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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

23
Jan21

São Cornélio - Chaves - Portugal

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São Cornélio

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de São Cornélio.

 

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São Cornélio que fica no limite do planalto de Travancas, ali onde se inicia a encosta que desce para as Nogueirinhas e Mairos e só termina no vale de Chaves.

 

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É uma aldeia que calha muitas vezes nos nossos itinerários de ida ou volta à cidade de Chaves, mas com a variante que há anos atrás construíram, agora, na maior parte das vezes, passamos-lhe ao lado, mas sempre que o tempo permite, entramos na aldeia, nem que seja e só para lançar olhares sobre a cidade de Chaves e o seu grande vale, mas também muito mais além. Algumas das fotos que aparecem no vídeo e que já foram anteriormente aqui publicadas, mostram essas mesmas vistas, pena que todas essas imagens fossem tomadas da parte da tarde, com o sol a contra luz. Numa manhã destas, quando o bicho da pandemia já estiver a milhas de distância, temos que ir lá, nem que seja e só para essa foto com a luz da manhã sobre a barragem das Nogueirinhas e sobre Chaves e o seu vale, com o mar de montanha de fundo.

 

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Fica então combinada a nossa ida a São Cornélio e num dia mais feliz do que o último em que passei por lá, em 30 de julho de 2020, pois esse foi bem negro, com o incêndio que teve início em Vila Verde e galgou a montanha por ali acima. Quando por lá passei, estava a aproximar-se de São Cornélio e Travancas, aliás algumas das imagens que hoje vos deixo aqui e parte do vídeo, são desse mesmo dia, um dia que de certo os de São Cornélio, de Mairos, de Travancas e de Curral de Vacas não esquecerão tão cedo.

 

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Mas hoje não estamos aqui para falar de coisas tristes, nem de outras sobre a aldeia, pois sobre São Cornélio já fomos falando ao longo dos posts que lhe dedicámos e para os quais fica link no final. Hoje estamos aqui pelo vídeo que ainda não teve, com todas as imagens publicadas até hoje neste blog. Aqui fica, espero que gostem:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de São Cornélio:

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-cornelio-chaves-portugal-1814614

https://chaves.blogs.sapo.pt/s-cornelio-chaves-portugal-1182453

https://chaves.blogs.sapo.pt/706229.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/630365.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/271335.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até à próxima aldeia que será São Domingos, que em princípio estará aqui na próxima quarta-feira ou sábado, pois às vezes por razões alheias à nossa vontade, não podemos cumprir o nosso calendário.

 

16
Jan21

O Barroso aqui tão perto - Pardieiros

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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PARDIEIROS

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Pardieiros, concelho de Montalegre.

 

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Iniciemos já por aquilo que nos poderá levar a pensar o topónimo Pardieiros, que pelo significado comum do termo nos levaria até casas velhas, em ruinas e toscas, mas não, embora tenha algumas construções em ruínas, mas qual é a aldeia que não as tem!?  A única diferença entre esta aldeia e a maioria das aldeias do Barroso ou até de Trás-os-Montes, está apenas na sua dimensão, uma aldeia pequena em que as casas se contam pelos dedos das mãos e habitantes, se calha, são outros tantos ou menos, mas isso não o podemos confirmar porque não temos dados para tal, agora no que não temos dúvidas é que Pardieiros,  é a mais pequena aldeia do Barroso, mas mesmo assim, tem o seu núcleo de casas, arrumadinhas na croa de uma pequeno monte e o seu ser de aldeia.

 

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Só a título de curiosidade, este topónimo de Pardieiros não é assim tão invulgar, pois em Portugal existem pelo menos mais seis aldeias com este topónimo e em Espanha, pelo menos duas localidades e em Terras de Bouro também existe uma aldeia com o topónimo de Pardieiro (no singular). E já que estamos em maré de curiosidades, há um topónimo, também em Terras de Bouro, que até há um ano atrás talvez passasse despercebido, mas que hoje chama a atenção: Covide.

 

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Deixamos a fotografia que se segue propositadamente para o fim porque esta imagem está repleta de informações. Este é já aquele Barroso ao qual eu apelido de Barroso minhoto. Aliás as últimas montanhas e as montanhas azuladas do lado esquerdo já pertencem ao Minho, mas o Barroso ainda continua pelas primeiras montanhas azuladas, embora o Rio Cávado que nessa zona agora é barragem de Salamonde, separe o Barroso minhoto (do lado esquerdo da imagem com as primeiras freguesias de Vieira do Minho) e o Barroso transmontano do concelho de Montalegre que se prolonga até ao final da barragem de Salamonde, onde ainda existem as aldeias de Pincães e de Fafião. Na imagem, ao centro e ao fundo, ainda se vê um nico da barragem de Salamonde.

 

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Continuando a analisar a mesma imagem (a imagem anterior) a aldeia que vemos em primeiro plano à direita é Santa Marinha, também localizada na croa de uma montanha a serra do Facho, que se prolonga até Ferral e um pouco mais além, cuja pendente após a aldeia, desce para o Rio Cávado que vai descendo entre montanhas até encontrar o Rio Cabril que corre entre a segunda montanha (que já é serra do Gerês) do lado direito (ainda esverdeada) e a montanha seguinte (azulada – continuação da serra do Gerês). Um último apontamento, que nos leva até à ponte da Misarela (também conhecida por ponte do diabo) que fica sobre um pequeno ribeiro que desagua no Cávado imediatamente antes deste se unir com o rio Cabril. Ou seja, uma imagem cheia de ofertas turísticas, principalmente de natureza, para descobrir

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Pardieiros que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre esta aldeia, a seguir ao vídeo, ficam um link para o post que há tempos lhe dedicámos.

 

Aqui fica o vídeo, espero que gostem:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Pardieiros:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-pardieiros-1556192

 

 

E quanto a aldeias do Barroso de Montalegre, despedimo-nos até ao próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de Paredes do Rio.

