Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

07
Nov20

O Barroso aqui tão perto - Padornelos

Aldeias do Barroso de Montalegre - Com Vídeo

1600-montalegre (1115) -video

montalegre (549)

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Padornelos, Montalegre.

 

1600-padornelos (248)-video

1600-padornelos (343)-video

padornelos (9)-video

 

Aldeia de Padornelos que é também a porta de entrada (e saída) da Serra do Larouco e uma das aldeias mais típicas do Alto-Barroso, incluindo nos nevões que são tão familiares à aldeia, daí, ser uma aldeia de visita obrigatória, que também já serviu de mote a um romance de Ferreira de Castro – “Terra Fria”, que por sua vez deu origem a um filme. Mas hoje não estamos aqui para falar da aldeia, pois isso já o fizemos no post que lhe dedicámos para o qual fica link no final, hoje estamos aqui pelo vídeo que não teve nesse post.

 

1600-padornelos (334)-video

1600-padornelos (69)-video

1600-padornelos (143)-videos

Montalegre vista desde Padornelos

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Padornelos que foram publicadas até hoje neste blog, incluindo as que escaparam à seleção anterior e ficam de hoje aqui. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Padornelos:           

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-padornelos-1381152

 

 

 

E quanto a aldeias do Barroso de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira,  em que teremos aqui a aldeia de Padroso.

 

 

26
Mai18

Oura - Chaves - Portugal

1600-oura (177)

Em primeiro plano Oura, em segundo plano Vila Verde de Oura

 

Hoje vamos até Oura, ali ao lado de Vidago, no limite do concelho de Chaves, a fazer fronteira com o concelho de Vila Pouca de Aguiar, com saída pela agora famosa EN 2, mas que em tempos não muito distantes, também (e quase ao lado) se podia fazer saída pelo saudoso comboio. Estamos a falar de saídas, mas o contrário, entradas, também é verdade. Tudo depende da perspetiva, pois a aldeia de Oura é uma das que serve de porta de entrada no concelho de Chaves, mas como eu estou cá na terrinha, em Chaves, e sou muito caseiro, a porta de Oura é uma das portas de saída para a “rua”.

 

1600-oura (143)

 

Atrás referia-me à agora famosa EN 2. Pois é verdade, a EN 2 que passa por Oura,  é agora olhada como a (mítica) “U.S. Rout 66”  portuguesa.  Bem longe dos seus tempos áureos em que era a principal via portuguesa que ligava pelo interior, Chaves (Km 0) a Faro (Km 738.5) e também utilizada para as deslocações de Chaves a Lisboa. Na altura era apenas uma estrada utilitária de trabalho e ligações, com muito movimento, muita curva e contracurva a Norte e retas a Sul e muitos locais castiços e interessantes onde se parar, onde Portugal se dava a conhecer de lés a lés com a sua gente e até os seus produtos que ia vendendo ao logo da estrada. Tive a honra de a percorrer na totalidade (ida e volta) em 1975 e 1976, ainda com a sua virgindade inicial, aí sim, bem interessante. Hoje, que perdeu todo esse encanto de outrora, que, com a construção de autoestradas passou na prática a seu uma estrada “local” ou secundária, está na moda, o que demonstra bem que a moda nem sempre é (de todo) interessante e duram o que duram.

 

1600-oura (182)

1600-oura (246)

 

Mas Oura também perdeu um pouco com a “desclassificação” da EN 2 e da abolição da Linha do Corgo   e respetivo comboio, embora aqui apenas tivesse um dos apeadeiros mais pobres de que eu tenho conhecimento, embora muito bonito e interessante, mas pequenino e construído em madeira. Mas ia eu dizendo que com a “desclassificação” da EN 2, Oura deixou de ser uma aldeia de passagem para as nossas frequentes deslocações ao Porto, Lisboa e até a Portugal, pois com exceção de parte do Minho e distrito de Bragança em que utilizávamos a EN 103, era obrigatória a passagem por Oura, onde muitas vezes se parava na “estação de serviço” do largo junto à estrada. Mas ser uma aldeia de passagem não quer dizer que conhecêssemos a sua intimidade, embora tenha um largo interessante com umas “alminhas” junto à estrada, só na sua intimidade é que a aldeia se revela, com tudo para ser uma das aldeias mais interessantes do concelho de Chaves.

