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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

03
Fev18

Pedra de Toque

brunheiro (403)

 

Os piquinhos do Brunheiro

 

O inverno chuvoso e frio, com muita neblina que escurece os dias e uma maleita preocupante que ando a cuidar, tem contribuído para a tristeza me bater na disposição, virando-me, sobretudo, a concentração que preciso para dar à luz os meus modestos escritos.


Ajuda-me a cidade que me envolve e que amo irremediavelmente, bem como as montanhas que me circundam e me inspiram e serenam quando as contemplo.


E claro, os amigos que prezo muito, porque estão sempre, porque "se revelam na adversidade".


Se algum condão tenho é o de preservar e fazer amigos. 


Procuro estar com eles e com eles partilhar ideais, sonhos, projectos.


Depois e a todo o instante, as mulheres que preenchem a minha vida. Umas que aparecem caídas não sei de onde. Outras que a memória preserva e que marcaram a felicidade que passou.


Raro é o dia que não lembro ou não descortino umas mãos, um sorriso, uns olhos, uma boca, que me entontecem. 


Fui hoje aos piquinhos do Brunheiro, que descobri numa bela foto do artista Fernando Ribeiro.


Para além da água, do verde que a circunda e da brisa que se fazia sentir, com Chaves por cenário, reencontrei a tua incomensurável simpatia que transpira dos teus dentes branquíssimos que enfeitam o teu rosto e o teu sorriso.

 

Foi uma bela prenda que me ofertaste.
Muito obrigado.

António Roque

 

02
Fev16

Chaves, uma imagem com regressos...

1600-(45899)

 

Chaves numa imagem onde a veiga se começa a adentrar na Serra do Brunheiro como se o conseguisse. É, hoje faço um duplo regresso às origens, à freguesia da Madalena, ao Sr. da Boa Morte, como quem ia a caminho da praia do canal e a Casa Azul ficava para trás, já com a Quinta da Condeixa de fundo. De vez em quando convém fazer estes regressos ao passado, mas com os olhares de hoje. Os meus regressos e os regressos de alguns, e éramos muitos que então tínhamos a rua e os caminhos como a nossa sala de brincar.

 

Quanto à foto, é mais uma da câmara fotográfica do telemóvel.

 

 

 

02
Dez11

Névoas de Montanha

 

Ontem aproveitei aquele que parece ter sido o último feriado 1º de Dezembro, pois lá se foi a Restauração da Independência, o que me leva a crer que a abolição deste feriado não é tão inocente assim e até tem razão de ser neste momento que tão dependentes estamos dos senhores da Europa, pois não me parece que seja o feriado o culpado da crise actual nem das más governações sucessivas dos mandantes de Lisboa, mas enfim, eles (os mandantes de Lisboa) como ainda ontem alguém me dizia “não têm os cinco alqueires da cabeça bem aferidos”, decidiram e a gente obedece, já estamos habituados, não é?

 

 

Pois dizia eu que aproveitei o último feriado e fiz um pouquinho daquilo que gosto – dar umas voltinhas por aí na companhia da minha amiga máquina fotográfica, e lembrei-me, apenas por curiosidade, de ir ver o que o nevoeiro tem andado a fazer nas terras altas, mais propriamente ali pró alto do Brunheiro e, lá estava ele, meio disfarçado com uma chuva “molha tolos”, coisa que a minha amiga não gosta muito e assim foi um passeio breve, mas deu para tomar algumas imagens. Deixo-vos duas. Até mais logo.

 

 

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