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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

11
Mai10

Outros Olhares Sobre Chaves - Oscar Espinar

 

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Mais uma vez com os olhares de quem nos visita, e mais uma vez também com olhares publicados no flickr.

 

Desta vez são os olhares de Oespinar  (nick) ou  Oscar Espinar que segundo os dados das fotos, passou por Chaves em meados de Abril deste ano e, pelo menos, fez três registos de Chaves que constam na sua galeria do Flickr.


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A Ponte Romana e o Castelo, sem dúvida alguma dois ex-líbris de Chaves que atraem a objectiva de todos os fotógrafos.

 

Oscar Espinar que na sua galeria (ainda recente) não deixa mais dados sobre si, mas que tudo indica ser espanhol, talvez galego, e ser um dos muitos vizinhos que nos costumam brindar com a sua visita e, Chaves, agradece.

 

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Poderão ver a sua galeria ainda recente e onde para já só constam 42 imagens, mas que 3 são de Chaves, as mesmas que hoje vos deixo. A sua galeria está aqui:


http://www.flickr.com/photos/oespinar/

 

Até amanhã, talvez com feijoada, talvez com Festimage, o festival de imagem que se faz em Chaves mas sem fotografia de Chaves e para estrangeiros ganharem, de preferência indianos ou outros bem de longe que nunca puseram os pés em Chaves… amanhã, logo se verá qual será o prato a servir…

 

Até amanhã!

04
Mai10

Outros Olhares Sobre Chaves - Repetentes em P&B

Hoje alguns olhares a p&b de autores, por aqui, repetentes

 

 

Carlos Silva

 

http://www.flickr.com/photos/carlostripa/

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Francisco Oliveira

 

http://www.flickr.com/photos/74651085@N00/

www.francislive.multiply.com

 

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Nibes - Aníbal Almendra

 

http://www.flickr.com/photos/nibes/

 

 

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MTWOOD

 

 

http://www.flickr.com/photos/mtwood/

 

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E por hoje é tudo. Amanhã há mais!

 

 

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27
Abr10

Outros Olhares Sobre Chaves - Israel Profedelengua

 

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A magia da noite flaviense sempre foi sedutora e, aparentemente ela tenha perdido muito da sedução das noites de oiro dos anos 70 e 80, continua a ser tão ou mais sedutora, talvez (apenas) a magia e sedução sejam diferentes, pois também os olhos de juventude que viram e viveram  as gloriosas noites do passado, deram lugar a novos olhares, igualmente jovens e actuais. Quando se rebusca a glória do passado, muitas das vezes esquecemos que estamos também a rebuscar na memória da nossa juventude. Em suma, é tudo uma questão de pedalada…

Toda esta introdução porque me parece que o autor das fotos de hoje viveu uma dessas noites gloriosas na nossa cidade e se bem vivida, terá dela recordações para sempre, pelo menos em fotografia a noite ficou registada.

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O autor pouco deixa a saber de si na sua galeria do flickr. Apresenta-se apenas com o nick de Israel profedelengua que a deduzir pela sua galeria de fotos e pelo nick, parece-me ser um prof. daqui ao lado, da Galiza e com gosto pelas viagens que vai registando em fotografia que vai compartilhando na sua galeria onde já constam mais de 3600 olhares.

Poderá vê-los aqui, onde encontrará muitas fotos de Portugal e da Galiza:

 

 

http://www.flickr.com/photos/26644090@N06/

 

 

Obrigado Israel Profedelengua pela visita e olhares de Chaves, só espero que a magia de Chaves tivesse sabido encantar.

 


Até amanhã!

 

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20
Abr10

Outros Olhares Sobre Chaves - Marco Aurélio Silva

É sempre bom e agradável descobrir novos olhares sobre Chaves.


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Mais ainda é melhor quando essa descoberta de olhares recai sobre os olhares de um fotógrafo da terra, como é o caso de hoje.