 

 

14
Jan21

São Caetano - Chaves - Portugal

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Santuário de São Caetano

 

Hoje estava previsto irmos até a aldeia de São Cornélio, pois assim o ditava a ordem alfabética que temos seguido nesta rubrica, no entanto no meu arquivo, antes de São Cornélio, aparece o São Caetano, que embora seja um santuário e não uma aldeia, de vez em quando, temos-lhe disponibilizado este espaço das aldeia de Chaves, daí, penso que também merece ter aqui o seu vídeo resumo com todas as fotografias publicadas até hoje neste blog.

 

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São Caetano que, como santuário, é um lugar de culto e de fé, mas também de reflexão e de estar, independentemente da fé de cada um.

 

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É um lugar onde vou com alguma frequência, precisamente pelo bem estar que o local proporciona, quer de verão onde a abundância de sombras nos refresca o corpo e a alma, quer de inverno onde se sente a natureza semisselvagem a invadir-nos todos os momentos, e já deixo de parte a arte da natureza a pintar com todos os matizes de do verde todo aquele espaço nas primaveras, ou a magia de todas as cores de outono, e sim, com todo este ambiente e bem estar, mesmo sem fé, a reflexão acaba sempre por acontecer.

 

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Mas o São Caetano para a cidade de Chaves e região, é muito mais que tudo isto, que vai além da fé, do culto e do cumprir promessas, é um lugar de peregrinação com a tradição de a viagem se cumprir a pé, iniciando-se essas caminhadas a partir do dia 7 de agosto, no dia da morte do Santo e se prolonga até ao domingo mais próximo deste dia, o dia grande das caminhadas que durante toda a tarde de sábado e madrugada de domingo da celebração a estrada de acesso ao santuário é invadida por peregrinos, geralmente em pequenos grupos. Caminhadas que por promessa ou puro entretenimento ou lazer,  se vão repetindo um pouco ao longo de todo o ano.

 

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Um lugar que era também de visitas habituais de Miguel Torga, não só pelo santuário e pelo hábito de Torga gostar de beber água de todas as fontes, principalmente às quais são atribuídas características milagrosas, mas também pelo cemitério visigótico que existe junto ao santuário, momentos que foi registando por várias vezes no seu diário: “(…) Peregrino anual e céptico, não peço ao orago graças que sei que não pode conceder a um mau romeiro. Bebo-lhe a água gelada da fonte de três bicas, regalo os olhos na paisagem aberta e larga, espreito o cemitério visigótico (…)”.

 

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Por uma ou por outra razão ou até sem razão nenhuma, o São Caetano é de visita obrigatória, mas hoje não estamos aqui para falar do Santuário, pois isso já o fomos fazendo nos vários posts que lhe dedicámos ao longo da existência deste blog, posts para os quais fica link no final desta abordagem de hoje, cuja intenção é mesmo deixar aqui o vídeo com todas as imagens aqui publicadas até à presente data.

 

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Claro que aproveitamos esta oportunidade para deixar mais algumas imagens do São Caetano, imagens que escaparam às anteriores seleções ou que entretanto fomos tomando nas nossas passagens por lá, por sinal com alguma frequência, pois fica num dos nossos itinerários preferidos para entrar no Barroso do concelho de Montalegre.

 

E agora sim, o vídeo com todas as imagens. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados ao Santuário do São Caetano:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/sao-caetano-chaves-portugal-1811957

https://chaves.blogs.sapo.pt/660003.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/414108.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/414108.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/199847.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/186179.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/63542.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Cornélio.

 

 

 

11
Jan21

O Barroso aqui tão perto - Torneiros

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

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Vamos lá até mais uma aldeia do Barroso de Boticas, ainda na freguesia de Beça, mas muito próximos da sede de concelho, Boticas, a apenas 3,5km, embora no itinerário que nós vamos recomendar sejam mais umas centenas de metros.

 

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Iniciemos já pelo itinerário, como sempre com partida da cidade de Chaves. Tal como apelidamos esta rubrica de “O Barroso aqui tão perto”, andamos mesmo por terras do Barroso bem próximas, ficando a nossa aldeia de hoje, Torneiros, a apenas 29,8Km.

 

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Mais uma vez, é a EN103 (estrada de Braga) que deveremos tomar para irmos até Torneiros, mas apenas até Sapiãos, aí deveremos abandonar a EN103 e virar para Boticas onde, logo na rotunda de entrada, deveremos saír na segunda saída, seguindo as placas que indicam Cabeceiras, Ribeira de Pena, é esta a direção que deveremos tomar até sair de Boticas, aí já estaremos na R311, a subir em direção a Quintas que fica a 3.2Km de Boticas. Nesta aldeia deveremos abandonar a R311 e virar à esquerda, isto quando nso aparecer o desvio (à esquerda) em direção a Seirrãos, Torneiros e Miradouro.

 

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Depois é só seguir por essa estrada, atravessar Seirrãos e continuar em direção ao Miradouro, onde, imediatamente antes deste último, tem a saída para Torneiros. Chegados à nossa aldeia de hoje, desfrute dela sem menosprezar as vistas que desde a aldeia se lançam, foi isso o que eu fiz nas duas visitas que fiz à aldeia, na primeira e segunda descobertas, nomeadamente em 2011 e 2018, visitas das quais resultaram as imagens que hoje vos deixo e que traduzem um pouco daquilo que é Torneiros .

 

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A titulo de curiosidade, as tais vistas sobre o mar de montanhas que se avistam desde Torneiros, segundo o sítio na net valentim.org, avistam-se serras e localidades dos concelhos mais próximos, como o de Chaves, Vila Pouca de Aguiar, Montalegre e Ribeira de Pena, mas a nível do avistamento de serras, chega até serras de Bragança, Vila Real, Marco de Canavezes, Macedo de Cavaleiros, Vinhais, Alfandega da Fé, Amarante, Celorico de Basto e Mondim de Basto.

