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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

01
Ago20

Mairos - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves - Com vídeo

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Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia das Mairos.

 

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Aproveitamos também esta oportunidade para deixar aqui mais algumas imagens que escaparam às anteriores seleções para posts que publicámos sobre a aldeia de Mairos. Posts esses que se quiser ver ou rever, têm link no final.

 

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Imagens de mais alguns trechos de Mairos, mas também pormenores e artes que já não se usam, como a arte do pedreiro e do canteiro, tal como acontece no  emblema da antiga guarda fiscal, que tinha posto em Mairos ou pormenores da arte de bem construir  do assentar da pedra, que na última fotografia que ficou atrás, tem pormenores preciosos como as palas por cima de uma porta e uma janela, ou da padieira da porta carral que para ser liberta do peso da parede de pedra que tem por cima, tem assente sobre si a estrutura que absorve todo esse peso, composta por três pedras, sendo a do meio e mais pequena, uma cunha, tal como se utiliza nos arcos. Pormenores que os mestres pedreiros conheciam sem nunca terem estudado estruturas nas universidades.

 

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Mas hoje além da aldeia, trazemos também aqui o incêndio que assolou tudo que havia para arder à volta de várias aldeias e não só, pois segundo se constou ontem na cidade, o incendio teria mesmo destruído algumas construções.

 

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Um incêndio que ao que consta começou em Vila Verde da Raia, subiu a Curral de Vacas, continuou para a Cota de Mairos e aldeia de Mairos. Até aqui, temos algumas imagens, pois tínhamos programado ir a Mairos no fim da tarde, precisamente para recolher algumas imagens em vídeo para intercalar com as fotografias do nosso vídeo. Como nos disseram que o acesso via Vila Verde e Curral de Vacas estava fechado, abordámos a aldeia por S. Cornélio.

 

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Logo desde S. Cornélio deu para perceber que a coisa estava complicada, com o fogo a rodear Mairos e a progredir desde a Cota de Mairos em direção a Travancas e mesmo S. Cornélio. Ainda conseguimos entrar em Mairos mas demorámos por lá pouco, pois tudo indicava que o fogo iria rodear a aldeia e corríamos o risco de lá ficar. Segundo as notícias de ontem, o fogo avançou mesmo sobre S. Cornélio e Travancas, tendo chegado a Argemil e Urjais, por um lado e às Nogueirinhas e Vila Frade noutras frentes. Mas isso era o que se dizia ontem na cidade, mas não tenho qualquer confirmação.

 

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Um extra que preferíamos não ter de noticiar e mostrar imagens, que devastou as poucas manchas de floresta que ainda restava, para além dos danos materiais com algumas construções e, segundo constou, uma delas era uma vacaria, mas felizmente, penso não haver registos de feridos ou mortes entre a população e bombeiros. Mas hoje, tal como já estava agendado, estamos aqui pelo vídeo, que fica já a seguir, tendo no final algumas imagens do referido incêndio.

Aqui fica:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Mairos:

https://chaves.blogs.sapo.pt/mairos-chaves-portugal-1648719

https://chaves.blogs.sapo.pt/cha-de-urze-com-flores-de-torga-111-1322496

https://chaves.blogs.sapo.pt/cha-de-urze-com-flores-de-torga-92-1265409

https://chaves.blogs.sapo.pt/mairos-chaves-portugal-1177872

https://chaves.blogs.sapo.pt/mairos-com-passagens-e-paragens-1076178

https://chaves.blogs.sapo.pt/920981.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/681889.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/571382.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/563290.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/371432.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/292270.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/77679.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/79536.html

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até a próxima quarta-feira em que teremos aqui a aldeia de Matosinhos.

 

 

 

03
Mar18

Mairos - Chaves - Portugal

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Quem acompanha o blog, sabe que já aqui passámos todas as aldeias do concelho de Chaves, individualmente mais que uma vez, mas também integradas no post dedicado a cada freguesia. Assim esta nova ronda pelas nossas aldeias não pretende dar conhecê-las, pois isso já o fizemos anteriormente e em qualquer momento podem consultar o que foi dito e mostrado, bastando fazer uma pesquisa dentro do blog.

 

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Esta nova ronda apenas pretende trazer aqui algumas imagens que não couberam nas anteriores seleções e fazer um ou outro apontamento sobre a aldeia convidada, que hoje toca a vez a Mairos.

 

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Quem vê as imagens quase parece ser uma aldeia do vale de Chaves, no entanto é uma das aldeias mais altas do concelho, e a freguesia (penso não estar errado) atinge mesmo o ponto mais alto do concelho na Cota de Mairos, nos seus 1088 metros de altitude. Pois é, embora a serra do Brunheiro mostre a sua imponência à cidade de Chaves, a serra de Mairos tem mais 170 metros de altura, dai não ser estranha vê-la de vez em quando pintada de Branco.