 

São olhares que no flickr são assinados com o nick de Maurelio Silva ou olhares do flaviense Marco Aurélio Silva que hoje re-encontrei no flickr, pois já em tempos me tinha cruzado com os seus olhares e que, sem qualquer desculpa ou explicação, só hoje os vi com atenção e não resisti a “roubar-lhos” para os partilhar aqui, pois são preciosos demais para ficarem só no flickr.


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Olhares atentos, interessantes e que transmitem na sua beleza, também a beleza de Chaves. Olhares que se juntam a outros olhares interessantes da fotografia e de fotógrafos de Chaves, às vezes falta ou falha, é  descobri-los e divulgá-los.


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Obrigado Marco Aurélio por estes olhares e ficam as desculpas pelo “roubo”, mas não resisti… e espero não resistir mais vezes.

 

Mais olhares de Marco Aurélio podem ser vistos na sua galeria pública do flickr, ainda pequena, mas que promete partilhar nela grandes olhares,. Pode ser vista aqui:


 

http://www.flickr.com/photos/maurelio/

 

 

 

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06
Abr10

Outros Olhares Sobre Chaves - Eloy Rodrígues e Fernanda Almeida

 

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Hoje deixo-vos outros olhares de fotógrafos que já passaram pelo blog mas cujas fotos não couberam no post que lhes foi dedicado.

 

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São portanto convidados repetentes mas com olhares que nunca foram aqui publicados.

 

Começando por Eloy Rodríguez, um galego de Verin que vive em Madrid e que fez a primeira passagem neste blog em Out.2009, aqui:

http://chaves.blogs.sapo.pt/433184.html

 

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Outra fotógrafa repetente no blog é a Fernanda Almeida. Repetente que pela certa passará por aqui mais vezes, pois Chaves, já algum tempo que faz parte dos seus roteiros fotográficos e tem um olhar afinado sobre as nossas coisas.

 

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Fernanda Almeida é do Porto, pertence a uma associação de fotógrafos dessa cidade – Portografia, associação da qual alguns dos seus associados, em grupos ou individualmente, também têm Chaves nos seus itinerários fotográfico.

 

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Quanto às passagens de Fernanda Almeida aqui no blog, estão registadas em dois posts:

http://chaves.blogs.sapo.pt/327775.html e http://chaves.blogs.sapo.pt/449074.html

 

E por hoje é tudo. Amanhã, em Chaves há feijoada. Aqui no blog, logo se verá!

30
Mar10

Outros Olhares Sobre Chaves - Tânia Carvalho

 

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Há uns anos atrás encontrei esta foto no flickr. Primeiro pasmei em apreciação, depois (ainda pasmado) entrei numa fase de encantamento sem conseguir desprender-me do ambiente confuso em que entrei, não sei se de mistério, de poesia ou romance. Não sei! Sei, isso sim, que esta imagem tem a magia de (me) encantar e ao contrário de muitas fotos em que me apetece entrar por elas adentro e desfrutar do ambiente, nesta, apenas paro em frente a ela e quase estático, entro em fase de letárgica contemplação de longos momentos onde apenas os olhar tem movimento e, sempre, invadido pelo mistério, poesia ou romance que a imagem transmite. Tudo nesta foto é perfeito. A luz e a ausência dela, os pormenores e a falta deles, a nitidez embaciada pela neblina, o calor da cor na frescura da imagem – tudo numa confusão de contradição sem ela acontecer… e se lhe acrescentarmos a memória, o feeling  e o pulsar do sítio, é a foto perfeita, a minha  preferida de todos os tempos e olhares.

 

“Roubei” a foto há uns anos atrás no flickr na galeria de Bauni’s Photos e assinada por Tânia Carvalho. Uma galeria que já não existe, mas que deixa saudades. Quanto à Tânia, não sei se é flaviense, sei que tinha ligações familiares a Chaves e que repartia o seu tempo entre Lisboa, Angola e Chaves que dedicava à fotografia e arquitetura, penso que então, ainda como estudante.

