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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

06
Abr20

Cidade de Chaves

Arrabalde e Ponte Romana

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Mesmo com chuva, já temos saudades de andar assim na rua...pois temos, mas tem de ser!

 

Ontem também não tivemos o habitual passatempo, em tempo de ficar em casa e também não trouxemos aqui o Barroso, como é costume, mas o tempo do nosso fim-de-semana não deu para tudo. No próximo fim de semana compreenderão porque.

 

Até amanhã, ou se ainda tivermos tempo, até logo, às 18H00, com mais um passatempo.

 

04
Abr20

Vilar de Izeu - Chaves - Portugal

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Vilar de Izeu, é a nossa aldeia de hoje, mais uma das aldeias do planalto de Monforte, já no limite do concelho de Chaves com terras de Valpaços (Nozelos e Lebução).

 

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É uma das terras altas do nosso concelho, a rondar os 800 metros de altitude, tem como aldeia mais próxima Bobadela de Monforte, a cerca de 1 km de distância, e a Bolideira logo a seguir, a cerca de 2 km, tal como a EN103, por onde podemos fazer o acesso a esta aldeia a partir da cidade de Chaves. Um dos acessos possíveis.

 

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O outro acesso à aldeia, a partir de Chaves, é também via nacional 103, mas quando chegarmos às Assureiras do Meio, abandonamos a EN103 em direção às Avelelas, depois é só seguir a estrada principal, passamos pelas Avelelas, depois por Oucidres e logo a seguir é Vilar de Izeu.

 

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Vilar de Izeu é uma pequena aldeia tendo como largo principal um cruzamento de caminhos, a partir da qual se desenvolveu seguindo a direção desses mesmos caminhos. Aldeia com um núcleo mais antigo de aglomerado mais ou menos concentrado, e algumas construções mais recentes, um pouco dispersas pela periferia da aldeia.

 

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A estrada de acesso à aldeia, que a atravessa em toda a sua extensão (cruzando com o caminho que faz o seu largo principal), separa também os terrenos da aldeia em duas partes distintas. A parte mais baixa, de terras mais ou menos planas, entre a estrada e o limite do concelho, são terras dedicadas à agricultura, batata e centeio, o costume nestas terras mais altas.

 

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O outro lado da estrada é mais de floresta e mato, sobretudo giestas. São os terrenos do planalto de Monforte que existem entre a aldeia e o Castelo de Monforte.

 

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E é tudo, aproveitando este post para deixar mais algumas imagens inéditas de Vilar de Izeu que escaparam às nossas anteriores seleções, aquando dos posts que lhe fomos dedicando ao longo da existência deste blog.

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia publicadas até hoje neste blog.

 

 

Posts anteriormente publicados, dedicados a Vilar de Izeu:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/308855.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/15860.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/16076.html

 

 

 

03
Abr20

O Barroso aqui tão perto - Corva

Aldeias de Barroso - C/Vìdeo

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montalegre (549)

 

Corva

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia de Corva, freguesia de Salto, Concelho de Montalegre.

 

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Mas também mais algumas imagens que escaparam à seleção do seu primeiro post, imagens das suas terras verdes mais baixas e um pouco mais acima, já no monte, em terras de pastores, no caso, pastoras.

 

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E agora sim, o resumo em vídeo:

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Carvalho:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-corva-1499531

 

 

 

02
Abr20

Cidade de Chaves

Um olhar

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Mais uma imagem que já faz parte do passado. Com as obras do prédio adossado à ponte, mesmo a manter o mais possível do edifício antigo, mesmo que as alterações sejam para melhorar, alguma coisa irá surgir de novo, nem que seja pessoas à janela, ou uma roupinha a secar nas varandas, que, diga-se, que eu recorde, nunca as vi naquela fachada virada para o rio.

 

 

01
Abr20

Castelo de Monforte - Chaves - Portugal

Aldeias e Lugares de Chaves - C/vídeo

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Castelo de Monforte

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo do Castelo de Monforte.

