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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

28
Fev20

O Barroso aqui tão perto - Chelo

Aldeias o Barroso (com vídeo)

1600-chelo (10)-video.jpg

montalegre (549)

 

CHELO 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que, aquando do seu post neste blog,  não tiveram o resumo fotográfico em vídeo, trazemos hoje aqui esse resumo da aldeia de Chelo, freguesia de Cabril, Concelho de Montalegre.

 

1600-chelo (22).jpg

 

Ainda antes do vídeo, ficam também algumas imagens que escaparam à seleção anterior.

 

1600-chelo (21)-video.jpg

1600-chelo (23)-video.jpg

 

E agora sim, o vídeo que faltava para completar o post anterior dedicado à aldeia de Chelo.

 

 

Post do blog Chaves dedicados à aldeia de Chelo:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-chelo-1627025

 

 

 

15
Dez19

O Barroso aqui tão perto - Cabril (vídeo)

aldeias de barroso

1600-cabril (127)-video.jpg

 

Cabril

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o resumo fotográfico em vídeo aquando do seu post, trazemos hoje aqui o vídeo da aldeia de Cabril, do concelho de Montalegre.

 

 

Link para partilha ou ver diretamente no youtube:

https://youtu.be/9ejjc1tPYt8

 

1600-entre cabril e (25)-video

1600-entre cabril e (30)-video

1600-entre cabril e (52)-video

 

 Hoje, excecionalmente, deixamos mais imagens, também incluídas no vídeo, mas que não foram publicadas no post de Cabril.

 

1600-entre cabril e (29)-video

 

Posts do blog Chaves dedicado à aldeia de Cabril:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-cabril-1849944

 

 

27
Out19

O Barroso aqui tão perto

Beçós - Vídeo

1600-becos (44)-video.jpg

montalegre (549)

 

Beçós – Salto - Montalegre

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o resumo fotográfico em vídeo aquando do seu post, trazemos hoje aqui o vídeo da aldeia de Beçós.

 

 

 

Link para partilha ou ver diretamente no youtube:

https://youtu.be/avCTyxD1LeE

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de Beçós:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-becos-1574048

 

 

 

 

 

29
Set19

O Barroso aqui tão perto - Arcos (vídeo)

1600-video-arcos (156).jpg

 

Continuando a cumprir a nossa falta para com as aldeias que não tiveram o resumo fotográfico em vídeo aquando do seu post na rubrica "O Barroso aqui tão perto", trazemos hoje aqui o vídeo da aldeia de Arcos – Montalegre – Barroso.

 

 

Link para partilha ou ver diretamente no youtube:

https://youtu.be/4BwPWu-ZBns

 

Post do blog Chaves dedicado à aldeia de Arcos:

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-arcos-1543113

 

 

22
Set19

O Barroso aqui tão perto - Antigo de Viade (vídeo)

capa-antigodeviade (28).jpg

montalegre (549)

 

Em 11 de março deste ano de 2019 trouxemos aqui ao blog a aldeia do Antigo de Viade. Na altura ainda não fazíamos o vídeo final com todas as fotos publicadas, e como não queremos descriminar nenhuma das aldeias do Barroso, aqui fica o devido vídeo em falta.

 

Para partilhar ou ver o vídeo diretamente no YouTube siga este link:

 

https://youtu.be/VQWV-s8Qo1g

 

 

 

 

Se quiser ver a publicação completa que dedicámos ao Antigo de Viade em março, siga este link:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/1837285.html

 

 

15
Set19

O Barroso aqui tão perto - Antigo de Serraquinhos (vídeo)

1600-antigo de serraq (1).jpg

montalegre (549)

 

 

Em 11 de setembro de 2017 trouxemos aqui ao blog a aldeia do Antigo de Serraquinhos. Na altura ainda não fazíamos o vídeo final com todas as fotos publicadas, e como não queremos descriminar nenhuma das aldeias do Barroso, aqui fica o devido vídeo em falta.

 

Para partilhar ou ver o vídeo diretamente no YouTube siga este link:

 

https://youtu.be/SCiD1Mr7nsc

 

 

 

Se quiser ver a publicação completa que dedicámos ao Antigo de Serraquinhos em 2017, siga este link:

 

https://chaves.blogs.sapo.pt/o-barroso-aqui-tao-perto-antigo-de-1581701

 

 

 

 

 

28
Jul08

5 minutos de EN 213, com música para disfarçar...

.

