De regresso à cidade...
Com neblinas de outono

Desta vez fazrmos o regresso à cidade com um passeio à beira rio, um passeio de outono com as suas neblinas que também são bem nossas e com a ma gia das suas cores.
Um boa semana!
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Desta vez fazrmos o regresso à cidade com um passeio à beira rio, um passeio de outono com as suas neblinas que também são bem nossas e com a ma gia das suas cores.
Um boa semana!

Claro que a nossa ponte romana, sejam qual fores as circunstâncias, tem sempre lugar neste blog, e seja com as neblinas que junto ao rio lhe enriquecem o cenário da sua envolvência, ou mesmo com um bom nevoeiro daqueles mais densos, convidamos sempre a uns registos, nem que sejam apenas dos pormenores que o nevoeiro permite. Assim, não podia faltar aqui nesta semana da névoa, que na cidade, termina hoje, pois como sabem, aos fins de semana regressamos sempre ao mundo rural.


Para os mais distraídos, pois pela temperatura nem por isso se nota muito, o outono deste ano teve início às 01H54 do dia 23 de setembro. Quer isto dizer que temos os “Santos” à porta, aliás uma montanha russa já poisou o seu arraial (mais ainda não está a funcionar – pra já!) e as neblinas com alguma frescura matinal também já começaram a aparecer, embora os dias ainda estejam quentinhos. Pois fica uma imagem da nossa Top Model e o príncipe Tâmega com as suas neblinas matinais da época, com quem diz: “o pai nevoeiro não tarda aí”.
E já que estamos pr’aqui com coisas nossas, hoje às 17 horas vamos ter aqui um post extra, “ocasionais”, com pastéis de Chaves, de chocolate, de alheira, de bacalhau, de frango, de outras mixórdias, ou de vitela… até lá!

Podia simplesmente ter passado indiferente, não olhar sequer, mas olhei e parei. Às vezes, também nós saímos das nossas neblinas…

Já sabem que aos fins de semana o blog abre-se ao mundo rural. Esta abertura não é de todo inocente na sua inocência, é mais um ato de contrição, mas sem pecado. Não vou perder tempo a explicar-vos o que isto quer dizer, pois não o conseguiria uma vez que até para mim é confuso e contraditório, mas sem qualquer confusão ou contradição, é assim como ser pai e filho ao mesmo tempo, ou, mais drástico ainda – amar aquilo que se odeia.

Sei, isso sim, e por isso posso partilhá-lo convosco, que subir à croa de um monte onde nada há para o além de tudo se avistar, todas estas coisas complexas do homem ficam diluídas no meio de pequenas neblinas como se fossem um tampão colocado sobre a complexidade das coisas.

No concelho de Chaves conheço pelo menos cinco ou seis coroas de montes onde esses milagres de olhares terapêuticos acontecem, e muitas aldeias acima das neblinas onde as coisas são aquilo que são por serem aquilo que são.

“ A intensidade de certos sentimentos mede-se pelo pudor de que os rodeamos. Quanto menos se exibem, mais fundo latejam. Mas, ao contrário, só na denúncia clamorosa de todos os atentados contra o objecto dos nossos afectos preservamos a sua pureza. A indignação publicamente manifestada é, nesse caso, a única prova de fidelidade do coração. (…)” – E com estas palavras sempre sábias de Torga me vou.
As imagens de hoje são de Águas Frias, uma das aldeias que fica acima das neblinas.
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