Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

Cidade de Chaves - Um olhar com rio e Madalena

1600-(41056)

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:17
link do post | comentar | favorito (1)
Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Cidade de Chaves - Um olhar

1600-(45940)

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:24
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 20 de Março de 2018

É só chatices!

1600-(46139)

 

Queria dar-vos boas notícias cá da terrinha, mas ainda não vai ser hoje, o tempo frio continua, a chuva também, eu sei que ela faz falta e vou-a perdoando e desculpando por isso, mas que chateia, chateia, e então quando estamos recolhidos sob um abrigo qualquer e nos cai aquela gota grossa e fria mesmo no centro da pinha!? Com tanto sitio onde cair e o raio da gota tinha de nos acertar, essa chateia mesmo a sério e faz-nos largar um impropério dos nossos.

 

1600-(46134)

 

Pois! Não se iludam também com o jardim florido que vos deixo, ele não é mais que um brinde da natureza, selvagem, que tão depressa aparece como desaparece, tal como a escultura que estava por aqui que desapareceu. Já perguntei por ela, mas ninguém sabe onde ela para. A verdade se diga, a escultura merceia estar rodeada com mais nobreza. Também é verdade que o local até é um dos mais nobres que temos, pois até de lá que se têm as melhores vistas para a ponte romana, contudo é dos locais mais maltratados, ou nem isso, pois nem sequer é tratado. Cá pra mim, alguma mente iluminada viu que aquele descampado ficava mal ao pé da escultura e em vez de resolver o problema tratando o descampado, resolveu-o tirando a escultura. O seu a seu dono, isto para que não haja para aí más interpretações, quem mandou retirar a escultura foi o anterior executivo, e não foi só esta, pois a Maria Rita também desapareceu e o busto do Cândido Sotto Mayor também. Mas regressemos ao jardim selvagem à beira rio que com o tempo quente desaparece e vira a um campo de ervas secas e poeira, e temos pena, pois Chaves até se orgulha de ser uma cidade jardim, e temos esta nódoa mesmo ao lado daquilo que a cidade tem de mais nobre, importante e que até é Monumento Nacional — A ponte romana. Um simples relvado e o problema ficava resolvido…   

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
link do post | comentar | favorito
Quarta-feira, 7 de Março de 2018

As poldras de Chaves e um Kentucky

1600-(48643)

 

 

Todos os dias vou ao meu arquivo fotográfico à procura de uma ou mais imagens para publicar. Aquilo que aparentemente deveria ser uma tarefa fácil, isto tendo em conta a quantidade de fotografias que tenho em arquivo, torna-se complicado à hora de fazer a seleção. Esta não que já publiquei uma idêntica, esta não por isto, esta não por aquilo, até que chegamos a uma imagem que nos faz parar nela. Porquê!? Pois, inicialmente não sabemos, mas logo estórias do nosso arquivo de memória dizem-nos qual a razão.

 

Hoje parei nas poldras do rio Tâmega numa imagem, ou melhor, numa série de imagens que registei há dias quando uns putos atravessavam as poldras correr. Parei nessas imagens quando o clique despertou na memória o tempo em que era assim que também eu as atravessava. Acreditem que estive mais de meia hora a relembrar a primeira vez que as atravessei, com 7 ou 8 anos de idade (a distância já não me permite ser exato), mas recordo que foi numa ida para a escola do Stº Amaro.