 

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Já sei que os Castelo de Monforte não é uma aldeia, mas já teve um povoado dentro das suas muralhas e, também como tal, nas anteriores abordagens às aldeias de Chaves, o Castelo de Monforte teve sempre aqui um post e continuará a ter, daí, estar perfeitamente justificada a sua vinda aqui hoje, tal como tem acontecido com as restantes aldeias às quartas feiras.

 

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Tempo de ter aqui o seu vídeo, mas também mais quatro imagens inéditas que até hoje ainda não tinha passado por aqui.

 

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Ei sei que o motivo é repetitivo, mas mesmo assim penso que tem o seu interesse, e depois é um monumento nacional que tão desprezado tem sido, daí nunca ser demais mostrar aquilo que temos de bom, ou que resta de bom, nem que seja em memória da nossa História e da nossa nacionalidade.

 

Fica o vídeo:

 

 

Poste do blog Chaves dedicados ao Castelo de Monforte:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-de-monforte-chaves-portugal-1579009

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-de-monforte-chaves-portugal-1414877

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-de-monforte-chaves-em-cinco-1312362

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-de-monforte-chaves-portugal-1098037

https://chaves.blogs.sapo.pt/767024.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/675935.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/675935.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/514272.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/419013.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/157872.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/81463.html

 

 

 

30
Mar20

Regresso virtual à cidade ...

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É, hoje é assim, ficamos em casa e apenas fazemos um regresso virtual à cidade, pela ponte romana. Já agora, aqueles dois que estão à conversa em cima da ponte e a senhora que vai a passar, não são virtuais, são pessoas a sério, mas não estão lá, já estiveram, e não foi ontem, já foi há umas semanas.  Digo isto porque muita gente pensa que as nossas imagens, e outras que se vão publicando na internet, são imagens do dia, mas não, pelo menos as minhas não são, em geral, são sempre de arquivo, mais ou menos recente, mas raramente são do dia.

 

Se puder fique em casa! E se ficar, não esqueça que logo às 18H00, temos outro concurso, com prémios.

 

 

 

 

28
Mar20

Vila Verde da Raia - Chaves - Portugal

Aldeias do Concelho de Chaves

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Nesta nova ronda que temos feito pelas aldeias de Chaves, temos seguido a ordem alfabética, já vamos no V nas Vilas Verdes. No último fim de semana tivemos aqui a Vila Verde de Oura, hoje fica a Vila Verde da Raia.

 

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E tal como o topónimo indica  é uma Vila da Raia, da fronteira, ia dizer da raia seca, mas não o é propriamente, pois em toda a sua extensão de fronteira com a Galiza há um pequeno riacho, a Ribeira de Feces, que em tempo de chuvas até tem um certo caudal, mas em nada impeditivo de ser atravessado a pé.

 

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Ora se é uma aldeia da raia e que em tempo tinha fronteira e alfândega, também foi terra de contrabandistas e guardas fiscais, daí ter surgido mesmo na raia com a Galiza um pequeno aglomerado de construções, umas destinadas às instalações da guarda fiscal, alfândega e da PIDE, enquanto esta existiu, mas também algumas habitações para os guardas e suas famílias. Contrabando e contrabandistas que embora não fizessem do trelo um modo de vida, servia como um complemento à economia das famílias, sendo também uma forma de contribuir para o povoamento das aldeias da raia.

 

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Daí, a abolição das fronteiras, não ter sido muito apreciada pelas aldeias da raia, para quem na prática a fronteira nunca existiu, acabando-lhe com o tal complemento económico e levando muitas aldeias ao despovoamento quase total, não sendo o caso de Vila Verde da Raia, precisamente por “ser verde”, por ter uma fértil veiga ao seu dispor mas também por ter bons acessos à cidade de Chaves, como também à Galiza, com Feces ali ao lado.

 

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Penso que o topónimo está de acordo com a realidade da aldeia, Vila das antigas villas, da Raia porque de facto tem raia com a Galiza e Verde pela verdura do que lhe toca na Veiga de Chaves.

