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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

21
Jan21

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

Da Praça D.Carlos I à Praça da República

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ontem-hoje

 

 

Praça da República

 

Neste Chaves de ontem e de hoje, vamos até à Praça da República, contando um bocadinho da sua história com base em algumas imagens disponíveis, sendo sempre um agradável desafio tentar localizar no tempo as imagens de que dispomos recorrendo a alguns dados documentais e outros dados que a própria imagem contém.

 

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Foto 1

Desde já, pela “Acta Municipal de 13-10-1910”, ou seja uma semana após a implantação da República, o Presidente da Câmara, Dr. António Granjo, propõe que a então Praça de D.Carlos I passe a chamar-se Praça da República, tal qual ainda hoje se chama, embora também seja conhecida por praça do Pelourinho, que foi lá erguido pela primeira vez em 1515, mas nem sempre lá esteve, tendo sido daí apeado em 1870, passando para o Largo da Madalena, tendo também aí sido apeado anos depois para no seu lugar ser construído um fontanário, que ainda hoje existe. Há também alguns documentos que posteriormente o localizam no atual Largo do Anjo onde novamente foi apeado, depois esquecido para mais tarde ser relembrado e erguido a meio da Praça de Camões onde pouco durou, vindo por fim a ser erguido no sítio atual. Pelourinho este que nos vai servir para localizar no tempo algumas das imagens de hoje, que para já podemos com estes dados dividir em dois grupos, a fase anterior e posterior ao pelourinho, ma há mais.

 

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Foto 2

 

Só a partir das imagens que temos disponíveis, a Praça da República passou por várias fases, a saber:

1ª – A praça com a casa dos arcos;

2ª – A praça sem casa dos arcos;

3ª – A praça com jardim, sem jardim, com jardim novamente, sem jardim novamente;

4ª – A cobertura da torre sineira da Igreja Matriz, a antiga e a atual;

5ª – A praça sem pelourinho e com pelourinho.

6ª – A praça com e sem olmo na praça de Camões.

 

 

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Foto 3

 

Para as duas primeiras imagens sabemos que a casa dos arcos durou pelo menos até 1920, pois foi nesse ano é que a Câmara Municipal arrematou a sua demolição “ Casa dos Arcos - Arrematada a demolição desta casa pelo construtor civil, desta vila, José Teixeira de Sousa, único concorrente, pela quantia de 50$00, com direito à pedra e com obrigação da limpeza do lugar”. No entanto sabemos a data da foto 1, pois a mesma foi publicada nas incursões autárquicas de autoria de Firmino Aires, onde na legenda consta ser de 1865. Aparentemente a foto 2 é da mesma data.

 

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Foto 4

 

Quanto à foto 3 e 4 sabemos que é posterior a 1920 porque já não tem a casa dos arcos e anterior a 1934, ano em que aí foi reerguido o Pelourinho. Entretanto dá para perceber que se foi ensaiando o ajardinamento, que mais tarde viria a envolver o Pelourinho.

 

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Foto 5

 

A foto 5, por ainda não ter pelourinho, é anterior a 1934, mas também não tem jardim nem canteiros, apenas árvores. Se não fosse pela nova cobertura da torre sineira da Igreja Matriz, seria levado a dizer que esta foto era anterior às fotos 3 e 4, mas assim não há qualquer dúvida que é posterior. Intriga-me é estar sem jardim e os respetivos canteiros e bancos, mas talvez seja uma foto já do ano de 1934 em que o largo é limpo e preparado para receber o Pelourinho e o novo arranjo do largo, com novos canteiros ajardinados, tal como se pode ver nas fotos 6 e 6-1, por sinal a mesma foto que deu lugar à publicação de dois postais ilustrados de diferentes séries. Esta foto já é posterior a 1940, pois ao fundo, o edifício do atual Museu da Região Flaviense já aparece com 3 pisos, tendo o 3º piso sido construído nesse ano.

 

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Foto 6

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Foto 6-1


As fotos 7 a 12 são todas posteriores a 1959 e anteriores a 1966, para afirmarmos isto, temos a data de algumas fotos (1960) a matrícula do carro em primeiro plano (HE-15-99) da foto 7, é uma matrícula do ano de 1959 ou 1960, e todas as fotos são anteriores às obras da Igreja Matriz de 1966 a 1968 em que a configuração do telhado é alterado, deixando de ter duas águas, passando a um telhado com dois níveis diferentes, ficando o beiral mais próximo do chão e a torre sineira mais à vista, embora com a mesma altura. Curiosa é a outra matricula do VW carocha, pois segundo a listagem de matriculas que a ANECRA – Associação Nacional das Empresas do Comércio e da Reparação Automóvel disponibiliza, a matrícula do carocha (RS-13-83), deveria ser do ano de 1984, pois em todos os locais que procuramos pelas letras RS nos remetem para esse ano, daí, das duas uma, ou a matrícula é falsa ou então não consta nas listagens consultadas, vou mais pela segunda hipótese.

