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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

18
Jul19

Quatro gerações a esticar...

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Entre 1914 e 2014, num século e quatro gerações, mulheres e homens portugueses esticaram em altura.

JN de 26-06-16

 

Ao que parece o esticar ou crescer ao longo dos tempos, é transversal à vida portuguesa. Aconteceu com as pessoas, com o tempo de vida, com a educação, com a qualidade de vida, mas também com o que é mais material, com as casas/construções, por exemplo, que a imagem que vos deixo é bem uma prova disso, onde também se podem ver três ou quatro gerações…

 

No mesmo estudo, sobre o crescimento dos portugueses da primeira citação, a alturas tantas também se diz (o negrito e sublinhado é meu):

 

Mais altos, menos problemas cardíacos. Mais altas, menos complicações para os filhos durante a gravidez e depois do nascimento. Mas quem tem mais centímetros na vertical tem maior probabilidade de desenvolver certos cancros.

JN de 26-06-16

Será que isto também acontece com o resto, além das pessoas!?

 

Uma questão que fica para reflexionar, isto, se lhe apetecer, caso contrário, passe à frente e tenha o resto de um bom dia. Da nossa parte, ao meio dia em ponto estaremos aqui com mais "Arte & Cultura partilham.se...".

 

 

17
Jul19

Chaves, Rua Direita em manhãs de descanso

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Para já, ficamos com mais uma imagem da Rua Direita numa manhã de dia de descanso, quente e calma em que as sombras já são apetecíveis, ou então, para uma voltinha matinal de motorizada, as mesmas que nos finais do século passado eram utilitários de transporte para muitos portugueses e que hoje, são relíquias de coleção para mostrar e desfrutar em momentos como os da imagem.

 

Mas hoje e nos próximos dias, iremos ter ainda “Arte & Cultura partilham-se”, num post extra,  a acontecer todos os dias às 12H00 em ponto. O primeiro já lá está, à espera do meio dia. Até lá!

 

 

 

 

15
Jul19

De regresso à cidade...

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Cá estamos de novo de regresso à cidade, depois de um sábado que prometia, mas que a trovoada estragou, regressamos hoje com uma imagem de marca da cidade de Chaves, a casa do coreto que não é coreto mas sim um terraço coberto. Curiosamente durante alguns anos fiz as minhas entradas na cidade com o dobrar dessa esquina, ainda na altura em que no rés-do-chão do coreto existia uma loja/oficina de produtos elétricos, penso eu, pois nunca reparei em pormenor o que continha no seu interior. Eram outros tempos em que os meus olhares andavam entretidos com outras coisas, mas lembro-me, isso sim, da pessoa que ocupava o espaço e que, penso,  só há poucos anos o deixou de ocupar.

 

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Mas hoje fazemos um regresso à cidade também com uma imagem onde há flavienses dentro. Um, dois, três…conto no total dez flavienses e sei que o são, porque os conheço a todos, alguns amigos, outros apenas conhecidos, ex-vizinhos também e até o “canário” que desceu de terras de Agrações para alegrar os nossos dias. Pela certa que alguns não serão flavienses de nascença, não o sei, pois nisto de nos conhecermos a todos não se entra em alguns pormenores, mas são flavienses porque nasceram cá ou por que o destino os trouxe até cá para aqui viverem as suas vidas e habitarem os dias flavienses, daí, serem flavienses também. O “Canário” fica a cores, com o seu chapéu amarelo,  que é mesmo do “Augusto Canário & Amigos” (o chapéu).

 

 

12
Jul19

Cidade de Chaves - ai quem me dera...

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Todos os dias entro no meu arquivo fotográfico à procura de uma ou mais imagens para publicar neste blog. Às vezes procuro imagens para ilustrar um assunto que abordo, outras vezes, é a própria imagem que sugere um assunto a abordar, outras é para ir de encontro a um acontecimento, a uma notícia, a um evento do dia. Há sempre um motivo que em geral me facilita a procura. Hoje, sem nada em especial para abordar, parei nesta imagem e pus-me a pensar o que me fez parar nela,  e a resposta foi imediata – apetecia-me estar dentro dela, gozar do prazer da frescura de uma sombra à beira rio, simplesmente estar lá – coisas destes dias quentes de verão, para mim, um tormento, dou-me melhor com as primaveras, os outonos e até os invernos em que mais um agasalho, menos agasalho, e o problema fica resolvido, tal como resolvido está o post de hoje.

 

Até amanhã!

 

10
Jul19

Cidade de Chaves, cada vez mais interessante...

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Travessa das Caldas, há dois dias

Temos vindo a constatar e vamos dando aqui conta disso, que a cidade de Chaves (centro histórico) nos últimos anos está a ficar com nova cara, muito mais atraente e interessante, tudo graças às reconstruções do velho casario mais deteriorado. Com as reconstruções têm aparecido também novas lojas comerciais,  que não podendo concorrer com as grandes superfícies comerciais, que também abundam em Chaves, opta, pelo comércio de especialidade e de marca, e em boa hora tudo isto está a acontecer, transformando uma cidade que estava a ficar moribunda numa nova cidade (centro histórico) com vida. Penso que todos queremos que tal aconteça.

