Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

16
Fev21

Crónicas Estrambólicas

CRÓNICAS DE UM PRIMEIRO-MINISTRO SOBRE O BARROSO - 15

1600-1-15-granjo-misarela (290)

estrambolicas

 

Crónica de um Primeiro-Ministro sobre Barroso 15

(última crónica)

 

Mais uma crónica do antigo Primeiro-Ministro António Granjo, um ilustre flaviense. É a última das 15 crónicas sobre Barroso publicadas no jornal A Capital em 1915. A crónica está escrita como foi publicada, no português da altura, incluindo gralhas tipográficas.

 

Gostei bastante de ler esta série de crónicas, escritas por um homem culto e com grande sensibilidade para a natureza e as pessoas, entre outras. Achei a pontuação um bocado estranha mas não sei se isso terá a ver com algum revisor do jornal que terá alterado vírgulas e assim. Tem piada que o autor entrou como um leão, a gabar Barroso ao máximo, mas no final já diz que os pulmões estão cansados do ar puro… Já estaria com saudades da vida na cidade, é compreensível, há mais mundo pra lá de Barroso. Também há quem nasça em Barroso com vocação de marinheiro e não se pode travar essa gente de ir por aí afora. Isso de resistentes e que se negam a sair, é utópico, são lérias do dono deste blogue e mais alguns, mas não é bem assim como as coisas são. O inverso também é verdade para quem vem de fora fazer cá a vida, que são menos do que os que saem mas sempre existiram. Em Barroso não somos melhores que ninguém, como quase quis fazer crer o cronista ao dizer que os barrosões são o máximo e sempre ao máximo, a tal gente boa e pura e valente. Temos uma cultura muito própria mas mais nada, cá também há depressivos, alcoólicos, assassinos, ladrões, pedófilos, invejosos apenas, etc. Aliás, algumas das características que reconheço nas gentes de Barroso são a matreirice e a artimanha, ora vão ler os relatos do Bento da Cruz sobre os barrosões que, na altura do ano em que a agricultura não dava trabalho, iam por aí afora pedir para a casa “ardida”. Estórias como a seguinte não faltam. Há uns 30 anos houve um emigrante que apareceu numa oficina em Boticas para colar o quadro da bicicleta, que tinha partido. Na oficina disseram-lhe que faziam o serviço mas de momento não tinham a cola necessária, a super 18, e que ele devia tentar compra-la na farmácia. Na farmácia disseram-lhe que estava esgotada e mandaram o homem para outra loja e daí foi recambiado para mais uma ou duas, cada vez mais distantes, até que na cooperativa lhe puseram um saco de 50 quilos de adubo super 18 às costas para ele o carregar até à oficina. Isto tudo sem nenhum lojista estar combinado ou saber de nada, os manhosos de Barroso funcionam por telepatia. A arte de representação e de iludir os outros são coisas que cá passam de pais para filhos, é uma cultura enraizada, e os executantes são tão bons que normalmente os turistas nunca percebem essas qualidades, mesmo depois de carregar um saco de 50 quilos de cola às costas. Alguns são tão maus alunos que até têm que repetir a lição, o que dá direito a medalha de ouro aos artistas principais. Fiquem agora com a crónica do Granjo.

Luís de Boticas

 

47726035031_cde86d4381_o.jpg

 

QUADROS MARAVILHOSOS

Offerece-os a regido de Barroso aos pintores, aos romancistas, aos cultores do «camping»

 

Preciso acabar. A capital deve estar fana de aturar este impenitente o irresgatável bairrista; e as cinco ou seis pessoas que porventura hajam seguido estes artiguelhos devem começar a enfastiar-se.

 

Depois, a política anima-se. E concordemos, entre o que pensa o nosso amigo e senador da República, sua ex.a. Qualquer coisa, sobre o momento psicológico em que a nação corra perigo de perder-se e seja assim justificável perante a História um ministério de concentração, e o que se passa em Barroso, onde uma companhia estrangeira explora já uma das mais ricas minas de volfrâmio do mundo e pensa utilizar o Cávado e a Fecha de sahida (cascata do Outeiro) para a electricisação dos meios de transporte e illuminação entre Douro e Minho, não temos mesmo que hesitar. Como nos cumpre, temos de ficar suspensos da palavra preciosa de s. ex.a, e conceder por favor um encolher de hombros a esses doidos que vem da estranja desventrar as nossas montanhas à procura de ignorados thesouros ou com a intenção de transformarem o fio de água em torrente de força e onda de luz.

 

E, sendo assim, como é, finalizamos.

 

50130086541_25c6b4c925_o.jpg

 

São um pouco adeante da Venda Nova as Minas da Borralha. Sobe-se por um corrego, pelo leito secco d’um ribeiro, um atalho que evita 2 km de estrada. A manhã beija a montanha.