 

kentucky-1.jpg

 

Embora a minha escola fosse a do Caneiro, esteve em obras durante uma temporada. Durante uns meses transferiram as aulas para a escola do Stº Amaro. Tal como no meu primeiro dia de escola no Caneiro, o meu pai percorreu o caminho a pé comigo desde casa até à escola para me mostrar o melhor trajeto. Quando me deixou lá recomendou-me que que fizesse o regresso pelo mesmo caminho. Pois no primeiro dia de aulas na escola do Stº Amaro, aconteceu o mesmo, lá foi o meu pai comigo, a pé, para mostra-me o novo caminho, ou melhor, o acréscimo, pois até à escola do Caneiro era o mesmo e a partir de aí foi ir até à rotunda do Raio X, depois a Ponte Nova, Rotunda do Brasil e logo a seguir a Escola. A mesma recomendação de no regresso tomar o mesmo caminho. E assim foi, geralmente em grupos de dois ou três outros colegas de escola e também vizinhos. E assim foi sendo até que um belo dia me toucou por companhia, na caminhada de casa até à escola, os gémeos “Caios” que me ensinaram um atalho. Então, ainda antes de chegarmos à escola do Caneiro, virámos para o Bairro do Caneiro, logo após uma taberna que ali existia (do Sr. Bernardino, se a memória não me atraiçoa). Chegados ao largo, virámos em direção ao rigueiro do Caneiro onde na sua margem existia um carreiro que nos levava direitinhos às poldras. Aí atravessámo-las para a margem direita do Tâmega, desaguámos no Tabolado que já era jardim recém inaugurado. Aí os gémeos fizeram uma pausa na caminhada, um deles tirou um maço de Kentucky do bolso, gesto ao qual eu respondi com espanto e medo, e recordo que disse uma coisa do género:  — “ai se a tua mãe sabe!” — Mas a resposta foi ainda mais surpreendente: “ Foi ela que nos os comprou. Compra dos grandes para o meu pai e destes pequeninos para nós”. Na minha inocência acreditei, e já que era com a permissão da mãe deles, a minha também não haveria de se importar muito se eu fumasse também um. E fumei. Foi o meu primeiro cigarro. Recordo que nesse dia cheguei todo “inchado de importância” à escola.  No intervalo apercebi-me de que as cosias não eram bem como eles tinham contado, que afinal eu tinha cometido um “crime” que guardei em segredo até hoje… prontos, sinto-me aliviado! E hoje já não levo umas lostras porque o crime já prescreveu.

 

 

Pois a aventura dos putos a atravessar as poldras levou-me até à minha primeira travessia de muitas, e é mesmo verdade que o atravessar se deve fazer com passo ligeiro sem hesitações.

 

Quanto à estória de irmos sozinhos para a escola, é assim que era naquele tempo, e diga-se que tirando uma ou outra peripécia, as caminhadas para e desde a escola, eram feitas com toda a responsabilidade que nos foi dando algum traquejo e autonomia, hoje raramente possível com o cerco cerrado que os pais fazem aos filhos.

 

 

Guardar

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:49
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 6 de Março de 2018

Garças e Corvos Marinhos em Chaves

1600-garca-real (12)

 

Hoje trago-vos aves que descobriram o Rio Tâmega para passar uma temporada e que há poucos anos atrás não era habitual vê-las por cá. Aliás, uma das espécies,  só esta semana é que as vi.

 

1200-garca-real (1).jpg

 

Como de aves apenas conheço as da capoeira e passarecos pequenos que existem por cá desde que tenho memória, tive de recorrer a quem sabe para as identificar, mais  propriamente ao Portal de Observadores de Aves – Aves de Portugal – Fica o link:

http://www.avesdeportugal.info/

Pois as palavras seguintes roubei-as às “Aves de Portugal”, apenas  no que respeita à “Abundância e Calendário” de cada uma das espécies, mas há mais características de cada espécie, e outras espécies, no portal. Passem por lá para ver e ficar a conhecer.

 

1600-garca-real (6).jpg

 

 

 

Garça-real
Ardea cinerea

 

Abundância e calendário
Comum. Ocorre em Portugal ao longo de todo o ano, mas é mais numerosa fora da época de nidificação. Surge associada a todo o tipo de zonas húmidas, sendo particularmente abundante nos grandes estuários e lagoas costeiras. Durante a época de  nidificação é relativamente escassa e tem uma distribuição mais restrita. Existem algumas colónias no Alentejo, especialmente nos distritos de Évora e Portalegre, mas são conhecidos casos de nidificação isolada noutros pontos do território. Algumas garças-reais não nidificantes podem ser vistas nas zonas de invernada ao longo da Primavera.

