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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

04
Fev19

De regresso à cidade...

1600-(45848)

 

Hoje, para variar um pouco, fazemos o regresso pela ponte nova. Eu sei que o nome dela é Barbosa Carmona, mas nós por cá sempre lhe chamámos e vamos continuando a chamar ponte nova, embora agora cause alguma confusão, sobretudo aos mais novos, e com alguma razão, pois depois desta, Chaves já viu construir mais três pontes. Seja como for, é ponte e é por ela que hoje fazemos o regresso à cidade, ainda de noite. Deu-nos para madrugar…

 

Uma boa semana para todos.  

 

29
Jan18

De regresso à cidade

1600-(48701)

 

Hoje fazemos o regresso à cidade pela Ponte Nova, embora na placa que está colocada nas entradas da ponte ateste que é Ponte Barbosa Carmona, o que já vai sendo habitual em Chaves, ou seja, o topónimo escrito na placa lá do sítio é um, mas nós tratamos o lugar pela alcunha, tal como se passa com o Largo das Freiras, o Jardim do Bacalhau, o Largo do Anjo e o Largo dos Pasmados, entre outros. E já que é assim, e o povo quer, assim seja! Que o povo tem sempre razão.

 

1600-(48721)

 

E regressamos à cidade com duas noturnas. Não por regressarmos à cidade de noite, às vezes lá calha, mas agora já o fazemos de dia (a grande maioria).  Para ser sincero, as fotos até foram feitas ontem no regresso a casa, mas isso até pouco interessa, pois o que vale mesmo são as imagens da nossa ponte, do nosso rio, do nosso jardim e de um a rua com carros para lá e pra cá que o tempo de exposição da foto só permitiu captar as luzes e os seus trajetos.

 

Um boa semana!

 

06
Abr12

Chaves das Varandas e Pontes

Já não é a gente que povoa as varandas a ver quem passa. A vida, que às vezes há por lá, agora é outra, indiferente a quem passa se não for uma ameaça.

 

Ainda com vida vai correndo o nosso Tâmega, agora passeado ao longo das suas margens, cruzado por pontes novas e velhas, poldras e pontões, continua a mostrar o ar da sua graça que esperamos continuar a ter, pois ele também faz parte da alma flaviense e vamos querer que continue a fazer, mas também ele continua ameaçado e continuará, se não houver um pouco mais de respeito por ele…

 

 

E por agora é tudo. Hoje não há “Discursos Sobre a Cidade” mas quem sabe se não teremos ainda por aqui folares, que hoje, os mais católicos, lá terão de o saborear sem carne.

 

 

10
Mai10

Chaves de Ontem e de Hoje - Desvio do Rivelas

Hoje fica uma imagem bem curiosa com o Rivelas no seu desaguar original e que por motivos de captação das águas termais foi decidido em 1949 desviar o seu desaguar no Tâmega, mas só após ultrapassados os medos da origem do aquecimento das águas termais não se deverem a um hipotético vulcão adormecido por estas terras. A hipótese do Vulcão só com a tese “As Caldas de Chaves” do Dr. Mário Carneiro é que foi desmontada com os pareceres de vários geólogos que explicaram o aquecimento das águas.


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O Dr. Mário Carneiro no livro « A Magia de Aquae Flaviae» e baseado no estudo de vários geólogos afirma que “as Águas das Caldas são águas provenientes de lagos e rios, da neve e da chuva, que vão penetrando através de fendas  da crosta terrestre até um ponto a mais de 2000 metros de profundidade em que atingem altas temperaturas e voltam à superfície enriquecidas pelos elementos que vão associando na sua travessia das rochas de fractura geológica por onde passam, o que se admite demorar largos anos”. Continua o Dr. Mário Carneiro a referir no mesmo livro que “no caso especial das Caldas de Chaves e baseando-nos nos estudos feitos por Choffat e Rego Lima a emergência  da Água das Caldas provinha de um filão de xisto, que Correia de Lima admitia estar a uma profundidade apenas de três metros, escondido por depósitos de aluvião. Choffat afirmava ser possível esta hipótese embora a fenda por onde passa a água atravesse o granito em profundidade devendo a sua alta termalidade em relação com a grande profundidade de que provém”. E continua o Dr. Mário Carneiro “ Bastava mudar de leito o ribeiro Rivelas e procurar em plena rocha a saída da água” e assim aconteceu por decisão do Estado em 1949, mas penso que só alguns anos mais tarde  que o Rivelas seria desviado, pois a julgar pela foto antiga já existia a Ponte nova ou Ponte Barbosa Carmona com algum uso e, esta ponte foi inaugurada em 1950 tal como o antigo balneário que também aparece na foto e que foi inaugurado nesse mesmo ano de 1950.


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Atualmente o Rivelas passa em túnel construído por baixo da rotunda da Praça do Brasil que só alguns anos após a inauguração da ponte Barbosa Carmona é que foi construída com a construção das Avenidas Novas que ligam a rotunda ao Santo Amaro e ao Castelo e só aí é que o desvio do Rivelas teria sido feito.

 

São apenas alguns preciosismos para se entender o quando e o porquê do Rivelas ter sido desviado e ter também deixado a Ponte seca que ainda hoje existe junto à atual buvete.

 

 

 


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      Maravilhosos olhares.

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      Obrigado Pedro. Um forte abraço desde este Reino M...

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      Belíssimas fotos!

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