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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

31
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Carlos Barreira

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De 27 de outubro de 2018 a 28 de abril de 2019, o escultor Carlos Barreira participou no MACNA- Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso,  na exposição coletiva 3 gerações. Dessa exposição, o Escultor Carlos Barreira deixou em depósito no MACNA, grande parte das suas esculturas. São precisamente 3 delas que agora estão novamente patentes ao público, enriquecendo assim o  foyer do MACNA, em zona de acesso gratuito ao público.

 

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Fotografia de Filipe Barreira

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

Escultura I / Sculpture I (2011)

metal e madeira grafitada / metal and graphite on wood

34 x 28 x 28 cm.

Coleção do artista em depósito no MACNA / Artist’s collection on loan to MACNA

Escultura em exposição no Foyer do MACNA

 

Como já realçámos aqui por altura da exposição “3 gerações”, Carlos Barreira é um artista flaviense. Carlos Alberto Pinto Barreira, nasceu em Chaves, em 4 de Março de 1945,  é um escultor português formado na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.

 

No início da década de 1950 fixou-se em Moçambique, de onde regressou em 1965, para continuar os seus estudos no Porto, inicialmente na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, depois na ESBAP. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 1969 e 1973.

 

Em 1972, ainda estudante, enveredou também pelas áreas do design gráfico e da cenografia, vindo a colaborar com o Teatro Experimental do Porto (TEP).

 

Integrou o corpo docente da ESBAP entre 1977 e 2009, sendo nomeado Professor Agregado em 1988 e Professor Associado em 2000. Na ESBAP exerceu ainda o cargo de Director de Departamento e membro do Conselho Científico. Foi também professor convidado da Universidade de Kassel, na Alemanha. Entre 1975 e 1976 integrou o Projecto SAAL (Serviço Ambulatório de Apoio Local), tendo sido o responsável técnico pela brigada do Seixo, em S. Mamede de Infesta. Em 1978 foi um dos co-fundadores da Bienal de Cerveira.

 

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Fotografia de Filipe Barreira

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

Escultura II / Sculpture II (2011)

metal e madeira grafitada / metal and graphite on wood

75 x 44 x 28 cm.

Coleção do artista em depósito no MACNA / Artist’s collection on loan to MACNA

Escultura em exposição no Foyer do MACNA

 

 

A sua obra escultórica pode ser agrupada em sete grandes séries - Primeiras Máquinas, Máquinas de Bater Palmas, Pedras Bulideiras, Searas Mecânicas, Atrito Nulo, Obras Públicas e Obras de Pequeno Formato.

 

A série Pedras Bulideiras, iniciada em 1984, inclui obras públicas de grandes dimensões, mas também obras de pequeno e médio formato integradas em colecções particulares, como a Pedra Bulideira XV. Embora a maioria destas esculturas sejam executadas em pedra – granito, mármore ou xisto, algumas são ainda excepcionalmente executadas em madeira, como a Pedra Bulideira IX (1987), que, em 2009, foi exibida em Matosinhos, ou apresentam complementos em metal. Nem todas as 25 esculturas desta série subsistem pois, tal como sucedeu com Pedra Bulideira II, implantada em São João da Madeira, determinadas obras públicas sofreram, entretanto, deslocalizações ou danos irreversíveis.

 

Algumas das suas obras de pequeno formato, com génese anterior mas criadas consistentemente a partir de 1978, vieram a ser exibidas em 2010 na Galeria Alvarez.

 

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Fotografia de Filipe Barreira

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

Sem Título [Seara Mecânica] / Untitled [Mechanical Cropfield] (1996)

aço inoxidável, cobre, ferro, latão, serpentinite /

stainless steel, copper, iron, brass, serpentinite

64 x 64 x 67 cm.

Coleção do artista em depósito no MACNA / Artist’s collection on loan to MACNA

Escultura em exposição no Foyer do MACNA

 

Exposições Individuais

 

1986 - CARLOS BARREIRA: ESCULTURA, Delegação Regional do Norte da Secretaria de Estado da Cultura, Porto.

1987 - Exposição CARLOS BARREIRA, Galeria da Universidade do Minho, Braga.

1989 - Exposição Individual no Casino da Póvoa, Póvoa de Varzim; Exposição Individual no Hotel Méridien, Portugal.