 

A meio da encosta pára-se, e deixa-se correr a vista. Para o nascente, segue a estrada que se principiou há 60 annos e para cujo acabamento será talvez necessário que se faça uma revolução. É para esses lados, atraz das serras, que lá muito longe fica a minha terra, debruçada sobre um rio manso, no goso perene de um valle risonho, assentada sobre uma colina ainda cercada de muralhas. É pouco mais ou menos por esta hora que eu costumo chegar à minha varanda, onde cultivo mangerico, a dar bons dias ao sol. Sinto que me vae fazendo falta a minha cadeira de verga, sentado na qual, depois de jantar, conforme o velho preceito conventual acho excellente philosophar sobre as unhas e menos partes dos homens e sobre os cabellos e mais partes da mulher.

 

À vista segue um raio de sol que brinca sobre o Cávado. Ao fundo adivinha-se a ponte da Misarela ou do inferno.

 

1600-granjo-15-misarela (221)

Ponte da Misarela

É a essa ponte que vão as mulheres gravidas, e que já abortaram, pela meia noite, pedir ao espírito das águas que lhe dá um bom parto. Parece uma lenda medieval. Eu conto-a. Quando uma mulher tem um parto infeliz, e concebe novamente, uma noite, sem que ninguém a presinta, sae de casa acompanhada do marido. À meia noite em ponto está no meio da ponte da Misarela. O marido fica à entrada da ponte para afugentar todo o animal vivente. Porque é preciso que não passe sobre a ponte nem pássaro nem cão, nem besta alguma, antes que appareça algum transeunte. Por fim apparece ou um almocreve ou um bezerreiro ou um mendigo ou um lavrador ou um pequeno pastor. Será o padrinho. E logo que appareça uma pessoa do sexo feminino quer seja uma velha remelosa que venha dedilhando as contas do rosário, quer seja uma creança que venha com a fazenda e traga entre os dentes a côdea negra do centeio, tem lugar a cerimónia. O padrinho desce ao rio, traz na concha da mão um pouco de água aparada de uma rocha cavada no meio, e a que o povo chama o caldeirão, e sob o alvor das estrellas pronunciam-se as palavras sacramentaes do batismo. Se a mãe tiver um rapaz há-de chamar-se Gervásio; se tiver uma rapariga há-de chamar-se Senhorinha.

 

Não merecia uma scena d’estas apanhada em flagrante, uma página immortal de Camillo?

 

1600-misarela (6).jpg

Ponte da Misarela

As casas brancas da Venda Nova e as águas brancas do Cávado dão à paisagem apocaliptica, feita para as tempestades, para os cenobitas, e para as aves presas, numa cena nota de suavidade. As bestas pararam também na contemplação estática da manhã doirada, e os seus perfis, projectando-se contra o azul lavado, parecem linhas de animaes estetizados ornamentando o horizonte.

 

A caminho, caminheiros!

 

Os carros, os fios telegraphicos e telephonicos, cruzam-se sobre a montanha, que uma estrada rasga, deixando a descoberto manchas de volfrâmio. As águas amarelladas do ribeiro, a 50 metros de profundidade, rugem de penedo em penedo, arrastando os detrictos.

 

Conta-se que na Suissa andam dias e dias os americanos e ingleses percorrendo os leitos pedregosos das ribeiras em busca dos moinhos de água. Uma pena de água, sobre uma rocha foi descrevendo um movimento circulatório; no meio a rocha ficou, arredondando-se; a água foi roendo a rocha, até chegar à areia; o pedaço de rocha que ficou no meio, entre o redemoinhar da água, despegou-se por fim e recebeu um movimento giratório. É o moinho d’água. Pois é pena que um archimilionario americano ou um armador inglez não venham fazer turismo por estas ribeiras barrozãs, porque escusava de gastar muito tempo para dar com o seu moinho d'água.

 

1600-15-granjo-borralha (126)

Minas da Borralha

Estamos nas instalações da mina — barracões enormes, cobertos de zinco, onde arfam as machinas potentes; carretas rolando continuamente nos railhes; pequenos grupos de casas operárias, com as chaminés furando para a rua; a enorme lavandaria, baixando em 7 ou 8 andares, desde o cimo da montanha até ao ribeiro; as boccas das minas abrindo-se convidativas e misteriosas; os elevadores surgindo do seio da terra e descarregando o minério; e o vae-vem, os movimentos apressados, a agitação ordenada, de uma grande mina em actividade. Alguém saberá que há em Barroso uma exploração mineira que occupa 500 operários e na qual está estabelecido o regimen das 8 horas do trabalho?

 

mineiros-1600-borralha (40).jpg

Trabalhadores das minas da Borralha em 1918

Fez-se ultimamente um certo barulho à volta do mr. Marijou, director d’estas minas, por virtude do projecto de lei, pendente do Senado, para a anexação da freguesia de Salto, a que as minas pertencem, ao concelho de Cabeceiras de Basto. A discussão na imprensa diária apenas arranhou um minuto o ouvido popular. De tudo isso não há já certamente a memória que deixaram as palavras transcendentaes de sua ex.a. Qualquer Coisa sobre as homorroidas do respectivo chefe. Apenas em Barroso subsiste ainda a justa revolta contra a tentativa de extorsão.