 

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Foto 7

Para ficarmos a saber mais um pouco sobre esta praça, vejamos o que Firmino Aires deixou registado na “Toponímia Flaviense”:

Praça da República
— Zona: Centro
— Limites: Compreendida entre a Rua de Santa Maria, Praça de Camões e Rua Direita.
É conhecida também como Largo do Pelourinho.

 

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Foto 8


Teve nome realengo, havendo caído em desgraça após a implantação da República. Como muitas vezes acontece, os heróis de ontem podem ser os traidores de hoje, caindo em menosprezo. Vai Victis! — assim diziam os romanos .

Este lugar foi e continua a ser o ponto onde se encontra e redivide todo um passado histórico de Chaves, desde tempos longínquos.
Aqui viveram populações romanas durante séculos. Aqui se comemoram actos religiosos e se viveram horas de opróbrio. Foi também cemitério medieval e praça (mercado).

 

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Foto 9


Desde tempos imemoriais foram ali os Paços do Concelho.

 

Os Paços do Concelho eram, desde tempos muito antigos, situados no pequeno largo contíguo à Igreja Matriz. O modesto edifício compunha-se de rés do chão e um andar, tudo de aspecto pobre e de acanhadas dimensões. Do lado do Norte confinava com a Rua Direita e aí tinha um pequeno torreão no qual estava instalado o velho relógio da vila. Do lado Sul confinava com uma casa particular, que em 1858 pertencia ao marechal de campo reformado Agostinho Luís Alves.


Em frente dos Paços do Concelho, limitando a pequena praça em que também se erguia o pelourinho da vila, havia uma arcada de três arcos, formando um abrigo, com um banco de pedra, destinado às pessoas que tivessem de esperar despachos da Câmara ou do Tribunal da Comarca, também no edifício instalado.

 

 

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Foto 10


A Câmara, para melhorar estas instalações julgou conveniente juntar ao edifício dos Paços do Concelho a casa acima referida e com ele confinante do lado Sul...


Com efeito, da acta de sessão camarária de 22 de Outubro de 1858 consta o seguinte:


O Presidente fez saber à Câmara a grande necessidade de alargar os Paços do Concelho... Por todas as razões propunha à Câmara a aquisição da casa do marechal de campo reformado Agostinho Luís Alves... sendo unanimemente aprovada...


A compra desta casa não remediou porém a deficiência de compartimentos para as instalações do município.

 

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Foto 11


…Mas o tenente de engenheiros José Correia Teles Pamplona, em serviço na guarnição, a quem a Câmara pedira o estudo dessas obras, informou que elas não podiam importar em menos de oito contos de reis e que ainda assim a casa não ficaria com as comodidades necessárias para todas as repartições, como a Câmara pretendia. A Câmara em vista disso resolveu desistir dessas obras.(Carvalho, Gen. Ribeiro de - Chaves Antiga, 109/110).

 

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Foto 12

Nesse mesmo ano de 1861, no mês de Julho, a Câmara foi transferida para o palacete do Largo Principal, pertencente ao morgado de Vilar de Perdizes —António de Sousa Pereira Coutinho, o que havia sido comprado por 2.600:000 reis.

 

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Foto 13

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Foto 14

 

Pelo Almanaque O COMÉRCUI0 DE CHAVES de 1937, viemos a saber que o último nome foi PRAÇA D. CARLOS I. Por proposta do Dr. António Joaquim Granjo, Presidente da Câmara, passou a designar-se Praça da República, deixando de se chamar Praça de Dom Carlos.
(Acta Municipal de 13-10-1910).

 

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Praça da República - Atual


E finalmente a praça que hoje temos, sem casa dos arcos, com pelourinho, sem jardim e sempre com muitos popós estacionados, mesmo que o acesso a esta praça seja de trânsito proibido e de estacionamento também.

 

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Praça da República - Atual

E diga-se que não foi fácil encontrar esta fotos, pois embora tenha as redondezas todas fotografadas, à exceção de alguns pormenores da praça, em geral passo-lhe por cima sem a fotografar. O porque é fácil de explicar, em geral, não fotografo coisas que não gosto de ver, e não é pela praça que não a fotografo, pois até é uma das mais bonitas que temos, mas não gosto dos adornos, embora até possam dar jeito num futuro distante, quando alguém como este artolas andar a pesquisar o possível ano da foto pela matricula dos tais adornos.