 

Com pena minha, perdi o rastro da Tânia Carvalho e dos seus olhares de arte e fotografia. Felizmente, às espera de outros olhares seus, conservei esta no meu arquivo de “roubos”. Tenho esperança de, um destes dias, tropeçar de novo com os seus olhares. Até lá, partilho este seu olhar, com um agradecimento à Tânia e o devido pedido de desculpas pelo “roubo”, mas este olhar é precioso demais para ficar apenas arquivado na escuridão de um disco rígido qualquer.

 

Quanto à imagem, penso escusado mas mesmo assim digo-o, é dos velhos tempos do Jardim Público.

23
Mar10

Outros Olhares Sobre Chaves - José Gomes Pereira

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Já sabem que às terças-feiras dedico-me a roubar olhares de outros fotógrafos que vão publicando as suas fotos no flick. Há dias descobri uns tantos olhares sobre Chaves, mas também sobre o nosso concelho, em especial de Loivos. Azar o meu, pois as fotos não estavam disponíveis para serem roubadas, isto é, no flick apenas tinha permissões para as ver e não para copiar.

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Foto de Gomes Pereira - Curalha - Moinho do Tâmega

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Pois em vez de comunicar ao autor que lhe tinha roubado as fotos para publicação no blog, desta vez, tive que pedi-las, por correio eletrónico e,  a resposta foi pronta.

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Foto de Gomes Pereira - (Nora) Amial Moreiras

 

 

Para além do nome, do nick no flickr e eventualmente da naturalidade ou cidade de residência, geralmente, pouco mais sei dos fotógrafos autores destes olhares sobre Chaves. Com o nosso convidado de hoje, no flickr, apenas fiquei a saber o nome: Gomes Pereira.

 

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Foto de Gomes Pereira - Loivos vista desde o Crasto

 

 

Hoje, sei mais um bocadinho do nosso convidado. Chama-se José Gomes Pereira, é apaixonado por fotografia e sempre que vem de férias à terra, aproveita para lançar olhares sobre temas que lhe despertam o registo em imagem, para depois ir partilhando no Flickr ou no Google Earth.

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Foto de Gomes Pereira - Lagarelhos, Rebanho

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Olhares e temas que pela certa também regista para ir matando saudades dos lugares, casas, momento e pormenores que transporta consigo para Oberursel, na Almanha, localidade onde vive há cerca de 20 anos.

 

Matar saudades, porque o José Gomes Pereira é natural de Loivos, razão pela qual, além das outras fotos de Chaves, do concelho e de Portugal, Loivos tem uma atenção especial na sua galeria de fotos, que poderá e deverá ver aqui:

 

http://www.flickr.com/photos/46657731@N03/

 

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Foto de Gomes Pereira - Loivos, Poldras

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E disse que Loivos, pelo berço,  tem uma atenção especial do nosso convidado de hoje, mas pela certa não é só por isso e, quem conhece Loivos e gosta de fotografia, sabe bem porquê, pois, pelos motivos e casario, mas também pela luminosidade, Loivos é uma das aldeias mais interessantes de fotografar.

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Foto de Gomes Pereira - Loivos, Casa em Madeira

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Obrigado José Gomes Pereira pelos olhares sobre a nossa terra e, nunca esqueça de trazer a máquina fotográfica quando vier de férias.

Um abraço desde este cantinho.

 

Todas as fotos de hoje, são de autoria de José gomes Pereira.

 

Nota: Hoje as fotos têm um tamanho mais reduzido do que é habitual. Tudo graças ao SAPO, que simpaticamente nos disponibiliza este espaço, mas que às vezes nos prega umas partidas, pois hoje prega-nos mais uma com a alterações que introduziu na edição de posts, onde não nos é permitido alterar o tamanho pré definido das fotos. Peço desculpas ao autor das fotos e aos visitantes do blog. Penso que durante o dia de hoje ainda consigo resolver o problema. Até lá, ficam as fotos em tamanho reduzido com o devido pedido de desculpas

 

 

 

 

 

16
Mar10

Outros Olhares Sobre Chaves - Weborion20

Do nosso convidado de hoje pouco ou nada sei para além do seu nick no flickr, de ser espanhol (talvez galego) e duma “Odisseia Rio Abaixo” que o fez passar por Chaves e, registar alguns momentos da cidade.