 

A caminhos, caminheiros!

 

1600-borralha (174).jpg

Minas da Borralha

1600-15-granjo-pedreira.jpg

 

São 11 horas. A raçada do sol racha as fragas, no pittoresco dizer da região. O solo arde. As pedras queimam. O sol está no zenith. Caminhamos há uma hora com a cabeça bamboando entre os hombros, à procura, de uma sombra. O cavallo tropeça a cada passo: parece estar cego dos dois olhos.

 

Damos um cavallo por uma sombra, como o outro dava o seu reino por um cavallo.

 

Apparecem fetos, e logo se ouve cantar um pequeno fio de água por uma ravina. Acampamos atraz de uma parede, a um de fundo, para todos podermos aproveitar a sombra magra das galhas nodosas de uma giesta. Serve-se o sóbrio repasto, como comporia um clássico, e, classicamente, dispomo-nos a vencer a nova montanha, dessedentadas as gargantas no doce fio de água, que bem merecia um genial soneto do Sr. António Correia d’Oliveira.

 

1600--granjo-15 d-noguiro (1)

 

Será o último dia da jornada. Os olhos vão cançados de ver, os pulmões recebem já enfastiadamente o bom ar azotado; o coração aborrece-se já do seu rithmo perfeitamente e inalteravelmente normal; e as pernas, as pobres pernas, vão cançadissimas, juro-o de uniformemente, uniformemente, uniformemente, galgarem despenhadeiros, treparem alturas, saltarem corregos, esmagarem urzes, dentarem com as brochas cardadas das botas este imenso pavimento de rochedos em que há uns poucos de dias vimos patinando.

 

1600-grano(68).jpg

 

De todo o resto da jornada, pouco vale a pena contar. Aldeias de nomes bárbaros que se viam dependuradas nas encostadas, vezeiras de gado meúdo mosqueando as serras, vaccas fazendo tilintar as suas campainhas pelos lameiros dos vales, algumas cruzes nos caminhos recommendando aos viajantes que rezem por alma do que ali morreu assassinado. Viva, tenho ainda a lembrança das mãos femininas e delicadas que à entrada de uma povoação me estenderam uma grande pota de água, vinho e mel e que constitue certamente a delícia das delícias.

 

1600-granjo-vila pequena (68)

Vila Pequena - Boticas

Apeámo-nos, sobre a tarde, na Villa Pequena, já nas faldas das Alturas. É um bonito logarejo com as ruas cheias de latadas, os campos cheios de milhos, onde já parece ter chegado «a bênção de Deus». Ao longe, vê-se o Lasenho, donde foram levadas as duas estátuas de guerreiros que se ostentam no Museu Etnographico, nos Jerónimos.

 

O Sr. Dr. Leite de Vasconceilos anda há bastantes annos empenhado na descoberta do Lasenho. Pois informo-o que fica junto à povoação de Campos, no sopé da serra das Alturas e tem a forma de uma pirâmide cónica. E não quero nada pela descoberta — nem mesmo as palavras da Academia.

 

Sahimos de Villa Pequena já noite escura. Um guia, com um lampião de azeite, vae ensinando o caminho e tagarelando sobre moiras encantadas, lobos e salteadores. E pelas 2 horas da madrugada, com as nossas 8 léguas (1) andadas, os bigodes ensopados da geada, e as pernas mechendo-se por hábito, chegamos enfim a Boticas.

 

1600-granjo-15-composicao

A caminho de Boticas - Composição

Enfim!

 

Enfim, dirão também os leitores.

 

Fomos compondo, intervallada e arrepolladamente, conformo nos deixaram, estes artiguelhos a fim de chamar a atenção dos portuguezes e dos turistas para este canto de Portugal. Certamente, não encontrarão por cá funiculares, nem magníficos hotéis, e muito menos poderão dispor a cada canto d’urna cabina telephonica para chamar um automóvel de socorro quando se fure um pneumático. Mas quem quizer um pouco de imprevisto e for capaz de um pouco de esforço, deve visitar esta admirável região, sufficientemente grande para se fazer o camping uma estação inteira e sufficientemente ignorada para se tomarem duas notas inéditas e se tirarem algumas bellas photographias. Se há no paiz romancistas de costumes, têem matéria à farta para compor alguns volumes; se há pintores, têem os mais lindos motivos e as mais graciosas linhas de Portugal para fazerem alguns quadros maravilhosos.

 

Posto isto, como era de uso acabar antes, quando em Portugal uma mezura valia um pouco mais que um pontapé, receba a Capital, os meus agradecimentos, e a meia dúzia de leitores que se interessou pelos artiguelhos as minhas sinceras desculpas pelo tempo que lhes roubei.