 

As três fotos que ficaram até aqui são da Garça-Real que costumava estar nas poldras do Tabolado. Estas fotos já são de há dois anos. A partir de aqui é que são fresquinhas, desta semana.

 

1600-aves (21)

1600-aves (48)

 

Garça-branca-pequena
Egretta garzetta

 

Abundância e calendário
A garça-branca-pequena é sobretudo residente e pode ser vista em Portugal durante todo o ano. É mais abundante no litoral, especialmente na metade sul do território e é relativamente rara no interior norte, especialmente em zonas de altitude. Nidifica colonialmente havendo colónias importantes no Ribatejo, no Alentejo e no Algarve.

 

1600-aves (28)

1600-aves (27)

 

Corvo-marinho-de-faces-brancas
Phalacrocorax carbo

 

Abundância e calendário
O corvo-marinho-de-faces-brancas é sobretudo invernante em Portugal. Está ligado às zonas húmidas, sendo localmente abundante, podendo ver-se concentrações de dezenas ou mesmo centenas de indivíduos. No interior do país é menos frequente, mas também ocorre junto a barragens, açudes e rios de grande caudal. Está presente no nosso país sobretudo de Setembro a Abril. Contudo, alguns imaturos e indivíduos não reprodutores podem ser observados durante a Primavera e o Verão, embora nesta época a espécie seja relativamente rara em Portugal.

 

1600-aves (85)

 

Esta última foto é uma montagem com a Garça Branca, apenas uma ave em cinco momentos do seu voo.

 

Corvos Marinhos e Garça Branca que as tenho visto entre a Ponte de S.Roque e a Ponte Romana onde já as consegui ver em grupo mas a guardar entre si a devida distância, com 4 exemplares de corvos marinhos e dois de garças brancas. Quanto às fotos, foram as possíveis, que as aves me permitiram e com a máquina que tinha à mão, por sinal que não era a mais apropriada para estas coisas, mas serviu para o registo e para identificar as espécies. Ficam de fora as cegonhas que já começam a ser veteranas cá na terra.

 

Webgrafia:

http://www.avesdeportugal.info/avesdeportugal-alfab.html

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:39
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 19 de Fevereiro de 2018

De regresso à cidade, com uma foto de inverno e um sonho

1600-(48902)

 

Hoje fazemos o regresso à cidade pelos passeios à beira rio, com uma foto de inverno, a demonstrar que esta estação fria também tem os seus encantos. Nos meus sonhos, o encanto seria ainda maior se a partir do terraço existente sobre o Rio Tâmega, que foi construído a partir da estrutura do antigo motor de água, tivesse uma ligação à margem esquerda do rio, ou seja, uma ponte pedonal, apenas com a largura de duas pessoas,  com o romantismo das pontes de arame, se pudesse ser… no meu sonho pode!

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:18
link do post | comentar | favorito
Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

O Entroido da Eurocidade Chaves-Verín

1600-coredoiro-17 (86)

 

Como hoje é dia de Carnaval, ninguém leva a mal – diz o povo – e se o povo o diz, então é porque é mesmo assim. É  uma espécie de dia 1 de abril, dia das mentiras, só que aqui, no carnaval,  é a verdade que se disfarça com a mentira, quer com máscaras, quer vestindo-se a verdade de careto, de matrafona, de peliqueiro ou cigarón, estes últimos os mais próximos de nós, pois são da nossa Eurocidade Chaves-Verín. Assim sendo, as imagens de hoje são dos nossos cigarróns de Verín, e entendam esta última frase também como uma frase carnavalesca, ou seja, uma verdade também ela vestida com uma mentira.

