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CHAVES

Olhares sobre o "Reino Maravilhoso"

13
Out17

Vivências

vivenvias

 

O Clube dos Poetas Mortos

 

 

Na nossa memória todos temos um filme que nos marcou. Ou melhor, um filme, um livro, uma canção... Ou, provavelmente, melhor ainda, vários filmes, vários livros, várias canções…

 

Voltando aos filmes, “O Clube dos Poetas Mortos” foi um desses filmes. Recordo-me que o vi no Porto, por ocasião de uma visita de estudo de dois dias àquela cidade, andava eu, então, no secundário, na Escola Dr. Júlio Martins.

 

O filme relata a história de um professor de literatura num colégio profundamente elitista e disciplinador. As suas aulas são dadas de forma pouco ortodoxa e quem viu o filme recorda certamente a aula em que o professor incentiva os alunos a arrancarem as folhas de um livro de poesia, pois, segundo ele, a poesia não se pode medir, mas sim sentir e viver. Entusiasmados com o lema “Carpe diem” (aproveita o dia) proclamado pelo professor, os alunos ganham coragem para experimentar desafios e experiências que nunca antes ousariam enfrentar. A dada altura do ano um grupo de alunos descobre um velho “Livro de Turma” do tempo do professor Keating e ficam a saber que ele pertenceu a um denominado “Clube dos Poetas Mortos”. Após uma interpelação ao professor sobre essa vivência do passado, resolvem eles próprios retomar a ideia do Clube e nessa mesma noite iniciam reuniões furtivas numa gruta, nas imediações do colégio, para ler poesia e “sugar o tutano da vida”.

 

Entretanto, um dos jovens, com grande vocação para o teatro mas fortemente reprimido pelo pai, não aguenta a pressão e acaba por suicidar-se. Este acontecimento faz despoletar uma situação de confronto e a direção do colégio acaba por afastar o professor Keating, a quem acusam de incentivar os alunos à desobediência.

 

A cena final é certamente a mais recordada por todos os que viram o filme. Na primeira aula com o novo professor, Keating vai à sala para recolher as suas coisas e, então, os alunos, um a um, põem-se em pé em cima da secretária e dirigem-se a ele com as palavras “Oh, Captain, my Captain!”. “Obrigado, rapazes”, são as últimas palavras do professor aos seus alunos.

 

Luís dos Anjos

 

 

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