1997- Exposição ATRITO NULO, Galeria Alvarez, Porto.

1998 - Exposição ATRITO NULO, Galeria Projecto, Vila Nova de Cerveira; Exposição ATRITO NULO, Centro Cultural de Melgaço, Melgaço; Exposição ATRITO NULO, Bragança.

1999 - Artista Convidado na XXXIII International Fair for Modern Art Cologne, Köln, Alemanha; Artista Residente em Carrazeda de Ansiães.

2004 - Exposição APENAS ESCULTURA, Caldas da Rainha.

2009 - CARLOS BARREIRA: UMA QUESTÃO DE MATÉRIA, Matosinhos, Julho e Agosto.

2010 - RED&MEIDE BAI CHARLES BARRIÈRE, Galeria Alvarez, Porto, Abril e Maio.

2011 - DA IDEIA DO DESENHO, Museu Municipal Abade Pedrosa, Santo Tirso, Novembro de 2011 a Março de 2012.

 

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Fotografia de Filipe Barreira

 

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

ESCULTURA I /  SCULPTURE I (2011)

(da série Pedras Bulideiras)

Metal e madeira graitada /  Metal and graphite on wood

34 x 28 x 28 cm.

Colecção do artista /  Artist’s collection

 

Exposições Colectivas, de selecção ou convite

 

1972 - Exposição de Alunos da ESBAP, Cooperativa Árvore, Porto; Exposição VERÃO, Galeria Ogiva, Óbidos.

1973 - Exposição QUADRANTE EM ÉVORA E ESTREMOZ, Estremoz.

1974 - I Encontro Internacional de Arte em Valadares, Vila Nova de Gaia, Exposição na Galeria Gordillo, Lisboa.

1975 - Exposição ARMES ET BAGAGES, Lyon, França; Exposição LES 6 JOURS DE LA PEINTURE, Marselha, França; Exposição LEVANTAMENTO DA ARTE NO SÉCULO XX NO PORTO, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto.

1978 - I Bienal, Vila Nova de Cerveira, Agosto (Escultura: Máquina de Bater Palmas II).

1980 - II Bienal, Vila Nova de Cerveira, Agosto (Escultura: Máquina de Bater Palmas III).

1982 - III Bienal, Vila Nova de Cerveira, Julho e Agosto (Escultura: Numerus Romanus); Exposição no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra; Mostra Colectiva de Arte FAFE 1982, Fafe.

1983 - Exposição Cibeles, Marco de Canavezes.

1984 - IV Bienal, Vila Nova de Cerveira, Agosto e Setembro (Escultura: Ascenção); Exposição ESCULTURAS NO JARDIM, Delegação Regional do Norte da Secretaria de Estado da Cultura, Porto; Exposição no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra; Exposição PEQUENOS PROBLEMAS, Galeria Alvarez, Porto.

1985 - Exposição A FESTA, Galeria EG, Porto; Exposição 7 PROJECTOS PARA CAMINHA - 17 ESCULTORES DO NORTE, Caminha; Exposição KÜNSTLER AUS NORD PORTUGAL, Wiesloch, Alemanha.

1986 - V Bienal, Vila Nova de Cerveira; I Simpósio Internacional de Esculturas em Pedra, Caldas da Rainha; Exposição Colectiva Itinerante, Porto e Luxemburgo; Exposição ESCULTURAS NO JARDIM II, Delegação Regional do Norte da Secretaria de Estado da Cultura, Porto.

1987 - Exposição ESCULTURA EM PEDRA, ALGUMAS LINHAS DE FORÇA, Galeria da Universidade do Minho, Braga; Bienal de Escultura e Desenho, Atelier Municipal António Duarte, Caldas da Rainha.

1988 - Exposição Internacional de Escultura e Instalação, LIBESC 88, Galeria de S. Bento, Lisboa.

1989 - Exposição de Pintura, Escultura e Desenho, Vila Nova de Poiares.

 

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Fotografia de Filipe Barreira

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

DESENHO / DRAWING (2011)

Graite e carvão sobre papel de cenário / Graphite and charcoal on paper

100 x 377 cm.

Colecção do artista / Artist’s collection

 

1991 - Exposição de Homenagem a Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante; Bienal de Escultura e Desenho, Atelier Municipal António Duarte, Caldas da Rainha.

