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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

30
Mai19

Cidade de Chaves - Um olhar desde a Rua Direita

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Hoje ficamos com uma vista tomada desde a Rua Direita no enfiamento da Ponte Romana. Não há vila ou cidade que não tenham uma rua com este topónimo “Rua Direita”, que traduzido em miúdos significa ou significava que era a rua principal da vila ou cidade, aquela que nos conduzia direitinhos ao(s) sítio(s) mais importante(s) da localidade. Rua Direita que em geral são bem tortinhas. Mas esta é a Rua Direita da urbe medieval que ficava entre muralhas medievais e que atravessava Chaves medieval, rua pela qual se faziam as entradas nas muralhas. Já a suposta “Rua Direita” romana teria o seu traçado bem direitinho no enfiamento da Ponte Romana. Os troços postos a descoberto por algumas escavações arqueológicas recentes ( Rua 1º de Dezembro e antigo café 5 Chaves) mostram essa mesma via principal romana, mais ou menos paralela à atual Rua de Stº António, sob o casario existente da rua (lado Sul).   

 

 

10
Mai19

Cidade de Chaves - Rua Direita

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Hoje ficamos com uma imagem da terrinha e um vídeo de imagens, todas quantas passaram pelo blog Chaves durante o mês de abril, com imagens de Chaves cidade, das aldeias de Santa Marinha, Santa Ovaia e Seara Velha e ainda do “Barroso aqui tão perto” com um dia de neve, a exuberância da primavera e a aldeia de Cabril. Espero que gostem!

 

Quanto à imagem da terrinha é do troço final da Rua Direita, ali onde a rua é atravessada pela Travessa do Município, sempre com vida, sem qualquer dúvida que é o troço de rua mais concorrido, onde a imagem fala por si, mas pode ser comentada, porque ela diz-nos coisas, por exemplo ficamos a saber que a ementa do dia do restaurante da esquina era vitela estufada, febra grelhada e filetes de pescada a €5.50, não diz lá, mas é só um dos pratos, claro. Depois há estes três jovens que estão em primeiro plano muito sintonizados em algo que se passa na travessa. Menos jovem, o Milo do talho enquanto apanha um bocadinho da vitamina D solar, aproveita para mandar umas bocas ao carteiro. Ao lado do Milo, sentadas também na recolha da vitamina D estão 2 pessoas, possivelmente uma dela é da Srª da frutaria em frente, que fica à sombra como convém à hortaliça, mas nem tanto aos ossos. O que me intriga é a intriga daquele lá ao fundo…para onde olha ele!? Para o sinal!? Para o beiral do telhado!? Para as nuvens!?, não sei, mas sei que ele sabe. Mas ainda na imagem e para terminar porque esta coisa já vai longa, pois ainda faltam alguns pormenores mesmo sem entrar no Largo do Anjo, há a realçar aquilo que merece ser realçado, os portões de ferro que tão típico eram na cidade e que hoje apenas existem meia-dúzia deles, espero que por muitos e longos anos e depois aquela varanda por cima da frutaria, uma varanda muito singular construída em xadrez com tirinhas de madeira e uma das mais antigas da cidade de Chaves, que aliás é mencionada em alguns documentos históricos da cidade.  E é tudo, ou quase, pois falta o apelo para verem o vídeo que a seguir vos deixo, são 15 minutos, feitos com amor e carinho com todas as imagens que passaram pelo blog durante o mês de abril. Acho que já me estou a repetir, o melhor é mesmo ficar por aqui com um  — Até amanhã! (vejam o vídeo, tá!?)

 

 

 

 

 

 

07
Mai19

Cidade de Chaves, desde o Arrabalde até à Arte Contemporânea

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Hoje iniciamos pela Rua Direita, mas sem entrar nela, apenas para deitar um olhar as nossas afamadas varandas e sacadas, com sorte, também às sardinheiras que tão bem fazia o conjunto da composição. Aliás, na varanda do lado esquerdo ainda se mantém a tradição.

 

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Claro que para recolhermos este olhar temos de obrigatoriamente estar no Largo do Arrabalde e nem há como abrir mais um bocadinho a objetiva para ver o que por lá se vai passando e quem passa, sim, porque embora também seja conhecido pelo largo dos pasmados, hás os que passam e os que pasmam. Se querem saber, eu, raro é o dia em que não passo por lá, mas de vez em quando, também gosto de ir para lá pasmar, de preferência sozinho, mas não é fácil, pois aparece sempre um ou outro amigo que também gosta de ir para lá pasmar. Já agora entenda-se pasmar pela sua definição, que não é mais que “ficar suspenso”, ou seja, deixar-nos absorver pelo ambiente, pasmar mesmo, e não precisa de abrir a boca, pode ser com ela fechada.

 

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Mas hoje não é para pasmar muito por aqui, pois se gosta de arte contemporânea, às 18 horas inaugura no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, uma exposição de Helena Almeida (Lisboa, 1934 — Sintra, 25.10.2018), uma conceituada artista portuguesa, recentemente falecida. Creio que esta será a sua primeira grande exposição após a sua morte e acontece precisamente em jeito de homenagem levada a cabo pela parceria Casa de Serralves/MACNA (Câmara Municipal de Chaves).  Na inauguração seguir-se-á uma conversa entre Marta Moreira de Almeida, comissária da exposição, e Bernardo Pinto de Almeida, historiador de arte e conhecedor da sua obra, num renovado gesto de homenagem à artista.

Mais sobre a artista Helena Almeida, pode consultar:

 

          O site do MACNA

               O Site da Casa de Serralves

                    Ou na Wikipédia

 

 

08
Abr19

De regresso à cidade, com chuva

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De regresso à cidade, com chuva e um poema de Torga, a fazer pandã!

 

 CHUVA

Chove uma grossa chuva inesperada,
Que a tarde não pediu mas agradece.
Chove na rua, já de si molhada
Duma vida que é chuva e não parece.

 

Chove, grossa e constante,
Uma paz que há-de ser
Uma gota invisível e distante
Na janela, a escorrer...

 

In Diário II - Miguel Torga

 

 

27
Ago18

De regresso à cidade, pela Rua Direita, com prémios...

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Em mais um regresso à cidade, hoje vamos fazê-lo pela Rua Direita, que é sempre uma das principais ruas de onde quer que seja o lugar, vila ou cidade, pois em geral, e é dai que vem o topónimo, é “direita” porque é (ou era) a rua que nos levava a direito até ao poder local. Pois esta começa no Largo do Arrabalde e vai direitinha (embora toda torta) até ao Largo do Anjo, deixando o poder ao lado. Claro que a imagem é de arquivo, mas recente e parei já lá na croa da rua para tomar uma foto, mesmo em frente ao meu barbeiro, perdão, cabeleireiro masculino, assim é que é e não é um cabeleireiro qualquer e a prová-lo, na foto seguinte, vejam bem o que diz o letreiro por cima da porta de entrada.

 

1600-(49766)

 

Pois é, Manuel Silva, um flaviense de Loivos, Campeão Nacional de Cabeleireiro Masculino 2017, mas também Finalista Chalange CACP Barber Shop 2017 e 3º Lugar Barber Battle, Espanha 2017. Mais um ponto para Chaves e outro para Loivos, a provar que em Loivos não há só bons músicos, também há dos melhores cabeleireiros masculinos.

 

 

 

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