 

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Vila Verde da Raia que para além do contrabando ficou também conhecida por ser um dos pontos de passagem de “peles”, sobre as quais há peças de teatro, canções  “Em Vila Verde da Raia, no dia tantos e tal, passou a pulo a fronteira…”, filmes, documentários, etc. Para quem não sabe o que eram as “peles”, nome de código, fiquem com uma passagem do Diário de Miguel Torga, que também um apontamento sobre Vila Verde da Raia, ficam ambos já a seguir:

 

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Chaves, 18 de Setembro de 1964

 

Onde pode chegar o aviltamento humano!

— Entregas-me as peles em Mairos.

— A que horas?

— Às onze.

As peles eram emigrantes clandestinos.

 

Miguel Torga, in Diário X

 

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Vila Verde da Raia, Chaves, 25 de Setembro de 1961

 

Fixo atentamente a linha fronteiriça, enquanto a voz erudita vai zumbindo:

— Por aqui entraram os castelhanos, os franceses, os trauliteiros…

E não consigo ver nada! Os montes, a veiga, o rio e os amieiros continuam impassíveis, a ser, a correr e a crescer. A história nunca abrange a natureza. Felizmente. A paisagem fica sempre de fora dos acontecimentos.

 

Miguel Torga, in Diário IX

 

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 Sim, de facto foi terra de passagem e escaramuças de castelhanos, franceses, trauliteiros e “peles”, mas também um pouco de todos os flavienses, quer legalmente pela fronteira, quer ilegalmente pelos trilhos do contrabando e de atravessamento da Ribeira de Feces, que de verão, dada a escassez de água no seu leito se atravessava com um pulo ou umas poldras improvisadas com duas ou três pedras e de inverno, havia sempre por lá alguém com galochas de gola alta para atravessar o pessoal às carracholas. Passagens que eram conhecidas e facilitadas pelas autoridades de ambos os lados da fronteira, que só intervinham no caso de haver abuso no contrabando ou dos contrabandistas serem profissionais.

 

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O Açude

Hoje uma mera preza a encaminhar água para o canal de regadio da veiga de Chaves, foi durante muitos anos a praia dos flavienses, principalmente quando entrou na moda ir para o Açude, no pós 25 de Abril e enquanto a água do rio Tâmega ainda mantinha a sua transparência de água não poluída. Nos dias quentes de verão, todos os caminhos iam dar ao açude, centenas de jovens e menos jovens, piqueniques, acampamentos, sol e sombra conforme as preferências e muita algazarra feliz, de felizes dias que lá se passaram, com a obrigatória ida a Feces, para lanchar, para a Coca-Cola (que em Portugal demorou a entrar) a laranjada uns chocolates e delicioso caramelos e às vezes umas calças de ganga da marca Lois ou umas alpergatas.  

 

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Ai Açude, Açude, que saudades desses tempos feito de coisas simples, com tanta estória para contar, tanta, que se fosse um bom argumentista fazia um filme. Aliás já lá foi rodado parte de um filme, bem conhecido por sinal, o “Cinco Dias, Cinco Noites”, baseado num romance que Álvaro Cunhal escreveu sob o pseudónimo de Manuel Tiago.

 

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Esta nova ronda pelas aldeias, inicialmente, pretendia apenas deixar aqui três imagens, uma a cores, uma a P&B e outra artística, no entanto foi evoluindo e deu nisto, num post mais que completo, com imagens mais recentes e outras mais antigas que escaparam à primeira seleção, um vídeo com todas as imagens,  mas também deu lugar a deixar por aqui descobertas mais recentes, como foi o caso da ponte romana sobre a ribeira de Arcossó.

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Há muito que andava para ir à descoberta desta ponte[i], que suponho dê nome à ribeira, pelo menos a julgar pelo significado de Arcossó – “Do baixo-latim arcosuolo, 'arcozinho', talvez referente a algum arco memorial da época romana”.

 

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De facto é mesmo um arcozinho, pelo menos em largura, e muito curiosa, tal como se pode ver nas imagens, com apenas um arco e nada mais que o próprio arco, quero com isto dizer que o habitual acesso ao arco, para vencer a sua curvatura, aqui não existe, pelo menos em termos estruturais (de pedra), pois esse acesso é feito em terra. Foi uma agradável descoberta, e também uma aventura, mas essa, fica para outra altura.