 

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Quanto à aldeia que também é freguesia, podemos dizer que tem um bocadinho de tudo, com alguns destaques e interesses que a colocam numa das aldeias do concelho de Chaves de visita obrigatória. Passemos então e mencionar alguns dos pontos de interesse da aldeia, para além do conjunto de toda a aldeia que tão interessante é na sua intimidade como vista ao longe de vários ângulos, pelo menos três são possíveis.

 

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Quanto às vistas desde a aldeia, também são interessantes, mas se forem desde a freguesia de Mairos, basta subir a Cota de Mairos e aí temos vistas lançadas a 360º, de onde se avistam todo o vale de Chaves e concelhos vizinhos, sem esquecer o mar de montanhas galegas. Aliás metades das vistas que desde aí se alcançam, são lançadas para a Galiza, à qual pertence metade da Serra de Mairos.

 

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Pois em termos do seu património, podemos destacar o património arquitetónico religioso com a capela, a igreja e umas singulares alminhas/peto, sem dúvida alguma as mais interessantes que conheço.

 

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Também em termos históricos e arqueológicos e etnográficos Mairos marca pontos, com um campo arqueológico e um museu etnográfico instalado no antigo quartel da Guarda-Fiscal.

 

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A albufeira de Mairos é outro dos pontos de interesse, não só pelas vistas, mas também pela frescura que transmite no verão, além de chamar a si alguma fauna que antes não existia por lá. Já em tempo tive oportunidade de deixar aqui fotografias de um bando de corvos marinhos que faziam por lá a sua paragem, entre outras espécies.

 

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Também uma referência à arquitetura rural transmontana com muitos e interessantes exemplares, numa aldeia que ainda mantém a sua integridade arquitetónica, com as construções novas a ocuparem espaços da periferia da aldeia.

 

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Por último é uma aldeia com vida, onde há sempre gente, crianças e movimento, não só da própria aldeia mas também de quem por lá passa, pois a sua estrada é uma das alternativas de acesso às aldeias da Montanha, desde S.Cornélio até Segirei, mas também para Roriz e terras da Castanheira.

 

Resumindo, é uma das aldeias de visita obrigatória, sem esquecer subir à Cota de Mairos desde onde tudo se avista.

 

      

 

07
Fev15

Mairos - Chaves - Portugal

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Hoje vamos até Mairos por onde de vez em quando passamos mas nem sempre paramos, não porque a aldeia não mereça uma paragem, mas antes porque levamos no tino outros destinos.

1600-mairos (372)

Mas um destes dias temos de parar por lá, aliás começa a ser tempo de renovar o arquivo fotográfico e ir à procura daquilo que nos escapou nas últimas paragens, não só em Mairos, mas um pouco pela maioria das aldeias do nosso concelho. Claro que, às exceção de irmos encontrar tudo mais envelhecido, não estamos à espera de grandes alterações. Iremos mesmo à procura daquilo que sempre nos escapa.

 

01
Jun14

Mairos, com passagens e paragens

 

Mairos hoje é mais uma das minhas aldeias de passagem do concelho de Chaves, e entenda-se por aldeia de passagem uma aldeia pela qual se passa para atingir outros destinos e aldeias, mas nem sempre foi assim, pois há coisa de 30 anos tal não acontecia, pois a ligação pavimentada entre Mairos e S. Cornélio não existia.

 

 

Assim, sendo Mairos uma aldeia de passagem, vamos ao seu encontro com muita mais frequência, tanto mais que de cada vez que o meu destino são as aldeias de montanha (Travancas, Argemil, S.Vicente, Orjais, Aveleda, Segirei, Roriz, Dadim, Cimo de Vila da Castanheira, Sanfins, Santa Cruz da Castanheira, Mosteiro, Polide, Parada e S.Gonçalo – penso não ter esquecido nenhuma) se na ida vou pela Bolideira à vinda venho por Mairos para regressar a Chaves, e o contrário também é verdade.

 

 

Passamos com mais frequência por Mairos mas nem sempre paramos, no entanto se há qualquer coisa que desperte um clique fotográfico, lá terá de ser – adia-se a pressa - esquecemos o relógio por alguns segundos ou minutos, sacamos da câmara fotográfica et voilà, vamos enriquecendo o nosso arquivo fotográfico.

 

 

Pois as imagens de hoje são alguns desses momentos que despertaram um clique, alguns têm tanto de simplicidade como de beleza e no entanto nem sempre reparamos nela, porque é suposto não reparar-se nessas coisas. Refiro-me à flor da batateira que, não enfeita jarras mas nem por isso deixa de ser bonita, ou então são os meus gostos que andam estragados.