 

1600-oura (28)

1600-oura (219)

 

Pois Oura tem um bocadinho de tudo para a tornar interessante, em todos os aspetos. Implantada nas faldas da montanha, abrem-se à sua frente as vistas sobre parte do vale da Ribeira de Oura que é atravessada por uma belíssima ponte medieval que serve o caminho que liga esta aldeia à outra Oura (Vila Verde de Oura). Com um núcleo de aglomerado tradicional, com construções tradicionais e tipicamente transmontanas a manter a sua integridade, convive ao lado de outras construções mais nobres, como dois solares, um deles o típico solar brasonado, com brasão das famílias Antas, Puga, Magalhães (de Montalegre) e Macedo, da segunda metade do século XVIII, com capela e uma singular torre sineira, isolado a Sul da aldeia mas confrontante com via pública, com propriedade rústica de montanha e respetivas construções (anexos) de apoio. Um belíssimo exemplar de solar e dos poucos que existem no concelho de Chaves.

 

1600-oura (87)

 

O outro solar ou casa senhorial do século XVIII está localizada e integrado no núcleo histórico de Oura, com uma belíssima capela de talha dourada privativa (1768) e igualmente interessante cruzeiro (virados à rua), foi sujeito nos últimos anos a obras de restauro e convertido em alojamento turístico, tendo adotado o nome de Solar de Oura. Após as obras ainda não tivemos oportunidade de passar por lá, mas adivinhava-se vir a ser um espaço interessante, que já o era, mas que com as obras pela certa se tornou bem mais interessante.

 

1600-oura (275)

1600-oura (217)

 

Já aqui atrás deixámos alguns dos motivos de interesse, desde a sua veiga à montanha, o casario típico, o singular apeadeiro que embora a sua fragilidade de madeira ainda continua de pé, a EN 2 e a moda de a percorrer, Os solares e casas senhoriais, as suas capelas e o cruzeiro, a ponte medieval, talvez falte uma pequena referência a sua igreja de torre sineira dupla, também um belo exemplar da arquitetura religiosa e falta-nos, isso sim, falar das pessoas da aldeia, que já sabemos serem dignos representantes deste Reino Maravilhoso cá no cimo de Portugal, mas quanto às pessoas, há que ir lá, conversar com elas, conhecê-las na primeira pessoa, pois cada uma é cada qual e cada conversa e uma conversa com muitas estórias e uma história de vida, esta sempre única. Mas aí a prosa já tem de ser outra e não pode ser tratada com a leviandade de hoje, sábado, vamos até Oura e no próximo sábado vamos até à aldeia seguinte, que pela ordem alfabética que estamos a seguir será Outeiro Jusão.  

 

 

 

05
Set16

De regresso à cidade quente...com uma imagem de Inverno

1600-(41091)

 

Cá estamos mais uma vez de regresso à cidade, hoje com uma imagem do tempo do frio dos nossos nove meses de inverno, mais propriamente uma imagem de novembro de 2014. Pensavam que o frio tinha chegado!? – Pois, mas não, por cá continuamos nos três meses de inferno, com as temperaturas upa-upa. Há quem goste. Por mim estou desejoso que chegue o Inverno para de novo desejar o Verão. Contudo, há coisas boas nestes verões quentes, como por exemplo beber um bejeca na sombra de uma esplanada, na companhia de amigos. Melhor que isso, só mesmo beber duas bejecas, na sombra de uma esplanada, na companhia de amigos, com tremoços.