 

António Granjo

30 de Setembro de 1915

 

 

 

(1) Talvez devido ao cansaço o autor duplicou a distância

13
Fev21

O Barroso aqui tão perto - As três Penedas

Aldeias do Barroso - Peneda de Cima, do Meio e de Baixo

1600-entre cabril e (18)-VIDEO

montalegre (549)

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para as Penedas de Montalegre, ou seja, a Peneda de Cima, a Peneda do Meio e a Peneda de Baixo, todas no Barroso de Parque Nacional da Peneda-Gerês.

 

1600-google-video.jpg

peneda-mapa.jpg

1600-3-penedas-google.jpg

 

A decisão de trazer aqui as três Penedas juntas tem a ver com a dimensão das aldeias e com o número de fotografias que nos foi possível recolher em cada uma das Penedas. Para três posts diferentes, confessamos que temos pouco material, mas são aldeias muito próximas e que partilham entre elas o mesmo topónimo, daí, ficarem bem juntas.

 

1600-peneda-cima (3)-video

1600-peneda-cima (9)-video

Peneda de Cima

1600-peneda-cima (2) - video

Peneda de Cima

 

Neste post e vídeo lançamos mão da ajuda de duas fotografias aéreas do Google Earth para melhor se entender a localização das três Penedas, a proximidade entre elas, a sua localização em relação a aldeias mais próximas e a sua relação tridimensional que têm com o terreno e o Rio Cávado, isto para se perceberem algumas das realidades destas aldeias e a diferença que, por exemplo uma ponte pode fazer.

 

1600-peneda-cima (17)-1-video

Lapela vista desde Peneda de Cima

1600-peneda-meio (5)-video

Peneda do Meio

1600-peneda-meio (1)-video

Peneda do Meio, ao fundo a aldeia de Lapela

 

Embora hoje em dia o caudal da água do rio Cávado possa ser controlada pela barragem de Paradela, em dias de chuva intensa como foi dos últimos dias ou em dias que o rio recebe a água do descongelar da neve, o rio aumenta de caudal, e se a barragem de Paradela estiver cheia, é como se não existisse no controlo das águas, daí a ponte que existe entre a Peneda de Baixo, na margem esquerda do rio e as aldeias de Xertelo e Azevedo, permite que estas aldeias mantenham o seu relacionamento normal entre aldeias vizinhas. Saliente-se que a distância entre a Peneda de Baixo e a aldeia de Azevedo é pouco mais de 600m, mas se a ponte não existisse, a barreira natural do Cávado obrigaria a percorrer mais de 30Km, num só sentido, ou seja, 60Km ida e volta. Certo que os caminhos não são transitáveis para passeios de popós, mas são-no para veículos de trabalho e pedonais.

 

1600-azevedo (23)-video

Ponte de Peneda de Baixo

1600-azevedo (37)-video

 

Deixamos hoje também algumas imagens curiosas, como esta última que ficou atrás dos três caminhos, quase parecendo que cada um vai servir cada uma das Penedas, mas não, são caminhos de trabalho para vencer o declive da montanha que acabam todos por convergir para a Peneda de Baixo e para a tal ponte que atravessa o rio Cávado e liga as suas margens.  Entre as três Penedas, há apenas um caminho que as liga.

 

1600-entre cabril e (20)-video

Peneda do Meio

1600-peneda-meio (26)-video

Peneda do Meio

1600-entre cabril e (21)-video

Peneda do Meio

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens das 3 Penedas que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre estas aldeias no post que em tempo lhe dedicámos, fica link no final. Agora o vídeo, que espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia às 3 Penedas:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-as-tres-1591657

 

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Penedones.

 

 

 

 

08
Fev21

De regresso à cidade...

Cidade de Chaves

1600-(39870)

 

Hoje regressamos à cidade ainda sem saber bem por onde o vamos fazer, de uma coisa temos quase a certeza, vai ser com chuva.

 

1600-(39317)

 

Talvez passemos também pela praça do duque para ver se está tudo no sítio.

 

1600-(39711)

 

Por último , um perspetiva da rua do Tabolado, pois penso que ainda nunca regressámos por ela à cidade e poucos registos temos dela, tudo porque é uma rua complicada para fotografar, pelo menos nas horas em que costumamos passar por lá ainda por cima está sempre repleta de popós estacionados. Mas às vezes lá calha apanhá-la quase sem nada.

 

E é tudo, uma boa semana e cuidado com o bicho!

 

07
Fev21

O Barroso aqui tão perto - Carreira da Lebre

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

1600-carreira-lebre (274)

1600-cabecalho-boticas

 

Carreira da Lebre - Boticas

 

Seguindo com as nossas visitas a “O Barroso aqui tão perto” vamos até mais uma localidade do concelho de Boticas – Carreira da Lebre.