 

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Agora sim,  para rematar, fica o vídeo com todas as imagens de Vila Verde da Raia publicadas até hoje neste blog.

 

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Vila Verde da Raia:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/256544.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/fronteira-de-vila-verde-da-raia-1621051

https://chaves.blogs.sapo.pt/acude-e-fronteira-de-vila-verde-da-raia-1406592

https://chaves.blogs.sapo.pt/476982.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/180767.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/153610.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/84914.html

 

As nossas consultas:

 - Arcossó in Dicionário infopédia de Toponímia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-03-28 23:29:07]. Disponível na Internet:  https://www.infopedia.pt/dicionarios/toponimia/Arcossó.

 

 

[i] Como a ponte fica no limite/fronteira de duas freguesias, Vila Verde da Raia e Santo Estêvão, suponho que ambas as freguesias a reivindiquem como sua, ou a meias, aliás a ponte serviu ao longo dos tempos para atravessar a ribeira (claro) mas também para ligar estas duas povoações.

 

 

 

27
Mar20

O Barroso aqui tão perto - Cortiço

Aldeias de Barroso

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Cortiço - Montalegre

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo, mais propriamente o da aldeia de Cortiço, Montalegre.

 

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E aproveitamos para deixar mais algumas imagens inéditas, imagens que pela certa trarão muitas recordações a quem é da aldeia, como por exemplo a da escola primária onde muitos aprenderam as primeiras letras, os primeiros números, a ler, escrever e fazer contas.

 

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Recordações também, pela certa, de quem lá foi à festa, em romaria, terão da Senhora de Galegos, das merendas barrosãs, dos namoricos e bailaricos e porque não, os mais idosos recordarem a pancadaria entre o a rapaziada de aldeias vizinhas, isto a jugar por aquilo que Bento da Cruz deixa no prefácio das “Histórias da Vermelhinha”, que a seguir transcrevo:

 

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Conta-se por aí a história dum morgado, já velho e trôpego, que não podia ir às romarias, mas aguardava, impaciente, o regresso dos romeiros.

— Então? Que tal esteve a festa?

— Boa!

— Quantos morreram?

— Nenhum…

— E para o hospital?

— Também não…

— Oh! Então não prestou para nada…

Para acabar com a praga das cabeças rachadas, a autoridade proibiu os paus nas feiras e romarias. Foi pena. Barrosão sem um varapau é cavaleiro andante sem durindana.

 

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E com esta me bou!” – penso que esta também é das histórias de Bento da Cruz, e que eu aqui adapto para - e com esta passamos ao vídeo do Cortiço:

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Cortiço:

 

 http://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-1490249

 

 

 

25
Mar20

Castelo - Chaves - Portugal

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Castelo

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia de Castelo, freguesia das Eiras, em Chaves

 

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E se havia dúvidas que na aldeia do Castelo existiu um castelo, hoje não há dúvidas nenhumas, ele está lá, bem visível e tão novo,  tão novo que ainda nem sequer foi estreado ou terminado. As imagens são como o algodão, não enganam.

 

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Castelo que não existia aquando fomos por lá na recolha de imagens para trazer a este blog, daí, esta rubrica dedicada às nossas aldeias continuar a ter sentido, e não só, a pedir uma futura ronda por todas elas. Claro que antes, ainda temos muito caminho para trilhar, mas se nos for possível lá chegaremos.

 

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Mas hoje é mesmo para cumprir com a aldeia do Castelo, trazendo aqui o seu vídeo com todas as imagens publicadas até hoje neste blog, tal qual o temos vindo a fazer com as restantes aldeias, às quartas-feiras e aos sábados. Assim, até ao próximo sábado, com outra aldeia, quase a terminar a ronda anterior, pois esta das terças-feiras é apenas para as aldeia que não tiveram vídeo aquando do seu anterior post. Fica o vídeo:

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia do Castelo:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/castelo-chaves-portugal-1573870

https://chaves.blogs.sapo.pt/543315.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/281954.html

 

 

 

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