1992 - Exposição e Workshop Portugal / Cabo Verde, Mindelo, Cabo Verde; Exposição 33 ESCULTORES, Galeria Municipal, Caldas da Rainha.

1993 - II Simpósio Internacional de Escultura, Santo Tirso; Bienal de Escultura e Desenho, Atelier Municipal António Duarte, Caldas da Rainha.

1994 - I Encuentro de Escultura Ibérica Actual, Museo Provincial, Lugo, Espanha; V Simpósio Internacional de Escultura em Pedra, Caldas da Rainha.

1995 - Exposição Escultura para uma Universidade Nova, Galeria da Universidade do Minho, Braga; Exposição Arte Contemporânea da Galiza e do Norte de Portugal, Fórum da Maia, Maia.

1996 - Encontro com o Granito, Simpósio de Escultura em Pedra, Vila Nova de Cerveira; Fórum Atlântico, Feira de Arte Contemporânea, Galeria Alvarez, Porto; Exposição Colectiva, Auditório Municipal, Vila do Conde, e Feira de S. Mateus, Viseu; Exposição Coventry-Porto, Art Exchange, FBAUP-Lanchester Gallery, Portugal e Inglaterra.

1997 - Artistas Transmontanos em Chaves, Chaves; Encontros com a Póvoa de Varzim, Simpósio de Escultura em Granito e Ferro, Póvoa de Varzim; Exposição DOIS TEMPOS NA ESCULTURA; QUATRO ESCULTORES, Paredes de Coura; Exposição Escultura Ibérica Contemporânea, Galeria Mário Sequeira, Braga; III Foro Atlântico de Arte Contemporânea, Estación Marítima de A Coruña, Espanha.

1998 - Exposição A FIGURA HUMANA NA ESCULTURA PORTUGUESA DO SÉCULO XX, Edifício da Alfândega, Porto.

1999 - X Bienal, Vila Nova de Cerveira, Agosto e Setembro; Exposição ESCULTURA 4, Cooperativa Árvore, Porto; 33rd International Fair for Modern Art / Cologne, Köln, Alemanha.

2000- Kyongnam International Sculpture Symposium, KISS, Kyongnam, Coreia do Sul.

2001 - XI Bienal, Vila Nova de Cerveira, Agosto e Setembro; Exposição PORTO ANOS 60 / 70: OS ARTISTAS E A CIDADE, Fundação de Serralves, Porto.

2002 - EXPOSIÇÃO DE ESCULTURA, Casa Falcão / Espaço Esteva, Macedo de Cavaleiros.

2003 - INERTES COM VIDA, Maceira-Liz, Leiria; I Simpósio de Granito de Pinhel, Pinhel; DA ÁGUA E DAS FONTES, 2.º Simpósio de Escultura em Pedra, Alfândega da Fé.

2004 - DESENHO, Centro Franco Moçambicano, Maputo, Moçambique; ESCULTURAS DE ANDAR E VER, Museu da Quinta de Santiago, Matosinhos.

2005 - PAISAGENS, Exposição Comemorativa dos 225 Anos de Belas Artes no Porto, Palácio das Galveias, Lisboa.

2006 - ESCULTURA, Jardins da Casa Museu de Monção / Universidade do Minho, Monção, Julho a Setembro; ONZE ESCULTURAS PARA EUGÉNIO DE ANDRADE, Galeria Municipal de Matosinhos, Matosinhos; PELO DOURO, exposição itinerante pela região demarcada do Douro; CURSOS E PERCURSOS, Galeria de Arte do Casino Estoril, Estoril; Simpósio Internacional de Escultura, Vinhais.

2007 - ESCULTURA COM AFECTOS, Armazém das Artes, Alcobaça, e Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa; Simpósio Internacional de Gaia, Quinta da Lavandeira, Vila Nova de Gaia.

2009 - A PRATA DA CASA, Galeria Projecto, Vila Nova de Cerveira.

2013 - ÁRVORE - 50 ANOS DE OBRA GRÁFICA, Assembleia da República, Lisboa, Outubro e Novembro.

2014 - A ESCULTURA NA COLECÇÃO DO MUSEU BIENAL DE CERVEIRA, Vila Nova de Cerveira, Janeiro e Fevereiro.