 

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Uma aldeia arrumadinha na encosta da montanha, em patamares, que faz com que a aldeia seja um autêntico miradouro com olhares lançados para o mar de montanhas que se perdem no horizonte, mas também um miradouro sobre si mesma, permitido pelos arruamentos que se desenvolvem em paralelo em diferentes cotas, todos com ligação a um pequeno largo centrar onde se encontra a capela e o núcleo mais antigo da aldeia.

 

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A aldeia é rodeada por pequena elevações no fundo das quais se forma um pequeno vale com cerca de 200m de largura por 900 metros de comprimento, um autêntico tapete verde de pastagens e terras de cultivo bordejado nos seus limites com pequenos conjuntos de arvoredo a contrastar com os cumes das pequenas elevações onde apenas existe uma vegetação rasteira, mais descolorida a contrastar por sua vez com manchas de esqueletos escuros que restam de pé,  de uma antiga floresta dizimada pelos incêndios.

 

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O casario, mais antigo, à volta do núcleo da capela,  é composto por construções de granito à vista com junta seca, hoje todos com telhados de telha cerâmica, maioritariamente em telha marselha vida das cerâmicas de Chaves, mas com alguns telhados a manterem as guias de granito que antigamente acomodavam o colmo das coberturas. O casario vai sendo interrompido por pátios e pequenas eiras com canastros, alguns totalmente em madeira e os restantes com estrutura em granito, com uma duas ou três secções. A quantidade de espigueiros traduzem bem a riqueza do pequeno vale que serve a aldeia.

 

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Torneiros é uma aldeia ainda com vida nas ruas, com o habitual transito do gado a ir ou vir das pastagens e crianças, que cada vez são menos nas nossas aldeias, algumas que captamos em imagem na primeira vez que fomos à aldeia, crianças que hoje com mais 10 anos em cima já são jovens a entrar na fase adulta, gente simpática sempre com um sorriso nos rostos.

 

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Ora para concluir, Torneiros é uma das aldeias do Barroso de visita obrigatória, fique por lá o tempo que a aldeia lhe pedir para ficar, embriague-se com as vistas, descanse o olhar deixando-o navegar no degradê do mar de montanhas e quando sair da aldeia, não dê a visita por terminada, pois ainda tem mais uma paragem obrigatória, o miradouro de Seirrãos/Torneiros ou de Boticas, desde onde se pode ver toda a vila.

 

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Quanto ao que nos diz a documentação sobre a aldeia, encontrámos na monografia de Boticas – Preservação dos Hábitos Comunitários nas Aldeias do Concelho de Boticas, que em Torneiros, no que toca a festas e romarias, é a Nossa Senhora de Fátima que é celebrada nos dias 13 de maio e no primeiro domingo de agosto.

 

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No mesmo documento, ficámos também a conhecer uma das tradições da aldeia:

“Por altura do S. João (24 de Junho) e do S. Pedro (29 de Junho), em algumas aldeias do concelho ainda fazem as tranquilhas das ruas com paus e cancelas.

Particularmente na freguesia de Beça, onde lhe chamam as trancheiras, para além de trancarem as ruas, também é costume colocarem os arados de pau e as grades, que apanham, na torre da Igreja. Por altura do S. Pedro roubam os vasos das flores às mulheres e colocam-nos nos largos junto aos poços, na igreja, capelas ou cruzeiros como nos disse um informante de Torneiros “no S. Pedro, que é o santo mais maroto, às vezes quando as raparigas se esquecem dos vasos, daquelas flores e assim, os rapazes apanham-nas e levam-nas lá p’ra capela e depois elas tem que as ir lá buscar”, de tal forma que algumas mulheres nesses dias escondem os seus vasos."

 

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E na ausência de mais informação disponível, vamos dando por terminado este post, apenas nos falta o habitual vídeo com todas as imagens publicadas até à presente data neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Eiras:

 

 

E quanto a aldeias de Barroso, do concelho de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que teremos aqui a última aldeia da freguesia de Beça, a aldeia de Vilarinho da Mó.

 

BIBLIOGRAFIA

CÂMARA MUNICIPAL DE BOTICAS, Preservação dos Hábitos Comunitários nas Aldeias do Concelho de Boticas - Câmara Municipal de Boticas, Boticas, 2006

 

WEBGRAFIA

http://www.cm-boticas.pt/

http://valentim.org/cume/1014

 

10
Jan21

O Barroso aqui tão perto - Parafita

Aldeias de Montalegre - C/Vìdeo

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PARAFITA - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Parafita, do concelho de Montalegre.

 

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Hoje, excecionalmente, mais que um post-vídeo (em imagens e vídeo) é também um post dedicado a Banda de Música de Parafita e às histórias dos seus músicos, histórias essas que fazem a abertura do livro de Bento da Cruz – “Histórias de Lana-Caprina”, sendo elas as que abrem o livro com o capítulo 1, intitulado “Os de Parafita”. Apenas algumas, pois não há espaço para todas.

 

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E uma vez que dedicamos este post à Banda de Música de Parafita, a música do vídeo que poderão ver no final do post é de sua autoria, música e três imagens que retirámos da sua página na net, à qual recomendo uma visita. Fica link no final do post. Vamos então a algumas estórias de “Os de Parafita”

 

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OS DE PARAFITA

 

Todas as grandes terras têm o seu ex libris. Atenas tem a Acrópole; Jerusalém o Templo; Roma o Coliseu; Meca a Pedra; Paris a Torre; Londres o Relógio; Nova Iorque a Estátua; Nápoles o Vulcão; Rio de Janeiro o Carnaval; Madrid a Tourada; Viena a Valsa; Barcelos o Galo; Coimbra a Universidade; Parafita a Música.

 

Melhor dizendo: Parafita tinha a Música. A Música e muitos outros predicados que dão excelência às terras. A situação geográfica, por exemplo. Reclinada numa encosta fronteira à Serra das Alturas de Barroso, dir-se-ia repousar de cabeça na montanha e pés no rio.

