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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

03
Jul20

O Barroso aqui tão perto - Gralhas

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GRALHAS - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos aqui hoje esse resumo para a aldeia de Gralhas, Montalegre.

 

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Aldeia das proximidades da sede do concelho, Montalegre, mas bem mais próxima da Serra do Larouco, pois fica mesmo nas suas faldas.

 

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Daí, lá e também aqui em imagem, a neve ser uma visita habitual, principalmente no inverno, mas também já não é de estranhar se ela cair em plena primavera.

 

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A par de Sendim, Padornelos, Meixedo e Santo André, é uma das aldeias que da parte portuguesa rodeiam a Serra do Larouco

 

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Mas sobre a aldeia de Gralha já dissemos tudo que tínhamos a dizer no post que lhe dedicámos, para o qual fica link no final deste post. Hoje é mais pelo vídeo que não teve, e aproveitamos a ocasião para deixar aqui mais algumas fotos que escaparam à anterior seleção.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Gralhas que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem. Aqui fica:

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Eiras:

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até a próxima sexta-feira,  em que teremos aqui a aldeia de Gralhós.

 

 

01
Jul20

Gondar - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves

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Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos aqui hoje esse resumo para a aldeia das Gondar.

 

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Mais uma aldeia do alto planalto da serra do Brunheiro, da freguesia de Nogueira da Montanha, uma das freguesias que mais tem sofrido com o despovoamento e, por consequência, o envelhecimento da população.

 

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Gondar não foge à regra. Já por si era uma aldeia pequena, agora, a aldeia mantém-se, claro, mas as pessoas são muito menos, contudo, é uma aldeia onde encontramos sempre gente e onde até paramos para conversar um pouco, embora as pessoas sejam as mesmas.  

 

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Uma aldeia pequena mas onde há um bocadinho de tudo, nem que seja um só exemplar, o que não quero dizer que não haja mais… mas, e tal como se pode ver nas imagens que aqui deixo, e que escaparam às anteriores seleções, temos, ou tínhamos no tempo em que as fotos foram tomadas, pelo menos, um trator, uma caixa de correio, um homem que vem do campo, uma capela, um cruzeiro, uma caixa de correio com um sapo em cima e uma vaca a pastar. Casas há mais…

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de gondar que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre Gondar ao longo do tempo de existência deste blog, a seguir ao vídeo, ficam links para esses posts.

 

Aqui fica o vídeo. Espero que gostem:

 

 

 

PostS do blog Chaves dedicados à aldeia de Gondar:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/gondar-chaves-portugal-1623727

https://chaves.blogs.sapo.pt/647392.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/565468.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/458186.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/324242.html

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a Granjinha.

 

 

 

29
Jun20

De regresso à cidade... com uma estória

O caso do Pica-Pau Galego

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Hoje faço o regresso à cidade de uma forma um bocadinho diferente do habitual, pois em vez de o fazer por uma rua, um largo, uma ponte ou uma ruela qualquer, faço-o com uma estória, verdadeira, a de um passarinho e eu, mas também vou contar a história de uma forma diferente, ou seja, do final para o início, tal como as imagens. Pois então a primeira imagem é de uns minutos antes de o passarinho partir, quando estávamos no momento das despedidas, depois de uma boa meia hora antes de o ter conhecido e ainda antes de saber que raio de passareco era aquele, preto e pintalhado, nunca antes houvera visto um igual, e até costumo ser observador. Por comparações no Google, pareceu-se ser parecido a um tal pica-pau galego, apenas com uma diferença, é que em todas as imagens do Google, o passareco aparecia com um capacete vermelho, penso que se chama poupa, mas depois no texto reparei que dizia que apenas o macho tinha a tal poupa vermelha, dai ter chegado à conclusão que seria uma fêmea do pica-pau galego. Mas mesmo assim e por via das dúvidas, resolvi apresentar o problema ao Marco, especialista em espécies que frequentam aqui a terrinha, e a confirmação veio na volta do correio – que sim, era uma fêmea de pica-pau galego.