2017 - XIX Bienal, Vila Nova de Cerveira, Julho a Setembro; QUINZE ESCULTORES, Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, Março a Maio.

2018 - TRÊS GERAÇÕES DA PINTURA E ESCULTURA PORTUGUESAS: CARLOS BARREIRA, CRISTINA VALADAS, JOÃO RIBEIRO. Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves, Outubro de 2018 a Abril de 2019.

 

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Fotografia de António Chaves

Carlos Barreira (n. / b. 1945)

Pastel de Chaves, 2010,

metal e madeira

99x18x8 cm

 

Cenografia

 

1993 - Cenografia e programa para O Vendedor de Milagres, de Gabriel Garcia Marquez, Seiva Trupe, Porto.

1994 - Cenografia para Mais Mar Houvesse, de Joaquim Castro Caldas, com encenação de João Paulo Seara Cardoso, Comissão Municipal Infante 94, Teatro Rivoli, Porto.

1998- Cenografia, programa e cartaz para À Espera de Godot, de Samuel Beckett, Seiva Trupe, Porto.

2009 - Cenografia para Dias Felizes, de Samuel Beckett, Cendrev / Centro Dramático de Évora, Teatro Garcia de Resende, Évora.

 

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Carlos Barreira, no MACNA, aquando da inauguração da exposição 3 Gerações

 

Galardões e distinções

 

Galardoado com o Prémio Fundação Engenheiro António de Almeida, o Prémio de Escultura Sonae (1996), o Grande Prémio da X Bienal de Vila Nova de Cerveira (1999) e o Prémio de Aquisição da Sociedade Nacional de Belas Artes.

 

Obras em instituições públicas ou privadas.

 

Representado no Museu da Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira, Portugal..

 

Representado no Museu Internacional de Escultura Contemporânea de Santo Tirso, Portugal.[10]

 

Representado na Colecção Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto, Portugal.

 

Representado no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, Chaves, Portugal.

 

Escultura pública (1999) em Vila do Conde, Portugal.

 

Escultura pública Atrito Nulo (2003), Alfândega da Fé, Portugal.

 

Escultura pública Atrito Nulo, em Changwon, Coreia do Sul.

 

Escultura pública Pedra Bulideira V, Caldas da Rainha, Portugal.

 

Escultura pública Pedra Bulideira XXIV, integrada no conjunto Nascido do Chão, Carrazeda de Ansiães, Portugal.

 

Escultura pública Pedra Bulideira XXII, Santo Tirso, Portugal.

 

Escultura pública Pedra Bulideira XXV, Vinhais, Portugal.

 

Escultura pública Seara Mecânica, Caldas da Rainha, Portugal.

 

Escultura pública Seara Mecânica, Vila Nova de Cerveira, Portugal.

 

Escultura pública Troca de Presentes, Área de Serviço da A1, Antuã, Portugal.

 

 

 

Para saber mais sobre Carlos Barreira:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Barreira

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20carlos%20barreira

http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/carlos-barreira/

http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/carlos-barreira-009/

https://chaves.blogs.sapo.pt/cidade-de-chaves-uma-proposta-1852809

 

 

 

25
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Paulo Quintas

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Paulo Quintas (1966 - )

Abstrato 2, 2003

Óleo sobre tela

180 x 120 cm

Da coleção do Novo Banco em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Paulo Quintas o mais jovem destes pintores(*), tem uma formação artística e uma experiência cultural diferentes, embora não indiferente à obra dos seus predecessores,  trabalhando possibilidades estéticas e técnicas, em registos experimentais com referenciais ao expressionismo abstrato, à abstração, ou à geometria e sinalética. "Abstrato 2" é essencialmente experimental, em torno do exercício da matéria e das inúmeras possibilidades técnicas da pintura e da sua relação com o espaço da tela. O próprio pintor afirma: “As minhas pinturas são sempre objetos inacabados. Prefiro uma arte que me ponha a divagar do que a representar.”

