ligam bem, apesar de serem da mesma freguesia, ou muito próximas, que não se gramam, por uma pequena questão particular. O jogo do pau era espetáculo nestas marés. (Salto)”.

 

E ainda

“ Nas feiras e festas a rapaziada junta-se em determinado local, mais ou menos central, ou à saída do povo, cada qual com seu pau de lodo, antes, hoje com a sua pistola no bolso. (1)

 

  • (1) – A G.N.R. acabou com os paus.

 

1600-muro (7)

1600-muro (55)

 

 

E sobre esta aldeia que dá pelo topónimo de Muro vai sendo tudo. Sem dúvida que é mais uma aldeia do Barroso que merece uma visita, não só pela aldeia, que embora pequena não deixa de ser interessante, mas também pela paisagem envolvente das montanhas barrosãs. E chegamos ao vídeo final, com todas as imagens publicadas neste post. Espero que gostem:

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

 

E quanto a aldeias de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que teremos aqui a última aldeia da freguesia de Covas de Barroso -  Romaínho.

 

 

03
Jul21

O Barroso aqui tão perto - São Lourenço

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-s-lourenco (122-130)

montalegre (549)

 

 

SÃO LOURENÇO - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SÃO LOURENÇO, freguesia de Salto, concelho de Montalegre.

 

1600-s-lourenco (105)-video

1600-s-lourenco (2)-video

 

Aproveitamos a oportunidade para deixar mais 5 imagens que escaparam à anterior seleção, aquando do seu post compelto.

 

1600-s-lourenco (53)-video

1600-s-lourenco (14)-video

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de SÃO LOURENÇO que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre SÃO LOURENÇO, a seguir ao vídeo, fica o link para o seu post completo

.

Aqui fica:

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SÃO LOURENÇO:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-lourenco-1801273

 

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de Chã (S.Vicente).

 

 

26
Jun21

O Barroso aqui tão perto - São Fins

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-s-fins (35)-VIDEO

montalegre (549)

 

 

SÃO FINS - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SÃO FINS, concelho de Montalegre.

 

1600-s-fins (3)-video

1600-s-fins (33)-video

 

São Fins é uma das aldeias que fica ao longo do traçado da N103 (Chaves-Braga), na margem esquerda do Rio Rabagão, mais precisamente onde o rio começa a alargar o leito para se iniciar a Barragem da Venda Nova.

 

1600-s-fins (2)-video

1600-s-fins (24)-video

1600-s-fins (38)-video

 

Tam como aldeias mais próximas a aldeia de Pondras, quase do outro lado da N103, e no sentido de Chaves as aldeias de Ormeche e Vila da Ponte, já no sentido de Braga tem Codeçoso e Venda Nova.

 

1600-s-fins (16)-video

1600-s-fins (23)-video

 

Do outro lado da barragem ou se preferirem, na margem direita do rio Rabagão, uma ponte faz a ligação a Currais e Reigoso. Indo além destas aldeias, via Sacoselo e Nogueiró, já entramos em terras do Gerês de Montalegre, nas freguesias de Ferral e Cabril, entre outras.

 

1600-s-fins (10)-video

1600-s-fins (22)-video

1600-s-fins (20)-video

 

Trata-se de uma pequena aldeia barrosã, encostada à barragem/Rio Rabagão, a cerca de 60 m, servindo-se de um pequeno vale, quase circular, com cerca de 350m de raio e atravessado a mei pela N103, que nesta zona, vai acompanhando quase em paralelo a barragem da Venda Nova.

 

1600-s-fins (7)-video

1600-s-fins (9)-video

1600-s-fins (12)-video

 

Embora aproveitando esta oportunidade para deixar mais algumas imagens da aldeia e algumas palavras, hoje estamos aqui pelo seu devido vídeo que não teve aquando do seu post completo, para o qual fica link no final deste post. Vamos então ao vídeo com todas as imagens da aldeia de SÃO FINS que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SÃO FINS:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-fins-1727101

 

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de São Lourenço.