 

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Travessa das Caldas, em 2017

Pois neste último feriado municipal dei uma pequena volta pelo nosso centro histórico e sou surpreendido com aquele velho prédio, que há mais de 20 ou 30 anos estava a pedir obras, na fase final da sua reconstrução.

 

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Um comércio castiço, em 2007

Ao longo dos tempos fui monitorizando esta construção, aliás até lhe dediquei um post, penso que em 2007 não ao prédio em si mas ao velho comércio (centenário) que lá existia e que era conhecido de todos os flavienses, um comércio castiço com muitas estórias para contar e que ao longo dos tempos foi resistindo contra todas as investidas da modernidade. Infelizmente esse comércio, com os seus velhos armários cheios de tudo que precisávamos para o calçado, perdeu-se, esperemos que em sua substituição apareça outro com a importância que aquele teve.

 

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em 2008

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Travessa das caldas em 2005

Iremos continuar atentos ao que se vai passando de bom nesta cidade, aliás estas atuações de reconstruções até deveriam ser premiadas para ver se incentivavam outras também bem carentes de obras. Um prémio anual para a melhor recuperação efetuada no nosso centro histórico, prémio que fosse significativo em termos de prestígio e, claro, monetário, com isenção de IMI durante uma porrada de anos, por exemplo, e um prémio monetário também para o gabinete ou arquiteto que projetaram a reconstrução, e empreiteiro da obras, com regras bem claras que primassem pela qualidade da reconstrução, de modo a que todos os intervenientes na reconstrução fossem premiados pelo seu empenho. é apenas uma ideia que penso que nem é original, mas já que se copia tanta porcaria, porque não copiar uma coisa interessante para o bem de Chaves.  

 

 

09
Jul19

De regresso à cidade...

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Como ontem foi feriado municipal, só fazemos o regresso à cidade hoje, terça-feira, mas com imagens de ontem, da Praça do Duque, já depois da cerimónia do içar da bandeira e da cerimónia das condecorações municipais.

 

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O tempo, nosso, e outras contrariedades, não nos deu para estar em todas as cerimónias, mas às que fomos fizemos o nosso registo, tal como aconteceu na inauguração da exposição de artes plásticas “Uma geração, dois Momentos” enquanto a chuva caía a bom cair lá fora, tal como "previa" um dos artistas falecidos numa das suas obras em exposição – “Nem que chova pá!” - A inauguração aconteceu.

 

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E é tudo por hoje, amanhã há mais!

 

 

 

08
Jul19

Acrobacia aérea em Chaves - Com vídeo

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Em paralelo ao programa oficial do Chaves em Festa, outros eventos vão acontecendo aqui e ali nestes dias, um deles aconteceu ontem, dia 7, no aeródromo de Chaves, com um festival de acrobacias aéreas, ou seja, em vez das pacatas avionetas que nos costuma sobrevoar, ontem, aos céus de Chaves subiram avionetas um bom bocado mais nervosas que faziam coisas de arrepiar lá no ar, e às vezes bem perto de terra.

 

Para os que gostam do som ao natural, lamento, mas a minha câmara fotográfica não regista som na fotografia, mas, fica um brinde no final do vídeo para os momentos finais de uma das avionetas que entro no festival.

 

07
Jul19

Mariza em Chaves em Festa

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Chaves em Festa desde a passada quinta-feira, com honras de abertura para a ORQUESTRA INFANTIL da Academia de Artes de Chaves, e embora os D.A.M.A. tivessem atuado sexta-feira à noite no jardim exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, quem preencheu os jardins nesta noite passada de sábado, foi uma Dama do fado e da canção portuguesa, MARIZA, que cantou e encantou todos os presentes.

 

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Quase dez mil metros de relvado pejado de gente rendidos à melodia da voz de Mariza que segundo as minhas contas, encantaram cerca de 84.600 pessoas, e para que não haja dúvidas, aqui ficam as contas: ora 9.400m² de jardim x 9 pessoas/m² = 84.000 pessoas, mas como posso ser suspeito na contagem, nem há como perguntar à Mariza. Não foi assim Mariza!?

 

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- Ora deixa cá ver, tantos vezes tantos a dividir por tantos, uhhhhhh!, parece-me que não!

 

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Prontos, tá bem, esqueci descontar o espaço do palco e o espaço livre por trás do mesmo, ora 9 mil e tal, menos 2 mil e coisa, dá tantos como 6 mil e tantos, vezes as 9 pessoas por metro quadrado, vamos para as 57 mil pessoas. Penso que andaria próximo deste valor. Está bem assim Mariza!?

 

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Mas fossem quais fossem os números, o recinto estava à pinha e a Mariza encantou, tanto, que no final do espetáculo o público, em coro uníssono pedia “Só mais uma, só mais uma, só mais uma…” e a Mariza regressou ao palco e cantou duas!

 

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E ainda antes de terminar a segunda, desceu à terra, continuou a cantar com a mesma afinação, cumprimentando em simultâneo as pessoas da frente que acabaram por representar toda a plateia.