 

Pela certa uma interessante odisseia, feita em grupo de amigos e contada em imagens na sua galeria do flickr.

 

Ficam três imagens dessa “odisea rio abajo” e a legenda original das fotos, conforme consta no flickr.

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Era una tarde bastante invernal, pero el cielo despejado y un tímido solecillo invitaba a pasear por aquel pueblo que la verdad, un poco deshabitado si que parecía 

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Atravesamos la frontera para plantarnos en un pueblecito portugués llamado Chaves, pueblecito muy importante en la zona durante su ocupacion romana, de esta ocupacion conserva vestigios como el puente romano sobre el rio Tamega que se ve en la foto 

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La torre del homenaje de la ciudad de Chaves. El escudo de armas de la ciudad son cinco llaves de azur, haciendo honor al nombrxe del pueblo. 

 

Como sempre, fica também o link para a galeria de fotos de weborion20 (é este o seu nink no flickr) :

 

http://www.flickr.com/photos/ashytaka/

 

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09
Mar10

Outros Olhares Sobre Chaves - Mulheres Fotógrafas

Foto de Luísa Cortesão

 

 

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Ontem foi o Dia Internacional das Mulheres. Se por um lado considero esse dia um autêntico disparate e desprestigiante para as mulheres, por outro lado respeito-o. Vou desenvolver e explicar melhor para não se mal entendido.

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Foto de Diana Reiss

 


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Foto de Sereademar - Marisol Penas

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Nas sociedades actuais, democráticas e civilizadas a mulher têm os mesmos direitos e deveres do homem e, não é simplesmente por a Lei lhes conferir o direito de igualdade e oportunidades que elas são iguais, mas porque assim o são, porque somos civilizados e, nem sequer precisam de usar gravata para se afirmarem… agora, disparate total que ainda hoje não compreendo é, partidos políticos democráticos, terem quotas mínimas para mulheres. Se eu fosse mulher, sentia-me ofendida com tais quotas… pois as mulheres devem-se impor pelo seu valor e não por quotas, mas enfim, nos partidos (democráticos) tudo é possível.

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Foto de Florellea

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Foto de Filipa Almeida Garret

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Considero que o Dia Internacional da Mulher poderá ter algum sentido nos países e regimes políticos em que a mulher é descriminada, mas nesses países, pela certa, às mulheres pouco lhes vale terem um Dia Internacional,  precisam muito mais que isso.

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Foto de Fernanda Almeida

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Foto de Mallice

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Agora se o dia lhes é dedicado como quem lhes oferece uma rosa, porque não!? É um gesto bonito.

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Foto de Avó Queu - Raquel Ribeiro


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Foto de Aqua Viva - Graça Quaresma

Mas aqui pelo blog, hoje é dia de outros olhares e, para demonstrar que as mulheres são iguais e, ou,  até melhores que muitos homens na arte de fotografar, hoje ficam por cá as fotos e olhares sobre Chaves de algumas mulheres que já tiveram aqui no blog um dia em que foram convidadas desta rubrica de “Outros Olhares”.

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Foto de Susana Costa

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Foto de Marina Alfin

 

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Foto de Alice Peeters

 

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02
Mar10

Outros Olhares Sobre Chaves - Lisbon Visitor - Miguel

O nosso convidado de hoje, no flickr, dá pelo nick de LisbonVisitor e, visitando a sua galeria de fotos, encontra-se por lá uma verdadeira volta a Portugal em fotografia,

 

Nessa sua volta a Portugal, honra-nos na sua galeria com algumas imagens cá da terrinha, trinta e tal olhares sobre a cidade, demasiados para ficarem aqui todos, mas os suficientes mas mostrar a essência naquilo que melhor nos identifica em termos de imagem, ou seja, as maravilhas flavienses e aquilo que temos de melhor.

 

Claro que não poderia deixar de ser convidado deste blog.

