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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

12
Fev22

O Barroso aqui tão perto - Zebral C/Vídeo

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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ZEBRAL - MONTALEGRE

 

No último post vídeo dedicado às aldeias do Barroso de Montalegre dizia que, dado que todas as aldeias de Montalegre já tinham o seu vídeo, estava na altura de passar a outra fase, mas fui adiantando que pelo meio poderia haver uma falha, um lapso, e aconteceu mesmo, pois pela ordem alfabética a seguir ao X de Xertelo (a última aldeia que aqui trouxemos)  ainda existe o Z de Zebral, que eu pensava já ter vídeo, mas não tinha, por isso aqui fica hoje.

 

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Zebral que recordo ter sido uma agradável descoberta, com gente na rua e simpática, onde deu para fotografar algumas relíquias, conversar um pouco e até recordar algumas estórias vividas na primeira pessoa por um dos nossos companheiros destas andanças pelo Barroso, que por sinal tinha sido professor em Zebral.

 

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E se demorou o termos ido por lá a primeira vez, a partir de aí as nossas passagens por Zebral começaram a ser frequentes, pois a aldeia tornou-se num ponto de passagem, ou atalho,  para outros itinerários, e em boa hora o descobrimos, pois esse troço/atalho, é um dos mais interessantes do Barroso e simultaneamente pode poupar-nos uns bons quilómetros de trajeto.

 

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Como chegar a Zebral a partir, como sempre, da cidade de Chaves? Ora é muito fácil, mesmo porque Zebral fica a cerca de 27km, meia hora de viagem, isto se formos pelo itinerário que recomendamos, ou seja via estrada de São Caetano, Soutelinho da Raia e logo a seguir, em Meixide, após a aldeia, na bifurcação da estrada, tomarmos a opção da esquerda, para Pedrário e Sarraquinhos. Em Sarraquinhos, devemos entrar e atravessar a aldeia´, sempre pela rua principal até terminarem as casas e termos de novo estrada aberta, a partir de aí é seguir sempre por essa estrada até encontrarmos a primeira aldeia que já será Zebral. Mas para melhor entender a localização de Zebral, fica em mapa o itinerário por nós recomendado e fotografias aéreas do google Earth com algumas anotações.

 

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Em Zebral demore-se o tempo que for necessário, sem pressas, mesmo porque a aldeia não é assim tão grande para nela se poder demorar uma eternidade, mas com o tempo necessário para apreciar os pormenores, o casario, a vida no campo, conversar com as pessoas, beber a água das fontes, tendo sempre em conta aquilo que nos dizia Torga a respeito destes reinos maravilhoso “ O que é preciso para os ver, é que os olhos não percam a virgindade original diante da realidade e o coração”.

 

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Mas como hoje estamos aqui pelo vídeo que ZEBRAL não teve aquando do seu post completo, para o qual fica link no final deste, vamos passar de imediato para esse vídeo, com todas as fotos da aldeia publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de ZEBRAL:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-zebral-1503453

 

Como todas as aldeias de Montalegre já têm o seu vídeo é tempo de passarmos a uma segunda fase de abordagem ao Barroso de Montalegre. Para já, nas próximas semanas iremos andar pela vila, sede de concelho, com imagens e algumas estórias e sempre que possível também com a sua História, depois, com o tempo, logo se verá. Certeza, sem ser necessário prometer, é que o Barroso vai continuar a ter lugar neste blog, sempre.

 

 

06
Fev22

O Barroso aqui tão perto - Golas

Aldeias de Montalegre

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GOLAS - MONTALEGRE

 

Pensávamos que todas as aldeias do concelho de Montalegre já tinham passado aqui pelo Blog, com o seu post completo, e mais tarde, numa nova ronda, com o seu vídeo resumo, mas afinal faltava uma, que, diga-se a verdade, de início até constava na nossa lista de aldeias a visitar e descobrir, mas que a determinada altura, erradamente, jugámos não ser uma aldeia, mas talvez um bairro de Salto, e daí, não passámos por lá na nossa primeira ronda pelas aldeias do concelho de Montalegre. Refiro-me a Golas, que hoje vai ter aqui o seu post e o seu vídeo com é devido, para agora sim, darmos como concluída a ronda por todas as aldeias de Montalegre..

 

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A sabedoria do nosso povo, costuma dizer que “Mais vale tarde do que nunca” e se concordamos com este saber, nem por isso deixamos de lamentar por só agora trazer aqui a aldeia de Golas, mas, e sem intensão de servir de desculpa, a culpa não é só nossa, ou melhor, é só nossa, mas existiram factos que nos induziram em erro, e lá está o povo a dizer mais uma vez “Contra factos não há argumentos”, o que me poderia consolar ao haver factos que me dão razão, mas não consola, porque também os á que não ma dão.

 

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Vamos então tentar esclarecer e compreender as razões das nossas omissões. Ora já o disse aqui vezes sem conta que andei enganado, quase toda uma vida, ao pensar conhecer o Barroso, isto porque conhecia desde a minha infância a Vila de Montalegre e algumas aldeias que calhavam nos itinerários entre Chaves e Montalegre, e digo itinerários porque durante esse período de visitas a Montalegre, houve dois itinerários, o primeiro que se fazia sempre pela N103 até ao Barracão, e mais tarde até S. Vicente, na carreira de Chaves-Braga, e depois destas localidades até Montalegre.