 

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Com Paulo Quintas e o “Abstrato 2”, 2003,  concluímos o conjunto de obras de arte da coleção do Novo Banco expostas no foyer do MACNA, em zona de acesso gratuito, onde para além do conjunto de 5 obras do Novo Banco (Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas), poderá ainda apreciar 3 esculturas do artista flaviense Carlos Barreira, uma escultura de Carlos Pinheiro (Escultores que nos próximos dias passarão por aqui),  e ainda, claro, alguns estudos, óleos e documentos de Nadir Afonso. Estando no MACNA, aqui já com opção a pagar, poderá visitar os 4 salões de exposições, 2 com obras de Nadir Afonso – “Arquitetura sobre tela”, e outros 2 com uma exposição de Helena Almeida – “Habitar a obra”, esta resultante da parceria entre o MACNA e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves.

 

Para saber mais sobre Paulo Quintas:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Quintas_(pintor_portugu%C3%AAs)

https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/paulo-quintas-pintar-para-dentro

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/paulo-quintas/

 

 

(*) - Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas

 

23
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Ângelo de Sousa

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Ângelo de Sousa (1938 - 2011)

Verão 83, 1983

Óleo sobre tela

80 x 80 cm

 

Da coleção do Novo Banco em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

 

Ângelo de Sousa, artista multifacetado, trabalha a pintura, a escultura, a serigrafia, a cerâmica e a fotografia. Nos anos 70 a sua pintura foca-se principalmente na abstração, em superfícies que, parecendo monocromas, resultam de um rigoroso trabalho de cor que junta, opõe, sobrepõe, ínfimas partículas cromáticas, que constroem uma superfície depurada e simultaneamente vibrante de luz e cor. “Verão 83”, integra-se numa série de experiências pictóricas que ocupam Ângelo de Sousa nos primeiros anos da década de 80, em torno das “Paisagens de tinta”, na expressão de Bernardo Pinto de Almeida. São ínfimas combinações de cor, diluídas numa geometria muito simples, de finas linhas, quase numa abstração de absoluta depuração.

 

Para ficar a saber mais sobre Ângelo de Sousa:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%82ngelo_de_Sousa

https://www.wikiart.org/pt/angelo-de-sousa

https://www.publico.pt/2011/03/30/culturaipsilon/noticia/angelo-de-sousa-viver-esperar-talvez-pintar-1487487

https://www.rtp.pt/noticias/cultura/gulbenkian-de-paris-expoe-angelo-de-sousa_v978279

 

 

22
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Jorge Pinheiro

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Jorge Pinheiro (1931)

Sem título, 1969

Óleo sobre tela colado em contraplacado

100 x 100 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Praticamente contemporânea da pintura de Júlio Pomar, mas produzida num contexto muito diferente, a obra “Sem Título”,  de Jorge Pinheiro, é um dos múltiplos estudos realizados por Jorge Pinheiro em finais dos anos 60, com recurso a materiais comuns, como a madeira contraplacada e a tinta industrial. A relação entre a geometria do suporte (um quadrado), e a geometria das linhas de cor, que forma um losango, interage numa modulação rítmica geométrica que levanta a questão de estarmos efetivamente perante um quadrado ou um losango. Em 1966, graças a uma bolsa de estudo, Jorge Pinheiro, viaja pela Europa onde descobre novas correntes de expressão artística e um imaginário urbano, nomeadamente sinalética, praticamente inexistentes em Portugal. Esta experiência leva-o a uma primeira rutura com a figuração e marca o início de um dos seus mais férteis períodos de trabalho em torno da abstração geométrica e da cor, desenvolvendo uma pesquisa rigorosa sobre a forma e as modulações geométricas, as gradações e os ritmos cromáticos.

 

 

Para ficar a saber mais sobre Jorge Pinheiro:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Pinheiro_(pintor)

https://ionline.sapo.pt/artigo/593660/jorge-pinheiro-o-que-me-inspira-a-vida-la-fora-a-dar-murros-na-porta?seccao=Mais

https://www.dn.pt/artes/interior/a-geometria-limpida-de-jorge-pinheiro-8810247.html

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20jorge%20pinheiro

 

 

 

18
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Júlio Pomar

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Júlio Pomar (1926 - 2018)