 

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Esta segunda imagem, foi dos bons 15 minutos em que o passareco, chamemos-lhe assim, mesmo que o termo não exista. Recordemos que nesta altura da estória ainda não tinha consultado o Google, embora já tivesse consultado os vizinhos, que me diziam parecer uma andorinha…sarapintada!? Ia interrogando eu… mas o raio do passareco agarrou-se com patas e bico ao meu pé e não queria deslargar, mesmo com a minha insistência do convite a sair dali, pois não é sítio para ninguém estar.

 

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Esta terceira imagem é de uns momentos antes de ele se levantar, depois de o ter convencido que estava melhor ao sol, pois tentei recordar que no liceu, quando se estudava zoologia, se disse qualquer coisa de que a temperatura das aves era superior à nossa, daí, e depois de todas as tentativas, não se perdia nada em tentar o sol, e parece que resultou. Antes, estava assim, tal como se vê nesta 4ª imagem.   

 

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Assim nesta posição, em que o coloquei depois do sucedido. Pareceu-me a mais próxima da posição em que se deve colocar o corpo de um humano enquanto não chega o 112. Ainda pensei numas massagens cardíacas e num boca a bico, mas o passareco era tão pequeno, que não sei se conseguiria, e depois, verdade se diga, certo que aprendi isso nuns cursos de socorrismo, daqueles curso de uma aula dentro de um outro curso qualquer, e também vejo como fazem nos filmes, mas uma coisa é ver e outra é fazer e como nunca dei massagens cardíacas… pensei que o melhor era estar quieto e esperar…não pelo 112 porque não o chamei, mas esperar a ver no que aquilo ia dar.

 

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E por fim a última imagem, a imagem de como encontrei o passareco depois de ele ter malhado com toda a força contra o vidro do meu gabinete. Eu só ouvi PUM no vidro e logo a seguir PÔC a cair no chão, corri para o local, vi e disse, já foste… o meu burro do car… então não viste o vidro… coitado, morrer assim, na juventude, o que vale é que nem sentiu, foi quase instantâneo… estava eu nestes pensamentos quando o vi esticar uma das patas pela última vez. Só depois disto tudo é que me pus a observar bem o passareco. Que raio de passareco era aquele, que nunca tal houvera visto… e é nestes momentos de observação que ele começa a dar de si. Claro que o meu prognóstico foi: - podes estar vivo mas estás fodidinho de todo. Asa partida, uma das patas também me pareceu partida, depois revirou a cabeça toda e eu disse logo – o pescoço também se foi… bem, o final da estória já sabem como foi.

 

No final, depois de todos os acontecimentos, reparei que tinha ficado uma pequena pena no lugar onde caiu, não sei se dele, se minha, pois nunca gostei de partidas… a única felicidade do dia foi ter salvo a vida aquele maluco kamikaze, perdão, maluca  e ter conhecido uma nova espécie de ave, que tal como tenho vindo a afirmar ao longo desta estória, nunca tal houvera visto – A fêmea do pica-pau galego…  E com esta bou!

 

PS - Agradecimentos ao Marco pela confirmação e ao meu telemóvel, que mesmo sem rede, conseguiu apanhar a fêmea.

 

28
Jun20

O Barroso aqui tão perto - Alturas do Barroso

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

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ALTURAS DO BARROSO

Boticas - Barroso

 

Já sabem que aos domingos o Barroso marca aqui presença, agora com o Barroso do Concelho de Boticas, e seguindo a nossa metodologia de agora trazer aqui as aldeias pela ordem alfabética das freguesias, hoje calha a vez a Alturas do Barros, ainda e só a aldeia, pois o post da freguesia só estará aqui quanto todas as aldeias da freguesia forem abordadas.

 

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Freguesia das Alturas do Barroso que com a última reforma administrativa do território, passou a ter também anexada a freguesia de Cerdedo. Mas tal como disse atrás, hoje não estamos aqui para abordar a freguesia(s) mas sim a aldeia de Alturas de Barroso.

 

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Para quem gosta de saber a origem das coisas, neste caso a origem do topónimo de Alturas de Barroso, esta é fácil, pois não estivesse a aldeia implantada quase na croa da Serra do Barroso, acima da aldeia, só estão mesmo os cornos do Barroso, dois que até são três picos da serra que se elevam, mas que vistos ao longe, apenas se veem dois, que tal como os cornos de um touro que os que atingem mais altura, também nesta serra assim. Então temos Alturas do Barroso por estar lá bem no alto da Serra do Barroso, mais precisamente na cota dos 1.100m. Saliente-se que a serra do Barroso atinge os 1279 metros, sendo a terceira serra mais alta do Barroso, logo a seguir à serra do Gerês e do Larouco.