 

 

20
Jun21

O Barroso aqui tão perto - Covas do Barroso

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

1600-covas (395)

1600-cabecalho-boticas

 

Seguindo a metodologia que adotámos para o Barroso do concelho de Boticas, ou seja, seguir a ordem alfabética das freguesias e as suas aldeias,  e depois de termos abordado todas as aldeias da freguesia de Codessoso, Fiães do Tâmega e Curros chega a vez da freguesia de COVAS DO BARROSO, constituída pelas aldeias de Covas da Barroso, Muro e Romaínho.

 

1600-covas (314)

1600-covas (426)

1600-covas (383)

 

Seguindo a ordem alfabética nas aldeias dentro da freguesia, também calha a Covas do Barroso fazer a abertura da freguesia. Assim é até Covas que vamos hoje

 

1600-covas (367)

1600-covas (317)

 

Fomos a Covas de Barroso três vezes. A primeira vez já há uns anitos, em 2011, num passeio de fotógrafos, numa visita muito rápida em que quase nos ficámos pela igreja e pelo largo principal, o do forno do povo. Já então, e ainda antes de termos iniciado esta rubrica das aldeias do Barroso, ficámos com vontade de lá voltar.

 

1600-covas (385)

1600-covas (336)

 

A segunda vez já fomos com mais tempo, já para fazer a recolha de imagens de um futuro post dedicado à aldeia. Foi em março de 2018, por sinal um dia de chuva intensa, que embora até sejam interessantes para a fotografia, já o não são tanto para os nossos corpos e muito menos para as Câmara fotográficas. Mesmo assim fizemos o possível e recolhemos algumas imagens, mas desde logo sentimos que a recolha não estava completa.

 

1600-covas (312)

1600-covas (311)

 

Como não há duas sem três, voltámos lá no mesmo ano, três meses depois, em junho de 2018, e em boa hora o fizemos, pois assim podemos dizer que a recolha ficou quase completa, e o quase é apenas porque uma recolha nunca fica completa. Um dia de sol interessante, com nuvens para enfeitar, sem incomodar, bem diferente do dia invernoso de março, agora com a primavera no seu auge, a mostrar toda a sua exuberância no colorido florido da paisagem, principalmente na paisagem selvagem dos montes que rodeiam a aldeia, só interrompido pelo corredor que o asfalto da estrada rasgava por entre as giestas, como se tratasse de um tapete que nos conduzia até Covas.

 

1600-covas (359)

1600-covas (309)

1600-covas (302)

 

Quanto à aldeia, é um misto de aldeia concentrada, com uma igreja, o forno comunitário e o cruzeiro no grande largo, ainda, como quase todas as aldeia, na falda da montanha, mesmo na passagem da montanha para o pequeno vale de terras de cultivo, só que, a aldeia não termina aqui, pois a aldeia continua ao longo de cerca de 2,5km de arruamentos dispersos pelo pequeno vale agrícola. Uma aldeia sem dúvida diferente, mas com todos os ingredientes de uma aldeia barrosã.

 

1600-covas (299)

1600-covas (259)

 

Pessoalmente, realço da aldeia o belíssimo cruzeiro do largo principal, desde a sua base até ao topo a terminar na cruz com duas figuras esculpidas em granito, uma em cada face da cruz. O forno do povo, todo em granito, incluindo a cobertura, tendo como particularidade ter dois fornos, lado a lado, no seu interior, não sei se existem mais assim, pessoalmente, foi o primeiro que vi (com dois fornos). Realce também para as suas igrejas, principalmente a que se localiza junto ao cemitério. Um segundo cruzeiro, mais simples, mas com base idêntica ao do largo principal, e embora simples, não deixa de ser interessante. Realce também para os canastros e seu enquadramento e também as montanhas envolventes, principalmente as que se atravessam vindos da aldeia de Campos.