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Praça da República - Atual

 

Contudo, de vez em quando lá se consegue uma se adornos, com a praça limpinha, e aí, sim, já dá algum gosto tomar umas fotos
Sem carros.

 

BIBLIOGRAFIA
AIRES, Firmino - Incursões Autárquicas, Grupo Cultural Aquae Flaviae, Minerva Transmontana, Vila Real, 2000.
AIRES, Firmino - Toponímia Flaviense, Câmara Municipal de Chaves, Minerva Transmontana, Vila Real, 1990.
CARNEIRO, Francisco Gonçalves – A Igreja de Santa Maria Maior de Chaves, Edição de Autor, Livraria Editora Pax, Braga, 1979.
FONTES, Lourenço, Etnografia Transmontana II - Comunitarismo do Barroso, edição do autor, Montalegre, 1974.

 

WEBGRAFIA
http://www.monumentos.gov.pt/, consultada em 18-01-2021
https://www.anecra.pt/, consultada em 18-01-2021

 

05
Jan21

Chaves de Ontem - Chaves de Hoje

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Na rubrica do “Chaves de Ontem - Chaves de Hoje” vamos até ao ano novo de 1916, com umas despedidas do ano velho que encontrámos no jornal “O Flaviense”, em que se lamentava o ano e se projetavam esperanças para o ano novo. Recordemos que na altura se estava em plena Grande Guerra Mundial.

 

Ano novo

 

Entramos em ano novo sem que o velho nos deixe saudades.

 

Ao soarem as badaladas da meia noite, o ano de 1915 traspoz definitivamente os humbraes da História ouvindo um grandioso côro de maldições. Troava o canhão, crepitava a fuzilaria, corriam por sobre a terra rios de sangue, longos crepes cobriam milhares de viuvas e de orfãos, alastrando pelo velho mundo como negra mancha cada dia mais extensa e mais carregada, talava os campos uma devastação enorme, ouviam-se os brados colericos da miseria e os uivos lamentosos da fome, e por toda a parte, na terra, no mar e nos ares, maquinas de morte e destruição marcavam a par de um feroz engenho, producto da cultura dos homens de hoje, o mais brutal retrocesso aos tempos barbares, a mais cruel e completa negação da paz e do amôr que deviam caracterisar uma epoca de fraternidade universal.

 

Ano tragico foi o que findou, terrivel período de ferocissima lucta, que a Historia registará com lamentos de dôr.

 

Não desponta menos tragicamente o novo ano. O que será o seu curso? O que será o seu termo?

 

Não podemos rasgar o veu que nos encobre o futuro. Anima-nos, porem, a esperança de que 1916 será ano de paz e que a paz marcará o inicio de um novo periodo de reconstituição e de ressurgimento. E desejando que as nossas esperanças não sejam iludidas, a todos os nossos estimados leitores e assinantes aqui apresentamos, com os nossos cumprimentos, os votos mais siceros para no ano novo que começa lhe seja possível gosar as maiores venturas e prosperidades.

 

Pois, mas as venturas e prosperidades foram de mais 3 anos de guerra (1914-1918) e como se a guerra não bastasse, foram seguidos de 2 de pandemia denominada de “Gripe Espanhola” ou “Pandemónica” (1918-1919), que portugueses e flavienses também sofreram, em que na Grande Guerra houve 31.130.500 de mortos, feridos e desaparecidos,  e a pandemia, de janeiro de 1918 a dezembro de 1920, infetou uma estimativa de 500 milhões de pessoas, cerca de um quarto da população mundial e estima-se que o número de mortos esteja entre 17 milhões e 50 milhões, e possivelmente até 100 milhões. Só em Portugal estima-se que o número de mortos fosse entre os 60.000 a 100.000 com uma população que na altura era aproximadamente metade daquela que temos hoje. Penso que dá para imaginar o que foram aqueles 6 anos…

 

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O Chaves de ontem e de hoje, desta vez foi assim, mas fica já uma imagem da praça que iremos abordar na próxima semana.