 

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Quanto à localização da aldeia de Anturas do Barroso, encontra-se no limite do concelho de Boticas, a noroeste de Boticas, a confrontar com o concelho de Montalegre, A serra do Barroso vai servindo de fronteira entre os dois concelhos. Aliás a encosta da serra oposta a Alturas do Barroso, confronta diretamente com a barragem do Alto Rabagão (Pisões).

 

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Embora a aldeia já estivesse mais ou menos localizada, ficam atrás os nossos mapas para melhor localização, onde deixamos também um dos itinerários possíveis para lá chegar. Uma vez que se trata de uma aldeia do concelho de Boticas, privilegiamos o traçado maioritariamente por este concelho. Ah! Já sabem que o início do nosso itinerário é sempre na Cidade de Chaves, depois, como para a maioria das aldeias a passagem por boticas é obrigatória, e logo a seguir a Carreira da Lebre é também ponto de passagem para grande parte das aldeias, e hoje não é exceção, pois também temos de passar por lá, mas sem abandonar a ER311, mas logo a seguir à Carreira da Lebre, apenas a 100 metros, temos que fazer o desvio em direção a Carvalhelhos, mas sem chegar a entrar nesta aldeia. Vejam o mapa, e de resto, não há grandes problemas, pois em geral, quanto a localidades, as estradas de Boticas estão muito bem sinalizadas.

 

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Mas entremos em Alturas do Barroso, uma velha conhecida nossa, principalmente desde que descobrimos as festas comunitárias do São Sebastião e fizemos promessa de lá ir todos os anos. Aqui por Chaves, quando se fala em festa comunitária de São Sebastião, quase todos conhecem, mesmo sem lá ter ido a de Dornelas, que por acaso até é na Vila Grande. Mas a festas comunitária do São Sebastião não é exclusiva da Vila Grande, antes pelo contrário, repete-se um pouco por muitas aldeias da região, não só do Barroso, como noutros concelhos vizinhos e igualmente com características comunitárias, mas, todas do São Sebastião, mas todas diferentes.

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Sem dúvida alguma que as da Vila Grande, da freguesia de Dornelas, são muito conhecidas, principalmente pela mesinha de São Sebastião se estender ao longo do arruamento principal, mas é uma festa que tão depressa enche de gente, como se esvazia. Lá diz o ditado popular, merenda comida, companhia desfeita, e como o pessoal é aviado entre a 1 e as 2 horas da tarde, acaba de comer e vaza, mas não vão para casa, não senhor, vão todos direitinhos para as Alturas de Barroso, onde aí, sim, a festa dura toda a tarde e entra pela noite dentro.

 

 

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Mas ainda antes de abordar a festa de São Sebastião das Alturas de Barroso, falta dizer ainda a respeito destas festas que, entre outras aldeias, em Cerdedo também se celebra o São Sebastião, logo pela manhã e ainda antes da Vila Grande, e também em Salto, este já do concelho de Montalegre também há São Sebastião. Cá por Chaves, noutros moldes, também é conhecida a festa do São Sebastião de Valdanta.

 

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Já sabemos que quem descobre o Barroso descobre uma paixão. Os poetas, escritores e outros artistas, não são exceção, e alguns dos nomes mais sonantes da literatura portuguesa encontraram no Barroso a sua inspiração. Nomes como Camilo Castelo Branco, Ferreira de Castro, Miguel Torga e o poeta, escritor, político e flavienses António Granjo, são alguns dos exemplos

 