 

1600-covas (237)

1600-covas (248)

maspas da covas.jpg

 

Até aqui temos deixado as nossas impressões sobre a aldeia, mas anda não referimos como chegar até lá e onde ela se localiza. Então vamos lá, como ponto de partida como sempre da cidade de Chaves e pelo caminho mais habitual para ir até terras de Boticas, ou seja via N103 (estrada de Braga) até Sapiãos, depois deixa-se a N103 e tomamos a M312 até Boticas, onde apanhamos a R311 e subimos até a Carreira da Lebre, o grande entroncamento de Boticas, e desta vez, na rotunda da Carreira da Lebre, seguimos em frente, mas apenas durante cerca de 5Km logo a seguir à última entrada para aldeia de Vilar (à esquerda) e saída para a aldeia de Carvalho (à direita), ou seja, na saía à direita que indica Campos, aldeia pela qual teremos de passar para ir até Covas do Barroso. Se por acaso se enganar e andar mais de 5Km, não volte para trás, pois mais à frente, depois da aldeia de Bostofrio, mas antes de Agrelos, há outra entrada para a aldeia.

 

mapa 2.jpg

1600-covas (297)

1600-covas (391)

 

E agora vamos às nossas pesquisas sobre a documentação existente, ou perlo menos aquela a que tivemos acesso, sobre a Cova do Barroso. Como sempre a principal fonte é a monografia “PRESERVAÇÃO DOS HÁBITOS COMUNITÁRIOS NAS ALDEIAS DO CONCELHO DE BOTICAS”, onde há a referência a um parque de lazer a dois castros: O Alto do Castro e o Castro do Poio.

 

Alto do Crasto

Designação: Alto do Crasto

Localização: Covas do Barroso

Descrição: Sobranceiro à aldeia de Covas encontra-se o Alto do Castro, monte de encostas empinadas, principalmente a do lado Sul, voltada para Covas do Barroso. Tem um pequeno reduto, com 6 a 8 metros de diâmetro, rodeado por todos os lados, excepto no lado Sul onde se abre uma longa portada com 27m de largura. Um pouco acima da linha dos 27 m da grande portada há uma fiada de 6 a 7 metros de pedras pequenas, que se supõe corresponderem ao miolo do paredão, ou muralheta, que fechava daquele lado o rodeio dos penedos que por três lados cercam a irregular e pedregosa plaina cimeira.

 

No local forma encontrados pedaços de cerâmica.

 

1600-covas (221)

1600-covas (206)

 

O Castro do Poio

Designação: Castro do Poio

Localização: Covas do Barroso

Descrição: O Castro do Poio fica no termo da freguesia de Covas do Barroso. Encontra-se localizado a uns 400m a jusante da ponte nova que atravessa o rio pela estrada de Covas do Barroso ao Couto de Dornelas.

O cabeço de pedra de xisto em que assenta o castro é uma espécie de promontório arredondado, rodeado pelo rio do Couto de Dornelas a Norte, Poente e Sul. Um grosso istmo liga-o pelo NE ao monte adjunto. O castro tem três muralhas. A primeira, no fundo da ladeira, fica a uns 10 a 12 metros acima da margem esquerda do rio, tem 1,70 m de largura, parte do fosso do lado Norte, abraça a base do promontório e vai desembocar no fosso, sensivelmente à mesma distância do rio. A segunda muralha também com 1,70 m de largura, na linha Nordeste/Sudoeste, fica 30 m acima da anterior e segue, em arco de ferradura, mais ou menos paralelo à primeira muralha num comprimento de 150 a 200 metros. Começa e acaba, como a anterior, nas duas portas do fosso. A terceira muralha, na linha NE/SO fica 50m acima da segunda. Mais acima na plaina do topo do monte, esta terceira muralha estreita a 1 m de largura, forma um conjunto elipsóide com um lacete, onde se distinguem três anéis de pedra amontoadas que devem corresponder a outras tantas casas circulares.