 

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O segundo itinerário frequente para Montalegre, só a partir de finais dos anos 70 do século passado é que passou a ser conhecido e preferido ao anterior (da E103), aqui já sem recorrer à carreira de Chaves-Braga, que com o tempo até deixo de existir. Pois conhecendo eu muito bem estes dois itinerários, julgava-me conhecedor de todo o Barroso, tanto mais, e ainda, que por algumas vezes calhou ir até Tourém Pitões da Júnias, isto ainda e muito antes de existirem computadores e internet, ou seja, antes de termos toda a informação disponível para fazer descobertas, não só em documentos escritos mas também em cartas geográficas, mapas, fotografia aérea, etc, e foi por aí que recentemente, embora há já mais de um ano ou até dois, pois a pandemia serve de referência, que cheguei à conclusão que Golas era uma aldeia, mas que quis confirmar, in loco, recentemente, em outubro passado (Out.2021), onde inclusive tive acesso a dois dados preciosos que, se dúvidas houvesse, faziam toda a luz sobre a verdade de Golas, ao conhecer a data de fundação da aldeia (1908) e os seus fundadores, o casal Acácio Fernandes e Teresa Fernandes.

 

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Para não perder o fio à meada, regressemos atrás na escrita, aquando referia os factos que me levaram ao engano, ou seja, para documentar estes meus posts sobre as aldeias do Barroso, vou recorrendo áquilo que existe escrito em documentos e publicações, de preferência as oficiais, pois parte-se do princípio que essas são fidedignas. Assim, para Montalegre tinha como consultas preferidas e obrigatórias a monografia “Montalegre” e a “Toponímia de Barroso”, isto porque abordavam todas as freguesias e aldeias. Pois, mas foram estas publicações fidedignas que contribuíram para o meu engano, pois em nenhuma delas se refere a aldeia de Golas, é como se não existisse. Mas existe.

 

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Por outro lado, na página oficial da Câmara de Montalegre, no espaço dedicado à Freguesia de Salto,  houve o cuidado de introduzir Golas nos lugares da freguesia, embora fora da ordem alfabética, mas consta lá. O curioso é que o texto que consta nos dados da freguesia de Salto é o mesmo da monografia “Montalegre”, tipo copy-paste, onde em ambos consta “Lugares da Freguesia (20)”, vinte lugares, mas na monografia só são descritos 19 lugares. Estes dois pormenores, um, o de Golas estar fora de ordem na página da CMM e o outro, o de na monografia em vez de 20 lugares só constarem 19 na descrição, faz-me pensar que em ambos houve uma decisão de última hora de ser incluído e excluído na descrição.

 

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Para rematar este assunto do ser ou não ser aldeia, fiquemos com a definição mais comum de aldeia:

 


Pequena localidade, geralmente com poucos habitantes e de organização mais simples que a de uma vila ou cidade, sem autonomia administrativa; povoação.

 

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Claro que talvez fuja um bocadinho ao conceito que esteve na origem da maioria das aldeias e que, Afonso Ribeiro, no seu romance “Aldeia” de 1943,  tão bem descreve ao colocar a aldeia num espaço físico e social onde a um lado estavam os trabalhadores rurais e rendeiros, e dou outro, os senhores da terra.

 

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E agora sim, vamos até a aldeia de Golas, fundada em 1908 por Acácio Fernandes e Teresa Fernandes, claro que não seria logo como aldeia, mas aí teria o seu início, há pouco mais de 100 anos, sendo assim uma aldeia relativamente recente, o que está espelhado na arquitetura do casario, com um tipo de construção que sai fora daquilo que é o tradicionalmente barrosão. Ao todo são vinte e tal construções, entre as quais alguns armazéns. A julgar pela origem da aldeia e pelas expressões de agradecimento aos fundadores de Golas, a maioria dos seus habitantes serão descendentes dos fundadores, mas isto sou eu a supor.

 

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Quanto à localização da aldeia, está bem próxima da vila de Salto, da zona mais recente de Salto, e num raio de cerca de 2 km tem as aldeias da Venda Nova, Amiar, Pomar da Rainha e Borralha.

 

Quanto ao nosso trajeto para partir à descoberta de Golas, como sempre a partir da cidade de Chaves, optamos por iniciar pela N103 até Sapiãos, depois Boticas onde apanhamos a R311 em direção a Salto até chegarmos mesmo à entrada de Salto, no cruzamento, onde em vez de irmos em direção ao centro de Salto devemos tomar a direção contrária no sentido de da Venda Nova, onde a umas centenas de metros aparecerá a placa a indicar Golas. Mas ficam os nossos mapas e os da google para melhor localização.

 

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E vai sendo tudo, pois sobre Golas pouco mais há a acrescentar e as imagens que vos deixam documentam bem a sua realidade. Como habitualmente fica o vídeo com todas as imagens do post, que espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Hoje não anunciamos qual a próxima aldeia, porque na realidade já não temos mais aldeias do concelho de Montalegre para trazer aqui, mas mesmo assim, com tempo, ainda vamos ver se nos falhou alguma coisa. Entretanto Montalegre continuará por aqui às sextas-feiras, mas com imagens e posts dedicados à Vila de Montalegre, ou então de temática geral, sem se referir propriamente a uma aldeia.

 

 

29
Jan22

O Barroso aqui tão perto - Xertelo C/Vìdeo

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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XERTELO - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de XERTELO, concelho de Montalegre.

 

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É mais uma aldeia que vive no chão da Serra do Gerês, ali mesmo onde o verde das terras baixas dá lugar ao mais agreste que a serra tem, implantada a uma altitude que varia entre os 700 metros de altitude, no pequeno vale que serve a aldeia e onde o verde termina, e os 750 metros, onde se localiza a última construção e onde o agreste começa.