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Ainda antes de passarmos às referências daquilo que encontrámos nos livros e documentos, e do vídeo, com que finalizaremos o post, queremos deixar aqui uns breves apontamentos. Um quanto às imagens de hoje em que se tentou dar a conhecer um pouco da aldeia, com as suas ruas no viver do dia a dia ou em dia de festa, igreja e capela, as pessoas, algumas em particular porque lhe prometemos estarem aqui hoje. Imagens dos seus verões quentes e soalheiros a contratar com imagens dos seus rigorosos invernos com a aldeia coberta de neve, imagens das paisagens verdes que rodeiam a aldeia e finalmente imagens do São Sebastião e da festa, sobretudo a dos homens das concertinas e do povo minhoto que os acompanha e vive intensamente estes momentos. Imagens estas da Festa do São Sebastião que continuaremos a deixar por aqui nas próximas edições da festa, que esperemos não sejam incomodadas com esta coisa do vírus Covid19. Por último, resta-nos dizer que Alturas do Barroso continuará a constar nos nossos roteiros pelo Barroso, que com frequência é por aí que fazemos a passagem para o Barroso de Montalegre ou vice-versa, nunca deixando de apreciar a paisagem que desde aí se vislumbra e nos apaixona. E embora este post ainda não tenha terminado, sabemos de antemão, estamos cientes disso, que muito mais haveria para dizer sobre esta aldeia, ainda cheia de vida e até de juventude.  

 

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Alturas do Barroso, 21 de Setembro de 1969

A paz destes barrosões, sentados no combro de uma lameira a guardar a junta de bois! Parecem sonâmbulos a apascentar a eternidade.

Miguel Torga in “Diário XI”

 

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Alturas do Barroso, 1 de Setembro de 1991

 

Incansavelmente atento às lições do povo, venho, sempre que posso, a este tecto do mundo português, admirar no adro da igreja, calcetado de lousas tumulares, o harmonioso convívio da vida com a morte. Os cemitérios actuais são armazéns de cadáveres desterrados da nossa familiaridade, lacrimosamente repelidos do seio do clã mal arrefecem, cada dia menos necessários, no progressivo esquecimento, à salutar percepção do que significam na dobadoira do tempo. Ora, aqui, cada paroquiano pisa, pelo menos dominicalmente, a sepultura dos ancestrais, e se liga a eles, quase organicamente. Vive, numa palavra, referenciado. Sabe que tem presente porque houve passado, e que, mais cedo ou mais tarde, enterrado ali também, será para os descendentes consciência e justificação do futuro.

 

Miguel Torga, In Diário XVI

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Alturas do Barroso, 27 de Junho de 1956

 

Entro nestas aldeias sagradas a tremer de vergonha. Não por mim, que venho cheio de boas intenções, mas por uma civilização de má-fé que nem ao menos lhe dá a simples proteção de as respeitar.

Miguel Torga, In Diário VIII

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Quanto a António Granjo, temos vindo a publicar, na rubrica “Crónicas Estrambólicas” do Luís de Boticas, as 15 crónicas que António Granjo escreveu e publicou no jornal  “A Capital”, em 1915. Uma delas, já publicada, relata a longa viagem de meio dia de jornada,  que fez montado num garrano entre Boticas e a serra de Barroso. Crónica que poderá rever, ler ou ver aqui:  https://chaves.blogs.sapo.pt/cronicas-estrambolicas-2012190 .

 

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Na monografia de Boticas - Preservação dos Hábitos Comunitários nas Aldeias do Concelho de Boticas, pudemos apurar o seguinte:

 

Marcas da História Antiga

Côto dos Corvos

Designação: Castro do Côto dos Corvos

Localização: Alturas do Barroso

Descrição: No termo da aldeia de Alturas do Barroso, a cerca de 1km para Noroeste, há dois altos picotos graníticos designados como Cornos das Alturas do Barroso. O do lado Nascente, sobranceiro à estrada que desce para a barragem dos Pisões, é o Coto dos Corvos, e o outro que lhe fica pelo Poente, é o Coto do Sudra. No Coto dos Corvos existem escassos vestígios do castro, reduzidos aos alinhamentos das suas quatro muralhas, três na encosta voltada a Nascente e uma quase no alto da pedregosa encosta do Poente. A primeira muralha mede 255 m de comprimento, na maior parte da sua extensão segue quase a linha de nível, mas no extremo do lado Norte inflecte à esquerda e sobe até ao montão de penedos onde esbarra. A segunda muralha tem 105 m de comprimento, segue 56 m acima da anterior e a sua ponta setentorial termina no mesmo montão de penedia onde esbarra a primeira muralha e perto dela. A terceira muralha é a mais curta, mede apenas 40 m de comprimento, fica a 55 m acima da segunda e termina do lado Norte na penedia que se estende até à crista do monte. Nos escassos terraplanos, a que os quase apagados restos de muralhas fazem amparo, não se viram quaisquer restos de alinhamentos de pedras que sugerissem tratar-se de construções, especialmente de casas.