 

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Outrora. Hoje continua de cabeça na montanha. Mas a água subiu-lhe até à cintura.

 

É, portanto, uma terra amputada. Amputada no corpo e na alma, se entendermos por corpo a paisagem, e por alma os habitantes.

 

A História Universal está cheia de histórias de terras que foram cabeças de reino e que, de repente, entraram em declínio e desapareceram: Cartago, Tróia, Palmira.

 

Na origem dessas catástrofes está sempre uma calamidade do género da fome, da peste e da guerra, três faces distintas dum só monstro verdadeiro.

 

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A desgraça de Parafita foi a albufeira.

 

Antes da construção da barragem dos Pisões, Parafita era uma das aldeias mais florescentes e conhecidas de Barroso.

 

Florescente, pela densidade populacional, largueza de terrenos baldios e de cultivo, abundância de gado vacum, cápreo, de ceva e de capoeira, de caça e pesca, de lenha, de sol, de artesãos: carpinteiros, alfaiates, tecedeiras, alveitares, dentistas, endireitas, capadores, correeiros de albardas, molhelhas, butes e tamancos, tudo do melhor que entre nós se fazia.

 

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Conhecida, pela Música, alma e glória de Parafita e, por que não dizê-lo?, de todo o Barroso.

 

As páginas seguintes são um repositório, forçosamente incompleto, do anedotário da Música de Parafita. Mas que ninguém fique a julgar que a Música de Parafita era algum bando de estarolas. Credo! A Música de Parafita era uma escola de civismo, de cultura, de fraternidade — de treino para a vida. Dizia-se mesmo: Vale mais um ano em Parafita do que cinco em Coimbra.

 

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A Música dava aos de Parafita aquele ar de artistas que os tornava simpáticos aos olhos de todo o mundo. Simplesmente encantador ver as crianças a solfejar as primeiras notas e os velhos a discutirem as vantagens da clave de sol sobre a de fá. Todo o Barroso se orgulhava deles. Pena foi que a praga da albufeira os haja dispersado pelas sete partidas.

 

Inteligentes e laboriosos como são, os filhos de Parafita depressa grangearam nome e fortuna nas terras adoptivas. Mas não esquecem a terra-mãe. Onde quer que dois desterrados de Parafita se juntem em Babilónia, é para carpir lembranças de Sião, saudosos da qual vivem e morrem.

 

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No último inverno, quatro deles passaram um fim-de-semana numa casa de férias situada na vertente marítima da Serra de Arga, donde se abarca todo o panorama da Foz do Minho, cuja beleza é um hino de permanente louvor ao Grande Arquitecto do Universo: o rio a espraiar-se entre margens edénicas e Ilhas de Amores, a silhueta grega do Monte de Santa Tecla do outro lado, à direita, o galeão de pedra que é a Fortaleza, em frente, ao fundo, a aguarela de areia, barcos e pinheiros, à esquerda, e, a toda a largura dos olhos, o luminoso estuário, verdadeiro milagre de cor e luz em constante movimento.

 

No sábado os quatro expatriados confecionaram urna taina com iguarias trazidas expressamente de Barroso, terra bendita, onde, no dizer de Camilo Castelo Branco, uma simples batata cozida com a tona e rolada numa escudela de sal sabe que nem manjar de anjos.

 

Passaram a noite a petiscar e a carpir lembranças de Parafita.

 

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Casualmente, um deles trazia no bolso um gravador de fabrico japonês, pouco maior do que um maço de tabaco, e ligou-o. Tive acesso à gravação. É dela que vou transcrever um naco da conversa dos alegres carpidores de lembranças. Só lamento não encontrar na escrita sinais gráficos correspondentes às saborosas gargalhadas da cassete. Paciência. Vai mesmo assim.

 

 

*

*        *

 

— Parafit-atrás Parafi-tá-trás ! Arroz p'r'ó-pote ! Arroz p'r'ó-pote! Cabra velha p'r'á caldeira! Cabra velha p'r'á caldeira! Vinho ! Vinho !

 

— Para vinho eram eles uns barras! Um ano foram tocar a S. Bento de Sexta-Freita, ali para as bandas da Roca da Ponteira. Em pleno Agosto. Um calor de amolecer pedras e tirar o fôlego a qualquer um. Com receio de que a fanfarra desfalecesse nos vivaces dos metais e nos rufos dos tambores, tão do agrado das multidões, o mordomo fez seguir na procissão, bem à vista dos músicos, uma guapa rapariga com um cântaro de vinho à cabeça. Tinha boa perna, a moça. Mas nenhum dos músicos lhe olhava para elas. Iam todos de olhos no cântaro do vinho, ansiosos por molhar a palheta. Entram capela dentro a passo acelerado, a dar as últimas. Ora enquanto assim estavam, os músicos nos acordes finais e a cachopa de cântaro à cabeça, o coto duma vela pegou fogo às saiolas do altar. Num gesto instintivo, a moça despeja o vinho nas chamas. Noutro, o Barral espeta-lhe uma bofetada e atira com ela de cangalhas e de cara à banda, desmaiada. Acode o mordomo, a família do mordomo, os vizinhos do mordomo: «Grandes malandros! Olha como puseram a criança! É fazer-lhes o mesmo...» «Vamos embora, rapazes!» ordenou o Mestre, vendo as coisas mal paradas. Ninguém foi manco. A pé, costa arriba, sob a torreira, mortos de fome, curtidos de sede... O Barral até chorava: «Ó companheiros, desculpai! Mas eu estava com um secão... Quando vi o vinho entornado, não me contive... Foi sem querer...»

 

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—        Coitados. No Verão, atiravam-se ao vinho para refrescar; no Inverno, à aguardente para aquecer.