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Chaves, com muitos pecados que sobre ela vão cometendo, não deixou ainda de revelar o seu encanto e, este, está precisamente naquilo que os nossos antepassados nos legaram e ainda perduram. Um desses legados que orgulha qualquer flaviense é a Ponte Romana, não só pela sua beleza, mas também pelo respeito da sua idade. Quase 2000 anos de existência, põe-na no mais alto dos pedestais da história e das belezas que os romanos deixaram cá pela terra, a única resistente com toda a sua integridade (ou quase) e beleza.

 

São destas coisas que Chaves tem de melhor. Um tesouro romano, muito ainda por descobrir, a hospitalidade, um centro histórico ainda interessante (embora pouco protegido) a natureza envolvente, o termalismo e a gastronomia, entre outros. Tudo que pode haver para uma cidade triunfar a nível turístico, em quase todas as vertentes, mas que nunca, tal, foi considerado como prioridade.

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Quem passa por cá, geralmente gosta do que vê, mesmo que a cidade pouco tenha para lhes oferecer, principalmente aos fins-de-semana em que Chaves quase vira a cidade fantasma, fechada para balanço, onde a pasmaceira se espraia por todas as ruas, esquinas e cantinhos, precisamente nos dias em que os turistas estão mais disponíveis e nos vão brindado com as sua visitas. Mas enfim, por cá anda-se entretido com outras prioridades, que, até ninguém sabe quais são.

 

Valham-nos os nossos anónimos turistas e visitantes que lá vão fazendo publicidade gratuita à cidade, como no caso do nosso convidado de hoje que além das dezenas de imagens que publica para todo o mundo ver, ainda deixa em legenda a cada uma das imagens uma interessante publicidade turística para estrangeiro ler em inglês, com as principais maravilhas de Chaves.

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Obrigado Miguel, é este o nome do Lisbon Visitor, natural de Vialonga, actualmente atualmente residente em Lisboa e Costa da Caparica (as fins de semana).

 

Fica também, como sempre, link para a sua galeria de fotos:

 

http://www.flickr.com/photos/8724323@N06/

 

Todas as fotos hoje aqui publicadas são de autoria de Lisbon Visitor/Miguel.

 

Fica, a título de curiosidade, o texto que legenda cada uma das suas fotos de Chaves publicadas na sua galeria de fotos:

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Chaves and Castle infos

Chaves is a town and seat of municipality in the far North of Portugal, 10 km south of the Spanish border and 22 km south of Verín, Spain. The municipality is the second most populous of the district of Vila Real. The district capital, Vila Real, is 60 km south on the A24 toll-free motorway. Aquæ Flaviæ was the Roman name for this town.


The town has always had great historical importance, being the site of an important Roman garrison and later being in the forefront of resistance during the Napoleonic invasions of the early nineteenth century. In Portuguese military history Chaves is especially famous for two battles: the siege of Chaves by French forces in 1807 and the Royalist attack on Chaves led by Henrique Paiva Couceiro in 1912.


Chaves is a town of fortifications. There is a medieval castle and two forts, Forte São Francisco and Forte São Neutel, both built in the 17th century. Nearby, two medieval fortifications still exist - the Santo Estêvão Tower, in the plain, and the Monforte Castle, in the mountains. The original Roman bridge in Chaves crossing the Tâmega River still stands with its stone arches and is the most important tourist site of Chaves. The hot thermal water (73 degrees Celsius) of Chaves have been famous since Roman times and today many people come to the town (health tourism) to take the water cure in a renewed house and modern thermal complex.

The climate in Chaves is transitional between Atlantic Maritime Temperate and Continental. The mountains between the Minho region and Trás-os-Montes serve as a climatic barrier and lessen rainfall as one moves in an easterly direction. Winters can be cold with January highs rarely reaching 10º and lows often going below zero. Thick fog hovering over the valley is also common on dry days. Summer is characterized by dry days with maximums around 38º and minimums around 15º. Summer brush fires can often make this season unpleasant.

