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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

05
Jun19

Momentos da Cidade de Chaves

1600-(45456)

 

De vez em quando apetece-me e é bom viver estes momentos silenciosos da noite, parece que tudo para para nos pertencer por inteiro.

 

Pois é, embora eu até seja a favor do novo acordo ortográfico, penso que precisa de uns pequenos ajustes ou então exceções para não acontecer o que atrás aconteceu, quando  o para do verbo parar se junta a proposição para.

 

Então, para não haver confusão, reescrevo o primeiro parágrafo com uma exceção assumida por este blog, ou melhor, por mim, pois temos colaboradores que não aderiram ao novo acordo ortográfico. Assim sendo, o primeiro parágrafo passa a ter a seguinte grafia:

 

De vez em quando apetece-me e é bom viver estes momentos silenciosos da noite, parece que tudo pára para nos pertencer por inteiro.

 

30
Mai19

Cidade de Chaves - Um olhar desde a Rua Direita

1600-(45103)

 

Hoje ficamos com uma vista tomada desde a Rua Direita no enfiamento da Ponte Romana. Não há vila ou cidade que não tenham uma rua com este topónimo “Rua Direita”, que traduzido em miúdos significa ou significava que era a rua principal da vila ou cidade, aquela que nos conduzia direitinhos ao(s) sítio(s) mais importante(s) da localidade. Rua Direita que em geral são bem tortinhas. Mas esta é a Rua Direita da urbe medieval que ficava entre muralhas medievais e que atravessava Chaves medieval, rua pela qual se faziam as entradas nas muralhas. Já a suposta “Rua Direita” romana teria o seu traçado bem direitinho no enfiamento da Ponte Romana. Os troços postos a descoberto por algumas escavações arqueológicas recentes ( Rua 1º de Dezembro e antigo café 5 Chaves) mostram essa mesma via principal romana, mais ou menos paralela à atual Rua de Stº António, sob o casario existente da rua (lado Sul).   

 

 

02
Mai19

Cidade de Chaves, um olhar desde a Rua Direita...

1600-(28884)

 

Hoje fica mais uma imagem da nossa cidade. Um olhar lançado desde a Rua Direita para a Ponte Romana, Madalena e só não chega ao infinito e mais além porque a Serra do Brunheiro não deixou. Esta do infinito e mais além fui bebê-la ao Toy Story, era a deixa do Buzz Lightyear antes de levantar voo. As coisas que eu não sei, que remédio, fui obrigado, durante não sei quanto dias, centenas deles, era o meu filme de fim de tarde, religiosamente depois do meu puto lanchar, lá peregrinávamos os dois até ao sofá para mais uma sessão de Toy Story, isto depois de mais de um ano do Rei Leão, ainda por cima, ambos com mais de 80 minutos, bem longe das curtas do meu tempo, de Mr. Magoo, da Patera cor de rosa, do Snoopy e Charlie Brown, os meus preferidos, entre outros, daqueles que nos davam nos curtos 15 minutos antes das notícias da noite, por sinal, segundo as sondagens, o programa com mais audiência na TV de então (apenas RTP), com fecho à meia-noite e abertura às 7 da manhã, se não me engano. Memórias de há vinte e poucos anos e mais além!.

 

 

 

10
Abr19

Cidade de Chaves, com um olhar além do rio e da ponte...

1600-(29771)

 

As imagens falam por si mas também podem despertar estórias que temos guardadas num cantinho qualquer da memória. Ao ver esta imagem, claro que os meus olhos passeiam pelo rio, pela nossa top model Ponte Romana, pelas cores do entardecer, etc., mas lá ao fundo, um pequeno monte na subida para a croa da Cota de Mairos, traz-me à lembrança o Manolo. E perguntarão — Quem é o Manolo!? — e eu respondo-vos, o Manolo é um amigo galego que conheci há uns bons anos atrás, que foi criado com o avô numa aldeia galega que dá pelo nome de Vilarello, precisamente localizada a umas centenas de metros atrás daquele pequeno monte na subida para a croa da Cota de Mairos, e fixei esse pormenor, porque, dizia-me o Manolo, que quando era puto, nas redondezas, o único local que tinha eletricidade era a cidade de Chaves, então à noite escapulia-se de casa do avô e subia a esse pequeno monte para ver o brilho das luzes da cidade de Chaves. Diz que ficava por lá horas em maré de espanto e apreciação, imaginando toda uma vida de cidade que teria de haver por baixo daquelas luzes. Chaves era o mundo! Já mais rapazote, contava o Manolo, vinha às feiras de Chaves com o avô que,  depois de uma volta pela feira, recolhiam aos tascos da Rua das Longras até se fazerem horas de regressar a Vilarello. Já homem feito e professor em Orense, o Manolo sempre que podia vinha a Chaves num dia de feira e ia recordando os passos que dava com o avô, agora sozinho de tasco em tasco na Rua das Longras. Uma vez disse-me: Já viajei muito, já corri muito mundo, todos os continentes, conheço muitas cidades, mas de todas, as mais bonitas que conheci, foram o Porto e XAVES. Sim, tudo em galego, com letras maiúsculas e realçado,  que ele quando dizia CHAVES, também era em maiúsculas que as dizia e com realce na voz e em galego, claro!…

Os tascos das Longras, ao longo dos anos foram fechando, penso que o último resistente (O Sequeira) também já fechou, quanto ao Manolo, sem sítios para poisar, também deixei de o ver, mas ficou o registo das suas estórias que recordo sempre que vejo aquele montinho lá ao fundo, onde a terra toca o céu.

 

Um bom dia de feira!

 

 

25
Fev19

De regresso à cidade...

1600-(48738)

 

De regresso à cidade, mas antes de atrevassarmos a ponte, fizemosuma passagem à beira Rio Tãmega, com a sempre nossa Top Model Ponte Romana por companhia.

 

1600-(48739)

 

Hoje fazemos o regresso à cidade com dois olhares, tomados precisamente do mesmo local mas em direções diferentes, mas ambos tendo de fundo obras de arte, uma bem Histórica e antiga, a outra bem contemporânea e bem recente - O Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, cujo projeto é do mais que consagrado Arquiteto Siza Vieira e no seu interior a arte contemporânea, com três exposições e cinco artistas: Ema Berta (pintura), Cristina Valadas (pintura), João Ribeiro (pintura), Carlos Barreira (escultura) e Nadir Afonso (pintura), sendo os últimos dois flavienses.

 

 

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