Mai 68 (CRS-SS), 1968

Acrílico sobre tela

97 x 130 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

Em 1950 Júlio Pomar, faz a sua primeira viagem a Paris, cidade onde se instala a partir de 1963. Na sua vasta obra, em contínua experimentação e reivindicação, trabalha a pintura, a gravura, a cerâmica. Mai 68 faz parte de uma série de pinturas intitulada “CRS-SS”, realizada em Paris por ocasião das manifestações de maio de 1968. As pinturas surgem do confronto, ou do encontro, entre a realidade das ruas parisienses, em ebulição, e a observação de uma pintura do século XV, de Paulo Ucello, representando a Batalha de San Romano. Pomar explica como esta interseção de tempos diferentes o inspirou: “Estava eu a refazer interpretações das batalhas de Paolo Ucello, que, reduzidas aos meus elementos mais simples, são lanças, paus, são escudos, são capacetes, e de repente, dou com isto ao vivo na rua. Então ataquei uma série de quadros, aí uns quinze que nunca foram expostos sobre maio”. É também o início de uma nova técnica, com tinta acrílica, através da qual desenvolve uma pintura de cores lisas, compactas, com formas abstratas em tons fortes e oposições cromáticas marcadas, que se destacam como que recortadas e coladas em fundos monocromáticos densos, de intenso impacto visual.

 

 

 

Para ficar a saber mais sobre Júlio Pomar:

 

https://pt.wikipedia.org/wiki/J%C3%BAlio_Pomar

https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/

https://gulbenkian.pt/museu/artist/julio-pomar/

https://sigarra.up.pt/up/pt/web_base.gera_pagina?p_pagina=antigos%20estudantes%20ilustres%20-%20j%c3%balio%20pomar

 

 

17
Jul19

Arte & Cultura partilham-se no MACNA - Vieira da Silva

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Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992)

Le Pianiste (ou La Musique), 1950

Técnica mista sobre cartão

50 x 37,5 cm

 

Em exposição no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso - Chaves

 

 

Maria Helena Vieira da Silva, cujo percurso artístico é incontornável na história da pintura europeia do século XX, integra na sua obra as mais marcantes experiências artísticas da primeira metade do século. Na pintura Le Pianiste, realizada em 1950, o espaço interior, compacto, compartimentado em múltiplas estruturas intimamente ligadas à cor, em tons castanhos, pretos, cinzentos, beges e brancos, com pequenos apontamentos a azul, remete para a atmosfera intimista de concentração entre o pianista e o seu piano. O pianista, o piano, o teclado, a pauta musical, são representados através de uma linguagem pictórica que explora e reinterpreta as formas essenciais da realidade, oscilando entre a figuração e a abstração. A representação do espaço na sua complexidade estrutural e as inúmeras possibilidades de expressão plástica que este permite, são tema de constantes pesquisas em toda a obra de Vieira da Silva.

 

 

Para ficar a saber mais sobre Maria Helena Vieira da Silva:

 

http://fasvs.pt/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Helena_Vieira_da_Silva

https://gulbenkian.pt/museu/artist/maria-helena-vieira-da-silva/

https://www.escritoriodearte.com/artista/maria-helena-vieira-da-silva

http://ensina.rtp.pt/artigo/helena-vieira-da-silva/

 

 

 

16
Jul19

Cidade de Chaves mais rica em arte e cultura

 

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Arte & Cultura partilham-se! É debaixo deste lema que o Novo Banco tem distribuído o seu depósito de património artístico pelos principais museus nacionais, entre os quais o MACNA – Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso também se inclui,  e daí ter sido contemplado com 5 obras de arte de outros tantos artistas do séc. XX e XXI,  amplamente reconhecidos nacional e internacionalmente: Maria Helena Vieira da Silva, Júlio Pomar, Jorge Pinheiro, Ângelo de Sousa e Paulo Quintas.

 

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O protocolo de cedência destas obras para exposição permanente no MACNA, foi assinado ontem entre o Presidente da Câmara Nuno Vaz e uma administradora do Novo Banco, Luísa Soares da Silva.

 

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Após a assinatura do protocolo, inaugurou-se oficialmente a exposição das 5 obras de arte que passam a estar patentes ao público, por tempo indeterminado, no foyer do MACNA, com acesso gratuito.

 

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No mesmo espaço, passaram também a estar patentes ao público 3 esculturas do escultor flavienses Carlos Barreira e uma escultura de Carlos Pinheiro, obras que estes artistas têm em depósito no acervo do MACNA.