 

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Xertelo é uma pequena aldeia com cerca de 50 construções destinadas a habitação, anexos e a alguns, poucos, armazéns agrícolas. Localizada mais ou menos a meio do itinerário que liga Paradela do Rio a Cabril e entre os rios Cávado (margem direita) e o rio Cabril (margem esquerda), rios que neste local distam um do outro cerca de 2km, mas que dado o declive do terreno em nada servem a aldeia e mesmo que fossem de fácil acesso, de pouco adiantaria, pois por aqui os rios, com os desvios das suas águas para abastecer as barragens mais próximas, correm com um caudal muito reduzido, quase nada. Contudo entre Xertelo e a Peneda de Baixo existe uma ligação com ponte sobre o rio Cávado, mas não me consta que seja para popós, quando muito, para tratores e todo o terreno.

 

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Como pontos de interesse, a aldeia tem um cruzeiro e o fojo do lobo, um dos mais interessantes do Barroso, muito parecido ao de Fafião, e digo interessantes por terem uma localização privilegiada deixando ver na sua quase totalidade a forma tão singular que estas construções (muros) têm, dando bons motivos a qualquer fotografia. Deixa-se ver e a partir dele também se têm vistas bem interessantes.

 

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Vistas desde Xertelo

 

Também é a partir de Xertelo que se faz um dos dois acessos existentes para as sete lagoas, onde, entre elas deveriam cair cascatas, mas que não caem devido ao tal desvio das águas dos rios para as barragens, existindo um desses desvios imediatamente antes da primeira das sete lagoas. 7 lagoas que são uma das pérolas que o Gerês e o Barroso têm na sua intimidade, e que,  tivemos a oportunidade de um dia ter lá ido, coisa que hoje não poderemos fazer, pois os acessos estão vedados, pelo menos para viaturas. Penso que a pé ainda se poderá ir, no entanto, de Xertelo às 7 lagoas são mais de 5km, que apenas se recomendam a quem estiver habituado e preparado para caminhadas em montanha. Gostaria de lá ir mais uma vez, mas como caminhadas a pedantes não são a minha especialidade, além da idade já pesar um bocado, tou que numa próxima visita, de Xertelo, me ficarei pelo fojo do lobo. No final fica link para um post de um texto de Torga com imagens das sete lagoas.

 

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Como no post completo dedicado a Xertelo (com link no final) apenas deixámos o nosso mapa com a localização da aldeia, na altura ainda sem traçarmos o itinerário por nós recomendado. Itinerário que, para Xertelo, até vamos recomendar o que é de menor distância a percorrer, mas que, mesmo assim, vai para os 73,3km, a percorrer em aproximadamente 1H30, isto sem paragens. Este itinerário é também um dos nossos preferidos e habituais para chegar a terras do Barroso de Montalegre, via estrada de São Caetano (Soutelinho da Raia) até Montalegre e, a partir de aí, vamos acompanhando o percurso do descer do rio Cávado até Paradela do Rio, onde se deverá atravessar o paredão da barragem e seguir sempre pela estrada municipal M308 até chegar a Xertelo. Fica então o itinerário (google maps)  e duas imagens de fotografia aérea do google earth com algumas anotações nossas para melhor se compreender a localização e situação da aldeia em relação ao terreno envolvente.  

 

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Como hoje estamos aqui pelo vídeo que XERTELO não teve aquando do seu post completo, vamos dando por terminado este post, o qual aproveitámos para deixar mais algumas imagens da aldeia que escaparam à anterior seleção. E agora sim, vamos então passar ao vídeo que nos trouxe cá e que espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de XERTELO:

Xertelo

 

Post com texto de torga e imagens das sete lagoas e envolvente:

Sete Lagoas

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui o POST da aldeia de GOLAS, que não será um post vídeo como o atual, mas sim o  seu post completo, que incluirá um vídeo, pois até hoje ainda não tínhamos dedicado um post a esta aldeia.

 

 

22
Jan22

O Barroso aqui tão perto - Viveiro c/ Vídeo

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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VIVEIRO - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de VIVEIRO, concelho de Montalegre.

 

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É mais uma aldeia das proximidades do Rio Cávado, mas também muito próxima do Rio Rabagão e ainda do ponto de encontro destes dois rios, tendo o Cávado a apenas 850m, o Rabagão a 1.3Km e o encontro dos dois rios a 2.3Km.

 

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Embora exista esta proximidade dos dois rios, os mesmo não se sentem na aldeia, nem sequer se avistam, assumindo assim a aldeia a identidade de uma aldeia de montanha em vez de aldeia ribeirinha e não é de estranhar, pois estes dois rios fazem a grande maioria do seu percurso em fundas gargantas no encontro de montanhas, onde nem sequer existem pequenos vales.

 

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Só para se ter uma ideia, a inclinação do terreno para o rio Cávado é de quase 40%, daí não ser muito convidativo a ser percorrido, nem é necessário, pois embora Viveiro seja uma aldeia de montanha os terrenos que a rodeiam estão todos vestidos de verde, quer com pastagens, quer com terras de cultivo, quer com arvoredo nas divisórias dos terrenos ou em pequenas florestas que se vão prolongando até às aldeias mais próximas, que no presente caso são as aldeias de Santa Marinha a nordeste e Ferral a soeste, e Vila Nova e Sidrós a Poente. Estamos em aldeias do Barroso Verde, com aldeias de baixa altitude, algumas na cota dos 200 e 300 metros como acontece com as aldeias vizinhas de Vila Nova e Sidrós, embora Viveiro esteja já na cota dos 500m. Contudo, convém não esquecer que a Serra do Gerês está ali mesmo ao lado, com o seu grande rochedo a erguer-se para o céu, com o que de mais agreste tem o Barroso. Contrates do Barroso que lhe conferem uma beleza ímpar, sendo mesmo uma pérola do Reino Maravilhoso, e uma paixão para quem o descobre, e está aqui tão perto…

 

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Pois para chegar a este Barroso é necessário percorrer apenas 70km, a menos de 1H30 de viagem, e  não é pelo caminho mais perto, pois nós recomendamos estradas secundárias, num percurso em que se atravessa quase o Barroso de lés a lés e quase todas as suas identidades e contrates, para isso, basta sairmos de Chaves em direção ao São Caetano, depois Soutelinho, Montalegre, Paradela do Rio, Santa Marinha e logo a seguir temos Viveiro, ainda antes de Ferral, embora esta última possa servir como referência, mas ficam os nossos mapas que até nem são necessários, pois felizmente o concelho de Montalegre está muito bem sinalizado, e basta seguir as placas indicativas, só temos de saber para onde queremos ir.