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The Chaves Castle

King Denis built the Chaves Castle in the fourteenth century. The history of this castle is fused with the history of Chaves. In 1383 King John I donated the town and the castle to the Condestável Nuno Álvares Pereira, who helped defeat the faction opposed to the new king and who were occupying the castle. This knight included the castle in the dowry of his daughter Beatriz when she married Afonso, Count of Barcelos, King John’s bastard son, who later became the first Duke of Bragança (1371-1456). His statue is in the square in front of the town hall. For this reason, some writers refer to the castle as the castle of the Duke of Bragança.


In the Middle Ages we know that the inhabitants of the region drifted to the population centers, one of which was Chaves, located on a rise overlooking the Tâmega valley. There they concentrated so that in groups that could build walls and protect themselves. This was the situation at the time of the Reconquests. Being a zone of passage in the years of war, which was almost always, the walls of the villa of Chaves were built, destroyed, and again rebuilt each time one of the factions, Christian or Muslim, occupied the castle. It is probable that for some periods the town was even completely abandoned. For lack of written documents our information is sketchy.

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In 1253 Afonso III supported the reconstruction and, according to documents, in 1258 granted Chaves the status of a villa. The new tower was in some ways a copy of that built by the Castilians in the castle of Monterrey, near Verín. Later most of the wall was rebuilt, but the advent of artillery would soon make the castle obsolete, and like its sister in Monterrey it would fall into ruin.


The townsfolk themselves probably caused the worst damage. Looking for material to build their houses and walls, they slowly stripped the castle of its granite blocks. When the locals today refer to the castle they are talking about the keep tower that has been kept in a good state. It is a tall tower, about eight or nine floors. Surrounded by a pretty and impeccably kept garden, with colourful flower borders, the keep is now used to house a military museum. The first two floors are rather predictably filled with ancient guns and armour, but the upper floors provide an interesting insight into the Portuguese experience of World War I and her colonial wars in Angola and elsewhere. The view of the Alto Tâmega from the battlements is superb. On very hot summer days it is not unusual to see a column of smoke rising in the distance. Forest fires, normally caused through the carelessness of visitors when the heat has made the undergrowth as dry as tinder, are a common occurrence.

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Medieval Quarter

Although many of the old buildings outside the historical walls in Chaves have been demolished to make way for apartment blocks, some of them because they were literally falling down, the medieval quarter, with its Straight Street, something that many Portuguese small town has, and Santo António Street, have been declared a protected zone. Here we can find small, narrow houses, with several floors to take advantage of the reduced interior space. The medieval town was very small because the walls limited it. It had only four or five hundred inhabitants when John I in 1386 conquered it: a fact that surprised the king. Outside the walls, there was not one house; only fields. This was necessary because of the frontier location of the town and the imminent risk of invasion. The streets were very narrow. Straight Street (it wasn’t straight at all but direct), the most important, crossed the village from end to end. It was known by this name because it was the “straight “ way between the two main gates of the fortress.


To take maximum advantage of the limited space it was customary to build balconies on the first floor, which came out over the street. The balcony on the second floor then extended over that on the first, and so on. At the top the houses almost touched, leaving most of the street covered from rain or sun. The balconies were of pine or oak. On the upper floors there were residences and on the lower floors, shops and small factories. If we walk along the "Rua Direita" (straight street), we can still see some of these interesting and peculiar "varandas" balcony.

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The Hot Springs

The hot springs, or Caldas, of Chaves, known all over Portugal, was formerly only a group of hot water springs. Today, after recent renovations, it is a modern thermal complex, receiving thousands of visitors every year, especially in the summer. Many small guesthouses in the old part of the town are dependent on the influx of these visitors, usually men, who come annually to take the water cure. The "termas" are located between the castle and the river, in front of a large area of grass-covered park with playgrounds and tennis courts.


The Chaves termas belong to a vast area of springs that stretches from Verín in Galicia as far south as Pedras Salgadas, 30 km from Chaves, on the road to Vila Real. Despite its vastness and abundance of water, this thermal system is little utilized. Of the nine groups of thermal springs there are only adequate installations in four of them: Chaves, Carvalhelhos, Vidago, Pedras Salgadas, and Verín.