 

—        Os ensaios eram à noite, no sobrado do Pinto, depois da ceia. Chegavam todos a tremer de frio, às escuras. «Acendei lá o petromax.» Mas ninguém se entendia com aquilo. Muitas vezes, quando chegavam a acender o candeeiro, era madrugada. Acabara a aula.

 

E o garrafão? «Oh, rapazes, que frio está! E se fôssemos buscar um garrafão de aguardente para aquecer?» Como não havia copo, bebiam pelo gargalo, cada um seu gole. Vigiavam-se uns aos outros. Ai daquele que se alargasse... Um dia um deles botou dois tragos...Pegaram-se... Espatifaram tudo...

 

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—        O busílis é que passavam o tempo frio a beber fiado e o quente a tocar para o calote.

—        E sempre empenhados.

—        Apesar de não dispenderem um tostão na farda ou no transporte.

—        Farda não usavam; transporte era o burro: cada qual o seu.

—        Daí o dito: dez músicos, vinte figuras...

—        O que trazia problemas de aboletamento nas aldeias a cujas festividades iam tocar: «Ai eu quero ir para casa de fulano, que é bom tratador...»

 

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—        O boleto dos músicos trazia sempre problemas. Um dos mais bicudos advinha do sestro que os hospedeiros tinham de, no fim dos banquetes, pedirem aos hóspedes filarmónicas para tocarem qualquer coisa: «Agora, que estão de papo cheio, botem lá uma peça para a gente apreciar.» Mas que alguns não tocavam a ponta dum corno... Esses tinham de ir sempre acompanhados por alguém que salvasse a honra do convento.

—        O que nem sempre acontecia. Uma ocasião, um foi parar a casa de certa cerimónia, com talheres individuais à mesa. Puseram-lhe uma travessa de cozido à frente, para ele se servir. Mas o indígena, que não estava habituado àquilo? Começou a comer directamente da travessa... «O senhor não se serve?» — acudiu a dona da casa. «Ai eu bem servido estou...» — respondeu o alarve, puxando a gamela para debaixo dos queixos...

 

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— Lembrais-vos de quando mestre Angelino tentou pô-los a marchar direitos e alinhados, ao som da caixa?

 

— Moeu tardes inteiras a treiná-los na eira. Escusado. Se um ia para a direita, outro cambava para a esquerda. Desistiu.

 

— Esse mestre Angelino, reformado não sei de quê, vindo de Braga, era um atadinho do caraças. Tudo lhe metia medo. E montar um jumento? Um espectáculo. Entrava por um lado da albarda, saía pelo outro. Agenciaram-lhe um burro grande, desses da Ribeira, ajaezado com selim e acessórios correlativos. Foram tocar a Pitões. Ao subir a Mourela, com a vereda quase a pique e o burro muito traseiro, mestre Angelina escorrega pela rabeira da montada, vai parar ao chão a cavalo no selim e ali fica, atarantado, sem atinar com uma saída para tamanha desgraça. Nisto chega o Manuel do Pinto, o Capador, montado num bom cavalo. Diz-lhe o Angelino: «Ó senhor Manuel! Foi por Deus o senhor aparecer... Acabou-se-me o burro...»

 

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—        O Manuel do Pinto era tangedor de pratos substituto. Um dia, durante uma exibição de muita responsabilidade, adormeceu e atrasou-se no compasso. O do bombo chincou-o. Ele sacudiu o sono e disparou sozinho por ali fora: Changla! Changla! Changla!: lá se foi o êxito da audição p'ró galheiro.

 

—        Os da pancada (bombo, pratos e caixa) eram os do couce. Ora o titular dos pratos, o Manuel do Cabra, tinha a mania de empiscar às moças. Um ano, nas Alturas, durante a procissão, as de Atilhó, que passavam o Inverno na pedincha, por terras de Espanha, umas sabidonas, vinham por trás e apalpavam-no... Era um pratinho ver o velho Manuel do Cabra a bater pratos e a furtar-se às apalpadelas, aos saltinhos dum lado para o outro, ante a risota das moças e o espanto do mestre, que não percebia o que se estava a passar.

 

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Imagens retiradas da página da Internet da Banda de Música de Parafita

 

—        Esse Manuel do Cabra não era o do revólver de madre-pérola?

 

—        Não. O do revólver chamava-se Manuel da Porta e tocava bombo. Um dia, ao rebaixar o salão duma corte, encontrou um revólver antigo, com a fecharia e o cano desfeitos, mas a coronha, de madre-pérola, intacta. Limpou aquilo muito bem limpinho e apareceu na festa de Veade de coronha a sobressair ostensivamente do bolso de trás das calças. As aldeias andavam despicadas por causa duma chega de bois, os de Veade viram aquilo, ficaram de cabelos em pé e foram avisar a guarda, antes que fosse tarde. E o Manuel da Porta, um pantomineiro de marca maior, a bater no bombo e a olhar para o outro lado, a fingir que não via nada... Um dos guardas aproxima-se por trás, deita a mão à coronha de madre-pérola, puxa, vê aquela porcaria a desfazer-se em ferrugem, mas não se dá por achado. Recua e diz para os delatores, que o aguardavam atónitos: «Eu nunca vi objecto assim! Mas que perigo... Nem me atrevo a tocar-lhe... Lixe-se lá o homem!»

 

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—        Para mim, uma das melhores é a do foguete...

—        Na Senhora da Saúde? Ai eu vi. Estava lá.

—        Iam a tocar na procissão, a caminho da capela da Senhora da Saúde. A calhelha é estreita e funda e os devotos formavam alas dum lado e doutro, de palanque nos campos. Nisto vem a cana dum foguete, viumvê...vvv..., espeta-se no carrulo ao Amadeu da Marcolina e ali fica ao alto, erecta e vibrátil como antena de extraterrestre. Vai o Serafim da Benta, que o seguia na forma, deita-lhe a unha, zás!, arranca-lhe a farpa. Poucos se aperceberam da manobra e a procissão continuou, na boa compostura. O melhor veio depois: o assombro do povo que não compreendia porque é que os músicos, sempre que estoirava um foguete, empinavam os trombones para o céu, pó, pó, pó-ró, girando ângulos de trezentos e sessenta graus sobre os calcanhares, atentos ao trajecto da cana... Porra!