 

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Passeio para um dia completo, com partida de manhazinha e chegada à noitinha, se for de verão, de inverno, talvez já se chegue a casa já de noite. Quanto a refeições, se for adepto de piqueniques, leve o farnel, não faltam sítios onde parar, tal como não faltam restaurantes, esteja onde estiver, a meia dúzia de quilómetros há sempre um restaurante, às vezes, o mais complicado, é escolher qual, mas é garantido que em quase todos se come bem, principalmente naqueles em que ainda não aderiram às modernices. Se for um prato à barrosã, é garantido que se come bem e a um preço acessível, pelo que não vale a pena preocupar-se com o farnel.  

 

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Mas como hoje estamos aqui pelo vídeo que VIVEIRO não teve aquando do seu post completo, para o qual fica link no final deste, vamos passar de imediato ao seu vídeo, com todas as fotos da aldeia publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de VIVEIRO:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-viveiro-1658821

 

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui o vídeo da aldeia de XERTELO.

 

16
Jan22

O Barroso aqui tão perto - Vilarinho de Negrões C/Vídeo

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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VILARINHO DE NEGRÕES - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de VILARINHO DE NEGRÕES, concelho de Montalegre.

 

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É mais uma aldeia da margem esquerda do rio Rabagão, no troço em que dá lugar à barragem dos Pisões (ou do Alto Rabagão). Na margem esquerda do rio/barragem, quase a entrar pela água adentro, aliás com a barragem na sua cota máxima, há mesmo casas que chegam a tocar a água, e se essa cota tivesse mais um metro ou dois, transformava a aldeia numa ilha.

 

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Esta particularidade da sua proximidade da barragem, por parecer quase uma ilha, principalmente quando a água da barragem atinge a sua cota máxima, transforma-a numa das aldeias mais interessantes para ver e fotografar, com uma beleza ímpar.

 

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Daí em nada termos estranhado que fosse uma das aldeias candidatas às sete maravilhas de Portugal, tendo sido uma das aldeias pré-finalistas na categoria de “Aldeias Ribeirinhas” a par da Aldeia da Luz, de Mourão, no Alentejo, a aldeia de Dornes em Ferreira do Zêzere, Escaroupim de Salvaterra de Magos, Furnas da Povoação nos Açores, Santa Clara-a-Velha em Odmira e Sete Cidades em Ponta Delgada. Não chegou à final, mas ficou entre as sete mais belas na sua categoria.

 

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Mas não é caso único, pois mesmo ao lado, a aldeia de Negrões é muito idêntica a Vilarinho e mais à frente, Criande, também comunga esta proximidade das águas da barragem e, do lado oposto da barragem, quase em frente a Vilarinho de Negrões, a aldeia de Parafita também tem meia dúzia de casas muito próxima da barragem, no entanto, sem qualquer dúvida que a que tem mais visibilidade é a de Vilarinho de Negrões, isto por causa dos locais mais elevados desde onde a aldeia se deixa ver, locais esses que não existem nas proximidades das outras aldeias.

 

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Na sua intimidade, dentro da aldeia, já não goza das vistas privilegiadas, mas também ganha o seu interesse por se sentir a proximidade da água, principalmente quando a barragem está na sua cota máxima em que há mesmo caminhos da aldeia que são interrompidos por ficarem submersos. No restante, é uma aldeia barrosã, com todas as características barrosãs das aldeias do Alto Barroso, implantada a uma cota que ronda os 880m de altitude, tendo por um lado uma das vertentes  da Serra do Barroso e em frente a “grande planície” das águas da barragem.

 

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E como tudo que tínhamos a dizer sobre a aldeia já o dissemos no post completo que lhe dedicámos (com link no final para ele) resta-nos referir a sua localização e o itinerário para lá chegar a partir da cidade de Chaves. Pois quanto à localização, não há melhor que a referência da barragem dos Pisões, na sua margem esquerda, já quanto ao itinerário, embora se possa fazer maioritariamente pela N103, nós recomendamos um outro, com distância idêntica mas com passagem obrigatória por algumas aldeias, todas elas bem interessantes, quer as do concelho de Chaves, quer as do Barroso, que embora fiquem as indicações nos mapas que deixamos a seguir, se pode resumir como partida de Chaves em direção ao S.Caetano e depois passagem por Soutelinho da Raia, Meixide, Pedrário, Serraquinhos, Zebral, Vidoeiro, Cortiço (não obrigatório) Barracão, Criande, Morgade, Negrões e finalmente Vilarinho de Negrões, ao todo são 44,3km, só ida, no regresso pode optar por subir aos Cornos do Barroso e descer até Boticas e depois Chaves.

 

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E finalmente chegamos à parte em que deixamos aqui o vídeo, com todas as imagens publicadas de Vilarinho de Negrões publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

 

Aqui fica:

 

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de VILARINHO DE NEGRÕES:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1393643

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui o vídeo da aldeia de Viveiro.

 

 

09
Jan22

O Barroso aqui tão perto - Vilarinho de Arcos C/Vídeo

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VILARINHO DE ARCOS - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de VILARINHO DE ARCOS, concelho de Montalegre.