 

1600-carreira-lebre (330)

1600-carreira-lebre (314)

1600-carreira-lebre (323)

 

Desde já vamos iniciar por uma breve explicação que se exige. É certo que já percorri todo o Barroso e embora eu não seja barrosão de nascença, toda a minha família materna mais direta o são, incluindo os meus irmãos, primos, tios,  mas daí a ser um conhecedor profundo ou uma entidade sobre o Barroso, estou muito longe disso, falta-me a vivência do dia a dia, para além de o Barroso, em território, ser uma grande região que abrange cerca de 1200km2.

 

1600-c-out-lasanho (16)

Vista desde o Castro Lesenho

1600-carreira-lebre (321)

1600-carreira-lebre (322)

 

Se repararem, tive o cuidado de começar este post referindo-me à Carreira da Lebre como uma localidade, porque isso sei que o é, uma localidade, como quem diz um lugar, sítio, com um aglomerado de casas e uma povoação que as habita, mas daí a ser uma aldeia, disso já não tenho a certeza, nem consegui esclarecer se administrativamente o é, embora na página oficial da Câmara Municipal de Boticas, na freguesia de Beça, apareça a Carreira da Lebre como uma povoação a par das outras aldeias da freguesia, no entanto, também lá estão como povoação as Minas de Beça, que tal como sabemos e vimos quando lá fomos, as minas já não existem tal como não existe propriamente uma povoação, mas sim meia dúzia de casas dispersas e desabitadas (exceto uma) e parte delas já estão no concelho de Montalegre.

 

1600-carreira-lebre (329)

1600-carreira-lebre (283)

1600-carvalhelhos (302)-carreira da lebre

 

Agora também é verdade que não há qualquer dúvida que a Carreira da Lebre é uma povoação, tem casas e população, mais que muitas das aldeias do Barroso, no entanto, a minha dúvida é mesmo se a Carreira da Lebre pode ser considerada ou não uma aldeia. De uma coisa tenho a certeza, até pode ser considerada uma aldeia, mas não é uma aldeia típica do Barroso, nem com o mínimo de características barrosãs. A Carreira da Lebre, tal como é, poderia ser uma qualquer povoação nova do nosso Portugal, que nasce, tal como esta nasceu, junto a um cruzamento com ligações importantes e próxima de uma localidade mais importante, que no caso é a sede do concelho – Boticas, pois apenas 4 km separam as duas localidades.

 

1600-carreira-lebre (326)

1600-carreira-lebre (290)

1600-carreira-lebre (273)

 

Independentemente de ser ou não ser aldeia é uma povoação, tem um aglomerado de casas, restaurantes, um hotel, posto de abastecimento de combustíveis, comércios e pequenas indústrias, armazéns, movimento, vida, pessoas e daí ter todo o direito a ter o seu post, o seu vídeo e uma palavras, não da sua história, porque essa é muito recente, mas com aquilo que tem,  e nem que fosse só e apenas por ser um dos locais de referência onde se pode comer uma boa refeição à barrosã, já valia para estar aqui.

 

1600-carreira-lebre (278)

1600-carreira-lebre (292)

1600-carreira-lebre (256)

 

Toda esta introdução e explicação exigia-se para justificar a maioria das imagens que hoje deixo aqui, quase todas à volta do rio Beça e das suas três pontes. Aliás com o aglomerado do casario, só deixo mesmo vistas gerais, que além de interessantes, provam que a Carreira da Lebre existe mesmo como uma localidade, de resto, o novo casario, que não é mais que o casario construído já na minha geração, não me fascina em termos fotográficos, precisamente por, tal como já disse atrás, não ser característico de uma região e ser mais ou menos igual em todos os novos bairros das aldeias, vilas e periferia das cidades. Em suma, é certo que este aglomerado de casario da Carreira da Lebre foi construído bem no meio do Barroso, mas se fosse, por exemplo, um dos novos bairros da cidade de Chaves, ninguém estranharia nada.

 

1600-miradouro (10)

Vista desde o Miradouro de Boticas

1600-carreira-lebre (56)

1600-carreira-lebre (320)

 

Do único que poderemos falar são dos restaurantes onde vamos quando por lá passamos à hora de almoço, por sinal ficam quase um em frente ao outro. Um é mais seleto na apresentação e serviço, com um ambiente naturalmente mais selecionado, mas não diferenciam quem entra e quem servem. O outro é mais terra-a-terra, com pratos do dia e frequentado por todos. Em ambos se come bem, comida farta e o preço a condizer. Trata-se no primeiro caso do restaurante do Hotel Rio Beça e no segundo do Restaurante O Caçador, ambos na rua/estrada principal da Carreira da Lebre.