 

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Ainda na monografia de Boticas:

 

Orago: Santa Maria Madalena

 

Festas e Romarias

Festas e Romarias S. Sebastião, 20 de Janeiro.

Sto António,* 13 de Junho.

Santa Maria Madalena,* 26 de Junho

Santa Ana, 26 de Julho* / inicio de Agosto

 

Património Edificado

Capela de Nossa Sra. de Fátima

Forno do Povo de Alturas do Barroso

Igreja Paroquial de Santa Maria Madalena

 

Outros locais de interesse turístico

Casas com cobertura de colmo

Miradouros Naturais da Serra do Barroso

Moinhos

Museu Rural de Alturas do Barroso

Parque de Lazer de Peade

Percursos Pedestres

 

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Ainda na monografia de Boticas:

 

Baldios

(…)

Cada uma das aldeias do concelho possui extensas áreas de baldios, cobertos de vegetação arbustiva espontânea (giesta, urze, carqueja, etc.). Estes espaços são propriedade de toda a comunidade aldeã, terrenos maninhos, indivisos, situados na parte mais distante da aldeia, em geral nos altos e nas encostas impróprias para a agricultura, e desempenham um papel importante na economia agro-pastoril. Tendo em conta que estas populações dependem das actividades agro-pastoris, e dada a limitação, quer em termos de área, quer em termos produtivos, das propriedades particulares, os baldios são fundamentais para a sobrevivência dos agregados domésticos. Enquanto terrenos comunais – logradouros comuns – são passíveis de serem utilizados de diversas formas: como área de pastagem para o pastoreio do gado ovino e caprino ao longo do ano e do gado bovino no Inverno; área de recolha de lenha e de mato (carqueja, giesta, tojo, urze, etc.) para a cama do gado e preparação do estrume. Algumas parcelas destes terrenos, as cavadas, também eram exploradas individualmente pelos aldeãos mais pobres, muitas vezes sem qualquer outro recurso fundiário para cultivo, de forma a mitigar um pouco a sua pobreza e garantir recursos mínimos de subsistência. Actualmente, ainda existem cavadas, na aldeia de Alturas do Barroso.

 

 

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Ainda na monografia de Boticas:

 

Festa de S. Sebastião em Alturas de Barroso

 

Em Alturas do Barroso realiza-se anualmente, no dia 20 de Janeiro, a Festa em honra

 de S. Sebastião. Reza a lenda que esta festa se começou a fazer por causa de uma peste que há muitos anos atrás matou muito gado. Prometeram então, os habitantes da aldeia, festejar anualmente o S. Sebastião, advogado contra a fome e a peste.

Esta festa é organizada por mordomos (4 ou 5 vizinhos) num sistema de rotatividade pelas casas da aldeia. Antigamente, era hábito darem pão e vinho para as pessoas comerem. Há, aproximadamente, 15 anos começaram também a oferecer feijoada ao final da tarde e desde então para cá a sua dimensão e a sua fama tem vindo a crescer.

Antes da realização da festa, os mordomos andam pela aldeia a recolher a contribuição que cada uma das casas queira oferecer, desde o fumeiro à carne de porco (pé e peito) e dinheiro com o qual se compram vários alimentos como arroz, feijão, pão e vinho.

Os preparativos para a festa começam uma semana antes. Preparam-se as loiças, o espaço, a lenha e a comida. No dia 20, ainda de madrugada, na ampla sala do edifício da sede de Junta de Freguesia, numa lareira construída para o efeito, começa a confeccionar-se a refeição comunitária que consistirá em feijoada, arroz, pão e vinho.

De manhã, por volta das 10:30h realiza-se uma missa em honra de S. Sebastião, no final da qual se faz uma procissão, com o andor de S. Sebastião a desfilar pelas principais ruas da aldeia até ao local da festa. Entoam-se cânticos e orações pedindo a protecção do Santo ou agradecendo pelas benesses concedidas. Chegados ao local da festa, o padre procede à bênção da comida, em especial do pão que mais tarde vai ser distribuído pelos fiéis “… que depois o comem ou o dão aos animais para ficarem livres de doenças”. O andor com o Santo é colocado numa mesa à entrada da sala, onde, como patrono, preside à refeição.