(…)

In “História de Lan-Caprina” de Bento da Cruz, Editorial Notícias, Lisboa, Maio de 1998

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Ficamo-nos por aqui, na página 15 das “História de Lana-Caprina” de Bento da Cruz, no 1º capítulo do livro - “Os de Parafita”, que dedica aos músicos de Parafita, e ficamos por aqui não por se acabarem as histórias sobre os de Parafita, pois essas continuam livro adentro até à página 60, mas porque são em demasia para este espaço do blog, mas pela certa que de futuro teremos por aqui mais algumas destas histórias.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Parafita que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem e para rever aquilo que foi dito sobre as Parafita ao longo do tempo de existência deste blog, a seguir ao vídeo, ficam link para esses post, onde por sinal contém mais histórias sobre os de Parafita, mas de um outro livro, “ Histórias da Vermelhinha”, também de autoria de Bento da Cruz.

 

Aqui fica o vídeo:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Parafita:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-parafita-1443308

 

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Imagem retirada da página da Internet da Banda de Música de Parafita

 

Link para a página da Banda de Música de Parafita (de visita obrigatória):

 

https://www.bandaparafita.net/cms/

 

 

E quanto a aldeias do Barroso, despedimo-nos até amanhã, desta vez calhou assim, em que teremos aqui a aldeia de Torneiros, do concelho de Boticas.

 

06
Jan21

Santo Estêvão - Chaves - Portugal

Vilas de Chaves

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SANTO ESTÊVÃO

 

Em geral, nesta rubrica, vimos aqui cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, mas hoje, embora com o mesmo objetivo, não é uma aldeia, mas sim uma vila, a vila de Stº Estêvão.

 

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Outrora Vila Medieval com a importância que a História lhe confere, perdeu esse estatuto com o passar do tempo, mas graças à sua história, Lei nº 28/2005,  atribui-lhe de novo o estatuto de Vila – a Vila de Stº Estêvão, ficando assim o concelho de Chaves, com uma (1) cidade, duas (2) vilas e cento e trinta e duas (132) aldeias.  

 

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É também uma vila com castelo, um pequeno castelo mesmo no centro da vila, com uma localização muito singular, pois ao contrário da grande maioria dos castelos que se localizam em pontos altos, em geral nos cumes de pequenos montes ou elevações, este está implantado em pleno vale de Chaves, mas pela certa que tinha a proteção dos dois ou três castelos próximos, o de Chaves e Monforte, e às vezes, o de Monterrei, pois este último, no decorrer da sua existência, tanto foi castelo amigo como inimigo, que embora próximo, já pertence à Galiza e como tal ao Reino de Espanha. Mas isto são coisas do passado, pois hoje os castelos, embora mantenham a sua importância na História, militarmente falando, não têm qualquer importância, daí, hoje em dia, ou estão abandonados, esquecidos e degradados ou foram convertidos em pousadas, museus e outros fins.

 

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Mas hoje não estamos aqui para falarmos de Santo Estêvão, isso, já o fomos fazendo ao longos dos vários posts que lhe dedicamos onde houve até lugar para a poesia. Fica link no final deste post para essas abordagens à Vila de Santo Estêvão.

 

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Vamos então ao vídeo com todas as imagens da vila, uma vila do vale de Chaves, a caminho da Galiza, ali quase ao lado. Aqui fica, espero que gostem:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à vila de Santo Estêvão:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/da-nascente-do-rio-tamega-ate-aos-lagos-1867408

https://chaves.blogs.sapo.pt/sto-estevao-chaves-portugal-1826169

https://chaves.blogs.sapo.pt/550617.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/439822.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/304765.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/43927.html

 

 

E quanto a aldeias e vilas de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de São Cornélio.

 

30
Dez20

Santiago do Monte - Chaves - Portugal

Aldeias do Concelho de Chaves com Vídeo

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Santiago do Monte

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Santiago do Monte.

 

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Santiago do Monte é a primeira aldeia que encontramos ao subir ao planalto do Brunheiro, isto se a subida se fizer logo após Lagarelhos, em direção a Carvela e Maços. Em Santiago do Monte existe um entroncamento onde se seguirmos em frente, vamos até Carvela ou Maços, mas se virarmos á direita, então passamos pelo centro da aldeia de Santiago, pelo seu núcleo mais antigo, em direção às restantes aldeias da freguesia de Nogueira da Montanha, à qual Santiago também pertence.

 

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Pela sua localização é uma velha conhecida nossa, pois é uma das aldeias de passagem para muitos destinos e daí, a nossa primeira imagem lá tomada já ser de 2005, e despois, temos imagens de quase todos os anos, sendo as últimas de 2015, a coincidir com o início dos nossos destinos fotográficos no Barroso.

 

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Assim, não sei quantas passagens fiz pela aldeia, mas sem verdadeiramente a conhecer, pois como tenho repetidamente dito aqui, para se conhecer o pulsar de uma localidade, há que entrar na sua intimidade e até 2015 nunca o tínhamos feito, parar na aldeia sem reparar nas horas, estar lá, percorrer as suas ruas, falar com as pessoas, e isso, só o fizemos em 2015, e sejamos sinceros, não conhecíamos mesmo a aldeia, só aí é que verdadeiramente a descobrimos, e em boa hora, pois as passagens na estrada escondem alguns dos seus encantos, e mesmo os que estão junto à estrada ganham outro interesse quando se descobrem os pormenores.

 

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Mas hoje estamos aqui pelo vídeo e nos últimos posts, com links após o vídeo,  já deixámos aqui a aldeia depois de 2015, onde fomos dizendo aquilo que sabíamos sobre a aldeia, hoje é para o seu vídeo que também estava em falta, e aqui fica ele, espero que gostem.