 

1600-carreira-lebre (5)

1600-carreira-lebre (267)

1600-carreira-lebre (14)

 

Poderia dar o meu testemunho sobre ambos, pois já fui aos dois várias vezes, mas prefiro deixar aqui a descrição daquilo que os próprios anunciam ou testemunhos de outros que encontrei nas páginas da especialidade, em que em geral, elogiam ambos, mas também há quem reclame, um por exemplo, reclama que teve de esperar quase 2 (dois) minutos para ser atendido. Realmente é preciso ter muita paciência para esperar tanto tempo… mas enfim, vamos aqueles mais realistas que melhor descrevem os sítios.

 

1600-carreira-lebre (289)

1600-carreira-lebre (8)

1600-carreira-lebre (269)

 

Na página oficial do Hotel Rio Beça (***) pode-se ler o seguinte:

...destaca-se pela gastronomia típica e diversificada do seu restaurante, Restaurante Rio Beça, tendo como expoente máximo a suculenta carne de vitela barrosã (DOP) e o seu famoso Cozido barrosão, o Cabrito Barrosão, o Javali com castanhas e ainda o Presunto, Alheira e Linguiça.

À exceção do Javali com castanhas, já tive oportunidade de experimentar o restante. Claro que o presunto, alheira e linguiça são entradas que caem sempre bem, do restante, tanto faz, marcha tudo, mas sem misturas, um de cada vez. Recomendam-se. Tem uma boa carta de vinhos, mas o vinho da casa é sempre bom. Aliás é curioso que o Barroso não produz vinho mas tem sempre bons vinhos nos restaurantes (e nas casas).

 

1600-carreira-lebre (244)

1600-carreira-lebre (208)

1600-carreira-lebre (211)

 

Quanto ao Restaurante Caçador, transcrevo dois depoimentos que encontrei em páginas da especialidade:

Este restaurante oferece culinária Portuguesa. Os funcionários graciosos neste restaurante mostram o quanto apreciam os clientes. É sempre agradável comer aqui por causa do serviço veloz.

E mais esta, sem espera de 2 minutos…

Fomos Jantar a este restaurante por mera do acaso passamos vimos o caçador e como eu sou caçador paramos para experimentar entramos fomos logo encaminhados para uma mesa de 6 pessoas, a empregada de mesa perguntou se queríamos entradas e se queríamos pão depois entregou a ementa e disse que podíamos escolher eu escolhi posta a empregada disse me que uma posta geralmente dá para duas pessoas confiando nela eu mandei vir 3 postas para nos os 6. as postas eram realmente enormes e de grande qualidade a carne tenrinha e muito saborosa e mesmo assim não deu para comer tudo, pedimos a sobremesa comemos o pudim caseiro 5 estrelas o preço dentro do normal recomendo gente simpática (excelente) 5 estrelas.

 

1600-c-out-lasanho (87)

1600-carreira-lebre (198)

Cha-Bot-google-cl.jpg

 

Mesmo sem o casario da Carreira da Lebre estamos a chegar ao fim do nosso post, mas bem podemos dizer que aquilo que nos oferece o rio Beça e as três pontes compensam a ausência das casas. E  agora só falta mesmo indicar-vos o caminho para lá chegar, com saída, como sempre de Chaves, Estrada de Braga até Sapiãos, depois viramos em direção a Boticas onde devemos seguir as placas que indicam Ribeira de Pena, Cabeceiras de Basto e Salto, ou seja a R311, mal entremos nesta estrada, mais 4 Km e estamos na Carreira da Lebre. Atenção que estes itinerários têm início na cidade de Chaves, mas se quiser ir à Carreira da Lebre e tiver de utilizar a autoestrada, não é necessário entrar em Chaves, deverá sair no nó que existe entre os nós de Chaves e Vidago, numa saída que, embora seja junto à aldeia de Curalha e já próxima de Chaves, se não me engano, só tem a indicação de Boticas e Carvalhelhos.

 

mapa c lebre-1.jpg

mapa c lebre-2.jpg

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da CARREIRA da LEBRE que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Com a Carreira da Lebre terminámos a abordagem a todas as povoações da freguesia de Beça, assim, no próximo domingo teremos o post da freguesia de Beça, com uma abordagem geral, que também terá imagens de vídeo da freguesia.

 

 

 

 

28
Jan21

São Domingos - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves

1600-6-video

 

 

SÃO DOMINGOS - CHAVES

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de São Domingos.

 

1600-s-domingos (28)

 

Se há aldeias pequenas, São Domingos é uma delas, pouco mais vai além de uma pequena capela e uma pequena ermida à beira da estrada e pouco mais de meia dúzia de construções (fica a fotografia aérea para o provar), mas é ela que faz uma das principais entradas no concelho de Chaves, pela EN103 (estrada de Braga).

 

foto-google.JPG

1600-s-domingos 005-video

 

Pequena mas aqui no blog com os mesmos direitos das grandes aldeia, que no seu devido tempo teve os seus posts e que hoje vai ter o seu vídeo, o que, diga-se a verdade, não foi fácil arranjar fotografias e motivos em número suficiente para tal.