 

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Nos próximos dias, abusando do lema “Arte & cultura partilham-se”, iremos deixar aqui no blog pormenores de cada uma das obras e do respetivo autor. E porque a cultura e a arte não se esgotam no MACNA, aproveitaremos esta ocasião para dar também a conhecer obras e respetivos autores atualmente na exposição “Uma geração, Dois momentos”, de artistas flavienses, patentes ao público na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves.   

 

 

07
Mai19

Cidade de Chaves, desde o Arrabalde até à Arte Contemporânea

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Hoje iniciamos pela Rua Direita, mas sem entrar nela, apenas para deitar um olhar as nossas afamadas varandas e sacadas, com sorte, também às sardinheiras que tão bem fazia o conjunto da composição. Aliás, na varanda do lado esquerdo ainda se mantém a tradição.

 

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Claro que para recolhermos este olhar temos de obrigatoriamente estar no Largo do Arrabalde e nem há como abrir mais um bocadinho a objetiva para ver o que por lá se vai passando e quem passa, sim, porque embora também seja conhecido pelo largo dos pasmados, hás os que passam e os que pasmam. Se querem saber, eu, raro é o dia em que não passo por lá, mas de vez em quando, também gosto de ir para lá pasmar, de preferência sozinho, mas não é fácil, pois aparece sempre um ou outro amigo que também gosta de ir para lá pasmar. Já agora entenda-se pasmar pela sua definição, que não é mais que “ficar suspenso”, ou seja, deixar-nos absorver pelo ambiente, pasmar mesmo, e não precisa de abrir a boca, pode ser com ela fechada.

 

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Mas hoje não é para pasmar muito por aqui, pois se gosta de arte contemporânea, às 18 horas inaugura no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, uma exposição de Helena Almeida (Lisboa, 1934 — Sintra, 25.10.2018), uma conceituada artista portuguesa, recentemente falecida. Creio que esta será a sua primeira grande exposição após a sua morte e acontece precisamente em jeito de homenagem levada a cabo pela parceria Casa de Serralves/MACNA (Câmara Municipal de Chaves).  Na inauguração seguir-se-á uma conversa entre Marta Moreira de Almeida, comissária da exposição, e Bernardo Pinto de Almeida, historiador de arte e conhecedor da sua obra, num renovado gesto de homenagem à artista.

Mais sobre a artista Helena Almeida, pode consultar:

 

          O site do MACNA

               O Site da Casa de Serralves

                    Ou na Wikipédia

 

 

24
Abr19

Cidade de Chaves - Uma proposta cultural...

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Hoje deixo aqui um alerta para os mais distraídos que gostam de arte contemporânea e ainda não viram a exposição de Ema Berta e das 3 Gerações (Carlos Barreira, Cristina Valadas e João Ribeiro) que está patente ao público no MACNA - Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso. Pois se ainda não viu estas exposições só terá mais 4 dias para as poder ver, mais precisamente até às 19 horas do próximo domingo.

 

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Mas este alerta não é só para os distraídos que gostam de arte contemporânea, mas para todos em geral, e aqui, além das exposições temporárias como estas que estão de saída, acrescento a restante arte e restantes artistas que estão em permanência, refiro-me a Nadir Afonso e à sua exposição permanente neste espaço, mas também a Álvaro Siza Vieira e o próprio edifício do MACNA, também ele uma obra de arte contemporânea, porque a arte contemporânea não se limita apenas às artes plásticas.

 

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Escultor e Designer João Machado com a Pintora Ema Berta

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De facto esta nova tendência da arte nasce em meados do século passado onde, embora não rompendo de todo com a arte moderna até aí praticada, apresenta expressões e técnicas artísticas inovadoras, incentivando a reflexão subjetiva sobre a obra.

 

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Escultor Carlos Barreira com a Pintora Cristina Valadas

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Uma nova tendência que passou a manifestar-se além das artes plásticas, influenciando também outras artes como as do teatro, música, dança, fotografia, literatura, moda, instalações, etc, ou ainda, com recurso às novas tecnologias e o evoluir da ciência deu origem a vários movimentos como o minimalismo, arte conceitual, híper-realismo, body art, vídeo-art, happening, arte urbana, graffiti, arte póvera, internet art, etc. e outras formas onde os artistas encontrem uma forma de se expressar. A Arte contemporânea passou a valorizar mais o conceito, a atitude e a ideia da obra do que necessariamente o objeto final. A intenção é refletir de modo subjetivo sobre a peça artística, não apenas contempla-la pela sua natureza estética.