O fosso, com 6 m de boba e 3m de fundo, foi rasgado a cortar o istmo daquele promontório e estende-se seguindo o pendor das encostas, aproximadamente 60 m de cada lado, até ao rio.

 

1600-covas (224)

1600-covas (204)

 

COVAS DO BARROSO

 

Localização geográfica: A freguesia de Covas do Barroso situa-se na parte Sul do concelho de Boticas

Distância relativamente à sede do concelho: aproximadamente 20 km.

Acesso viário: seguindo pela ER 311, virando na indicação Campos / Covas do Barroso, percorre-se a EM 519-C até à aldeia de Covas do Barroso, ou, em alternativa, percorre-se a ER 311 e virando na indicação Covas do Barroso segue-se pela EM 519-1C.

Área total da freguesia: 29,6 km2

Localidades: Covas do Barroso, sede de freguesia, Muro e Romaínho.

População: 348 habitantes.

Orago: Santa Maria.

Festas e Romarias

Nossa Senhora da Saúde, 1º domingo de Junho, Covas do Barroso.

Santo António,* 13 de Junho, Covas do Barroso.

Carolo de Santo António, 14 de Junho, Covas do Barroso.

Património Arqueológico

Alto do Castro.

Castro do Poio.

Povoado de S. Martinho.

Povoado do Cemitério de Covas do Barroso.

Património Edificado

Capela de Nossa Sra da Saúde (Covas do Barroso).

Cruzeiro de Covas do Barroso – Património Classificado (IIP).

Fontanário (Covas do Barroso).

Forno Comunitário de Covas do Barroso.

Igreja Paroquial de Covas do Barroso – Património Classificado (IIP).

Tribunal (Covas do Barroso).

Capela de S. José (Romaínho).

Outros locais de interesse turístico.

Forno do Povo de Romaínho (construção recente).

Dois Moinhos de Rodízio (Covas do Barroso).

Um Percurso Pedrestre.

 

1600-covas (195)

1600-covas (171)

 

Da monografia ainda uma última referência, a de uma tradição de entrudo, que, não sei se ainda se realiza:

 

O Entrudo, traz consigo os caretos, as brincadeiras e a folia.

 

No Domingo Gordo, o domingo antes do Entrudo, em Covas do Barroso, fazem o carro do galo, tradição dedicada ao professor (a) da aldeia. Todos os anos os alunos, da escola primária, arranjam um carrito de mão, enfeitam-no com flores levando as suas ofertas que, como manda a tradição, são compostas por um coelho, uma galinha, vinho do porto, doces e um galo. Depois fazem um cortejo com o carro pelas ruas da aldeia.

 

Nesta aldeia ainda existe a tradição de ler os motes. Juntam-se três rapazes no principal largo da aldeia, um coloca-se no forno do povo, outro no cruzeiro, seguram uma corda com o galo preso no meio e tentam acertar com ele ao que está a ler os motes de forma a atirarem-lhe com o chapéu ao chão. Este, enquanto lê os motes, com uma espada tenta afastar o galo da sua cabeça. No final oferecem o galo e o restante conteúdo do carro.

 

1600-covas (48)

1600-covas (503)

 

Para finalizar, também Miguel Torga passou por Covas do Barroso, pelo menos duas vezes, isto a crer pelos dois registos de Covas que Torga deixa no seus diários, um de 1958 e outro de 1987:

 

Covas do Barroso, 27 de Setembro de 1958

 

Almoço na casa do abade da terra. É bom alimentar de vez em quando o ateísmo a uma mesa residencial.