 

 

18
Mai13

Mairos e Torga

 

A neve não é de hoje, mas até podia ser pois a lareira está acesa e lá fora o frio diz-nos que por ai à volta, nas serras mais altas, há neve de certeza, embora maio já caminhe para junho. Mas a razão desta primeira foto é para trazer aqui umas palavras de Torga, que pela certa foram inspiradas ou mesmo escritas na proximidade desta imagem.

 

Mairos, Chaves, 1 de Setembro de 1989


Quanto mais chegado a Espanha, mais eu gosto de Portugal. Nestas terras raianas a pátria sente-se nos pés. Quando ela acaba, o piso é outro.


Miguel Torga, in Diário XV

 


Palavras de Torga que irão passar por aqui muitas vezes. Lá para o próximo mês este blog fara uma pequena remodelação. Entrarão novos autores, imagens de outros fotógrafos e Miguel Torga terá aqui um espaço semanal. Já que a cidade não presta a devida homenagem àquele que sem qualquer dúvida é o maior poeta de Portugal, este blog irá trazê-lo aqui todas as semanas com aquilo que ele dizia de nós e, podem crer que não há ninguém que melhor nos conheça ou conheça Portugal como ele conheceu.




Mas Torga e alterações ao blog só para junho e já quando ele caminhar para julho, entretanto vamos mantendo o blog como até aqui, mas pode ficar desde já prometido que o mundo rural flaviense continuará a ter aqui lugar aos fins-de-semana.



Entretanto hoje vamos mais uma vez até Mairos e com alguns dos seus motivos de interesse, como o interessantíssimo peto que penso nunca aqui ter trazido. Mas nunca é tarde e se não fosse hoje seria para uma próxima vez.




Ficam também mais palavras de Torga. Palavras que ao serem lidas se transformam em imagens que tive a sorte de ver e de viver, por isso também mais sentidas “que nem podem imaginar nem a fundura, nem a santidade”, mas sobretudo palavras que são documentos:

 

Mairos, Chaves, 4 de Setembro de 1990


Despeço-me supersticiosamente da paz do planalto em restolho. O sol morre nos confins dos horizontes, as charruas dormitam, cansadas, à beira dos caminhos, manadas de vacas arrastam placidamente o amojo a caminho da ordenha, e o meu silêncio apreensivo como que cumplicia os companheiros  numa comunhão cósmica de que não podem imaginar nem a fundura, nem a santidade.


Miguel Torga, In Diário XVI



 

Miguel Torga, in Diário XVI

10
Set11

Mairos - Chaves - Portugal

 

Era para intitular este post com “A casa das duas portas e a casa da janela de pedra”, mas afinal o título até pouco importa.

 

Rendo-me sempre às soluções construtivas que vamos encontrando no nosso mundo rural. Soluções sem qualquer regra de urbanismo mas que fazem todo o sentido para que as utiliza. Soluções feitas à medida de cada um e são essas ausências de regras que hoje fazem a diferença e lhe conferem toda a beleza.

 


 

Duas portas, lado a lado, desencontradas e as famosas janelas de pedra que tapam vãos que já não fazem falta, e se fizerem, pronto voltam a ser janelas.

 

As imagens de hoje são de Mairos, aldeia da raia, mas poderiam ser de uma qualquer aldeia do nosso concelho, pois destas soluções construtivas não faltam por aí. Vai ficando o registo.

 

Até mais logo, que hoje ainda voltamos aqui com mais posts.  

 

 

28
Nov10

Mairos e Torga

 

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Mairos, Chaves, 4 de Setembro de 1990

 

Despeço-me supersticiosamente da paz do planalto em restolho. O sol morre nos confins dos horizontes, as charruas dormitam, cansadas à beira dos caminhos, manadas de vacas arrastam placidamente o amojo a caminho da ordenha, e o silêncio apreensivo como que cumplicia os companheiros numa comunhão cósmica de que não podem imaginar nem a fundura, nem a santidade.

 

Miguel Torga, in Diário XVI

 

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Já há algum tempo que não trazia por aqui Torga, não porque me tenha esquecido dele, aliás nunca poderia esquecer um poeta que tão bem canta a nossa terra, que me faz regressar no tempo e transformar as suas palavras em imagens vividas, sem superstições, mas com o mesmo despedir a paz do planalto em restolho, o pôr-do-sol visto da cota ou da aldeia, as charruas no fim do dia e as vacas, quem não se lembra delas a caminho da ordenha, a fazer para o trânsito. Imagens que até têm cheiro, dos restolhos, do sol a perder-se no horizonte, ou horizontes e até das vacas.