 

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Estamos no Barroso, estamos no Norte de Portugal, temos a Galiza aqui ao lado por isso é comum, vulgar até, estarmos em terras cujo topónimo contenha “Vilar de” Vilarinho de”, “Paradas” e “Paradelas” e “Sãos” e “Santas” de todos os nomes, topónimos conjuntos que lançam mão de um segundo topónimo de uma aldeia mais próxima onde têm a sua origem, de uma igreja ou capela, de uma região ou da sua condição geográfica. Pois hoje estamos numa dessas aldeias cujo topónimo, no caso, é Vilarinho.

 

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Vilarinho que também é diminutivo de Vilar, que teoricamente seria um “Vilar” mais pequeno, cujo significado de origem, seria também ser parte de uma “Villa” cedida para usos agrícolas, daí ter no seu segundo topónimo o nome dessa “Villa” que lhe fica sempre próxima, ao lado, por assim dizer, como acontece aqui no concelho de Montalegre com o Vilarinho de Arcos, com a aldeia de Arcos ao lado e Vilarinho de Negrões, com Negrões também próxima.

 

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Mas dizia atrás que esta do “Vilarinho” ser um diminutivo de “Vilar”, que por sua vez nasce de uma “Villa” ou sejam povoações mais pequenas que a sua “Villa”, o era teoricamente, e talvez o fossem na sua origem, mas que hoje em dia nem sempre corresponde à verdade, pois tanto os “Vilares” como os “Vilarinhos” cresceram e muitas das vezes são povoações maiores do que aquelas onde tiveram a sua origem, mas isto são apenas curiosidades que tem a ver com a história destas povoações.

 

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Pelo menos no caso destes “Vilarinhos” não temos dúvidas quanto à sua origem, que no caso deste Vilarinho de Arcos, teve origem na povoação de Arcos que lhe fica ao lado, a menos de 1Km de distância, e sim, ligadas por terras agrícolas na margem direita do Rio Bessa, quase junto à sua nascente. Outra curiosidade ainda, e que tem a ver com outro topónimo que atrás não mencionámos, que é o topónimo “Antigo de” que neste caso também existe, pois as tais terras agrícolas que unem Vilarinho de Arcos a Arcos, prolongam-se sempre junto ao Rio Bessa até Antigo de Arcos, mas este sem povoação, ou quando muito, em tempos remotos, poderia ter sido o Antigo de Serraquinhos.

 

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Mas como hoje estamos aqui pelo vídeo que Vilarinho de Arcos não teve aquando do seu post completo, para o qual finca link no final deste, vamos passar de imediato ao seu vídeo, com todas as fotos da aldeia publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de VILARINHO DE ARCOS:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilarinho-1508489 

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui o vídeo da aldeia de VILARINHO DE NEGRÕES, curiosamente outro “Vilarinho” de Montalegre.

 

 

27
Dez21

O Barroso aqui tão perto - Lousas

Aldeias do Barroso - Concelho de Boticas

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LOUSAS - BOTICAS

 

Nesta descoberta das aldeias do Barroso, continuamos no concelho de Boticas, na freguesia de Dornelas. Desta freguesia já passaram por cá as aldeias de Antigo, Casal, Espertina e Gestosa. Seguindo a ordem alfabética, calha hoje a vez a Lousas.

 

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Lousas é mais uma das aldeias isoladas que nasceu junto a uma pequena várzea de um ribeiro que mais à frente desagua no rio Beça. Localizada entre grandes montanhas, mais ou menos onde a serra do Barroso se encontra com a serra da Cabreira, que no meio de tanto ondular de montanhas é complicado saber onde começam umas e terminam outras, só mesmo que é de lá é que lhes deve conhecer os limites e saber se a terra que pisam, é de uma ou outra montanha.

 

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Dizia-mos atrás que Lousas é uma das aldeias isoladas do Barroso, nem tanto pela distância que a separa da sede de freguesia de Dornelas, a 4km ou do concelho, Boticas, que fica a cerca de 30Km, mas mais pela sua situação de ficar lá ao fundo, numa pequena várzea de onde só se avistam montanhas, para além de não ser terra de passagem para nenhum lado, pois a partir de Lousas só há mesmo montanhas e caminhos florestais que nem sequer ligam às aldeias mais próximas, à exceção de uma ligação para a aldeia de Casal, que seguindo a linha de água que passa por Lousas, fica um pouco mais acima.

 

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Uma aldeia isolada e de limites, pois fica a apenas 1km do concelho de Montalegre e à mesma distância do Concelho de Cabeceiras de Basto, pertencendo este último já ao distrito de Braga, mas desde a aldeia de Lousas não há qualquer ligação direta por estrada a estes concelhos. Por exemplo a aldeia de Gondiães que fisicamente fica a 3km de distância, a montanha que as separa faz com que por estrada estas duas aldeias esteja a 40km de distância. Daí nós falarmos do seu isolamento, pois até fica perto de tudo, mas longe do seu alcance, principalmente se considerarmos que estas aldeias não são servidas por transportes públicos.

 

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Isolamento que até poderia ser interessante, pois estas aldeias até têm o seu encanto, são lugares que têm tanto de bucólico como de romântico, mas que só por si não são suficientes para prender lá o seu povo, pois tirando a terra e algum gado, não há outra forma de ganhar o sustento para a família, daí estas aldeias terem as suas portas abertas para partidas sem regressos, apenas os mais velhos resistem, mas só até um dia…

 

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Ao longo destes últimos anos temos trazido aqui as aldeias deste Reino Maravilhoso que Torga tão bem descreveu, um reino de gente pobre é certo, mas de uma riqueza sem igual no seu comunitarismo, no seu ser, nas suas tradições, na sua cultura. Um Reino Maravilhoso que já foi cheio de vida onde era possível construir futuros e que hoje definha para uma morte já há muito anunciada.