 

Miguel Torga, In Diário VIII

 

 

Covas do Barroso, 8 de Setembro de 1987

 

Uma bonita imagem de Nossa Senhora de Rocamador na igreja matriz, e o forno do povo ainda quente  e a reacender da última fornada. Um lavrador, quando me viu ougado, meteu a navalha a uma broa e fartou-me. O comunitarismo, por estas bandas, não é uma palavra vã. Significa solidariedade activa em todos os momentos. Até a fome turística tem direito ao pão da fraternidade.

 

Miguel Torga, In Diário XV

 

1600-covas (141)

1600-covas (362)

 

E para finalizar o vídeo com todas as imagens publicadas neste post dedicado a Covas do Barroso. Infelizmente, já depois do vídeo publicado,  demos conta de um pequeno lapso no nosso mapa, nas placas que indicam as aldeias de Codessos e Antigo de Curros, deveriam indicar Muro e Romaínho, tal como consta no mapa que fica neste post. Mesmo assim, espero que gostem do vídeo e que me desculpem este pequeno lapso.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

 

E quanto a aldeias de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que teremos aqui a aldeia de Muro.

 

 

 

18
Jun21

O Barroso aqui tão perto - São Ane

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-sao-ane (10)

montalegre (549)

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SÃO ANE, freguesia de Cabril, concelho de Montalegre.

 

1600-sao-ane (2).jpg

1600-google-2.jpg

 

São Ane é uma das aldeias do Barroso que vive numa das encostas da Serra do Geres, quase em frente à sede de freguesia – Cabril, tendo pelo meio o Rio Cabril, ali mesmo onde começa a alargar o leito para dar origem à barragem de Salamonde e imediatamente antes de se misturar com as águas do Rio Cávado.

 

1600-sao ane (4)

 

Trazemos um pequeno vídeo porque, culpa nossa, tomámos poucas imagens e embora não sirva de desculpa, a razão não for por a aldeia ter falta de motivos, pois embora pequena, há sempre motivos e pormenores interessantes que se podem recolher, o que aconteceu mesmo foi o cansaço de fim de tarde de um dia quente de verão a recolher imagens desde madrugada, cansaço esse que embora parecendo que não, tolhe-nos o olhar e a inspiração.

 

1600-sao-ane (3)

 

No entanto o Barroso, principalmente o dos rios, cascatas, albufeiras e montanhas não está encerrado e será sempre, enquanto cá andarmos, um motivo de inspiração e São Ane calhará outra vez no nosso caminho, a aí faremos justiça nos registos e São Ane voltará por aqui outra vez. Mesmo assim conseguimos um pequeno vídeo, que talvez não faça justiça completa à aldeia, mas faz alguma.

1600-sao ane (1)

1600-sao-ane (8)

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de SÃO ANE que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre  SÃO ANE, a seguir ao vídeo, ficam links para esse post.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SÃO ANE:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-ane-1461677

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de São Fins.

 

 

11
Jun21

O Barroso aqui tão perto - São Pedro

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-s-pedro (4)-VIDEO

montalegre (549)

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de SÃO PEDRO, concelho de Montalegre.

 

1600-s-pedro (2)-video

1600-s-pedro (10)-video

1600-s-pedro (25)-video

 

Antes de irmos até São Pedro, e para se perceber onde se localiza, vamos falar um pouco da geografia viária do Barroso. Ora existem três grandes vias que atravessam o Barroso, mais ou menos paralelas, no sentido nordeste-sudoeste, todas elas com início no concelho de Chaves.

 

1600-s-pedro (26)-video

1600-s-pedro (27)-video

1600-s-pedro (7)-video

 

Uma dessas vias, a principal, que passa mais ou menos a meio do Barroso, é a EN103 (Estrada Chaves-Braga).  Com partida de Chaves, esta estrada começa por entrar no Barroso do concelho de Boticas em Sapelos, depois passa por Sapiãos, sobre ao Alto Fontão, onde entra no concelho de Montalegre, depois passa pelo Barracão, acompanha toda a margem direita da Barragem dos Pisões (rio Rabagão), desce até Vila da Ponte para depois acompanhar toda a margem esquerda da Barragem da Venda Nova (do mesmo rio Rabagão), onde no final da Barragem, entra no Barroso de Vieira do Minho. Digamos que é uma estrada que vai sempre a par do Rio Rabagão.