 

 

O tema já não é novo e até já passou aqui pelo blog. Trata-se das obras de beneficiação que dizem estar a acontecer na EN 213 entre Chaves e Valpaços e no qual inicialmente estava previsto gastarem-se 8.155.338 Euros, ou seja perto de um milhão, seiscentos e trinta e cinco mil Contos em moeda antiga, valor que pela certa vai ser ultrapassado e que deixa no ar a pergunta fiz há meses atrás – Para beneficiar o quê!?

 

Depois de durante alguns meses assistir a um autêntico desperdiçar de dinheiro no troço entre o Raio X e Nantes, com o levantamento de todo o pavimento, levantamento de passeios, lancis e sarjetas, num troço que estava em bom estado de conservação para reporem tudo como estava, com a agravante de que nem sequer os lancis foram aproveitados, ou seja destruir tudo para refazer tal e qual como estava.

 

Ontem resolvi subir estrada acima para ver onde estão a ser aplicados o tal milhão e seiscentos mil contos, e facilmente se verifica que também a estupidez se repete em toda a estrada nacional 213 e,  as poucas beneficiações que se tem feito, algumas sem qualquer justificação lógica e outras que se resumem apenas a um aliviar de curvas mais apertadas (sem abolição de qualquer curva), dá para dizer que assim já se compreende que a desgovernar e desperdiçar assim os dinheiros públicos, não admira que as finanças públicas estejam como estão, pois a população de Valpaços e Chaves pouco ou nada beneficiam com esta suposta beneficiação. Mas estou certo que alguém beneficiará.

 

Dir-me-ão os alinhados que as coisas não são bem assim como as pinto. Quanto ao concelho de Chaves, são-no tal e qual como as pinto, quanto ao concelho de Valpaços, as alterações são mais notórias, mas as beneficiações não o são e chega-se até ao ridículo de em Vilarandelo serem construídas 3 rotundas e uma passagem desnivelada num troço de estrada que há poucos anos atrás foi construído como variante à aldeia, ou seja, um troço para resolver problemas de trânsito e não para os criar, como pelos vistos acontece, pois só assim se justificarão 3 rotundas e uma passagem desnivelada, ainda para mais, ao que consta (pois não tive acesso ao projecto), nem sequer estava previstas e apenas foram construídas graças às interferências e pressão do Presidente da Junta de Vilarandelo e do Presidente da Câmara de Valpaços.

 

E por cá, não haverá por aí um presidente da junta ou outro qualquer presidente que interfira, pressione e exija uma rotunda a sério para o cruzamento da EN 213 com a 314, o tal dos acidentes semanais. É só uma aparte, para um local onde aí sim se justificava uma rotunda a sério.

 

Toda a gente esperava que esta beneficiação da estrada fosse uma beneficiação a sério, tanto mais que é uma ligação entre duas cidades que ao longo dos tempos sempre tiveram entre elas uma ligação muito próxima e muitas afinidades, com muito movimento de população entre elas, o que só por si, já justificava uma ligação rodoviária privilegiada e digna, principalmente agora que também é a estrada que liga Valpaços à auto estrada mais próxima. Uma nova ligação com traçado de Itinerário Complementar (IC) entre as duas cidades, seria o ideal e o ansiado pelas populações que se servem desta ligação, mas pelo menos, a ser beneficiada a Nacional 213, dever-se-ia proceder ao corte de muitas curvas (e não simplesmente alivia-las como está a acontecer) e à construção de troços de ultrapassagem com terceira via (principalmente em todo o concelho de Chaves).

 

Criticamente o digo que nesta beneficiação a maior parte do dinheiro investido vai para obras inventadas e que só se justificam para gastar dinheiro, pois quanto a benefícios da beneficiação, poucos há ou nenhuns, antes pelo contrário, principalmente no troço que hoje vos deixo em imagem de vídeo entre Nantes e o Miradouro de S. Lourenço, precisamente o troço mais crítico e perigoso entre Chaves e Valpaços e no qual não há qualquer beneficiação, pois simplesmente no levantar e repor pavimento, e pavimentar valetas, não vejo qualquer beneficiação, antes pelo contrário, ou seja o transtorno que se prevê durar dois anos com obras neste troço. Mais valia terem iniciado a obra só a partir de S. Lourenço.

 

Fica a minha indignação para com esta obra e também um alerta para os responsáveis pelo nosso concelho, pois se um presidente de junta consegue 3 rotundas e uma passagem desnivelada, os nossos, com algum “barulho”, também alguma coisa conseguiriam, mas como eu nada percebo destas coisas, o melhor mesmo é calar-me.