 

 

 

06
Fev15

Maravilhas de Chaves - Igreja da Misericórdia

1600-(40098)

 

Para já fica uma das maravilhas de Chaves, a Igreja da Misericórdia, ela mesma integrada noutra maravilha — a nossa praça monumental, a Praça do Duque — onde sem qualquer dúvidas estão os edifícios mais bonitos e significativos da cidade de Chaves, como a Igreja Matriz, o edifício do antigo hospital (também na foto), o edifício dos Paços do Duque de Bragança, o edifícios da Câmara Municipal e o edifício da Sociedade e ainda a Torre de menagem e o pelourinho a espreitar.

 

Já de seguida vem aí mais um discurso sobre a cidade, hoje de autoria de José Carlos Barros.

 

30
Nov14

O Outono entre Seixo e Loivos

1600-seixo (120)

O concelho de chaves é constituído por uma cidade (Chaves), duas Vilas (Vidago e Stº Estêvão) e cerca de 150 aldeias, no entanto, uma das vilas (Stº Estêvão) adquiriu o título excecionalmente, com uma exceção à própria exceção prevista na Lei nº 11/82 de 2 de junho, Mas veio isto à conversa por causa de Vidago, a vila e o segundo aglomerado mais importante do concelho, e ao qual, por uma ou outra razão às vezes temos que ir.

1600-seixo (107)

E chamo aqui Vidago porque foi a caminho dessa vila que tomei estas imagens. Sendo a segunda povoação mais importante do concelho desde sempre teve ligações privilegiadas com a sede do concelho, além de ser atravessada pela Estrada Nacional 2 e receber ou ser o entroncamento de outras vias secundárias. Assim atualmente podemos (a partir de Chaves) chegar a Vidago por 5 vias diferentes (e já perdemos a sexta via que era o combóio), sendo duas delas principais (A autoestrada e a Nacional 2) e as restantes 3 secundárias. Pois sempre que lá vou sem as pressas do relógio a incomodar tomo preferencialmente uma das ligações secundárias, mas com mais frequência a que sai de Chaves pela EN 314, a tal estrada que nos liga a quase metade do concelho rural e de montanha.

1600-seixo (118)

É nesta alternativa de acesso a Vidago que apanhamos vários pontos de interesse, desde logo as vistas que durante a EN 314 lança para o vale de Chaves, a subida da Serra do Brunheiro, a descida para o vale de Loivos ou melhor, da Ribeira de Oura, a própria Ribeira de Oura, Loivos que ainda hoje mostra a sua grandeza e as belezas naturais que acompanham todo o percurso até Vidago. No entanto esta alternativa atravessa apenas 6 aldeias, sendo que uma delas ainda é na prática cidade (Vilar de Nantes) outra um pequeno aglomerado de 4 ou cinco casas no cruzamento de estradas (Peto de Lagarelhos) e pelo meio apenas restam Izei, Seixo, Loivos e Vila Verde de Oura. As imagens de outono de hoje são precisamente do local onde a Ribeira de Oura recebe um pequeno afluente e atravessa a estrada entre o Seixo e Loivos.

 

14
Dez13

Pedra de Toque

 

A MADALENA


Quando eu era puto, a Madalena ficava muito longe.


As primeiras brincadeiras lembro-as no Arrabalde, na Rua do Olival onde morei e, na zona da escola das senhoras Monteiras , que frequentei.


As incursões na Madalena eram raríssimas e só passaram a ser mais frequentes nos primórdios da adolescência.


Então, nas noites estivais, visitávamos o Jardim Público e aí, até às 11 (não havia autorização para mais), jogávamos divertidos ao romisco e aos polícias e ladrões, escondendo-nos, para o efeito, em todos os recantos que o belo jardim possuía.


Por vezes de tarde, entusiasmados pelo Zé Augusto Guimarães, patinávamos no ringue e com paus de amieiros tentávamos o hóquei, tão em voga no tempo.


