Outros olhares...
Cidade de Chaves

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Feira dos Santos de 2010
Com chuva e frio, aliás manda uma tradição já antiga, que já vem de casa dos meus pais, que se ligue o aquecimento do lar pela primeira vez, embora pense que este ano vai ser exceção, e queira Deus que assim seja, pois o pilim cada vez escasseia mais.

Frio que cá, em Trás-os-Montes, e em Chaves com a agravante de ser um frio com muita humidade, faz com que o aquecimento das casas não seja um luxo, mas antes uma necessidade, aliás temos essa agravante a juntar à nossa interioridade e também uma das razões que contribui para o despovoamento do interior. Penso mesmo que em termos de energia, de inverno, as terras altas do interior deveriam beneficiar de um subsídio, mas isso são sonhos meus, pois os de Lisboa pouco se interessam com o frio que por cá acontece, aliás dizem que já estamos habituados, e embora até nem seja mentira, o frio é o mesmo e dói na mesma.

E se hoje neste espaço dedicado à Feira dos Santos falo por aqui do frio, é porque a partir dos Santos o frio chega sempre a sério, é questão de mais dia, menos dia, mas chega sempre, coisa que até alegra os feirantes da roupa quente, pois o frio também abre o apetite às compras de proteção, pena já não haver as mantas de Soutelo.

E hoje ficamos apenas com três imagens.
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Hoje inaugura aqui uma nova crónica que irá acontecer ocasionalmente, sem dia marcado. Acontecerão ocasionalmente tal como ocasionalmente surgiram os olhares que vos quero deixar aqui.
Olhares que vão além de Chaves, cidade e concelho. Olhares de lugares, coisas, acontecimentos, pormenores, também eles olhares ocasionais, que por uma ou outra razão, despertaram o clique. Olhares que deu gozo registar, quase sempre pela beleza do momento, às vezes irrepetível, e pela certeza de que ficou congelado para todo o sempre.
E entram aqui estes novos olhares, além dos habituais sobre Chaves e a região, com o Barroso ocasionalmente a ter um destaque especial, não porque os olhares sobre o que é nosso tenham esgotado, mas antes porque a fotografia não se esgota com o que é nosso, e outros olhares são sempre possíveis, em parte, é o retomar ocasional de um outro blog (o Devaneios) que por falta de tempo deixei de alimentar.
Hoje excecionalmente com três olhares, pois de futuro será apenas um. Duas paisagens sobre o Rio Sil e as suas margens, aqui bem próximo na Galiza, e uma terceira imagem que capta o olhar também ele congelado numa escultura em exposição no Mosteiro do Poio, também na Galiza, esta, porque são precisamente desse mosteiro as imagem que servem de suporte ao cabeçalho desta crónica.
Mais logo, teremos por aqui uma crónica que também acontece ocasionalmente aos sábados – As “Fugas” de Luís dos Anjos e as nossas aldeias também continuarão, sempre, a marcar aqui presença aos fins de semana. Até lá!
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