Depois inicia-se a refeição comunitária. À entrada da sala os mordomos pedem esmolas às pessoas que, em fila, aguardam a sua vez de entrar. Cada um que lá vai tem direito a um prato de feijoada, a pão e vinho. Também há broas a vender.

 

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E vamos dando por terminado este post, passando de seguida ao vídeo resumo, onde inclui todas as imagens deste post, bem como outras imagens que fomos publicando por altura do São Sebastião dos últimos anos e ainda algumas fotografias não publicadas que farão parte do post final da freguesia de Alturas do Barros e Cerdedo.

 

Aqui fica, espero que gostem:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados às festas de S. Sebastião:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-festas-do-1487355

 

E quanto a aldeias do Barroso de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que teremos aqui a aldeia de Atilhó.

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

CÂMARA MUNICIPAL DE BOTICAS, Preservação dos Hábitos Comunitários nas Aldeias do Concelho de Boticas - Câmara Municipal de Boticas, Boticas, 2006.

TORGA, Miguel – Miguel Torga – Obra Completa - Diários VIII, XI, e XVI - Circulo de Leitores, Rio de Mouro, 2001.

 

WEBGRAFIA

 

http://www.cm-boticas.pt/

26
Jun20

O Barroso aqui tão perto - Gorda

Aldeias de Barroso - Montalegre (com vídeo)

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GORDA - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia da Gorda, Montalegre.

 

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Aldeia da Gorga que nem por isso faz justiça ao seu topónimo, pois é bem estreita, com meia dúzia de casas ao longo da estrada.

 

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Trata-se de uma pequena aldeia barrosã e bem mais recente que a grande maioria das aldeias centenárias de Barroso, pelo menos a julgar pelo casario, maioritariamente er aparentemente, de finais do século passado, exceção para dois armazéns agrícolas construídos em perpianho de granito que notoriamente são mais antigos, aliás, desde sempre me lembro deles existirem.

 

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Penso que a atual aldeia nasceu mesmo a partir desses armazéns, mas isto sou eu a supor, pois não tenho documentação par o poder afirmar com certeza.

 

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Seja como for é uma das localidades do concelho de Montalegre, por isso teve aqui o seu devido post e também por isso, vai ter aqui o seu vídeo resumo.

 

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Claro que como a aldeia é pequena, a oferta de motivos fotográficos não é tão grande como na maioria das aldeias, mas entre o casario, os campos da sua envolvência e as vistas que lança para a serra do Larouco chegaram para compor o seu post e o vídeo.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia da Gorda que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre a Gorda, logo após o vídeo, fica um link para o post dedicado à aldeia.

 

Aqui fica o vídeo:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia da Gorda:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-gorda-1769218

 

Na próxima sexta-feira teremos aqui a aldeia de Gralhas.

 

 

 

24
Jun20

Fornos - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves

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Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos aqui hoje esse resumo para a aldeia de Fornos, concelho de Chaves.

 

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Fornos que é uma daquelas aldeias que para se conhecer, temos de ir lá de propósito, isto é, não é uma daquelas aldeias que fica junto a uma estrada principal ou concorrida para se chegar a vários destinos.

 

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Quando muito, pode-nos calhar na passagem para a aldeia vizinha de Selhariz, isto se esta aldeia for abordado pelo interior e não pelo seu principal acesso.

 

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Também, e embora seja uma aldeia que fica entre Vilas Boas e Valverde, é preciso fazer um pequeno desvio da estrada para se entrar nela.

 

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Já perceberam que fornos é uma aldeia que fica naquele grande triângulo com vértices em Chaves, Vidago e Loivos, relativamente próxima da cidade de Chaves, mas mais ainda de Vidago, mas tal como disse, a maior parte das pessoas passam-lhe ao lado.

 

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É também uma das aldeias mais pequenas do concelho de Chaves. Por alto, contam-se pouco mais de 20 construções, sendo metades delas armazéns ou anexos, daí ser uma aldeia com muito pouco para mostrar, mas mesmo assim, não deixa de ser uma das nossas aldeias, e de ter direito a ter neste blog os seus posts e o seu vídeo resumo.