Espigadotes, no pico do Verão, não perdíamos as verbenas sempre no frondoso jardim.


E aí dávamos e repetíamos os passos de dança , que tínhamos estreado nas Brotas.


Se tínhamos economias íamos para o ringue bailar, se não, optávamos pelo escurinho em qualquer das alas.



Durante o resto do ano, raramente atravessávamos a ponte.


A Madalena era um bairro da cidade que tinha inúmeros comerciantes.


As gentes que desciam das nossas aldeias abasteciam-se muitas vezes por aí e, algumas só subiam ao centro, para visitarem os médicos, irem ao tribunal ou às outras repartições públicas.


Um dos mais antigos comerciantes de Madalena era o senhor Raúl Eugénio Leite, proprietário de uma loja de fazendas afreguesada.


Era um homem prestigiado pela sua educação e honradez.


Quase todos os dias subia até à Rua de Santo António, onde sorrateiramente, visitava a sua namorada de sempre, prática que cumpriu até ao fim da sua longa vida.


Raros estes amores nos dias que correm.


Muitos outros comerciantes tinham aqui os seus estabelecimentos e por cá viviam.



De entre muitos, quero recordar o senhor Benito, o senhor Amadeu Carneiro, o senhor António das farinhas (que chegou a ser sócio do meu pai na exploração do bar Avis), o senhor Castro, com a sua funerária, o senhor Guerra que negociava fazendas e confecções, o senhor Azevedo com o seu estabelecimento de ferragens, o senhor Jaime Claro, o senhor Ferraz falecido há pouco, homem coerente e vertical que vendia e reparava as máquinas de costura Oliva e a grande loja e armazém de mercearias do senhor João Teixeira Chaves, um dos maiores grossistas do distrito.


No ramo da sapataria, prontificava o senhor Malagueto, pai de colegas minhas na primária.


Três garagens situavam-se no cruzamento com a avenida D. João I que se iniciava em Outeiro Jusão.

A primeira fundada pelo senhor Alberto Costa, foi depois “A Garagem Flaviense”, propriedade até quase aos dias de hoje do senhor Emídio Macedo.


Na esquina e muito perto funcionavam as garagens do senhor Coelho e a do senhor João Manco que ainda perdura, mas para simples recolhas.


Na Madalena existiram sempre tascas com muita clientela e por isso conhecidas de todos. A mais famosa era a tasca da Ritinha (mãe do meu amigo Flávio), mas outras prosperavam, como a do Salvador e a da Laidinha.


O café Vitória, que foi do senhor Amadeu e da senhora Augustinha,  era o mais conhecido do bairro.

Aqui trabalhou muitos anos a lavar copos a Ermelinda Bufa, uma figura muito popular e conhecida pelas bandas da Madalena. A sua popularidade, só era ligeiramente superada pela do Zé Florista, que cirandava por toda a cidade, tantas vezes agarrado à saia da mãe.



Gente simples, gente pobre, gente humilde, gente boa.


Por cima do café Vitória vivia a Zezinha Sequeira, uma das senhoras mais bonitas de Chaves de então, que mais tarde arribou para Lisboa onde teve uma vida infelizmente agitada.


Vendia-se carvão na Madalena, já que ele era imprescindível para o crepitar das braseiras, que minoravam os frios de Inverno.


A Aninhas das Tetas Grandes vendia carvão e foi até ao fim da sua vida a grande paixão do senhor Agenor Pinto.


O senhor Henrique, cuja esposa era mestiça, vendia a grosso produtos agrícolas, como a batata. Era pai da Irene, minha colega, amiga de infância que já não vejo há muitos muitos anos.


No terreiro situava-se a grande oficina da cidade de metalúrgica ,conhecida pelos Ferreiros, propriedade de alguns irmãos.