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Santiago do Monte:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/santiago-do-monte-chaves-portugal-1808713

https://chaves.blogs.sapo.pt/santiago-do-monte-e-companhia-1384155

https://chaves.blogs.sapo.pt/santiago-do-monte-ou-de-encontro-a-1309110

https://chaves.blogs.sapo.pt/santiago-do-monte-chaves-portugal-1255337

https://chaves.blogs.sapo.pt/834040.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/239658.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado em que teremos aqui a aldeia de Santo Estêvão.

 

 

 

26
Dez20

Santa Ovaia - Chaves - Portugal

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Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Santa Ovaia.

 

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Já não sei que mais há para dizer sobre estas aldeias. Mais uns dias e este blog faz 16 anos, já calcorreámos todas as nossas aldeias pelo menos duas ou três vezes e outras, até vamos lá com mais frequência, principalmente se ainda têm vida, gente nas casas e nas ruas, ainda mantêm as suas tradições, a sua festa anual, alguns usos e costumes, mas essas são poucas, a grande maioria parou no tempo, abandonos, são cada vez mais notórios, principalmente nas ruas vazias de vida mas sobretudo nas nas casas, pois elas não conseguem sobreviver sem gente dentro, parece-me que também têm sentimentos e se ficam sozinhas, acabam por ficar deprimidas, não tratam das suas doenças e morrem.

 

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Não sei porque insisto em ir por lá de vez em quando, o único consolo que às vezes por lá encontro é a de uma conversa mais ou menos demorada com um velho resistente, aprendo sempre qualquer coisa com eles, aqueles que outrora, quando as aldeias eram aldeias a sério, ocupavam na escala hierárquica da família o lugar mais elevado, o do respeito e do saber, em casas onde viviam pelo menos 3, às vezes 4 ou até 5 gerações, velhos que alguns nunca puseram um pé na escola mas que da vida sabem tudo e muito, mas muito mais que qualquer doutor que andou a passear o cú nos bancos das escolas. Velhos resistentes que resistem a tudo, até aos lares, porque eles bem sabem o que são asilos…  

 

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Já que começámos vamos até ao fim, e quando tudo terminar, iremos lá para ver o que fico e dizer, era uma vez… pois há sempre uma estória para contar. Mas com é habitual nestes posts-vídeo, estamos aqui pelo vídeo que Santa Ovaia não teve nos posts anteriores que lhe dedicámos, posts para os quais fica link a seguir ao vídeo.

 

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E agora sim, o vídeo com todas as imagens da aldeia de Santa Ovaia que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem .

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Santa Ovaia:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/santa-ovaia-chaves-portugal-1849393

https://chaves.blogs.sapo.pt/sta-ovaia-chaves-portugal-1305666

https://chaves.blogs.sapo.pt/as-nossas-aldeias-1221339

https://chaves.blogs.sapo.pt/436380.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/279725.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até à próxima quarta-feira em que teremos aqui a aldeia de Santiago do Monte.

 

 

 

23
Dez20

Santa Marinha - Chaves - Portugal

Aldeias de Chaves - Com Vídeo

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Santa Marinha - Chaves

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de Santa Marinha, do concelho de Chaves.

 

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Hoje toca-nos ir até Santa Marinha, uma pequena aldeia da freguesia de Nogueira da Montanha, localizada no planalto do Brunheiro e que se desenvolve à volta de uma pequena capela e de um troço de estrada que liga a EM314 à aldeia de Amoinha Velha. E quando digo pequena, refiro-me ao seu núcleo mais antigo, aquele que a nós mais nos interessa, que caracterizam e são o ser destas aldeias, mas também com as novas casas, sobretudo na entrada da aldeia, contudo apenas acrescem 9 ou 10 habitações, continuando a ser uma pequena aldeia, que é como é e a mais não é obrigada e até tem a sua graça, e que para sua consolação, ainda as há mais pequenas.

 

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Claro que a nós, o ser pequena, complica-nos um bocadinho no que diz respeito ao arranjar conteúdos (imagens mas também documentos) para a aldeia ter aqui os seus devidos posts, mas teve-os todos, com este já são meia-dúzia sem contar outros em que é referida ou ao qual forneceu imagens,  e continuará a ter o mesmo que as restantes aldeias têm, embora, às vezes, tenhamos de lançar mão ao mesmo motivo para termos imagens, como aconteceu no caso da capela ao aproveitarmos a fachada, a traseira e as paredes laterais, que, com o devido respeito, me fez lembrar o bailado mirandês do pingacho, naquela parte da letra que diz (em mirandês que, para quem não sabe, também é uma língua oficial de Portugal):

 

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(…)

 

              Beila-lo, beila-ló picorcito,

(…)

              Beila-lo de lhado,

              De l’ outro ancustado,

              I de delantreira,

              Tamien de traseira.

             (…)

 

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Mas hoje não estamos aqui pelas palavras e para falar da aldeia, hoje é mesmo pelo vídeo que ainda não tinha. Quanto à adeia, sempre podem rever aquilo que dissemos nos posts anteriores e para os quais fica link a seguir ao vídeo. Agora o vídeo com todas as imagens publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

 

Aqui fica:

Nota: Embora o YouTube tivesse classificado este vídeo para maiores de 18 anos, não existe qualquer razão para que tal aconteça. Já apresentámos uma reclamação ao Yutube, pelo que, após analisada, contamos que o vídeo também possa ser visto aqui no blog. Entretanto, pelos vistos, terá que o ver no YouTube.

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Santa Marinha:

https://chaves.blogs.sapo.pt/santa-marinha-chaves-portugal-1846275

https://chaves.blogs.sapo.pt/783349.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/432481.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/5628.html

https://chaves.blogs.sapo.pt/5674.html

 

 

E quanto a aldeias de Chaves, despedimo-nos até ao próximo sábado, e como andamos em terras de santas, a próxima é Santa Ovaia.