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Claro que nunca poderia esquecer Torga que tão poética e sabiamente mostra o nosso ser deste seu, que também é nosso, reino maravilhoso, mesmo difícil ou a doer, mas é o nosso – o nosso reino maravilhoso. É por estas e por outras tantas que digo: - Chaves, deve uma justa homenagem a Miguel Torga.

 

Reino Maravilho, é por aí que vou continuar a ir aos fins-de-semana, aleatoriamente conforme o momento o decidir. Hoje tocou a Mairos, onde gostamos sempre de ir. Não sei se pelos horizontes, pelo verde, pelos frios e as neves, a luz e a frescura do verão, se por subir à Cota e dominar os mundos, entrar na Galiza, confirmar os marcos, fazer uma vénia ao Deus Larouco, ver Chaves tão pequenina perdida na imensa veiga. Não sei qual a razão – talvez todas e nenhuma, mas que gosto de lá ir, lá isso gosto, nem que seja de passagem e ir podendo descansar ou contentar a vista com imagens do planalto.

 

Para a semana há mais aldeias por aqui.

 


21
Mar09

Mosaico da Freguesia de Mairos

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Localização:

A 18 km da cidade de Chaves, na orla nordeste e limite do concelho, é uma das nossas freguesias raianas.  

 

Confrontações:

Confronta com a Galiza (a Norte) e com as freguesias de Travancas, Paradela de Monforte, Stº António de Monforte e Lamadarcos.

 

Coordenadas: (Largo da Igreja)

41º 49’ 30.75”N

7º 20’ 14.76”W

 

Altitude:

Variável – acima dos 720m na aldeia e abaixo dos 1047m (na Cota de Mairos)

 

Orago da freguesia:

Nossa Senhora da Conceição

 

Área:

13,77 km2.

 

Acessos (a partir de Chaves):

– Estrada Nacional 103-5 até Vila Verde da Raia e Estrada Municipal 502 a partir desta, passando por Stº António de Monforte.

 

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Aldeias da freguesia:

            - Mairos é a única aldeia da freguesia com o mesmo nome.

 

População Residente:

            Em 1900 – 651 hab.

            Em 1920 – 606 hab.

Em 1940 – 835 hab.

            Em 1950 – 847 hab.

            Em 1960 – 804 hab.

            Em 1981 – 569 hab.

            Em 2001 – 359 hab.

 

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Principal actividade:

- Tendo já sido importante em termos pecuários e agro-pecuários, de momento penso ser a agricultura a actividade dominante.

 

Particularidades e Pontos de Interesse:

No devido post da aldeia já foram apontados as suas particularidades e pontos de interesse, no entanto faço-o aqui de novo, em termos muito resumidos.

 

É uma aldeia que em termos de arquitectura tradicional do granito ainda apresenta algum interesse pese as inúmeras construções novas e intervenções no seu núcleo.

 

Como grande ponto de interesse poderemos apontar a história e arqueologia, com importantes achados no aro de Mairos que confirmarão arcaicos povoamentos de finais da pré-História ou inícios da proto-história, sendo uma das freguesias que sempre esteve debaixo de olho dos historiadores e arqueólogos e por onde já passaram alguns nomes sonantes que se dedicam e dedicaram a essa arte, entre os quais o Abade de Baçal, Santos Junior, entre muitos outros e um filho da terra que dedicou parte da sua vida ao estudo do concelho e da sua freguesia – Firmino Aires.

 

A aldeia possui um pequeno museu etnográfico nas antigas instalações da Guarda Fiscal e um autêntico museu vivo ao ar livre com toda a sua estação arqueológica, mas que tanto um, como outro, existem por existirem, pois deles não se tira qualquer proveito, muito menos turístico e penso que não faça parte de qualquer roteiro que seja. Mantêm-se “vivos” (felizmente) com algum interesse da população.

 

A Casa do Abade de Baçal, a antiga Capela, o Peto e o trio dos famosos cruzeiros que em tempos marcariam também as entradas da aldeia (dos quais ainda existem dois) que poderão ser por lá apreciados, embora fora dos seus locais originais.

 

À margem da história temos a modernidade com dois pontos de interesse. A barragem e o pequeno parque eólico, mesmo em cima da fronteira com a Galiza no alto da Serra de Mairos, nos tais mil e picos de altura de onde se pode observar todo o grande vale de Chaves e o mar de montanhas que sem conhecer fronteiras se espraia por Portugal e Galiza.

 

 

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Linck para os posts neste blog dedicados às aldeias da freguesia:

 

            - Mairos - http://chaves.blogs.sapo.pt/292270.html

 

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