 

Chaves sempre ansiou ser a capital do Alto-Tâmega mas (pessoalmente) penso que, cada vez mais, está longe de se afirmar como tal. Ligações rodoviárias dignas e a sério exigiam-se (já desde há muitos anos) entre Valpaços-Chaves, Montalegre-Chaves e Boticas-Chaves, e até de uma ligação que muitas vezes esquecemos, a de Chaves-Vinhais, mas nunca houve uma força conjunta entre estas autarquias, principalmente de parte de Chaves, que era a que mais beneficiaria ao ser a zona temperada entre a Terra Quente e a terra fria do Barroso, talvez quando se derem conta disso, já seja irremediavelmente tarde e, de tão entretidos que cada um anda a tentar juntar mais pontos para a sua caderneta, a região do Alto Tâmega, com Chaves como capital, não passe de um sonho de crianças ou de um campeonato que já acabou e, nos contentemos com meia dúzia de galegos que ao Domingo e nos seus feriados nacionais venham a Chaves comer um pouco de bacalau.

 

Até amanhã, com outros olhares de Chaves

23
Jun08

Dois vídeos ao preço de um - Coral de Chaves e Perícia

.

 

 

 

 

O prometido, neste caso, é de vídeo!

 

Já há muito que andava a prometer a alguns amigos que um dia iria assistir a uma actuação do Coral de Chaves. Pois no Sábado passado, esse momento aconteceu, precisamente quando o Coral de Chaves levou a efeito o XIII encontro de coros da cidade de Chaves, na Capela do Forte de S.Francisco - Hotel e intitulado “ a canção popular portuguesa e as suas metamorfoses”.

 

Mas fiquemos a conhecer um pouco do Coral de Chaves.

 

Fundado em Outubro de 1992, constitui-se como Associação Cultural, sem fins lucrativos, no ano de 1994. Tendo como principal objectivo a divulgação da música coral-polifónica, a sua acção tem-se feito sentir através de um vasto reportório de música sacra, litúrgica e profana, englobando peças de um vasto número de compositores de vários períodos da História da Música.

 

Teve a sua estreia oficial em Dezembro de 1992 e, desde então, tem mantido uma presença regular em Encontros de Coros, tanto em Portugal como em Espanha, e respondido, sempre que possível, às solicitações de entidades e organismos públicos e privados. Das diversas actividades que desenvolveu até ao momento são de destacar a organização anual de um Encontro de Coros em Chaves; a realização de concertos nas localidades do meio rural da região; a participação na gravação do CD intitulado Os Melhores Coros Amadores da Região Norte em Março de 1997; a presença na Expo/98, integrando o programa da Santa Sé, em representação da Diocese de Vila Real; a deslocação ao Luxemburgo em Outubro de 2004, aquando da geminação entre as cidades de Chaves e Differdange; a estreia mundial, no ano 2006, do Oratório Travessia do compositor Joaquim dos Santos, em colaboração com os cantores Inês Villadelprat, Fernando Guimarães e Rui Taveira, a Orquestra do Norte com os maestros Manuel Teixeira e José Ferreirâ Lobo; apresentações públicas do oratório em Alijó, Chaves, Valpaços, Vila Pouca de Aguiar e Vila Real;em Abril de 2007, viagem a Itália para realização do concerto, gravado ao vivo, do Oratório Travessia, na igreja do Instituto de Santo António dos Portugueses em Roma, com a soprano Inês Villadelprat, e o tenor Fernando Guimarães, estando a Orchestra Sinfonica Tiberina sob a direcção do maestro Massimo Scapin; edição do concerto em CD Duplo; o Concerto de Natal de Dezembro de 2007 que contou com a colaboração de uma Orquestra de Câmara e da solista Mónica Fernandes; no concerto de Páscoa de 2008 estreia, com subsequente apresentação, a Paixão segundo S. João de Joaquim dos Santos, contando com a colaboração dos cantores José Carfos Miranda, Bruno Nogueira, Ana Santos e Liliana Coelho.

 

De realçar é, também, o facto de lhe ter sido atribuída, pela Câmara Municipal de Chaves, a medalha de mérito municipal - grau prata, no dia 8 de Julho de 2007 e em Abril de 2008 foi galardoado com o Prémio Podium 2007 na categoria Prémio Especial do Júri, instituído pela Rádio Fórum Boticas.

 

O seu principal suporte financeiro é a Câmara Municipal de Chaves, mas conta com o apoio dos sócios coralistas, dos Amigos do Coral e, pontualmente, de outras Instituições.