 

 

 

20
Dez20

O Barroso aqui tão perto - Seirrãos

Aldeias do Barroso - Freguesia de Beça - Concelho de Boticas

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SEIRRÃOS - BOTICAS

 

Hoje nesta andança pelas aldeias do Barroso, do concelho de Boticas, da freguesia de Beça, vamos até Seirrãos.

 

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Iniciemos pelo nosso itinerário, a partir da cidade de Chaves, para chegar até Seirrãos e vamos seguir o mesmo itinerário que seguimos para ir até à aldeia de Quintas, a última aldeia que esteve aqui no domingo passado, isto porque Seirrãos fica a apenas 500 metros de Seirrãos, embora a partir de Boticas se possa optar por itinerário alternativo, mas já lá vamos.

 

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Então saímos de Chaves pela EN103 e direção a Braga, mas só até Sapiãos, aí saímos em direção a Boticas onde devemos tomar a R311 em direção a Ribeira de Pena, Salto e Braga, logo a seguir a cerca de 3Km temos a aldeia de Quintas onde devemos tomar um desvio à esquerda em direção a Seirrãos, Miradouro e Torneiros, logo a seguir é Seirrãos. Depois de visitar Seirrãos, suba mais um bocadinho até ao Miradouro. Depois de visitar o miradouro, não regresse a Seirrãos, siga a estrada, a descer, pois já está a descer para Boticas. Claro que pode fazer este pequeno itinerário entre Boticas e Seirrãos ao contrário, que por acaso até foi o que nós fizemos quando lá fomos. Fica o nosso mapa, só de ida.

 

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Seirrãos é uma pequena aldeia que se não fosse uma pequena montanha estava mesmo encostadinha à vila, sede de concelho, Boticas, pois Seirrãos está nas faldas desse pequeno monte e o lado oposto do mesmo, o monte descai até chegar à vila de Boticas.

 

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Um pequeno monte que serve também de degrau para outro monte, um pouco mais elevado e que lá na croa, mesmo lá no alto, tem um miradouro para se lançarem olhares sobre Boticas, a Granja e mais além, até às montanhas de Chaves e da Galiza, mas que é também um miradouro sobre Seirrãos aninhadinha no meio do verde do arvoredo, imediatamente antes de Quintas, a aldeia mais próxima de Seirrãos, que fica a apenas duas pequenas retas e uma curva traduzidas para metros, Para o lado oposto temos a aldeia de Torneiros,.

 

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Foi precisamente depois de termos fisgado Seirrãos desde o miradouro que descemos até à sua intimidade. Vista lá de cima, a aldeia prometia, mas para sentir o seu pulsar, tínhamos que descer e entrar na sua intimidade.

 

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Meados de julho, início da tarde, depois de um almoço daqueles almoços que só no Barroso se podem saborear, era mais hora de assossega que por cá, depois dos almoços se resolve melhor com o dormir de uma sesta, que pelo quase silêncio da aldeia, não fosse o chilrear dos pardais intercalado aqui e ali por um trinar mais melodioso de outras espécies e o silêncio seria total ou quase…

 

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As sestas até deviam ser obrigatórias, mas nem todos podem usufruir delas. Nós bem tínhamos vontade de botar uma sestinha, mas tínhamos de ganhar o dia, de cumprir o nosso roteiro fotográfico e para além de Seirrãos ainda tínhamos a aldeia vizinha de Quintas para fotografar, daí não havia tempo a perder.

 

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A aldeia ia continuando no seu silêncio chilreado da passarada até que um monolugar descapotável, vulgarmente conhecido por trator, começa a quebrar o silêncio ao fundo de uma rua, é assim, tal como dizia atrás nem todos têm direito a sesta e nas aldeias, mesmo não havendo empregos, há sempre trabalho para fazer. chilrear

 

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O trator passou, penetrou no arvoredo da montanha e o seu ruído foi sendo absorvido até ficarmos de novo no quase silêncio total, mas por pouco tempo, pois um filho da terra chegou até nós em conversa, o Fernando Guimarães natural de Seirrãos, a terra do pai, mas que vive em Beça, a terra da mãe. Pelo seu nome e por sermos homónimos, meti-me com ele dizendo-lhe que era um nome em desuso, fora de moda, que já havia poucos Fernandos… ao que ele me interrompeu “Poucos!? Só em Beça somos para aí 18…”, mas a provocação foi apenas o mote para uma conversa…

 

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Claro que os naturais destas terras gostam sempre do seu berço, mas não são indiferentes àquilo que os rodeia e a nossa conversa acabou por tomar o rumo do incêndio que no ano anterior (2016) lhes queimou o monte (do miradouro) num incêndio que dizimou uma grande área do pinhal de Boticas, de ambos os lados da R311 entre Pinho e Boticas. Palavras de revolta, justas, que qualquer um que tivesse visto o cenário desolador que aquele incêndio deixou teria.

 

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E em Seirrãos foram os únicos momentos com vida durante a nossa estadia, não porque a aldeia seja uma aldeia sem vida, pois era notória que a tinha, mas estávamos no início de uma daquelas tardes dos verões dos verões de inferno que por cá atravessamos no mês de julho e o mais provável era mesmo que as pessoas estivessem a dormir a sua sesta ou protegidos do intenso calor na frescura das suas casas ou sombra.

 

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Pouco mais temos para dizer sobre esta aldeia, a não ser que é uma aldeia interessante que merece uma visita, após a qual deverá subir ao miradouro para desfrutar das vistas e rever a aldeia de Seirrãos, mas agora na sua perspetiva geral. Vale a pena e não se vai arrepender.

 

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E chegamos à altura de trazer aqui o vídeo com todas as imagens publicadas hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Quanto a próxima aldeia do Barroso, continuaremos na freguesia de Beça, com a aldeia de Torneiros, curiosamente também aldeia vizinha da nossa aldeia de hoje.

 

 

 

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