 

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Quem se der ao cuidado de ver os resultados dos CENSOS nas últimas décadas, verificará que é arrepiante ver a linha vertiginosa com que a nossa população caminha para o zero. A partir do CENSOS  de 1960 em que no interior se atinge o pico máximo de população, a linha de tendência inverte-se a caminho do zero, primeiro mais notória no mundo rural, nas freguesias rurais mais longe das cidades e vilas sedes de concelho, havendo aí um êxodo bem visível das populações das aldeias para as sedes de concelho, o problema é que agora, o emagrecimento da população não se dá só e apenas nas freguesias rurais, já atingem o todo dos concelhos, as suas vilas e cidades, as suas sedes.

 

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Um elogio ao fio azul, com mais uma aplicação

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Em julho passado, o INE divulgou os Resultados Preliminares dos CENSOS 2021 e, naquilo que a nós interessa, o Alto Tâmega, os números são preocupantes. Em 10 anos passámos de 94 143 habitantes para 84 330. Todos os concelhos, sem exceção, perderam população.

 

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Se ainda não conhece os números por concelho, aqui ficam:

 

- Boticas em 2011 tinha 5 750 habitantes e em 2021 tem 5 002. Isto resulta numa perda de 748 residentes, o que em termos percentuais significa uma quebra de 13%.

- Chaves passou de 41 243 habitantes em 2011 para 37 623 em 2021. São menos 3 620 pessoas, equivalendo a uma percentagem de menos 8,8%. A nível percentual, o concelho flaviense foi o que menos população perdeu no conjunto dos seis municípios da região.

- Montalegre passou de 10 537 habitantes em 2011 para 9 279 em 2021. Uma perda de 1 258 residentes, uma quebra de 11,9%.

- Ribeira de Pena a perda foi de 657 residentes entre 2011 e 2021, passando de 6544 para 5887 habitantes. Uma perda percentual de 10%.

- Valpaços em 2011 registava 16 882 habitantes, e em 2021 regista 14 714, significando uma perda de 2 168. São menos 12,8%.

- Vila Pouca de Aguiar passou de 13 187 habitantes em 2011 para 11 825 em 2021, uma perda de 1 362, resultando em menos 10,3%.   

 

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Resumindo, estes concelhos são agora grandes aldeias, ainda, mas igualmente com a sua linha de tendência a caminhar para o zero, no entretanto, todos assistem alheados, conformados e serenos a este definhar, palavras que me levam mais uma vez a evocar Torga: “Que povo este! Fazem-lhe tudo, tiram-lhe tudo, negam-lhe tudo, e continua a ajoelhar-se quando passa a procissão” e em janeiro aí teremos nova procissão a caminho de S.Bento.

 

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Para terminar, regressemos a Lousas, com um pedido de desculpas por pouco falar da aldeia ao trazer aqui a amarga realidade do despovoamento. Aldeia onde até me ficaram os olhos num lugar, com uma casa à beira de uma linha de água onde até me foi possível sonhar durante uns instantes, imaginando os acordares das manhãs na companhia do sussurro da passagem da água, cristalina por sinal, na companhia dos concertos e  melodias debitadas pela passarada do lugar.

 

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Pois só nos falta definir um itinerário para chegar até Lousas, com partida como sempre desde a cidade de Chaves pela N103 até Sapiãos, depois o desvio até Boticas e a partir de aí a R311 em direção a Ribeira de Pena e Cabeceiras de Basto, com passagem pela Carreira da Lebre e saída em Espertina/Antigo ou para a Vila Pequena e Vila Grande, com passagem obrigatória por esta última a partir da qual se toma a estrada que só nos leva a dois destinos — Casal e/ou Lousas.

 

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E agora o habitual vídeo final, com todas as imagens de Lousas aqui publicadas, vídeo que poderá ver aqui no blog ou no nosso canal do  YouTube ou no MEO KANAL Nº 895 607.

 

Aqui fica, espero que gostem:

 

 

E quanto a aldeias de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que deveríamos ter aqui a aldeia de Vila Grande, mas que por razões que mais tarde compreenderão, vamos primeiro à Vila Pequena .

 

 

19
Dez21

O Barroso aqui tão perto - Vilaça

Aldeias do Barroso - Concelho de Montalegre

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VILAÇA - MONTALEGRE

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo para a aldeia de VILAÇA, concelho de Montalegre.

 

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É mais uma aldeia das proximidades do Rio Cávado, na sua margem esquerda e entre as barragens dos Pisões e de Paradela, a 52 quilómetros de Chaves, e embora seja uma aldeia de passagem, com estrada, não calha nos itinerários principais do concelho de Montalegre, mas antes numa ligação entre a aldeia de São Pedro e Paradela do Rio. Quero dizer com isto que não é fácil passar por lá por acaso, mas pode funcionar como tal para quem utiliza a N103 e pretende ir para Paradela, mesmo para quem vai de Chaves.

 

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Embora já tivéssemos dedicado um post completo à aldeia de Vilaça para o qual fica um link no final, o mesmo já foi em fev. de 2017,  e para nós pareça que foi ontem, já lá vão quase 5 anos, e mesmo que este post seja para deixar aqui o vídeo que então não teve, nunca é demais deixar aqui o itinerário, a partir da cidade de Chaves, para chegar a Vilaça.

 

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Então, a partir da cidade de Chaves, há duas alternativas para chegarmos a Vilaça, sensivelmente ambas com a mesma distância, uma, a que recomendamos, é pela estrada do São Caetano até Montalegre, aí descemos ao campo de futebol e continuamos por essa estrada até Sezelhe, onde devemos sair à esquerda, atravessar o paredão da barragem de Sezelhe e logo a seguir, devemos abandonar essa estrada em direção a São Pedro, sem ter que entrar no centro da aldeia, basta seguir pela estrada que e logo a seguir, a pouco mais de 1Km é Vilaça. A outra opção a partir de Chaves é via N103 (estrada de Braga) até a Barragem dos Pisões, e logo a seguir às saídas para Viade de Baixo e de Cima, ainda antes da aldeia dos Pisões, tem uma saída para Brandim, Contim e São Pedro, onde a partir desta última aldeia o itinerário que falta (cerca de 1Km) é idêntico ao primeiro itinerário.