 

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E mesmo assim, hoje ainda conseguimos meter aqui 14 novas fotos que escaparam às anteriores seleções. Aldeia pequena, mas motivos não faltam, assim haja disposição e inspiração para os captar.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Fornos que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre as Fornos ao longo do tempo de existência deste blog, a seguir ao vídeo, ficam links para esses posts.

 

Aqui fica vídeo, espero que gostem:

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Fornos:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/fornos-chaves-portugal-1616155

https://chaves.blogs.sapo.pt/997739.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/359118.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de France.

 

 

 

 

 

 

23
Jun20

Pelas ruas e ruelas da cidade

Cidade de Chaves

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Embora a fot não seja propriamente do verão, o facto é que o Verão já chegou, há três dias, e os dias de cá, parecem querer-lhe dar as boas-vindas, com dias bem quentes e radiantes de sol, como há mais de um ano não tínhamos. Nestes dias quentes de verão, sabe bem andar pelas ruas e ruelas do nosso Centro Histórico, aproveitando as sombras dos edifícios, que graças às ruas estreitas, o sol não consegue invadir, a não ser que o sol esteja a pino… aí, com ele empinado, não há nada a fazer.

 

 

 

 

19
Jun20

O Barroso aqui tão perto - Frades do Rio

Aldeias de Barroso - Montalegre

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Frades do Rio - Montalegre

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos aqui hoje esse resumo para a aldeia das Frades do Rio, do concelho de Montalegre.

 

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Começo a desconfiar que a razão de não ter feito o vídeo resumo no post das aldeias de Montalegre, foram coisas do meu inconsciente, para me trazer aqui com mais um post dedicado a estas aldeias de Barroso. Só pode, tanto mais que às vezes, como no caso de hoje, são tantas as imagens novas que trago aqui como foram as do post. O nosso inconsciente, às vezes, tem a consciência de que o nosso trabalho não ficou completo, aliás nunca fica…

 

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Mas nesta ronda de trazer o vídeo para as aldeias que não o tiveram, não abordamos a aldeia no que respeita à sua história e estórias e outros… pois tal já o fizemos no seu primeiro post, nesta ronda o que interessa mais é mesmo o vídeo e novas imagens que não foram selecionadas da primeira vez, mas, podemos fazer um ou outro apontamento, mesmo que à margem da aldeia.

 

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Nestas nossas andanças pelas aldeias de Barroso, quase sempre nos encontramos com gente que anda a fazer um verdadeiro serviço público, mesmo sendo privados, tal como é o caso dos padeiros e vendedores ambulantes. Certo que andam a tratar da sua vidinha e do seu negócio, mas em simultâneo prestam um serviço a estas aldeias, cada vez mais envelhecidas e despovoadas, levando-lhes o pão que hoje já não se faz no forno do povo ou no forno lá de casa, ou porque falta a lenha, ou as forças ou mesmo bocas para o comerem, pois não se vai fazer uma fornada de pão para uma família que hoje tem apenas uma ou duas pessoas em casa.

 

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Os CTT, ou Correios de Portugal, ou Banco CTT ou lá que raio são agora, também fazem esse serviço público. Continuando o raciocínio estive tentado a dizer que os CTT fazem este serviço público de distribuição da palavra ao país, mas isso foram outros tempos, no tempo em que as pessoas se comunicavam por carta, em que as palavras das cartas transportavam notícias, sentimentos, emoções, amor e também desamores, palavras que anunciavam casamentos, contavam a zanga da Maria com a vizinha,

 

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comunicavam-se as mortes de que morria ou estava para morrer, anunciava-se que a Isaura pariu uma menina que tem mesmo os olhinhos da avó, marcava-se uma visita com a antecedência de meses, para tal dia, por volta das tantas horas. Cartas onde se matavam saudades, e se eram de amor apaixonado tinham escrita perfumada e toda a gente no início da escrita esperava…” espero que esta te vá encontrar de boa saúde… nós por cá, vamos andando…”. Hoje não! Hoje já não é assim, já não se distribui a palavra ao país. Hoje, aquela ânsia de antigamente se esperar pelo carteiro à espera de

 