The waters of Chaves spring forth from three springs and a temperature of 73°C. Of all the bicarbonate of soda waters of Europe, these are the hottest. This thermal presence is a rare geological phenomenon because in this area there is no evidence of volcanic activity. They are indicated for numerous treatments, including stomach, liver, intestinal, and kidney ailments. For internal medicine the main technique of application is drinking the water.


During the Roman period the distances on the highways were indicated with reference to Aquas, which demonstrates their importance in the region. Aquas or Aquae Flaviae was a Roman settlement built on the present-day site of Chaves. The Waters of Flavius, emperor in whose reign the hot water was supposedly first utilized, were used in a bathing pool, which has long since disappeared. Curiously, these hot springs that were so important for the Romans and then fell into disuse with the decadence of the town, were only exploited scientifically after 1945. Despite modernization they have yet to attract large numbers of users.


The Pedestrian Bridge and the Riverside Green Area

On November 15 an extensive green area on the east side of the Tâmega River between the Engenheiro Carmona Bridge and the Public Gardens was opened to the public. It has a playground, pedestrian and cycling paths, and a large grassy area. An ulta-modern pedestrian bridge will soon be open linking the park of the hot springs and this new recreational area. At the same time a cycling and walking path has been built on both banks of the river extending north for several kilometers.

The Forts

Forte São Francisco

With the coming of the Middle Ages the medieval town of Chaves, strongly protected by the defence of the border with Galicia, became unprotected. It was understood that it had to fortify itself, garrison the nearby hilltops, in order to keep them from being occupied by enemy artillery. The first to be considered was the hill of Pedisqueira, where there was a Franciscan convent. It was decided, during the final phase of the Portuguese Restoration War (1640-1668), to build a fort according to the modern concepts of military engineering. This fort played an important role in the Napoleonic invasion of Portugal in 1807 when it was captured by Marshall Soult and then retaken when a light garrison was left to guard it. It was also the scene of several pro-royalist revolts in the early eighteenth century and later in 1910 with the advent of the Republic.


The fort is still standing in a reasonable state of preservation. The recent acquisition of the site by a hotel group and the construction of a four star hotel utilizing the old buildings has given new life to a monument that had sadly become a ruin inhabited by rats, garbage, and drug addicts.


The fort is simple; its plan based on the Vauban system, with a four-pointed star, each one serving as a lookout tower. The walls are all of granite, with about one meter of thickness. The height varies according to the slope of the terrain, but the maximum point has 20 meters. The main entrance faces the south, with a drawbridge over the moat that no longer exists. There are other gates, to the east and west. To go inside we follow a tunnel that leads to the center of the fort. Inside, besides the old church of São Francisco, where for three centuries lay the sarcophagus of the first Duke of Bragança, there are other buildings which have been artistically converted into hotel rooms. These had served the army as barracks for many years, and later were used to lodge families that had returned from the Portuguese colonies when these got their independence in the 1970s. A visit to the fort is well worth it, if not to stay in the hotel, but only to walk around the outside walls and contemplate the impressive view of Chaves.


Forte de São Neutel

This fort was built to protect the northern hill against a possible invasion from Spain during the Portuguese Restoration War in the seventeenth century. It wasn’t connected to the defense system of Chaves so its builders had to provide it with a second external war and an internal moat based on the Vauban system. It follows the irregularities of the terrain and it also has a quadrangular design, having on the corners towers that extend out over the moat. This has no water now nor did it before, since that was not its function. Because of the moat the access to the interior was made across a solid stone bridge. The walls are a meter and a half thick and 7 to 10 meters high, and are made of granite. Inside there is a chapel dedicated to Our Lady of the Springs where there is an annual pilgrimage. There are also small buildings that were constructed to house a military garrison. All military activity has now been transferred to the base located next door, but the castle still belongs to the army and is usually closed. On the west side is located the Chaves football stadium, which plays host to a professional team which has often been in the First Division of Portuguese football.   

 

 

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