 

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Mas como hoje estamos aqui pelo vídeo que Vilaça não teve aquando do seu post completo, para o qual finca link no final deste, vamos passar de imediato ao seu vídeo, com todas as fotos da aldeia publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de VILAÇA:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-vilaca-1493232

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui o vídeo da aldeia de VILARINHO DE ARCOS.

 

 

11
Dez21

O Barroso aqui tão perto - Sidrós, Vila Nova e Ponte da Misarela

Aldeias e Lugares do Barroso

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Sidrós – Vila Nova - Ponte da Misarela -  Montalegre

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando dos seus posts neste blog, não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje esse resumo conjunto para a aldeia de SIDRÓS - VILA NOVA e  PONTE DA MISARELA, do concelho de Montalegre.

 

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Ficam então as aldeias de Sidrós e Vila Nova juntas em vídeo, reproduzindo um pouco a realidade da sua proximidade, tal como a Ponte da Misarela, que embora um pouco mais distante, tem Sidrós como a aldeia mais próxima e a partir da qual se faz o acesso à ponte, isto no concelho de Montalegre, pois convém recordar que do outro lado da ponte, inicia-se o concelho de Vieira do Minho.

 

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Ponte da Misarela que serve de separação e simultaneamente de ligação de dois concelhos, mas não do Barroso, pois este continua ainda mais um bocadinho por aldeias de Vieira do Minho.

 

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Mas como hoje estamos aqui pelo vídeo que não teve aquando dos post’s que dedicámos a estes três lugares e para os quais ficam links a seguir ao vídeo, ao qual passaremos de imediato, onde poderá ver todas as fotos de Sidrós, Vila Nova e Ponte da Misarela publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de SIDRÓS - VILA NOVA - PONTE DA MISARELA:

 

 https://chaves.blogs.sapo.pt/de-vila-nova-ate-sidros-e-a-ponte-do-1798806

https://chaves.blogs.sapo.pt/discursos-sobre-a-cidade-por-gil-1276665

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-roteiro-1105355

 

E quanto a aldeias de Montalegre, despedimo-nos até à próxima sexta-feira em que teremos aqui a aldeia de TORGUEDA.

 

 

 

06
Dez21

O Barroso aqui tão perto - Gestosa

Aldeias do Concelho de Boticas

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GESTOSA - BOTICAS

 

Nestas andanças por terras do Barroso, nos últimos tempos, temos abordado as aldeias do concelho de Boticas, freguesia a freguesia, por ordem alfabética, e já vamos na freguesia de Dornelas onde depois da aldeia de Antigo, Casal e Espertina chega a vez de Gestosa, que às vezes também vemos grafada com Giestosa.

 

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Se observarmos com atenção a corografia envolvente desta aldeia, para além de a localizarmos em plena serra do Barroso, verificamos que ela se encontra na vertente exterior de um conjunto de altas montanhas que vistas à distância (de satélite por exemplo) parece ser um único bloco montanhoso com os seus pontos mais altos despidos de vegetação ou com uma vegetação escassa e muito rasteira.

 

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Nesse bloco montanhoso estão as serras do Gerês, do Larouco da Cabreira e do Barroso, quase poderíamos dizer, pelas suas características, serem uma única montanha, uma vez que não o são, são como irmãs ou primas canais muito chegadas. Tal como já atrás dissemos, os seus pontos mais altos são rochosos e sem vegetação, ou quase, onde o clima caracterizado por invernos frios e rigorosos não convidaram o homem ao seu povoamento,  apenas junto às linhas de água, que no Barroso até são abundantes, em pontos em que a sedimentação formou pequenas várzeas, que vistos à distância são pontos verdes, como se tratasse de um oásis no meio do deserto, é que o homem se atreveu a estabelecer-se, construindo pequenas aldeias, que pela certa, inicialmente, se deveria resumir a uma ou duas famílias, dedicando-se ao cultivo das pequenas várzeas e  à caça e criação de gado.

 

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Gestosa é uma das aldeias que se enquadra bem nas aldeias que atrás descrevemos, localizada numa pequena várzea que surge no encontro de várias linhas de água, onde uns “passos” mais acima, começa a serra do Barroso mais agreste, onde os rochedos abundam e a vegetação escasseia.

 

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Entremos então em Gestosa, cuja descoberta fizemos antes mesmo de a descobrir, ou seja, já a conhecíamos à distância, mesmo ante de lhe conhecer o topónimo e de verdadeiramente entrar na sua intimidade, tudo graças ao S. Sebastião que se celebra na Vila Grande e nas Alturas do Barroso, isto porque desde que fomos pela primeira vez ao S. Sebastião, no caminho (estrada) entre a Vila Grande e as Alturas do Barroso, ainda antes de Vilarinho Seco, há um largo à beira da estrada, com um miradouro natural, que nos convida à uma paragem e ao tomar de umas imagens fotográficas.  

 

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Pois desde esse miradouro natural com vistas viradas para poente, avista-se tudo que é montanha, mas logo aos pés do miradouro, uma pequena várzea abriga uma pequena aldeia, a Gestosa. Nos primeiros anos que passámos por lá, ainda antes de fazermos o levantamento de todas as aldeias do Barroso, aquela pequena aldeia, desde lá de baixo do seu aconchego que nos convidava a uma visita, e num dos anos em que fazíamos o trajeto entre A Vila Grande e as Alturas do Barroso, quase por impulso e como se o nosso popó tivesse vontade própria, vez um desvio e direção à Gestosa, numa visita apressada mas que deu para sentir a sua alma, mas só mais tarde, é que fomos lá a sério, ou com a intenção de lá ir, mesmo calhando em mais um trajeto entre A Vila Grande e as Alturas, mas com todo o tempo que fosse necessário, e assim aconteceu.