 

1600-coredoiro-17 (237)

 

Em tempos achei piada a uma frase que tentava explicar o que era a Eurocidade Chaves-Verín em que dizia “aqui somos todos galegos que vivem na mesma cidade mas em dois bairros, uns vivem no bairro do Norte e outros no bairro do Sul.”. Eu próprio acho que adotei algumas vezes, isso aconteceu quando achei também piada à ideia de Verín e Chaves serem uma só cidade, com um mesmo povo que culturalmente somos, e que cheguei a acreditar que essa cidade seria possível, tanto mais que até os senhores da Europa, que são assim uma espécie de senhores de Lisboa mas à escala europeia, numa das suas páginas oficiais da WEB diziam o seguinte: “O projeto Eurocidades procurou encontrar formas de promover os serviços e as políticas comuns em áreas como a cultura, turismo, comércio, educação, investigação e política social. Este projeto pretendeu fomentar uma colaboração territorial mais profunda e edificar uma coesão social entre as duas comunidades, ao mesmo tempo que procurou melhorar a qualidade de vida em geral das pessoas.” (in: http://ec.europa.eu/regional_policy/pt/projects/spain/eurocity-bringing-cultures-together-to-forge-lasting-bonds )

Palavras encantadoras “ políticas comuns em áreas como a cultura, turismo, comércio, educação…” . Fiquei convencido, mas tudo isto foi antes de cair em mim.

 

1600-coredoiro-17 (38)

 

Com o tempo essa dos “galegos do Norte e dos galegos do Sul” fez-me lembrar aquela anedota que pretendia demonstrar a xenofobia e racismo do apartheid  na África do Sul,  quando a professora branca que entrou pela primeira vez numa turma mista, disse: aqui não há brancos nem pretos, somos todos azuis. Uma vez que assim é, o azuis-claros sentam-se à frente e os azuis-escuros sentam-se atrás.

Pois por aqui também é tudo galego, mas cada um no seu cantinho e cada um brinca com os seus brinquedos, festas, culturas, educações, etc.  incluindo no Carnaval.

Vejamos por exemplo uma sondagem que está na página da Eurocidade Chaves-Verín:

 

sondagem.JPG

 

 

Não seria mais correto o texto dizer assim:

 

Concorda com um único hospital na Eurocidade Chaves-Verín com todas as valências médicas e especialidades?

Com apenas duas respostas: sim ou não

 

Mas para evitar guerrilhices até deveria ser assim:

Concorda com um único hospital na Eurocidade Chaves-Verín a construir na antiga fronteira, com todas as valências médicas e especialidades?

 

1600-coredoiro-17 (9)

 

Os mais atentos dirão que não, que as coisas não são assim, que até já existe um cartão de eurocidadão para mostrar aos amigos, e uma agenda cultural comum onde cada um (galegos do Norte e galegos do Sul) deixam as suas atividades individuais (que não são comuns porque não existem).

 

Tudo isto porque, ao contrário de Verín,  Chaves não tem tradição de festejar o Carnaval, e quando apareceu essa coisa da Eurocidade Chaves-Verín, cheguei a sonhar que seria possível fazer qualquer coisa em conjunto, onde Chaves também passasse a ter alguma da festa do Entroido de Verín.

 

1600-coredoiro-17 (119)

 

Eurocidade Chaves- Verín que agora também já se autointitula “Eurocidade da Água”. Para esta e para quem conhece o nosso Rio Tâmega entre Chaves e Verín,  deixo aqui um texto que há dias se cruzou comigo na internet, num grupo do Facebook “Tâmega Internacional – Natureza e Mundo Rural”  de autoria de Marco António Fachada:

 

"Durante anos sonhamos: com uma área protegida, com bosques ribeirinhos onde pudéssemos ensinar como se sabe, pelas árvores e líquenes, onde está o Norte, com moinhos reconstruídos e transformados em centro de interpretação da natureza, com o silêncio do canto das aves e o ruído das águas a bater nas pedras.