 

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Escultura de Carlos Barreira (Fotografia de Filipe Barreira)

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Mas embora a arte contemporânea tivesse encontrado outros espaços para os artistas expressarem e divulgarem a sua arte, tal como espaços ao ar livre, a rua, ou mais alargados e globalizados tal como os espaços que a internet disponibiliza, os museus continuam, cada vez mais, a acolher também todas estas formas de arte e outras que pelas suas características, só aí poderão ser expostas, transformando os museus também num espaço de reflexão que também poderá ser de provocação, exacerbando os sentidos de quem os visita, muito para além da simples apreciação estética da obra de arte.

 

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Pintor João Ribeiro com a Pintora Ema Berta

 

É assim a arte contemporânea, e mesmo que ainda haja por aí algumas mentes conservadoras que lhe queiram resistir em que a arte se limita apenas ao óleo sobre tela, agora a arte é outra, democratizou-se em todos as suas expressões e sentidos.

 

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Oratório e Oklahoma (5 painéis) de João Ribeiro

 

Tudo isto por causa das exposições de Ema Berta e 3 Gerações (Carlos Barreira, Cristina Valadas e João Ribeiro) que estão de saída do MACNA, onde, a título de curiosidade está um arista flaviense, o Escultor Carlos Barreira com as suas esculturas com movimentos e sons, onde não falta uma representação da Pedra da Bolideira.

 

 

 

23
Abr19

Cidade de Chaves - Margens do Rio Tâmega

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Sem qualquer dúvida que o Espaço Pólis enriqueceu a nossa cidade, quer no que se refere ao embelezamento das margens do Rio Tâmega,  quer no que respeita ao seu aproveitamento para alguns eventos, mas também no uso por parte da população.

 

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A margem esquerda do rio, lado da Madalena, penso que no seu todo está exemplar, já na margem direita, ficou um pequeno espaço por resolver entre a Ponte Pedonal junto às poldras, e a Ponte Romana, de ambos os lados, mas este é um problema que a qualquer momento se resolve. Já entre a Ponte Romana e a Ponte de São Roque, embora o espaço tivesse sido intervencionado pelo projeto Pólis e esteja agradável, penso que com a introdução de alguns pormenores e pequenos arranjos se poderia ter um espaço muito mais agradável, abrindo o leque da sua utilização ou complementando a sua utilização com a componente de um espaço de estar, principalmente na época de calor, com o aproveitamento das sombras dos espaços arborizados existentes, para além de um tratamento mais cuidado e acessível ao espaço entre a pista de manutenção e o rio, com alguns acessos ao próprio rio, bancos de jardim desde onde se possa apreciar a outra margem e o conjunto do casario junto à ponte, entre outros.

 

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Pois um desses outros poderia ser criar pequenas varandas lançadas sobre o rio, como nesta abertura existente por baixo de duas camélias ou mesmo criar uma pequena plataforma flutuante onde até se poderia recriar o espaço das antigas barcas de travessia do Tâmega.

 

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Mas há ainda outra componente que no espaço mais arborizado, ou junto a ele, poderia existir (visível na segunda foto de onde um casal em passeio vem a sair), para além de alguns bancos de jardim para se poder aproveitar a sombra de Verão, poderia existir um pequeno bar de apoio (tal qual existe junto ao parque infantil do Tabolado ou no Jardim Público). Tanto mais que este trajeto entre Ponte Romana e Ponte de São Roque poderia ou mesmo deveria ser um dos acessos pedonais privilegiados ao Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, recomendado turisticamente, principalmente para aqueles que para além da arte contemporânea também são apreciadores da obra de arquitetura, tendo esta a mais valia de ser de autoria do Mestre Sisa Vieira, premiada e reconhecida nacional e internacionalmente no âmbito da arquitetura. O futuro de Chaves também pode e deve passar pelo turismo, onde estes pormenores são importantes. Mas claro, isto é apenas a minha opinião e de como eu gostaria de ver estes espaços.

 

 

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