 

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Vida humana encontrámos pouca, aliás só vimos mesmo uma senhora, já de certa idade, que por sinal, tal como nós, também vinha da Vila Grande. Mais pessoas havia-as pela certa, mas talvez algumas ainda estivessem no São Sebastião da Vila Grande ou para as Alturas e outras andassem nas lides do campo ou da casa. Como sempre que podemos ou temos a oportunidade, damos dois dedos de conversa, não só para que as pessoas nos possam indicar algumas das coisas mais interessantes da aldeia, mas também para não ficarem com a pulga atrás da orelha, atitude que por segurança, em geral, as povoações tomam quando veem gente estranha a rondar e fotografar as aldeias. E pela nossa parte não custa nada dizer ao que vamos, quem somos ou de onde somos, para além de, nestas conversas, aprendermos sempre qualquer coisinha com os mais velhos.

 

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Claro que o nosso tempo nunca é suficiente para criar a empatia necessária para que as verdadeiras estórias da aldeia venham ao de cima, pois elas só saem, naturalmente, quando encontram na conversa uma oportunidade para saírem, assim, ficamos pelo possível e pela recolha de imagens daquilo que vai atraindo a objetiva.

 

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A Gestosa é uma pequena aldeia, mas onde existem duas ou três casas mais senhoriais, com uma capela num largo central da aldeia e outras pequenas construções e alguns armazéns mais recentes, nitidamente seriam casas de duas ou três famílias mais abastadas que viviam da riqueza das terras várzea e as pequenas construções da povoação que trabalhava os campos, talvez já desde o Couto de Dornelas, mas tudo isto o dizemos por pura observação, sem tempo ou documentos que corroborem o que afirmamos.

 

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Duas dessas construções mais senhoriais tem passadiços com um arco perfeito por cima dos arruamentos que ligam o piso superior das casas diretamente aos campos, o que arquitetonicamente falando, dá um interesse especial a estas construções. Este tipo de passadiços, embora não sejam frequentes, também não são raros e existem em algumas aldeias do Barroso, mas também noutros concelhos, às vezes mesmo no centro da aldeia para ligarem construções, alguns cobertos, tal como acontece na aldeia vizinha de Vilarinho Seco.

 

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E estamos a caminhar para o final deste post, faltando apenas fazer a referência àquilo que encontrámos na monografia “PRESERVAÇÃO DOS HÁBITOS COMUNITÁRIOS NAS ALDEIAS DO CONCELHO DE BOTICAS”, como o santo que se celebra na aldeia, embora apenas com celebração religiosa, o S. Bento na respetiva capela de S. Bento e o Castro da Gestosa:

Castro de Gestosa (Património Classificado - IIP)

Designação: Castro de Gestosa ou Souto da Lama

Localização: Gestosa (Dornelas)

Descrição: Existe na aldeia de Gestosa, freguesia de Dornelas, um velho Castelo de Mouros a que o povo chama Castro de Lamas ou Souto de Lamas. O monte em cujo topo assenta o castro fica ao lado da ER 311, a uma distância de 300 m, sendo defendido por três linhas de muralhas.

À muralha que defende o topo Sul segue-se uma rampa que termina em dois fossos justapostos, que rodam para cima e estendem-se ao longo da encosta Nascente do castro originando um grande fosso. O topo Norte do terreiro é marcado por um montão de fragas. A ladeira da face poente, abaixo da muralha do terreiro, é toda semeada de fragas até um pequeno patamar amparado pela segunda muralha.  Desta muralha existe o seu alinhamento de 80m ao longo da ladeira Poente, que desanda para Norte e vai terminar num conjunto de fragas de granito, natural linha defensiva. Entre 20 a 30 metros abaixo da segunda muralha corre a terceira muralha, que se estende num comprimento de pelo menos 100 m, com altura média de 2 m. Esta muralha, tal como a segunda, parece estar rota numa abertura de uns 2 m que se pode considerar o vão de uma possível porta. Foram encontrados vestígios de casas circulares e restos de cerâmica. Na base do monte do castro corre o Ribeiro da Gestosa.          

 

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Só nos resta localizar e deixar um itinerário para a partir da cidade de Chaves chegar até à Gestosa, freguesia de Dornelas, concelho de Boticas. Como quase sempre tomamos a EN103 (estrada de Chaves-Braga) até Sapiãos, onde abandonamos a EN103 em direção a Boticas, aqui, depois de atravessar a vila, pela variante ou pelo seu interior, tomamos a R311 em direção a Ribeira de Pena e Cabeceiras de Basto. Sempre pela R311 depois de passarmos por Quintas e Carreira da Lebre, até passarmos pela capela da Espertina, à beira da estrada do lado esquerdo, onde logo a seguir existe um cruzamento com saída à esquerda para a Espertina e Antigo e à direita para as Alturas e Vilarinho Seco, depois deste cruzamento, mais 1,5km e temos à direita, em plena curva, a saída para a Gestosa que fica a 400m.

 

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E agora o habitual vídeo com todas as imagens da aldeia de GESTOSA que foram publicadas até hoje neste blog. Espero que gostem.

Aqui fica:

 

 

Agora também pode ver este e outros vídeos no MEO KANAL Nº 895 607

 

E quanto a aldeias de Boticas, despedimo-nos até ao próximo domingo em que teremos aqui a aldeia de LOUSAS.

 

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