Um espaço onde pudéssemos mostrar que uma árvore morta é ainda uma fonte para a vida.


Vieram estudantes e turistas, nacionais e estrangeiros. Fomos à televisão e a congressos, cá dentro e lá fora.

Acreditámos.


Houve uma petição, assinada por (quase) todos nós. O tempo foi passando, desacreditando.


Hoje os caminhos onde víamos o sardão ou a cobra-de-escada a aquecer no cascalho, são estradas movimentadas em alcatrão.


Vieram outros, puseram novos observatórios e sinalética, mas a vegetação continua a ser destruída, a extração de areias voltou, à luz do dia, encoberta pela neblina, à luz do sol depois do nevoeiro levantar...


Parece que resta um sofá...largado, à beira da tal estrada de alcatrão, de frente para uma lagoa, sem árvores, sem aves...


Chamam-lhe desenvolvimento, eu acho que é apenas desilusão. 


Eu assumo a minha."

 

1600-coredoiro-17 (22)

 

E eu a minha!

 

 

Claro que tudo isto vem porque hoje é Carnaval e ninguém leva a mal… E com esta me bou!

 

Desculpem lá, mas gosto mais da versão barrosã de “me bou” do que da flaviense “bou-me”. Continua a ser Carnaval…. ou Entroido na Eurocidade.

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 03:08
link do post | comentar | favorito
Sábado, 10 de Fevereiro de 2018

Pedra de Toque

1600-(45517)

pedra de toque copy.jpg

 

                       QUANDO

 

                        Quando te descobri,

                        Acariciei logo teu pensamento.

 

                        Quando te senti,

                        Afaguei logo teu coração.

 

                        Depois,

                        Dirigi-me para dentro de mim

                        E quedei-me absorto olhando a cidade, o rio

                        E teus olhos líquidos.

 

                        O cansaço adoeceu-me.

 

                        Só a tua boca,

                        Acalma as tempestades,

                        Reflete o sol

                        E sara maleitas!

 

                        Bendita sejas!... 

 

António Roque

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 00:44
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 9 de Fevereiro de 2018

Momentos!

1600-(48788)

 

Às vezes a imagem não é tudo, mostra-nos sempre e apenas aquilo que se vê, ou aquilo que queremos que se veja, até a podemos congelar para todo o sempre, mas a quem a vê faltar-lhe-á o momento vivido aquém daquilo que o olhar alcança, esse, ah esse momento, é só nosso, de quem o vive.    

 

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 01:22
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto de um dia quente

1600-(43511)

 

Já sei que ainda estamos no inverno, mas mais uns mesitos e temos aí o inferno do verão. A foto de hoje foi tirada num desses dias insuportáveis de verão, com as temperaturas a rondar os 40º, num daqueles dias em que as sombras são procuradas, principalmente pelos mais idosos, não para a assossega ou lazer, mas antes por necessidade. Felizmente Chaves tem alguns destes espaços que fazem a delícia dos dias quentes, mas estão concentrados à beira-rio, pena que nas 4 ou 5 grandes praças que o centro histórico tem, não existam pequenos parques de sombras para o verão, pena também que a nova tendência da arquitetura urbanística dê preferência a largos despidos, feitos mais para serem vistos do que usufruídos pelas pessoas… todos querem fugir do engaço…

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:16
link do post | comentar | favorito (1)
Terça-feira, 30 de Janeiro de 2018

A ponte romana de hoje, de há 50 anos e um pormenor com 109 anos e 39 dias...