 

Entre Outubro de 1992 e Setembro de 2007, o Coral de Chaves foi dirigido de forma magistral pelo Padre Fernando Silva de Matos, homem de qualidades musicais e humanas admiráveis, que deixou para sempre no coro a sua distinção. Desde Outubro de 2007, a direcção musical do grupo é da responsabilidade de Nuno Costa.

 

Realce também para o responsável pela direcção musical, Nuno Costa, que com apenas 21 anos de idade, segundo me dizem, dirige (musicalmente) de forma magistral o Coral de Chaves.

 

Nuno Costa é natural de Cerva (Ribeira de Pena), nasceu em Novembro de 1986.

 

Tendo iniciados os seus estudos musicais desde muito cedo, frequenta, neste momento, no Conservatório de Música do Porto o Curso Complementar de Piano na classe da professora Manuela Costa. Também é aluno do IPP - ESMAE, no curso de composição.

 

Agora os apartes e algumas verdades a que tive acesso. Embora no texto a sépia se diga que “o seu principal suporte financeiro é a Câmara Municipal de Chaves”, se não fosse a carolice e apoio financeiro dos coralistas, este coral já há muito que tinha deixado de existir, pois o apoio da Câmara, nem sequer chega para pagar uma refeição aos Corais convidados para o encontro e que se deslocam à cidade gratuitamente e por conta própria. Claro que tudo isto é dito a boa maneira do jornalismo sensacionalista, sem qualquer confirmação e apenas baseado no que ouvi dizer.

 

Claro (também) que a Câmara não tem obrigação de financiar este tipo de grupos e acontecimentos culturais, tal como o Coral de Chaves, também não tem obrigação de proporcionar (gratuitamente) espectáculos destes para a cidade de Chaves, que por acaso até fazem parte da agenda de eventos culturais que a Câmara distribui todos os meses, mas eventos destes acontecem e ainda bem que acontecem. Entre zunzuns, houve também quem estranhasse (pela positiva) a presença de um vereador da Câmara Municipal no espectáculo de Chaves, pois ao que ouvi dizer, não é habitual (também não são obrigados a gostar de cultura, perdão! de música coral).

 

E sobre o Coral de Chaves é tudo. Gostei do espectáculo, gostei de os ouvir e agora que os  descobri (pecado meu este sem desculpa), prometo ouvi-los mais vezes.

 

E sem ser para agradar a Gregos e Troianos, fica um outro vídeo, bem diferente do primeiro, com outros sons que nada têm a ver com corais. Mais à frente compreenderão o porque.

 

 

Pois este fim-de-semana dediquei-o à cultura, e ainda dizem que em Chaves não acontecem coisas!

 

No seguimento do momento cultural de Sábado à noite, reservei o Domingo à tarde para uma visita com a devida calma à Bienal de Chaves, que como o nome diz, deveria acontecer de dois em dois anos, mas que na realidade acontece de 10 em 10 ou mais espaçado ainda. Mas há que aproveitar estes momentos, e lá fui até o Pavilhão do Gatat (ou Ex-Gatat, pois também este já se foi), que afinal estava fechado. Estupidez minha, pois a Bienal este ano realiza-se em três locais diferentes, a saber: No Centro Cultural, na Biblioteca Municipal e, ao vivo, nas Freiras, que posteriormente (penso que por causa da torreira do sol) foi transferido para o Jardim do Tabolado.

 

E passa não passa o tempo, lá pelas 4 da tarde estava à porta do Centro Cultural, por sinal também fechado. Desloquei-me à Biblioteca e também estava fechada, fui ao Tabolado e a tal Bienal ao vivo, embora aberta, não tinha escultores nem espectadores, mas estava por lá muita madeira já trinchada, com algum trabalho de artista. Enfim, rabo entre as pernas, “volta para o sofá de onde não deverias ter saído”, aliás os 34º C convidavam a isso mesmo.

 

De volta a casa, no parque de estacionamento do E’Leclerc, aconteciam coisas, pelo menos a julgar pelo pessoal que ocupava todos os locais de sombra no local. Teriam mudado para ali a Bienal!?... Fui ver, e não era a Bienal, mas uma prova de perícia automóvel, o “Troféu de Perícias Automóvel E’Leclerc”, e ainda dizem que na Madalena não acontecem coisas. Acontecem e até me salvaram do deprimente sofá de um Domingo à tarde. Enfim, troquei uma tarde cultural por uma desportiva, o que já não é mau.

 

Até amanhã. Quanto à Bienal, vou tentar no próximo Sábado, pois o meu horário de trabalho não é compatível com exposições durante a semana.

 

Até amanhã.

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