 

 

09
Abr19

Cidade de Chaves de(s)GOSTOS

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Às vezes chego a duvidar de mim, é uma questão de sentir que me deixa na dúvida de estar a ser muito retrógrado ou estar muito à frente, sem o meio termo do estar confortável no ser conformado, como quem diz – acomodado. De qualquer das formas incompreendido (coitadinho de mim!), o que vale, é que já estou habituado e depois há o am… (ia dizer amar, mas é um termo e/ou verbo difícil de conjugar em português, isto tendo em conta o seu pretenso significado. Prefiro o verbo GOSTAR, é muito mais abrangente e fiel no seu significado, vai muito para além do amar e do fazer amor. No gostar, gosta-se sempre e quando não se gosta, também tem o seu contrário no DESGOSTO.) Pois, interrompi  quando ia dizendo — o que vale, é que já estou habituado e depois há o gostar das coisas, das pessoas, dos lugares, do viver, da alegria. Tudo isto para dizer o como gosto desta Praça do Duque à qual também lhe chamam de Camões, aliás são estas duas, três ou mesmo quatro praças que se interligam para constituir um todo do melhor que Chaves tem, em beleza, monumentalidade e história. Praças que mereciam estar cheias de alegria, movimento, de pessoas, de vida e aqui sim, de amor. Refiro-me à Praça da República, à Praça do Duque, ao Largo Caetano Ferreira e Praça do Município/Rua/Largo de Infantaria 19. No entanto é um gostar cheio de desgostos, senão vejamos qual a vida e companhias destas praças, para além das igrejas, temos a casa do poder, onde se pagam taxas e licenças, se reclama e protesta e onde os políticos têm uma câmara onde decidem por nós com a legitimidade que o voto lhes deu, coisas aborrecidas para a alegria das praças, quando muito dá-lhes algum movimento, mas continua com um Museu de Arqueologia e aqui está tudo dito, com interesse histórico, sim senhor, mas para quem gosta, logo a seguir uma Igreja que comummente se transforma em casa mortuária, depois um armazém de idosos e de caridade, a seguir casario abandonado, mais uma igreja, a seguir a praça da república que nun lado de 4 comércios, 2 são agências funerárias, no outro lado um casarão belíssimo mas abandonado e do outro lado da praça um “club”, sociedade de velhotes a fazerem tempo para enganar o tempo, para além disso, um largo sempre a abarrotar de popós num local onde até é proibido estacionar. Vira-se a esquina e há todo um casario que se prolonga Rua do Sal adentro. Talvez, de memória, conto 16 a 17 prédios de habitação e uma capela, onde há dois cafés que abrem de sol a sol (desde que nasce até que se põe) e uma relojoaria e é tudo, pois viver, mesmo viver, penso que só dois dos prédios terão gente dentro, e pouca. A única praça que ainda vai tendo vida durante o dia (de sol a sol) é a Praça do Município e a Rua/largo de Infantaria 19, com a frutaria da Amélia, os Pastéis da Maria, o Café da Catarina e agora a casa das tapas do Pépe, e mais nada… então à noite, como agora está na moda dizer, o silêncio é ensurdecedor…

 

 

 

27
Set17

Cidade de Chaves, um momento e algo mais...

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Mais um momento da cidade de Chaves e da Praça da República, um momento na hora dourada da fotografia, no entardecer da cidade quando o sol parte para outros destinos.

 

Hora dourada da fotografia mas também uma hora para o blog, pois não é todos os dias que se inaugura aqui uma nova crónica, como hoje vai acontecer – “Nós,  os homens”,  de autoria de Cristina Pizarro. Uma mulher a falar de/sobre nós, os homens. Provocação!? Ironia!? Ficção!? Ou será outra coisa!? Não sei, vamos ter de esperar para ver, mas uma coisa é certa, a arte das palavras já há muito que não é estranha à Cristina, à qual, agradecemos o seu regresso à vida deste blog. Já de seguida teremos aqui o primeiro capítulo de “Nós, os homens”. Até já.

 

 

 

11
Abr14

Chaves de ontem, Chaves de hoje

 

Mais coisa menos coisa, de uma até a outra imagem que hoje vos deixo vão 100 anos, pelo menos a julgar pelo que se pode ler nas “Incursões Autárquicas de Firmino Aires: “ 6-  -1920 – Praça da República – Casa dos Arcos. Arrematada a demolição desta casa pelo construtor civil, desta vila, José Teixeira de Sousa, único concorrente, pela quantia de 50$00, com direito à pedra e com obrigação da limpeza do lugar”.

 

 

Sabemos assim que pelo menos até 1920 a Casa dos Arcos ocupava quase metade da atual Praça da República. Fotografias antigas que são autênticos documentos e que a julgar por outras fotografias existentes entre o ano de 1920 e o atual ano de 2014 a arquitetura da praça já conheceu várias versões, algumas bem mais interessantes (a meu ver)  que as que são documentadas nas fotografias de hoje.

 

 

 

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