Os comerciantes aqui referenciados viviam no bairro, mas outras personalidades estimadas e distintas, que normalmente trabalhavam no centro da cidade, por aqui habitavam com as respectivas famílias.



À guisa de exemplo e com as desculpas por necessariamente esquecer muitas, aqui sito o senhor José Guimarães, o Dr. Júlio Montalvão Machado, o senhor Mário Silva, pai de uma grande amiga e colega desde sempre, o senhor Barrosinho, o Engenheiro António Montalvão Machado, figura simpática e que irradiava graça, o Dr. Arnaldo Borges, veterinário, pai do Fernando, colega de escola e de liceu, entre muitos outros.


Vamos por fim referir as marcas de religiosidade na Madalena.


Desde logo as pequenas capelas de S. Roque e de S. Bento, que os fieis não esqueciam de alindar e aflorar.


Aliás, na de S. Roque ainda hoje se fazem exéquias fúnebres.


Mas o grande edifício onde acorriam e acorrem os mais devotos é a Igreja de S. João de Deus, mais conhecida por Igreja da Madalena, sita mesmo ao lado do edifício que foi albergue para peregrinos, que rumavam a Santiago e escola médica, onde funcionou a primeira aula de cirurgia lecionada no nosso país.



Nos meus tempos de missa domingueira eu, e muitos outros, decidimos trocar a missa do meio dia na Matriz ,pela missa das 11 na Madalena.


Essencialmente por duas razões.


Primeiro porque o senhor padre que a rezava fazia-o em tão só 20 minutos e não discorria prédicas longas e maçadoras.


Segundo porque o padre Carlos Jorge Alexandre, a quem me estou a referir, tinha na celebração, uma elegância de gestos e de palavras que nos ficavam no goto.


Era um sacerdote avançado para o seu tempo, homem de cultura que também lecionava Religião e Moral no liceu, utilizando sempre uma postura e uma verve cujas palavras bebíamos.


O tempo voava nas aulas que ministrava.



O padre Carlos saiu de Chaves e rumou a Espanha onde casou e onde veio a falecer.


Muitas das pessoas que mencionei ainda tive o prazer de as conhecer. Outras já só delas ouvi falar, como por exemplo o senhor Adriano da farmácia, que sei ter sido um homem muito espirituoso e de elevada cultura .


Os que ainda habitam na Madalena e que com eles conviveram, recordam-nos pelo amor ao bairro e à cidade, pelo seu sentido de humor (de alguns) e pelas suas qualidades de trabalho e honradez.


Eu, que sempre apreciei vivamente a arte da oratória, quando ouço alguém discursar com elegância, lembro, com saudade, essa figura notável que foi o padre Carlos Jorge Alexandre, durante muitos anos o sacerdote da Madalena.

 António Roque

Sobre mim

foto do autor

320-meokanal 895607.jpg

Pesquisar

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

 

 

Links

As minhas páginas e blogs

  •  
  • FOTOGRAFIA

  •  
  • Flavienses Ilustres

  •  
  • Animação Sociocultural

  •  
  • Cidade de Chaves

  •  
  • De interesse

  •  
  • GALEGOS

  •  
  • Imprensa

  •  
  • Aldeias de Barroso

  •  
  • Páginas e Blogs

    A

    B

    C

    D

    E

    F

    G

    H

    I

    J

    L

    M

    N

    O

    P

    Q

    R

    S

    T

    U

    V

    X

    Z

    capa-livro-p-blog blog-logo

    Comentários recentes

    • Fer.Ribeiro

      Relatório só após a conclusão das obras, ainda a d...

    • Fer.Ribeiro

      Pois não sei, mas posso tentar saber.

    • Anónimo

      O post está muito bom. Já agora aproveito para per...

    • TELMO A.R.RODRIGUES

      Cara amigo Luis Sancho o meu é Telmo Afonso R. Rod...

    • Anónimo

      Parabéns pelo seu trabalho, que é de louvar. Sobre...

    FB