1600-(46499)

 

Nos grupos do facebook barrosões tenho visto por lá umas fotos antigas das aldeias barrosãs, uma delas Viade de Baixo. Ontem entrei em contacto com um dos administradores do Grupo Viade de Baixo para me indicarem quem era o autor das fotos a fim de lhe pedir autorização para as utilizar num post deste blog. Acabei por saber o nome do fotógrafo que, afinal, se trata de um dos melhores fotógrafos portugueses do século XX, um Engº Técnico Agrário que se apaixonou pela fotografia e que nos anos 50/60 esteve a trabalhar em Montalegre como Engº Téc. Agrário. Este fotógrafo que dá pelo nome de Artur Pastor (1922-1999) fotografou todo o Portugal real, urbano e rural , do Norte a Sul de Portugal e ilhas. Estando em Montalegre nos anos 50/60 suspeitei que a objetiva da sua Rolleiflex também tivesse andado por Chaves a captar alguns momentos da cidade de então, e não me enganei. Chaves faz parte do seu espólio fotográfico que hoje é propriedade do Arquivo Municipal de Lisboa.

 

chaves-A-Pastor.jpg

Fotografia de Artur Pastor (anos 50/60)

 

Apreciei devidamente de Artur Pastor, da qual não apurei a data exata, anos 50/60 é o que diz na sua coleção de Trás-os-Montes. E sim, dá para verificar que a fotografia não é muito antinga e que quase tudo que é retratado pouco difere do que hoje existe, inclusive eu que pela certa sou mais novo que a foto, ainda me lembro daqueles candeeiros da Ponte Romana, mas há um pormenor nesta foto que me chamou a atenção e que veio confirmar sem qualquer dúvida aquilo que já há uns anos sabia. Trata-se da placa que assinala a cheia do Tâmega de 22 de dezembro de 1909, mais propriamente da sua localização. Para melhor entenderem aquilo a que me refiro, ampliei as duas fotos que vos deixo atrás na zona da referida placa e assinalei a vermelho as referências de duas janelas da construção (que na reconstrução de há uns anos atrás não foram alteradas) e da placa da cheia, antes e depois das obras.

 

1400-(46499)-1

 

Não é por nada, mas após as obras, a placa não ficou bem no mesmo sítio. Acredito que quem recolocou a placa tivesse a intenção de enaltecer a grandeza da cheia de dezembro de 2009, pois se o espanto da sua grandeza já era grande com a placa no devido sítio, isto acreditando que quem a colocou lá originalmente respeitou as marcas da cheia, se a placa subisse mais um metro, o pessoal espantar-se-ia muito mais. E confesso que eu fui um dos que se espantou quando a vi nesta nova localização, não pela grandeza da cheia, mas pelo atrevimento e pela mentira que agora lá está colocada.

 

600-chaves-A-Pastor.jpg

 

Mas tudo bem, desde que o pessoal saiba a verdade e haja provas de tal, como a foto de Artur Pastor que vos deixo ou mesmo o testemunho das fotos da época da referida cheia de 1909, não há grande mal, desde, claro, que o contar da história verdadeira se vá mantendo ao longo das gerações, ainda para mais que a estória é caricata. Mas bem melhor era que a placa regressasse ao seu devido sítio. Mas esta estória dá também para perceber que não devemos acreditar em tudo que vemos e em tudo que lemos na História, e Chaves tem alguns destes exemplos, e até bem mais graves que este da placa.

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:25
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

De regresso à cidade

1600-(48701)

 

Hoje fazemos o regresso à cidade pela Ponte Nova, embora na placa que está colocada nas entradas da ponte ateste que é Ponte Barbosa Carmona, o que já vai sendo habitual em Chaves, ou seja, o topónimo escrito na placa lá do sítio é um, mas nós tratamos o lugar pela alcunha, tal como se passa com o Largo das Freiras, o Jardim do Bacalhau, o Largo do Anjo e o Largo dos Pasmados, entre outros. E já que é assim, e o povo quer, assim seja! Que o povo tem sempre razão.