 

1600-s-domingos 027-video

 

Mas com boa vontade tudo é possível, e há sempre um cavalo a pastar, pormenores da capela que merecem destaque e até as notícias que em forma de propaganda vão ficando na paragem das carreiras para Chaves e Boticas, mesmo que antigas, a anunciar o Mickael Carreira no 8 de agosto em Chaves de um ano que há muito já lá vai, ainda no tempo em que o Mickael nem barba tinha, mas que está por cima de 5 imponentes toiros e 5 novilhos, de uma tourada anunciada pata terra de chegas de bois…

 

1600-s-domingos 018-video

 

Mas vamos ao vídeo, que é por isso que aqui estamos, pois sobre São Domingos pouco há a dizer, mas mesmo isso já o fomos fazendo nos dois posts anteriores que lhe dedicámos, para os quais fica link no final. Vamos então ao vídeo, com todas as fotografias de São Domingos publicadas até hoje no blog.

Aqui fica, espero que gostem:

 

 

E também o pode ver no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de São Domingos:

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-domingos-chaves-portugal-1817984

https://chaves.blogs.sapo.pt/225279.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que vamos até a aldeia de outro santo – São Julião.

 

 

25
Jan21

De regresso à cidade...

Cidade de Chaves

1600-(50037)

 

Já que o confinamento nos recomenda ficar em casa e nós seguimos a recomendação, não regressamos à cidade como habitualmente o fazemos, mas ainda bem que a fotografia existe para virtualmente nos permitir atravessar a ponte romana, deitar um olhar ao rio Tâmega e entrar no coração da cidade.

 

Uma boa semana e cuidem-se, os bichos andam mesmo aí…

 

23
Jan21

São Cornélio - Chaves - Portugal

1600-s-cornelio (36)-video

 

São Cornélio

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de São Cornélio.

 

1600-s-cornelio (118)-video

1600-s-cornelio (16)-video

1600-s-cornelio (55)-video

 

São Cornélio que fica no limite do planalto de Travancas, ali onde se inicia a encosta que desce para as Nogueirinhas e Mairos e só termina no vale de Chaves.

 

1600-s-cornelio (53)-video

1600-s-cornelio (21)-video

 

É uma aldeia que calha muitas vezes nos nossos itinerários de ida ou volta à cidade de Chaves, mas com a variante que há anos atrás construíram, agora, na maior parte das vezes, passamos-lhe ao lado, mas sempre que o tempo permite, entramos na aldeia, nem que seja e só para lançar olhares sobre a cidade de Chaves e o seu grande vale, mas também muito mais além. Algumas das fotos que aparecem no vídeo e que já foram anteriormente aqui publicadas, mostram essas mesmas vistas, pena que todas essas imagens fossem tomadas da parte da tarde, com o sol a contra luz. Numa manhã destas, quando o bicho da pandemia já estiver a milhas de distância, temos que ir lá, nem que seja e só para essa foto com a luz da manhã sobre a barragem das Nogueirinhas e sobre Chaves e o seu vale, com o mar de montanha de fundo.

 

1600-s-cornelio (11)-video

1600-cornelio-go-5-video

1600-cornelio-go-1-video

 

Fica então combinada a nossa ida a São Cornélio e num dia mais feliz do que o último em que passei por lá, em 30 de julho de 2020, pois esse foi bem negro, com o incêndio que teve início em Vila Verde e galgou a montanha por ali acima. Quando por lá passei, estava a aproximar-se de São Cornélio e Travancas, aliás algumas das imagens que hoje vos deixo aqui e parte do vídeo, são desse mesmo dia, um dia que de certo os de São Cornélio, de Mairos, de Travancas e de Curral de Vacas não esquecerão tão cedo.

 

1600-s-cornelio (122)-video

1600-cornelio-go-3-video

 

 

 

Mas hoje não estamos aqui para falar de coisas tristes, nem de outras sobre a aldeia, pois sobre São Cornélio já fomos falando ao longo dos posts que lhe dedicámos e para os quais fica link no final. Hoje estamos aqui pelo vídeo que ainda não teve, com todas as imagens publicadas até hoje neste blog. Aqui fica, espero que gostem:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de São Cornélio:

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-cornelio-chaves-portugal-1814614

https://chaves.blogs.sapo.pt/s-cornelio-chaves-portugal-1182453

https://chaves.blogs.sapo.pt/706229.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/630365.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/271335.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até à próxima aldeia que será São Domingos, que em princípio estará aqui na próxima quarta-feira ou sábado, pois às vezes por razões alheias à nossa vontade, não podemos cumprir o nosso calendário.

 

16
Jan21

O Barroso aqui tão perto - Pardieiros

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

1600-pardieiros (1)-VIDEO

montalegre (549)

 

PARDIEIROS

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Pardieiros, concelho de Montalegre.