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uma resposta, transformou-se mais em receio, ou até mesmo medo e saber o que temos na caixa do correio, qual a fatura que lé temos para pagar, talvez uma notificação das finanças ou uma multa de trânsito para pagar, eu sei lá, a maior parte das vezes não é coisa boa o que lá fica, mas sobretudo fica publicidade, que parece vir sempre de encontro às nossas necessidades. ELES sabem o que mandam, têm gente a estudar-nos para depois nos mandarem tentações, como a de um empréstimo sempre que andamos tesos, destinos paradisíacos em tempo de férias, saldos, oportunidades, etc., então por

 

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altura do Natal, entulham a caixa do correio etc... As cartas são coisa da história, perdemos aquele gostinho de lamber o selo e dar-lhe uma palmada em cima, como que diz, vá, vai lá, tipo joaninha voa, voa, leva esta carta pra Lisboa…Hoje já ninguém as escreve, é muito mais fácil e imediato chegar ao facebook e dizer “ O Manuel António morreu” e por baixo toda a gente carrega na mãozinha do gosto, “Gosto”, “Gosto”, “Gosto”, “Gosto”, “Gosto”, que mal lhes teria feito o Manuel António…

 

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Outros tempos. E com estas estórias, ou apartes, ou coisas que andam praqui a mexer connosco vamos chegando ao fim do nosso post, que tal como já dissemos, não é propriamente para falar da aldeia, mas antes para trazer aqui o seu vídeo e mais algumas imagens. Mas se quiser ter alguns dados sobre a aldeia, no final deixamos um link para o post que em tempos lhe dedicámos e aí sim, deixámos tudo que sabíamos e que apurámos sobre a aldeia.

 

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E agora, finalmente o vídeo, com todas as imagens de hoje, mas também as imagens que publicámos no outro post, ou seja, com todas as imagens da aldeia que publicámos até hoje aqui no blog. Espero que gostem

 

Aqui fica:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Frades do Rio:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-frades-do-1440288

 

E quanto a aldeias do Barroso de Montalegre, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Friães. Entretanto, no domingo, teremos aqui o Barroso de Boticas.

 

 

17
Jun20

Fornelos - Chaves - Portugal

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Fornelos

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos aqui hoje esse resumo para a aldeia de Fornelos.

 

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Fornelos, uma pequena aldeia de montanha, mas que chama a si vários predicados, como o de ser a aldeia mais alta do concelho de Chaves, chegando a atingir os 920 metros de altitude.

 

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Outro dos seus predicados é o de ser também uma das aldeias de entrada no concelho de Chaves, daí também ser uma aldeia do limite do concelho a fazer fronteira com o concelho de Valpaços, e também a última aldeia do concelho de Chaves a ser servida pela estrada  314.

 

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É também uma das aldeias, a par do Carregal, mais mencionadas aqui no blog, não nos posts que dedicámos à aldeia, mas sim nas estórias do planalto que durante mais de 12 anos passaram por aqui todos os meses, com as estórias do Gil Santos, um filho da terra.  Estórias essas que Gil Santos já tem reunidas em livro, em três publicações de estória, nomeadamente em “Ecos do Planalto”, “Zerbadas em Chaves” e “Sincelos”, para além da história da participação na I Grande Guerra do seu avô “A Saga de um Combatente na I Guerra Mundial – de Chaves a Copenhaga”.

 

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Mas hoje não estamos aqui para falarmos de Fornelos, isso, já o fomos fazendo ao longos dos vários posts que lhe dedicamos (com link no final) e com a estórias do Gil Santos, em “Discursos Sobre a Cidade”. Hoje é mesmo pelo vídeo, mas também, aproveitando esta ocasião, para deixarmos aqui mais algumas imagens que escaparam às anteriores seleções.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Fornelos que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre a aldeia ao longo do tempo de existência deste blog, a seguir ao vídeo, ficam links para esses posts. Para aceder às estórias de Gil Santos, basta fazer uma pesquisa aqui na caixa de pesquisa do blog,  com o nome de Gil Santos, ou Fornelos, que elas aparecem todas .

 

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Agora o vídeo, espero que gostem:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Fornelos:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/fornelos-chaves-portugal-1613948

https://chaves.blogs.sapo.pt/962954.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/252712.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Fornos.

 

 

 

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