 

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E como o dia da cidade é só na segunda-feira, feriado municipal, hoje a festa continua, mas para não vos estar a maçar com a minha escrita, deixo o programa oficial, onde a cinza, fica aquilo que já passou.

 

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PROGRAMA

QUINTA 04 JUL

19h30 ORQUESTRA INFANTIL da Academia de Artes de Chaves, no Auditório do Centro Cultural de Chaves;

SEXTA 05 JUL

19h30 ORQUESTRA DE CORDAS da AAC & CRMVR, Auditório do Centro Cultural de Chaves;

22h30 CONCERTO D.A.M.A, no jardim exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso;

SÁBADO 06 JUL

Todo o dia XVII CIRCUITO INTERCLUBES DE TIRO DESPORTIVO, no Campo de Tiro, Lugar do Cando - Vale de Anta;

Todo o dia FotoGrafa! RAIDE FOTOGRÁFICO 2019

22h30 CONCERTO MARIZA, no jardim exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso;

 

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DOMINGO 07JUL

Todo o dia XVII CIRCUITO INTERCLUBES DE TIRO DESPORTIVO, no Campo de Tiro, Lugar do Cando - Vale de Anta

Todo o dia FotoGrafa! RAIDE FOTOGRÁFICO 2019

21h30 CONCERTO ANDREIA RIO e THE HAPPY MESS, no jardim exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso;

 

SEGUNDA 08 JUL | DIA DA CIDADE E DO MUNICÍPIO

09h30 CERIMÓNIA DO HASTEAR DA BANDEIRA NACIONAL
Guarda de Honra pelas três corporações de Bombeiros do Concelho; Interpretação do “Hino Nacional” e “Marcha de Chaves” pela Banda Municipal Flaviense “Os Pardais” e Coral de Chaves, na Praça de Camões;

10h00 CERIMÓNIA DE CONDECORAÇÕES MUNICIPAIS, no Largo de Infantaria 19 (junto ao Jardim da Torre de Menagem);

11h30 ROMAGEM AO CEMITÉRIO - Homenagem aos Combatentes;

16h00 Inauguração da Exposição “UMA GERAÇÃO – DOIS MOMENTOS”, na Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves;

 

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18h00 Inauguração do Centro Cívico de Chaves, na Rua Maria Rita;

21h00 CONCERTO DAS BANDAS MUSICAIS de Outeiro Seco e Torre de Ervededo, no parque exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso;

22h30 CONCERTO  ÓSCAR IBÁÑEZ & TRIBO, no parque exterior do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso;

00h00 ESPETÁCULO PIROTÉCNICO.

 

 

 

05
Jul19

Um cantinho castiço de portas fechadas

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Eu prometi que esta semana iria andar pelos cantinhos mais castiços e menos conhecidos da cidade, embora ontem tivesse feito um pequeno desvio para os cantinhos da mente, porque às vezes também convém remexer nos gavetões do nosso cérebro à procura de coisas menos comuns ou habituais. Pois hoje trago aqui mais um cantinho que pela certa será identificado de imediato por quem lá passou, mas que, acredito que ao longo dos tempos a maioria dos flavienses nunca lá entrou nem pode desfrutar de um espaço simpático, bonito e agradável, que deixa marcas a quantos por lá passaram. Refiro-me ao Liceu de Chaves, aos seus claustros e  em especial ao seu jardim interior, que curiosamente até ao 25 de abril nos era vedado o acesso, pelo menos aos mais putos, ao contrário do que acontecia com o velho Reitor que penso seria o seu local predileto e dos poucos que ia usufruindo dele. Mas adiante. Infelizmente as escolas/ensino de hoje, aliás de sempre, em nada valorizam e incentivam as atividades extracurriculares, limitam-se a cumprir programas impostos superiormente pelos que mandam, os de Lisboa. Certo que alguns professores com mais criatividade lá se vão desviando um bocadinho daquilo que lhes é imposto, quase sempre com resultados positivos, mas esses não interessam, principalmente àqueles que são cumpridores fiéis das regras estipuladas. A escola pode ser muito mais que isso, aliás deve ser tudo, deve ser uma casa onde se deve ensinar, educar, instruir, formar, afinal é nas escola que os nossos jovens passam a maior parte das suas vidas, mais do que nas suas casas, isto se deixarmos de parte as horas de descanso, mas sobretudo, a escola deve ser para isso tudo e uma casa onde os nossos jovens queiram estar e se sintam bem, mais aberta, inclusive à sociedade em geral, onde, por exemplo em tempo de férias ou fora do período de aulas, poderia continuar a ensinar, educar, instruir e formar não formalmente e informalmente, onde todos poderiam ser alunos e simultaneamente professores, com o lazer aliado ao ócio.

 

Já viram a delícia que era neste jardim interior do Liceu e os seus claustros, durante estes dias quentes de verão, estarem abertos à cultura, às artes, às curiosidades das ciências, às coisas que se fazem com prazer e sem obrigação!? Um espaço de partilha de saberes intergeracional e multicultural!? É tão bom sonhar, não é!? Pois é sempre possível transformar os sonhos em realidade e ir mesmo além deles…     

 

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