 

1600-pardieiros (15)-video

1600-pardieiros (32)video

1600-pardieiros - desde-noguiro (5)-video

 

Iniciemos já por aquilo que nos poderá levar a pensar o topónimo Pardieiros, que pelo significado comum do termo nos levaria até casas velhas, em ruinas e toscas, mas não, embora tenha algumas construções em ruínas, mas qual é a aldeia que não as tem!?  A única diferença entre esta aldeia e a maioria das aldeias do Barroso ou até de Trás-os-Montes, está apenas na sua dimensão, uma aldeia pequena em que as casas se contam pelos dedos das mãos e habitantes, se calha, são outros tantos ou menos, mas isso não o podemos confirmar porque não temos dados para tal, agora no que não temos dúvidas é que Pardieiros,  é a mais pequena aldeia do Barroso, mas mesmo assim, tem o seu núcleo de casas, arrumadinhas na croa de uma pequeno monte e o seu ser de aldeia.

 

1600-pardieiros (24)-video

1600-pardieiros (17)-video

 

Só a título de curiosidade, este topónimo de Pardieiros não é assim tão invulgar, pois em Portugal existem pelo menos mais seis aldeias com este topónimo e em Espanha, pelo menos duas localidades e em Terras de Bouro também existe uma aldeia com o topónimo de Pardieiro (no singular). E já que estamos em maré de curiosidades, há um topónimo, também em Terras de Bouro, que até há um ano atrás talvez passasse despercebido, mas que hoje chama a atenção: Covide.

 

1600-pardieiros (14)-video

1600-desde-noguiro (27)-video

pardieiros (13)-VIDEO

 

Deixamos a fotografia que se segue propositadamente para o fim porque esta imagem está repleta de informações. Este é já aquele Barroso ao qual eu apelido de Barroso minhoto. Aliás as últimas montanhas e as montanhas azuladas do lado esquerdo já pertencem ao Minho, mas o Barroso ainda continua pelas primeiras montanhas azuladas, embora o Rio Cávado que nessa zona agora é barragem de Salamonde, separe o Barroso minhoto (do lado esquerdo da imagem com as primeiras freguesias de Vieira do Minho) e o Barroso transmontano do concelho de Montalegre que se prolonga até ao final da barragem de Salamonde, onde ainda existem as aldeias de Pincães e de Fafião. Na imagem, ao centro e ao fundo, ainda se vê um nico da barragem de Salamonde.

 

1600-stamarinha-viveir-ferral-desde-noguiro (2)-video

 

Continuando a analisar a mesma imagem (a imagem anterior) a aldeia que vemos em primeiro plano à direita é Santa Marinha, também localizada na croa de uma montanha a serra do Facho, que se prolonga até Ferral e um pouco mais além, cuja pendente após a aldeia, desce para o Rio Cávado que vai descendo entre montanhas até encontrar o Rio Cabril que corre entre a segunda montanha (que já é serra do Gerês) do lado direito (ainda esverdeada) e a montanha seguinte (azulada – continuação da serra do Gerês). Um último apontamento, que nos leva até à ponte da Misarela (também conhecida por ponte do diabo) que fica sobre um pequeno ribeiro que desagua no Cávado imediatamente antes deste se unir com o rio Cabril. Ou seja, uma imagem cheia de ofertas turísticas, principalmente de natureza, para descobrir

 

1600-pardieiros-desde-noguiro (29)-video

1600-pardieiros (34)-video

1600-pardieiros (37)-video

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Pardieiros que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre esta aldeia, a seguir ao vídeo, ficam um link para o post que há tempos lhe dedicámos.

 

Aqui fica o vídeo, espero que gostem:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Pardieiros:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

 

 

E quanto a aldeias do Barroso de Montalegre, despedimo-nos até ao próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de Paredes do Rio.

 

 

Sobre mim

foto do autor

320-meokanal 895607.jpg

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

 

 

Links

As minhas páginas e blogs

  •  
  • FOTOGRAFIA

  •  
  • Flavienses Ilustres

  •  
  • Animação Sociocultural

  •  
  • Cidade de Chaves

  •  
  • De interesse

  •  
  • GALEGOS

  •  
  • Imprensa

  •  
  • Aldeias de Barroso

  •  
  • Páginas e Blogs

    A

    B

    C

    D

    E

    F

    G

    H

    I

    J

    L

    M

    N

    O

    P

    Q

    R

    S

    T

    U

    V

    X

    Z

    capa-livro-p-blog blog-logo

    Comentários recentes

    • Fer.Ribeiro

      Obrigado.

    • Anónimo

      Todas as aldeias transmontanas têm o seu encanto e...

    • Anónimo

      Há várias famílias Guerra em Vilarelho, eu próprio...

    • Anónimo

      Há muitos descendentes com apelido Branco; alguns ...

    • Fjr Barreiro

      Grandes duelos eu vi neste coreto entre os Canário...

    FB