 

1600-s-pedro (24)-video

1600-s-pedro (22)-video

 

A norte da via principal atrás descrita, temos uma série de estradas e caminhos municipais que ligam a cidade de Chaves à vila de Montalegre, passando por Meixide, Vilar de Perdizes, Solveira e Meixedo, continuando para lá de Montalegre, aqui acompanhando mais ou menos o traçado do rio Cávado até o seu encontro com o Rio Cabril, passando a estrada neste percurso ao lado da albufeira de Sezelhe e de outras duas barragens, a de Paradela e a de Salamonde. Poderemos dizer que é a estrada do Rio Cávado, mas também da Serra do Gerês até à última aldeia deste lado do Barroso - Fafião. Esta “via” tem ainda outra particularidade, pois entre Sezelhe e  Paradela há duas estradas que acompanham o rio Cávado, cada uma por sua margem, juntando-se em Paradela mas para de novo se separarem, continuando paralelas ao Cávado, uma com passagem por Cabril a finalizar em Fafião (margem direita do Cávado) e a outra com passagem por Ferral, continuando depois para a EN103 (a via principal)

 

1600-s-pedro (15)-video

1600-s-pedro (17)-video

 

A sul da via principal, temos a estrada 311, que tanto é municipal, como nacional como regional, dependendo do troço e que entra no Barroso do concelho de Boticas a partir do Rio Tâmega/Vidago, atravessando todo o concelho de Boticas, passando pela vila de Boticas e subindo depois até Salto, onde abandona o Barroso para entrar em terras de Basto

 

1600-s-pedro (21)-video

1600-s-pedro (14)-video

 

Ora a nossa aldeia de hoje, São Pedro, fica precisamente na via mais a norte, no troço entre Sezelhe e Paradela, mas também num troço de via que liga a albufeira de Sezelhe à Barragem dos Pisões. Em suma, conhecendo estas três vias mais as respetivas variantes e troços de ligação, pode dizer que conhece todo o Barroso, com a pequena exceção do Barroso de Ribeira de Pena.

 

1600-s-pedro (20)-video

1600-s-pedro (9)-video

 

E agora sim, vamos até à razão que nos trouxe aqui hoje, a do vídeo que faltou ao post  da aldeia de SÃO PEDRO, aproveitando também para deixar mais algumas imagens que escaparam à seleção anterior e dar a conhecer mais um pouco do Barroso. Vamos então ao vídeo que espero que gostem.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de SÃO PEDRO:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-sao-pedro-1411974

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de São Ane.

 

 

Sobre mim

foto do autor

320-meokanal 895607.jpg

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

 

 

Links

As minhas páginas e blogs

  •  
  • FOTOGRAFIA

  •  
  • Flavienses Ilustres

  •  
  • Animação Sociocultural

  •  
  • Cidade de Chaves

  •  
  • De interesse

  •  
  • GALEGOS

  •  
  • Imprensa

  •  
  • Aldeias de Barroso

  •  
  • Páginas e Blogs

    A

    B

    C

    D

    E

    F

    G

    H

    I

    J

    L

    M

    N

    O

    P

    Q

    R

    S

    T

    U

    V

    X

    Z

    capa-livro-p-blog blog-logo

    Comentários recentes

    • Anónimo

      Eu sou de Travassos da cha . Vivo nos Estados Unid...

    • Anónimo

      Olá vivi algun tempo na aldeia de Avelelas mas já ...

    • Silêncios

      Fantástico! Estas são, também, as minhas memórias....

    • Anónimo

      Caro Fernando,Bom dia.Interessantes estas descriçõ...

    • Anónimo

      Grata!!

    FB