 

1600-(48721)

 

E regressamos à cidade com duas noturnas. Não por regressarmos à cidade de noite, às vezes lá calha, mas agora já o fazemos de dia (a grande maioria).  Para ser sincero, as fotos até foram feitas ontem no regresso a casa, mas isso até pouco interessa, pois o que vale mesmo são as imagens da nossa ponte, do nosso rio, do nosso jardim e de um a rua com carros para lá e pra cá que o tempo de exposição da foto só permitiu captar as luzes e os seus trajetos.

 

Um boa semana!

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:28
link do post | comentar | favorito
Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia

1600-(38100)

 

Hoje à procura de uma foto para publicar, esbarrei com esta que vos deixo, uma foto de um momento único sobre a nossa Top Model. Aconteceu às 17 horas, 55 minutos e 5 segundos do dia 9 de fevereiro de 2014, à mão só tinha o telemóvel que para estes registos singulares serve sempre, que remédio, mas acabou por captar o que se pretendia – uma enorme nuvem alaranjada sobre a nossa Ponte Romana, refletida sobre o Tâmega, bem encorpado por sinal, reflexo que continuava sobre a calçada até entrar-nos no olhar, com aquele conjuntinho precioso da Madalena a rematar a composição e a dar-lhe algum contraste. Sem filtros, tal como estava. Gostei então do momento, daí o registo. Hoje quando a revi, gostei de novo de ver e reviver o momento que já estava adormecido num cantinho da memória e a imagem despertou. Se então gostei do que vi e hoje continuei a gostar, porque não ser a foto a partilhar hoje convosco. Aqui está ela!

 

Até amanhã com mais uma das nossas aldeias, que posso desde já anunciar, pois segundo a ordem alfabética, como de costume, a seguir a Izei vem Lagarelhos, curiosamente na realidade também assim é. Assim sendo, amanhã vamos até Lagarelhos.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:23
link do post | comentar | favorito
Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

Chaves, cidade, concelho e região - Uma foto por dia e algumas palavras

1600-(48593)

 

Ontem ao início da noite, o Rio Tâmega, o céu e a Ponte Romana estavam assim, a pedir uma foto. Claro que não lhe resisti e ela aqui está com a nossa sempre Top Model, a ponte romana, a velha e antiga ponte romana com quase dois mil anos de existência.

 

Velha ponte mas sempre tempo para nascer alguma coisa e hoje no blog nasce mais uma nova crónica, que estará aqui de 15 em 15 dias, intitulada “A Pertinácia”,  e escrita no feminino pela pena de Lúcia Pereira Cunha. Até já com esta nova crónica.

 

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:40
link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

De regresso à cidade

1600-(48191)

 

´
publicado por Fer.Ribeiro às 02:45
link do post | comentar | favorito

.Fotos Fer.Ribeiro - Flickr

frproart's most interesting photos on Flickriver

.meu mail: blogchavesolhares@gmail.com

.Abril 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9


22
26
27
28

29
30


.pesquisar

 
blogs SAPO
ouvir-radioClique no rádio para sintonizar

 

 

El Tiempo en Chaves

.Facebook

Fernando Ribeiro

Cria o teu cartão de visita Instagram

.subscrever feeds

.favorito

. Blog Chaves faz hoje 13 a...

. Solar da família Montalvã...

.posts recentes

. Cidade de Chaves - Um olh...

. Cidade de Chaves - Um olh...

. É só chatices!

. As poldras de Chaves e um...

. Garças e Corvos Marinhos ...

. De regresso à cidade, com...

. O Entroido da Eurocidade ...

. Pedra de Toque

. Momentos!

. Chaves, cidade, concelho ...

. A ponte romana de hoje, d...

. De regresso à cidade

. Chaves, cidade, concelho ...

. Chaves, cidade, concelho ...

. De regresso à cidade

.Blog Chaves no Facebook

.Veja aqui o:

capa-livro-p-blog blog-logo

.Olhares de sempre

.links

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

Add to Technorati Favorites